Este mundo :
uma monstruosidade de forças , sem início , sem fim ,
uma Firme , brônzea grandeza de força , que não se torna maior , nem menor ,
que não se consome , mas apenas se transmuda , inalteravelmente grande
em seu todo , uma economia sem despesas e perdas , mas também sem
acréscimo , ou rendimento , cercada de “ nada ” como de seu limite , nada de
evanescente , de desperdiçado , nada de infinitamente extenso ,
mas como força determinada posta em um determinado espaço , e não em um espaço
que em alguma parte estivesse “ vazio ” ,
mas antes como força por toda a parte
como um jogo de forças e ondas de força ao mesmo tempo um e múltiplo ,
aqui acumulando-se e ao mesmo tempo ali minguando ,
um mar de forças tempestuando e ondulando em si próprias ,
eternamente mudando , eternamente recorrentes , com descomunais anos de retorno ,
com uma vazante e enchente de suas configurações ,
partindo das mais simples às mais múltiplas ,
do mais quieto , mais rígido , mais frio
ao mais ardente , mais selvagem , mais contraditório consigo mesmo ,
e depois outra vez voltando da plenitude ao simples ,
do jogo de contradições de volta ao prazer da consonância ,
afirmando ainda a si próprio ,
nessa igualdade de suas trilhas e anos ,
abençoando a si próprio como aquilo que eternamente tem que retornar ,
como um vir-a-ser que não conhece nenhuma saciedade , nenhum fastio , nenhum cansaço ( … )
Quereis um nome para esse mundo ?
Uma solução para todos os seus enigmas ?
Uma luz para todos nós , vós , os mais escondidos , os mais fortes , os mais intrépidos ,
os mais da meia-noite ?
– Esse mundo é vontade de potência – e nada além disso !
E também vós próprios sois essa vontade de potência – e nada além disso!
- NIETZSCHE -
A hora é de avaliar e buscar perspectivas .
E nesse sentido a primeira constatação a ser evocada é que a Dança [ e a Vida ]
ainda está sob a égide da colonização .
Apesar de atrelada aos padrões do clássico europeu ou do moderno norte americano ,
conseguiu no entanto se libertar do discurso narrativo e linear.
Enredo e tema passaram a ser desnecessários
e a dança assumiu o movimento como elemento suficiente
para criação coreográfica e revelação do espetáculo .
O fenômeno “ mover-se ” fala a despeito do dançarino .
Esse mover re-significa sua sensibilidade , fisicalidade , história de vida , herança cultural e genética
que : somadas ao seu preparo profissional e artístico
resultam num discurso corporal pessoal e intransferível que promove a dança .
O mundo contemporâneo rompeu com a precisão e a certeza .
Assumiu o risco , a fragmentação e a incoerência .
O virtuosismo baseado na perfeição e na aproximação máxima ao padrão estético estabelecido caiu por terra .
O novo desafio não está em aparecer ao outro ,
mas no reconhecimento de si próprio ao se apresentar para o outro .
A proposta é um corpo que dança sua presença singular .
O processo coreográfico busca as possibilidades criativas geradas
a partir de competências corporais territorializadas .
Não se trata mais do corpo universal ,
mas de um corpo produzido por funções e saberes locais
e que por isso se reconhece sujeito capaz de uma performance que é única ,
pois responsável por sua única e insubstituível Vida .
Tudo está em questão:
Quais os elementos que definem uma coreografia ? Qual o papel do coreógrafo ?
É possível falar de uma dramaturgia da dança ?
Há uma técnica eficiente e segura para preparação do dançarino ?
São infinitas as perguntas e não menos infinitos os caminhos
para os pesquisadores da dança se debruçarem em investigações .
Certo é que a dança não quer mais se alienar numa estética estéril .
Para tanto redimensiona o papel da técnica e do virtuosismo que tanto lhe promoveu
em outros momentos , para traduzir o estranhamento , o risco e o acaso .
Trata de rever as dimensões do corpo , sua expressão , limites e potenciais .
O produto e o processo coreográfico também foram reconsiderados .
O papel do coreógrafo , o sentido da improvisação , a formação do dançarino , tudo está em questão .
Felizmente a dança não está mais segura e timidamente tenta afrouxar-se do sistema rígido de referência .
Está “ desconstruindo ” , ou seja , se deslocando do logocentrismo* , no caso o eurocentrismo* .
Repetindo > Está “ desconstruindo ” , ou seja , se deslocando do logocentrismo* , no caso o eurocentrismo* .
Busca novas conexões com outros conhecimentos , reconhecendo um mundo sem hierarquias estéticas ou culturais .
Mergulhados nessas questões , os pesquisadores Lúcia Lobato e Sérgio Andrade ,
selecionados pelo Programa PIBIC/2006 da Universidade Federal da Bahia ,
estão desenvolvendo a pesquisa intitulada :
“ Identificação do Princípio da Desconstrução de Jacques Derrida na coreografia contemporânea ”
que tem como campo de observação o espetáculo desconstrucionista
intitulado “ Obras de uma carta anônima ” do
grupo baiano CoMteMpu´s .
- Por que Derrida ?
Porque esse estranhamento que desafia a atual produção coreográfica poderá melhor
ser absorvido à luz do princípio da “ desconstrução ” de Derrida e através de alguns de seus indicadores :
como o deslocamento da cultura de referência , o diálogo crítico , a ampliação de conexões com outros saberes ,
a revelação que questiona a estrutura interna , o fenômeno do afrouxamento ao sistema rígido , o conseqüente
processo de descolonização , o respeito às diferenças ,
a alteridade e o reconhecimento do inconsciente que fala “ a despeito de ” .
Jacques Derrida foi um dos fundadores do Pós-Estruturalismo
que reuniu pensadores como Bataille , Deleuze , Foucault , entre outros .
O movimento Pós-Estruturalista inaugura com Derrida uma filosofia que ,
embora atrelada à tradição do pensamento ocidental ,
propõe a ruptura com esta dependência ,
principalmente no que concerne à lógica da identidade herdada de Aristóteles .
Por meio do princípio batizado como “ desconstrução ” ,
Derrida deu início a uma inovadora investigação sobre a natureza da tradição metafísica ocidental .
Essa tradição fundamentava seu argumento em três leis :
1 - a lei da Identidade considerando que aquilo que é , simplesmente é ;
2 - a da Contradição definindo que nada pode ser e não ser ao mesmo tempo ;
3 - e a do Excluído determinando que tudo deve ser ou então não ser .
É obvio que essas leis não admitem que haja nos fenômenos características como ,
por exemplo : a complexidade , a auto-presença e a diferença .
Esses três princípios sustentaram o positivismo e o espírito da modernidade .
Mas o movimento Pós- Estruturalista já não se contentava em pensar as transformações do mundo
e das sociedades em bases tão dicotômicas .
Afinal “ ser ou não ser ” já não era uma questão ,
pois os fenômenos já se apresentavam podendo ser e não ser ao mesmo tempo .
Foram as idéias dos pós-estruturalistas que apontaram para o que viria a ser
um pensamento pós-moderno .
Nesse processo , as investigações de Derrida revelaram que a tradição era cheia de paradoxos .
O interessante , no entanto , é que , apesar desses resultados , Derrida não almejou ,
com a apresentação do princípio da desconstrução ,
apontá-lo como um instrumento eficaz para acabar com as contradições .
Tampouco se colocou imune e capaz de fugir às exigências da tradição a partir de um sistema próprio e autônomo .
Ao contrário , reconheceu que é necessário não abandonar ,
pelo menos temporariamente , os mesmos conceitos considerados insustentáveis .
Não propôs a ruptura , mas redimensionou a função da metafísica tradicional no processo de descolonização .
Apontou a necessidade de desconsiderar a cultura de referência ,
introduzindo o valor do diferente e o discurso do “ deslocamento ” .
Com esse propósito define o princípio da Desconstrução .
A compreensão dessa categoria filosófica passa pelo esclarecimento de que não significa ,
nem é empregada pelo autor como sinônimo de destruição ou
demolição de um dado fenômeno ou argumento em sua totalidade .
Ao contrário, trata-se de desvelar os reflexos conceituais ,
as seqüências e associações de idéias que precedem e condicionam os pensamentos ,
operando > como o inconsciente que fala > “ a despeito de ” .
Podemos inferir que a desconstrução , tal qual proposta ,
é um processo de revelação que questiona a “ estrutura interna ” do discurso ,
descobrindo o sintoma do campo cognitivo que ele chama de “ logocentrismo ” .
Ou seja, a desconstrução seria uma forma de diálogo crítico .
Mas não seria uma crítica para reverter à oposição , mas sim para deslocá-la do “ logocentrismo ” ,
afrouxando-a do sistema rígido de referência que restringe a compreensão
e não amplia novas conexões de conhecimento .
A desconstrução propõe um olhar ampliado e contínuo ,
ao invés da observação do fenômeno localizado e isolado .
Por essa razão não se limitou aos instrumentos disponíveis na filosofia tradicional ,
pois busca a pluralização e a adjetivação dos atributos em vez da fixação e substantivação .
Trazendo o argumento exposto para o nosso campo de reflexão ,
é possível inferir que o principal desafio da dança contemporânea
que nas diferentes conjunturas históricas sempre esteve homogeneizada e
modelada nas estéticas dominantes das hierarquias do poder tradicional é :
exatamente distender-se desses códigos encarnados ,
através da expansão e absorção de suas próprias realidades
e diversidades étnicas e culturais , embora ainda distantes .
Trata-se de enfrentar as históricas estruturas de poder .
Vencer este desafio exige enfrentar os preconceitos
e o caráter elitista de nossa colonização de origem escravista que
sempre desprezou e inferiorizou nossas práticas espetaculares .
Só vencendo nossos medos civilizatórios e desconstruindo a estética colonizadora ,
imposta como ” padrão de valor superior ” ,
poderemos vir a descobrir a riqueza e diversidade de nossas danças . - e de nossas Vidas -
Bibliografia:
Derrida , Jacques- Gramatologia
Geertz , Clifford – O Saber Local , Novos Ensaios em Antropologia Interpretativa .
Johnson , Christopher – Derrida , A cena da escritura , São Paulo , UNESP , 2001 .
Lechte , John – Cinqüenta pensadores contemporâneos essenciais : do estruturalismo à pós-modernidade .
Eliana Rodrigues Silva – Dança e Pós Modernidade . Salvador , editora da Universidade Federal da Bahia – EDUFBA , 2005 .
Ilustração:
STEVEN MEISEL :
Fy











Fy,
Essa postagem foi muito além de qualquer desarmonia idiossincrática, essa leitura é alquimia pura em seu estado entendimento mais simples,e por assim ser, o mais verdadeiro (ou válido, ao asco da palavra ambigua VERDADE). Aqui em palavras e formas está desnudo um dos ditames da alquimia – Solve et Coagula – e nesse processo estamos dançando como a bailarina enquadrada por sinais querúbicos…
Abraços,
Marques Patrocínio
Comment by Marques Patrocínio — 21/11/2011 @ 1:53 PM
Ah, vindo de alguem q escreve como vc, é um elogio q vai ficar bem guardado. Como disse o Guz : um Alquimista.
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:06 AM
Bom dia amigo Marques, é uma satisfação crescente ler seus textos, e sua participação é mais do que bem-vinda, afinal estamos lendo um grande Alquimista, um mago de palavras certeiras, palavras que conseguem exprimir um máximo de reversão ao sistematicamente clichê , calculadamente broxante e tão cinicamente escamoteado nestes discursos estagnados .
A desconstrução , na minha opinião, Fy, deveria se chamar A Arte do Pensar .
( e antes que comecem as referências ao nazismo, aqui, no “caso Heidegger” não se trata de provar, ou não, se Heidegger era nazista. A filosofia de Heidegger, queiramos ou não, não se resume a isso; obviamente não se pode negar seu imperdoável e miserável envolvimento com o nazismo, como qualquer outra coisa que neste pesadelo se envolva. No entanto permanece, sua filosofia, como um desafio, e o autor de Sein un Zeit como um dos pensadores mais influentes do século XX (o que não significa que seja o “melhor”). Vale o conselho de Franco Volpi (falecido prematuramente este ano) que falava da possibilidade de ler Sein und Zeit de várias maneiras, como uma antropologia filosófica, uma filosofia da existência. – um paradoxo extremo , mas é sobre isto que estamos falando, não ? )
Simplesmente porque desconstruir, nos termos de Derrida , sem esquecer Heidegger, é simplesmente respeitar o próprio pensamento. Pensar é uma das únicas coisas que desconhecem limites . Respeitar as atribuições do Pensar é automaticamente: desconstruir.
Desconstruir até mesmo o engessado conceito de Pensar.
Volto daqui a pouco, pra falar um pouco deste outro possível e urgente conceito que nos lembra como Pensar com o olhar, com o calor e frio de nossos corpos, com cada uma das células que vivem em nós este fantástico evento chamado vida.
Beijo a todos,
tio Guz
Comment by Gustavo — 22/11/2011 @ 2:35 AM
Volto daqui a pouco, pra falar um pouco deste outro possível e urgente conceito que nos lembra como Pensar com o olhar, com o calor e frio de nossos corpos, com cada uma das células que vivem em nós este fantástico evento chamado vida.
tá bem, eu espero, sim.
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:05 AM
Volto daqui a pouco, pra falar um pouco deste outro possível e urgente conceito que nos lembra como Pensar com o olhar, com o calor e frio de nossos corpos, com cada uma das células que vivem em nós este fantástico evento chamado vida.
Aloha Gustavo,
Vou te dizer uma coisa amigo, uma das coisas mais bonitas do Wind é o fato declarado de voce só ter dito isto por aqui. E de tantas formas voce disse, de tantas formas voce provou que o gosto da vida é este mesmo, que eu trouxe uma, das que eu não esqueci:
A pele – a alma : Vida: alma da pele – pele da alma
um espaço para expressar , conhecer e refletir as mais altas , fundas e amplas experiências e possibilidades humanas , onde os limites se convertem em limiares .
Sofrimento , mal e morte , iniciação , poesia e revolução , sexo , erotismo e amor , transe , êxtase e loucura , espiritualidade , imanência .
Tudo o que altera , transmuta e liberta .
Tudo o que desencobre um Esplendor nas cinzas opacas da vida falsa .
- Gustavo
abraçoaê
TocaYo
Comment by TocaYo — 23/11/2011 @ 12:34 PM
Boa tarde pessoal, neste chegando no fim do ano que quase fecha uma segunda braba, cansada, com o lombo carregado até aqui com quase todas as segundas 2011.
Fy, vais fazer uma revista. Tenho tudo na cabeça. Despejo as idéias, voce junta com as tuas, tempera de Fy e eu publico. Não aceito nãos nem nões, HuaAhuaHua !
É, filosofar é brabo. Mas tô com o Gustavo, a desconstrução é um fato. É hilário quando metem o pau no Derrida. E vou dizer mais, mesmo que soe como elitismo, coisa que sinceramente tô fora, mas certos assuntos, assim como temas tem ( e tem que ter ) um público correto. Eu amo esta liberdade que nos permite, nos aproximar da tribo correta ou incorreta, do livro que fala com agente e daquele que nos xinga, comprar em magazines embucetados ou em brechós fedorentos e mágicos. Ficar perto da gente que agente escolher, aquela com a qual falamos nosso idioma íntimo, verdadeiro, aquelas tiradas que vem de dentro e não fazem força pra serem entendidas. São momentos livres do receio das errôneas interpretações.
Eu, percebo por aí, ao contrário do que vocifera o mainstream, um desejo latente de aprofundamento. Uma geração sedenta de significações e buscas. Um movimento forte, bem contra-corrente e contra-roteiro.
Teu post tem frases perfeitas em relação a isto.
Uma coisa meio sessentista, meio beat but not – zen , uma revolução ainda subterrânea, que engorda meio que perdida em si mesma, e adquire forças e poderes por ela mesma desconhecidos. Eu acredito em muitas e surpreendentes mudanças explodindo repentinamente pelo planeta a fora. Inesperadas. Estranhas. Fortes. Libertadoras. Deconstruction for Survaving.
Êta que eu ia falar um monte mas a 2ª feira histérica me solicita. Eu e minhas segundas. Daqui pra frente, todas psicóticas.
abraço témanhã
João Pedro
Comment by João Pedro — 22/11/2011 @ 8:06 AM
Gostei do comentário, Jp, tás inspirado!
Claro.
Eu acho que sempre houve esta necessidade de significações e buscas. É que em outros tempos as contra-correntes ou o Pensar, simplesmente, eram tidos como apócrifos, hehehe.E, não há diferenças, nos absolutismos, entre “apocrifar” o que um safado disse daqui ou o que um safado “divinamente inspirado” disse de lá. Tem até : deus que disse. Hehehe, aqui e lá.
O “tal” do Descontrucionismo só tem por novidade ter passado a ser conceito.
A desconstrução foi enquadrada no chamado pós-estruturalismo, primeiro movimento de auto-crítica e depois movimento de ruptura com o estruturalismo, e divulgou-se de forma mais insistente nos meios universitários norte-americanos, onde conheceu amplos debates nas décadas de setenta e oitenta, sobretudo.
Desconstruir um texto seja ele qual for, é fazer com que as suas palavras-charneira subvertam as próprias suposições desse texto, reconstituindo os movimentos paradoxais dentro da sua própria linguagem.
Derrida fez repensar a forma como a linguagem opera. Repensar ou óbviamente conceituar!
Desconjuntando os valores de verdade, significado inequívoco e presença, a desconstrução aponta para a possibilidade de escrever não mais como representação de qualquer coisa, mas como a infinitude do seu próprio “jogo”.
Desconstruir um texto não é procurar o seu sentido, mas seguir os trilhos em que a escrita ao mesmo tempo se estabelece e transgride os seus próprios termos, produzindo então um desvio [dérive] assemântico de différance.
Todo o signo só significa na medida em que se opõe a outro signo, por isso se pode dizer que é essa condição da linguagem que constantemente diferencia e adia os seus componentes que concede significância ao signo.
Estas teses foram consolidadas por Roland Barthes numa fase já pós-estruturalista, que começa com o artigo “A morte do autor” (1968) e continua nos livros S/Z (1970) e O Prazer do Texto (1973).
A teoria de Barthes aproxima-se da de Derrida: a leitura crítica de um texto literário não objetiva um sentido único mas a descoberta da sua pluralidade de sentidos.
abraço aê, lindo post, Fy, adorei o swing da Filosofia por aqui.
(tio) Renato
Comment by Renato — 22/11/2011 @ 10:58 AM
hahaha , quem disse q ela não dança ?
Swingando com vc, a proposta de desconstrução do texto introduzida por Derrida foi particularmente bem recebida nos Estados Unidos. A Escola de Yale, onde Derrida ensinou, revelou nos anos 70 alguns dos principais teóricos da literatura de hoje: Paul de Man, Harold Bloom, J. Hillis Miller e Geoffrey Hartman. A Escola de Yale desenvolveu não só a filosofia desconstrucionista mas também os estudos freudianos aplicados à literatura. Duas obras iniciais marcaram a atividade e afirmação dos críticos de Yale: Blindness and Insight, de Paul de Man, e The Anxiety of Influence, de Harold Bloom.
Quem sabe falar legal destes autores é o JP.Mas tb, nada mais descontrucionista q a arte da Propaganda. É meio q apaixonante, tudo isto.
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 6:57 AM
JP, detesto estas 2ªs histéricas! Teu comment tá genial!
Continua…
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:03 AM
Uma coisa meio sessentista, meio beat but not – zen , uma revolução ainda subterrânea, que engorda meio que perdida em si mesma, e adquire forças e poderes por ela mesma desconhecidos.
Aloha, JP, bonito….
Sessentista e subterraneo, numa levada meio Bukowski , Samuel Beckett, Umberto eco, os beats, e aí vai sequenciando uma pitada leve de artivismo (mistura de arte com ativismo político) na balada do Luther Blissett Project … – e agente … nascendo… bem depois.
É isto véio, nós nascemos girando nestas revoluções.
to aguardando teu retorno, no mesmo embalo.
TocaYo
Comment by TocaYo — 23/11/2011 @ 12:47 PM
Aloha Caíto,
Voce esqueceu a The Wu Ming Foundation, huAHauha, sucessora da Luther.
Isto porque voces não pegaram o Pasquim!
O Pasquim foi um semanário brasileiro editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar.
De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro.
(tio ‘mesmo’) Renato
Comment by Renato — 23/11/2011 @ 12:59 PM
Êeba TocaYo, este blog consegue fazer agente abrir os porões do improvável! Dá-lhe Yale…. TocaYo véio.
Bukowski , Samuel Beckett, Umberto eco, os beats ,emendando Blindness and Insight de Paul de Man e The Anxiety of Influence , de Harold Bloom que “tatuaram” a atividade determinaram a total afirmação dos críticos de Yale. Recomendo de olhos fechados. Paul de Man estraçalha, se a desconstrução do Derrida já era um samba , o cara desce o morro com um maracatú carioca chacoalhando New Haven, irmão. O Paul de Man toma o texto literário como um conjunto de potenciais oposições internas que inclusive justificam a criação do Teaser, (literamente: incitador) que é uma peça publicitária que incita a curiosidade das pessoas sem revelar totalmente o objeto que está sendo divulgado, constituindo uma técnica para chamar a atenção para um anúncio subsequente, por intermédio de informação enigmática.
Um teaser é, geralmente, uma pequena peça, que oferece nenhuma ou parte da informação sobre o produto em publicitação, levando o público a interrogar-se sobre o significado da peça e despertando- lhe curiosidade pela explicação. Esta chega só algum tempo depois, desencadeando as mais diversas reações.
Um outro livro de Paul de Man, Allegories of Reading , dá melhor conta desta engrenagem técnica, assumindo que toda a leitura é necessariamente retórica, por isso sujeita a diferentes interpretações.
Um exemplo sensacional totalmente Bukowiskiano, que eu curto pracaramba, numa das melhores tiradas da Levis:
abraço
João Pedro
Comment by João Pedro — 24/11/2011 @ 3:24 AM
Pronto taí o vídeo.
JP > eu te modifquei e não troquei o endereço > hahahaha > vc acabou de comentar do blog do Anarco , hahaha
mto bom este post novo !
bj
Fy
Comment by Fy — 24/11/2011 @ 4:43 AM
Xiii agora saiu nos 2 !
que confusão.
Comment by Fy — 24/11/2011 @ 4:49 AM
Eu ví.
Ou melhor eu me ví, hehehe.
Vou fazer uma visita lá depois. Já que eu fui de penetra.
João Pedro
Comment by João Pedro — 24/11/2011 @ 11:32 AM
Bom dia pessoas que não devem estar na 23 de maio paradas no trânsito,
Fy, eu dei uma olhada no post do Anarcoplayba, e lí as explicações sobre astrologia.
Eu tenho uma dúvida de identidade, hehehe porque nasci entre 2 signos, segundo alguns astrólogos. O Anarcoplayba falou sobre os signos de água, e eu sou à priori de Escorpião, e me identifico pacas com o perfil. Trabalho com arte e os nativos de água “são” esta tendência. Mas em alguns mapas que eu mandei fazer, sim porque aí fiquei curioso, alguns astrólogos me colocam como sagitariano. Outros como uma mistura dos dois o que vira uma confusão indefinível.Já um outro, me diz que isto não existe em astrologia, ou voce é um ou outro. Conclusão? não sei.
A Ju dá uma super importância pra este lance da lua, e voces me disseram que ela influencia o emocional, e o meu “perfil” de lua como fica?
abraço
João Pedro
Comment by João Pedro — 25/11/2011 @ 12:19 AM
Bom, com certeza sua lua deve ser bukowskiana, hahahahahah, submundica…. nem aqui, nem lá.
Eu quero saber a minha, tb achei legal a explicação do scorpion. Adoro scorpions. Tem uma banda, não tem? vou ver e já volto, aqui na Babilônia aconteceu uma calmaria hoje… só pode ser sinistra….
bjinhos da Ju sem lua, chama o Anarco aqui!
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 12:30 AM
Como ficou sem lua? O Anarco falou da sua lua, sim: ela tá em áries:
Claro!
27 de outubro de 1985 – São Paulo – SP Br – às 3 e 35 da manhã, segundo minha mãe e a certidão.
milhões de beijões
Ju
Comment by Juliana — 14/10/2011 @ 8:17 AM
Reply
Lua em Áries. Emocional volátil. Explosivo. Reativo. Muito intenso e muito variável. Explode fácil e reage quase sem pensar. Vale lembrar que isso é o seu aspecto emocional… se você externaliza isso ou não envolve um monte de coisa.
Mas aposto que emocionalmente vc sente de forma muito intensa.
Comment by Anarcoplayba — 14/10/2011 @ 8:23 AM
huahhahhauuahhaha
bj
Fy
Comment by Fy — 25/11/2011 @ 12:42 AM
Claro que eu fiquei sem, uma lua com 3 linhas, não é lua,é luinha, a sua tem parágrafos.
Olha só: A Lua :
O Sol cria, mas a Lua é que dá forma à sua criação. O sol [ signo solar] é a semente que precisa ser fecundada na Lua para se manifestar.
São as mudanças de humor e atitudes, o flutuar das emoções simbolizado nas fases da Lua. É o subir e baixar das marés, encontrado também nas pessoas. É a capacidade de reprodução de ambos, como assimilar o que aprendeu e reagir da maneira que achar mais confiante nas oportunidades que surgirem. Uma espécie de persona.
Seu lugar no mapa indica onde se reage emocional e automaticamente, onde se multiplica ou se matrnaliza. E onde sente-se necessidade de uma resposta.
A Lua, muitas vezes mostra o que as pessoas sentem a respeito de si proprias.
O significado da Lua só é compreensível para aqueles que percebem a polaridade feminina dentro de si, já que a Lua é tudo que é passivo, receptivo e emocional, são as impressões, os sentimentos, a memória. A Lua é tambem o princípio da maternidade. Portanto, tem uma função alquímica de transmutar o lado destrutivo, egoísta, dominador, etc…
Como é que a minha cabe em 3 linhas?
Dá lá uma olhada na sua, hahahahaha
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 1:09 AM
Juliana, o Anarcoplayba foi educado. É claro que expandiu sua lua em 3 linhas. Ele poderia ter dito apenas: bipolar.
Isto é astrologia com civilidade.
Reconheçamos que não é fácil se comunicar em termos babilônicos. É preciso estudar as tendências celestes, as conveniencias solares…
Eu vou escrever um tratado sobre a sua lua, pode deixar.
um beijo,
João Pedro
Comment by João Pedro — 25/11/2011 @ 1:36 AM
Eu não vou responder, tive outra ideia, vou reunir uma porção de ex-JPedro e tomar nota dos depoimentos sobre a sua lua.
bjinhos da Ju
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 1:43 AM
Pronto Ju, só pra voce.
todinha.
o resto é com o Anarco.
beijo
TocaYo
Comment by TocaYo — 25/11/2011 @ 2:53 AM
Nossa que delícia! Tocayo, Ce, quero mais!
Ganhei meu dia! Quem não chora… não mama.
bjinhos da Ju queésólua!
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 8:19 AM
Ju,
A Lua, o Sol, Flores…. pra Vc. Bj, Linda
Comment by Ce — 25/11/2011 @ 10:13 AM
Pra vc JU
Comment by Ce — 25/11/2011 @ 3:31 AM
Ah…. vou ter q pedir mais Lua pro Anarco!
Ju! vc ganhou um montão!
bj, Ce e seja bem vindo.
Nossa hj eu to escrevendo em uma lingua desconhecida, tudo errado. …. final de mes… final de ano….
Comment by Fy — 25/11/2011 @ 4:37 AM
João, eu nunca tinha pensado nisto. Mas deve ser confuso mesmo uma misturada de escorpião com sagitário.
Que dia voce nasceu ?
bj
Fy
A Ju nunca foi bipolar, nada! hahahahaha
Comment by Fy — 25/11/2011 @ 1:55 AM
Não aguentei esta moçada:
A Lua está em Escorpião (23 a 25/nov). Segundo a tradição, é a QUEDA da Lua, a sua depressão. A que se sente num covil de degradação desde sempre. E, para piorar, a de hoje, na chamada Via Combusta (15 de Libra a 15 de Escorpião). Então, em suma, hoje, se possível, nas próximas horas esconde-se, antecipe a bala perdida, movimente-se sem fazer alarme. E toca a vida.
Um olho no peixe outro na cobra.
Com a Lua em Escorpião antecipe os acontecimentos. O que esta Lua não suporta é se sentir encurralada. Aí o ódio brota. Deixe a Lua Cascavel chegar, deixe a Lua Cascavel passar nesta quarta-feira.
Mas porque ela é Lua, e é sempre linda:
beijo a todos
tio Guz
Comment by Gustavo — 25/11/2011 @ 5:11 AM
Sensacional João Pedro, submundo total, Bukowski na veia. Taí um cara que vale a pena postar, Fy.
Alexandre Golaiv
Comment by Alexandre Golaiv — 24/11/2011 @ 10:09 AM
Bom mesmo, Alê, mas foi censurado.
Este submundo do Bukowsky é amplamente explorado, em todos estes seriados Law&Order e derivados, Hqs, o cara é cenário pra lá de abusado. Sem créditos.
abraço
João Pedro
Comment by João Pedro — 24/11/2011 @ 11:36 AM
Sin City…
http://www.highlanderbr.com/site/media/sincity.jpg
Comment by TocaYo — 26/11/2011 @ 6:22 AM
Only Breath
Not Christian or Jew or Muslim, not Hindu,
Buddhist, sufi, or zen. Not any religion
or cultural system. I am not from the East
or the West, not out of the ocean or up
from the ground, not natural or ethereal, not
composed of elements at all. I do not exist,
am not an entity in this world or in the next,
did not descend from Adam and Eve or any
origin story. My place is placeless, a trace
of the traceless. Neither body or soul.
I belong to me.
BEIJO e obrigado, é libertador.
Marianne
Comment by Marianne — 22/11/2011 @ 8:46 AM
Marianne : vou roubar pra mim!
Coloco nos próximos posts.
Demais!
de quem é ?
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:01 AM
Fy, não sei, não consta o autor.
BEIJO
Marianne
Comment by Marianne — 25/11/2011 @ 8:10 AM
Meu ídolo Steven Meisel é demais, não é ? fala a verdade *********?//************
Nossa, todo mundo falou bonito aqui…
Uma lei: minha lei:
Trata-se de enfrentar as históricas estruturas de poder .
Vencer este desafio exige enfrentar os preconceitos
e o caráter elitista de nossa colonização de origem escravista que
sempre desprezou e inferiorizou nossas práticas espetaculares .
ÓILÁ: ( O SER O QUE AGENTE É – INDEPENDENTE DE SERMOS ACEITOS, É SEMPRE A MELHOR OPÇÃO, se é que pode ser *** “opção” >>>…)
FILMAÇO! INESQUECÍVEL!
beijões da Ju flashing /dancing
Comment by Juliana — 22/11/2011 @ 8:59 AM
Ah, meu ídolo tb.
O rei da desconstrução. Chega de manequins platonizados…. simulacros de simulacros: cabides existenciais. Chega de beleza estática > amorfa, urgh… platõ.
O cara monta uma idéia, joga um argumento e plá : ” Não levanto da cama por menos q 10.000 dólares ” .
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:00 AM
a leitura crítica de um texto literário não objetiva um sentido único mas a descoberta da sua pluralidade de sentidos.
O mesmo com a dança Ju. E, claro, com a Vida.
Flash dance é mesmo inesquecível!
beijo do (tio) Renato
Comment by Renato — 22/11/2011 @ 11:00 AM
Ah, se é.
Alguem já viu o trailer do novo Footloose?
…. Just Dancing!
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 6:51 AM
Sessentista ou não, que eu bem me recorde, quando foi que o desconstrucionismo apareceu? A historia do mundo não é exatamente esta?
André Golaiv
Comment by André Golaiv — 22/11/2011 @ 11:19 AM
Claro q é.
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 6:40 AM
Só posso bater palmas,Fy, mais um post incrível.Assumir a incerteza e as contradições é um baita caminho para um conhecimento iluminado, no sentido de real. Eu sempre confronto minhas conclusões com algo similar que eu possa encontrar na realidade. Isto serve como um teste na maioria das vezes, e muitas vezes minhas conclusões sofrem alterações e mudanças, porque no “real”, não funcionariam. E não funcionando, não só me atrazam como me machucam.Sei lá, é uma forma que encontrei e que me foi válida.E acho que tem um pouco de Derrida nesta minha fórmula.
bj. Ariane
Comment by Ariane — 22/11/2011 @ 10:50 PM
Sabe, Sofia, vc é mto querida!
Mas, nestes 2 anos de Wind + um natal , hahahaha > todos nós mudamos. E vamos mudar sempre. È a melhor alquimia. E o mais legal : mudamos juntos. Todos nós, de uma certa maneira fazemos parte destas mudanças.
bj
e obrigado a VC.
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 4:39 AM
Muito legal esta tua “fórmula” Ariane, me lembrou o Castañeda, ou os índios que observam a natureza, e tentam entender seus movimentos.
Claro q sim, tem mto Derrida nesta fórmula. O André trouxe uma verdade, o mundo é só: desconstrucionismo. Tudo se desconstrói e se constrói… ininterruptamente. E, claro, nossos conceitos, nossas soluções, nossos problemas… também . O simples fato de tentarmos compreender tudo isto não nos restrigindo a nenhuma leitura única ou determinante , é Derrida .
bj
Fy
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 6:40 AM
Boa noite Windmills, Fy,
Lá em cima o Marques Patrocínio falou em Alquimia. Imagine se ele visse as transformações que o Windmills causou em mim.Aqui aprendo dançando, ouvindo canções,(procurando a tradução, coisa que jamais me preocupei em fazer, entender, acompanhar as letras, as mensagens que deslizam na música) e experimentando uma nova maneira de viver. É alquimia ou não é? Não há como descrever a diferença que isto fez em mim. Sou, indiscutivelmente, outro material, ouro? Não me importa, sou muito melhor. Por isto, e porque esta alegria forte e poderosa me faz gostar tanto e agradecer estar participando disto tudo com voces.Com muito carinho e agradecimento, um beijo para todos.
Sofia Mastrada
Comment by Sofia — 22/11/2011 @ 11:00 PM
“tentar girar, cair, tentar de novo,……, criar um giro novo…”
os devires – em sua maioria – sao angustiantes justamente porque esquecemos desse fato simples e crucial descrito na frase acima…
os “tentares” da vida sempre implicam um não saber e um conjunto ininterrupto de cair-levantar, errar-aprender-acertar-errar….etc…
abrs e bj
Comment by caio — 23/11/2011 @ 3:15 AM
Mr., eu viajei nestes movimentos girantes, em quedas e giros novos, em mergulhos e altos vôos > com o seu , pra mim inesquecível, Ezequiel!
Pena que foi ontem
Onde testei o passado
pra ver se era branco
Nem branco nem preto
No seu fundo ainda não escrito
sempre gritou um presente colorido
Entre o sono e a vigília
está o Santo Graal que te convida
Hoje é meu melhor martírio
Eclode em mim
A seu bel prazer
E sem rima
A Vida.
Mr. Writer : Caio Garrido
Ah …
bj
Fy
O próximo post é seu !
Comment by Fy — 23/11/2011 @ 4:35 AM
vc contou o final! rsrs
Comment by caio — 23/11/2011 @ 1:00 PM
é nada !
o livro inteiro é lindo assim.
bj
Fy
Comment by Fy — 24/11/2011 @ 4:44 AM
http://youtu.be/QoDlgyV3dUE
Parabéns pelo Blog!
Comment by Marcia — 24/11/2011 @ 5:22 AM
Oi Márcia,
Welcome,
peraí q eu vou arrumar.
vamos ver se sai por aqui
bj
Fy
Comment by Fy — 24/11/2011 @ 5:30 AM
Pessoas tentem colocar a url normal, acho q é o único jeito, de vez em qdo o wordpress fica temperamental….
bj
Fy
Comment by Fy — 24/11/2011 @ 5:32 AM
Bj, querida. Obrigado!
Comment by MARCIA — 24/11/2011 @ 6:44 AM
Marcia, o Claudio Ulpiano é uma das melhores coisas que eu já lí. Ele e o Francisco Fuchs. Sou fã de carteirinha.
bj
Fy
Comment by Fy — 25/11/2011 @ 4:33 AM
Fy, ele é Maravilhoso.
Repara a capacidade incrível dele “falar” filosofia. Sem contar que é uma simpatia.
Nossa, queria muito ter tido aula com ele
Bj
Comment by Marcia — 25/11/2011 @ 5:42 AM
Fy,a desconstrução de Jacques Derrida foi e está sendo importantíssima nas reformulações pedagógicas,
Seria muito legal um post. Amo isto aqui. beijo e abraços pro pessoal.
Comment by Adriana — 24/11/2011 @ 10:02 AM
esqueci, sou eu a Adriana!
Comment by Adriana — 24/11/2011 @ 10:03 AM
squeci do Scorpion
bjinhos da Ju (sem lua)
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 1:17 AM
só pra constar coloquei o url – depois um & e depois escrevi embebed.
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 1:19 AM
Ju eu mandei um email pro Anarco, vamos ver se ele responde.
bj
Fy
Comment by Fy — 25/11/2011 @ 1:39 AM
Excelente! Apresentação, assunto, um exemplo de aula que devereia ser adotado. Espero pelo próximo.
Bel
Comment by Isabel — 25/11/2011 @ 8:34 AM
Pronto, vamos ver o diagnóstico do Anarco. A Ju vai inaugurar um site?
HuahhauUUa,
João Pedro
Comment by João Pedro — 25/11/2011 @ 8:45 AM
JP, eu andei dando uma olhada e pode acontecer sim. Me pareceu que, no caso voce pode ter uma influência híbrida sim.
(tio) Renato
Comment by Renato — 25/11/2011 @ 9:53 AM
Eu estou tendo uma catapora súbita.
http://anarcoblog.wordpress.com/2011/11/21/contos-dos-irmaos-grin-o-sapo-e-o-escorpiao-vergonhosamente-copiado-de-um-livro-de-rpg/#comments
capítulo 14
jujuju
Comment by Juliana — 25/11/2011 @ 10:13 AM
HuahHuahHaua, Ju querida tambem vou te providenciar uma LUA, vamos deixar voce mais que enluarada.
Mas que a resposta foi supimpa, foi. Como agente sabe pouco…
boa noite por este mundo afora,
(tio) Renato
Comment by Renato — 25/11/2011 @ 10:38 AM
Gaaaahhhhhhh… People, Y U NO keep the thread? Tô a três dias sem entender o que a Fy tava falando.
Já que a gente tá falando de Astrologia… eu fico meio cabreiro quando o pessoal começa a inventar demais.. Lua em escorpião é “lua em queda”. Discordo. Pra mim é um nome pra uma coisa que as pessoas resolveram achar que não dá muito certo. Que nem marte em áries ou em libra (situações opostas).
Lua, por tudo o que me consta, é a reação emocional. A cor e o formato da sua água salgada. Acho complicado falar que ela é passiva (passivo não atua, não reage). Acho complicado falar que ela “tem que ser ativada”. Keep it simple. Reação emocional funciona bem.
“Como você se vê?” Não. Como você se sente. Ou, em geral, como você sente.
O grande problema da astrologia é passar pelo mito do sábio chinês que aponta a (olha só) lua. O Sábio aponta a lua. O Tolo olha pro dedo.
Uma galera fala um monte de coisa sobre a Lua (e sobre os oturos planetas). A questão é entender o pq. Dizem que a lua representa a mãe e o sol o pai. Eu estou testando isso… so far, bateu bastante. Mas não me sinto seguro pra falar com toda certeza. Assim como conheço gente que fala que a casa sei é a casa do gado pequen. WTF? Bro, atualize seus livros…
A lua em escorpião é a reação emocional de escorpião. E qual o comportamento emocional de escorpião? Quer segurança. Isso significa que vc tende a ser um tiquinho inseguro emocionalmente. Sente necessidade de demonstrações de carinho, por exemplo. Me diga se bateu.
O complicado de falar da lua em áries é que áries é pretty much straightforward. Lua em áries é a lua volátil. Que evapora rápido, queima forte, explode e depois esquece. Provavelmente é uma pessoa que não guarda rancor (não porque perdoa, mas porque esquece), tende a ser agitada. Ironicamente, sua lua está em oposição a vênus. O que isso significa? Que o que vc ama e como vc ama provavelmente entra em conflito. É de se imaginar que vc goste de pessoas de personalidade artística, harmoniosas, calmas, equilibradas… Mas vc mesma não é das pessoas mais ponderadas da face da terra.
Ah, áries costuma gostar de praticar esportes tbm. Me avise se bate.
Comment by Anarcoplayba — 26/11/2011 @ 11:11 AM
O complicado de falar da lua em áries é que áries é pretty much straightforward. Lua em áries é a lua volátil. Que evapora rápido, queima forte, explode e depois esquece. Provavelmente é uma pessoa que não guarda rancor (não porque perdoa, mas porque esquece), tende a ser agitada. Ironicamente, sua lua está em oposição a vênus. O que isso significa? Que o que vc ama e como vc ama provavelmente entra em conflito. É de se imaginar que vc goste de pessoas de personalidade artística, harmoniosas, calmas, equilibradas… Mas vc mesma não é das pessoas mais ponderadas da face da terra.
Ah, áries costuma gostar de praticar esportes tbm. Me avise se bate.
o que eu amo e como eu amo entra em conflito…
Bom isso, hem ???///!!!
Verdade Anarco, ###¨¨¨**** constantezinha irritante…., né? Vixe… que se faz?
de resto, assumo minha multi/polaridade. hahahaha sou brava mas não guardo rancor.
Lua em áries é Lua que não amadurece ou amadurece lentamente. Retardada pra ser bem straightforward.
hahaha fiz um avatar by Anarcoplayba , (a manhã inteira) clica aê pra ver.
milhões de beijos
Ju
( mas a da Fy tá mais caprichada, viu?)
Comment by Juliana — 01/12/2011 @ 2:55 AM
Hehehehe… Princesa Leia Feelings.
Comment by Anarcoplayba — 01/12/2011 @ 7:27 AM
E por falar em Lua….
Comment by billy shears — 26/11/2011 @ 1:46 PM
Billy ( eu adorei meu avatar, não paro mais de comentar, não é lindo?) hahahaha
Eu adoro Menina Veneno!
bjinhos
Ju
Comment by Juliana — 01/12/2011 @ 2:56 AM
hehehe
O cara fez um dvd em estúdio, só tem musicaça. Canta muito….
beijos
Comment by billy shears — 06/12/2011 @ 2:35 PM
Hello Webmaster, I noticed that http://windmillsbyfy.wordpress.com/2011/11/21/filosofia-2/ is ranking pretty low on Google and has a low Google PageRank. Now the Google PageRank is how Google is able to see how relevant your webpage is compared to all the other webpages online, if you cannot rank high at the top of Google, then you will NOT get the traffic you need. Now usually trying to get to the top of Google costs hundreds if not thousands of dollars and very highly optimized targeted marketing campaigns that takes a team of experts months to achieve. However, we can show you how to get to the top of Google with no out of pocket expenses (free traffic), no stupid ninja tricks, no silly mind control techniques, and this will be all white hat with no blackhat software or tactics that could possibly land you on bad terms with Google and put you in the dreaded “Google Sandbox”. We’ll show you how to easily capture all the targeted traffic you need, for free, multiple ways to land fast (not months) first-page rankings in Google and other major search engines (Bing, Yahoo, Ask, etc), even show you strategies on how to earn daily commissions just try Ranking Top of Google, please check out our 5 minute video.
Comment by Lynwood Orso — 11/12/2011 @ 12:08 AM
In search of seeking for a short time for any good quality view involving this one point . Researching in Search engines I eventually have discovered this page. Reading this So i’m thrilled to say that I have a really good sense I discovered just what I was looking for. For certain i will make sure to don’t forget this web-site and check it out constantly.
my blog is on cheap family vacations.
Comment by cheap family vacations — 14/12/2011 @ 11:20 AM