windmills by fy

04/11/2009

Mad World

Filed under: Uncategorized — Fy @ 5:23 AM

M A     WORLD

 

 

 

 

NOVA ORDEM MUNDIAL

 

 

 

 

 

Janet Albreschtsen

The Wall Street Journal

 Nós esperamos apenas que os líderes mundiais estejam pretendendo fazer nada além de desfrutar de um agradável passeio de bicicleta ao longo das charmosas ruas de Copenhague em Dezembro.

 Pois se eles realmente conseguirem concluir um acordo com base no texto atual do tratado de Copenhague sobre mudanças climáticas, o mundo estará sujeito a algumas surpresas desagradáveis.

 “Esboço de texto”, você diz?

 Se você ainda não ouviu falar sobre isso, é porque nenhum dos nossos eloquentes líderes políticos têm se incomodado em nos dizer o que os autores deste esboço criaram para que seja considerado pelos líderes mundiais.

 E da mesma forma os meios de comunicação também não divulgaram.

Surge então Lord Christopher Monckton.

 O ex-conselheiro de Margaret Thatcher fez uma palestra na Universidade Bethel, em St. Paul, Minnesota, no início deste mês que causou enorme alvoroço.

 Pela primeira vez, o público ouviu falar sobre as 181 páginas, datadas de 15 de setembro, que compõem a Convenção sobre o Framework das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, um rascunho do que pode ser assinado em dezembro.

Até agora, o vídeo de sua palestra teve mais de um milhão de acessos no YouTube.

 E ele merece mais milhões de acessos, porque Lord Monckton adverte que o objetivo do projeto do tratado de Copenhague é a criação de um governo “transnacional”, em uma escala que o mundo nunca viu.

 – Veja o vídeo mais abaixo.

O “esquema para o novo arranjo institucional no âmbito da Convenção”, que começa na página 18 contém a provisão de um “governo”.

 O objetivo é dar a um organismo ainda sem nome da ONU o poder de intervir diretamente nos assuntos financeiros, económicos, fiscais e ambientais de todas as nações que assinarem o tratado de Copenhague.

A razão para esta tomada de poder é bastante clara:

 Complicadas cláusulas após cláusulas do projeto obriga os países desenvolvidos a pagar uma “dívida de adaptação” aos países em desenvolvimento para supostamente apoiar a mitigação das alterações climáticas.

 A cláusula 33 na página 39 diz que “até 2020 a escala dos fluxos financeiros para apoiar a adaptação dos países em desenvolvimento deve ser pelo menos de 67 bilhões de dólares ou na faixa de 70 a 140 bilhões de dólares por ano.”

E como é que os países desenvolvidos providenciarão este fluxo financeiro para o mundo em desenvolvimento?

O texto do projeto define várias alternativas, incluindo a opção sete, na página 135, que prevê “a taxa global de 2 por cento nas transações monetárias do mercado financeiro internacional dos países do Anexo I”.

 O países do Anexo 1 são os países industrializados, que incluem entre outros os Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha e Canadá.

Para ter certeza, os países que assinam tratados internacionais sempre cedem poderes a um órgão da ONU responsável pela execução das obrigações do tratado.

 Mas a diferença é que este tratado parece ter sido sujeito a tentativas incomuns para ocultar seu complicado conteúdo.

 E, além da dificuldade de tentar decifrar o palavreado da ONU, há uma abundância de cláusulas descritas como “alternativas” e “opcionais” que deve aumentar ainda mais a ira dos países livres e democráticos preocupados em preservar sua soberania.

Lord Monckton mesmo só tomou conhecimento dos poderes extraordinários a serem investidos neste governo mundial quando um amigo seu encontrou um obscuro site da ONU e pesquisou através de várias camadas de hiperlinks, antes de descobrir um documento que não é nem chamado de “esboço de tratado.” Ao contrário, é rotulado de “nota do Secretariado”

Entrevistado pelo repórter de rádio Alan Jones em Sydney nesta segunda-feira, Lord Monckton disse que “esta é a primeira vez que eu vi qualquer tratado transnacional referindo-se a um novo órgão a ser criado no âmbito do tratado como um “governo”.

 Mas são competências que serão dadas a este governo totalmente desprovido de eleições é que são tão assustadoras.”

 Ele acrescentou: “A ambição absoluta deste novo governo mundial é enorme desde o início, mesmo antes de começar a dar poderes para si próprio como estas entidades normalmente o fazem”.

Os críticos têm admoestado Senhor Monckton por sua linguagem colorida.

Ele certamente tem sido vigoroso.

Em sua exposição sobre o esboço do tratado de Copenhague, em St. Paul, ele advertiu os americanos de que “nas próximas semanas, a menos que vocês impeçam isso, seu presidente vai assinar sua liberdade, sua democracia e sua prosperidade para sempre.”

No entanto, os seus críticos não conseguem lidar com a substância do que ele diz.

Pergunte a si mesmo esta pergunta:

– Tendo em conta que nossos líderes políticos gastam centenas de horas conversando sobre a mudança climática e a necessidade de um consenso global em Copenhague, por que nenhum deles falou abertamente sobre os detalhes deste tratado sobre mudanças climáticas?

Afinal, os signatários do tratado final estarão vinculados a ele por anos.

O que exatamente eles estão escondendo?

Graças ao Lord Monckton agora sabemos alguma coisa de seus planos.

Janos Pasztor, diretor do Secretário-Geral da Equipe de Apoio sobre Mudanças Climáticas, disse aos repórteres em Nova York nesta segunda-feira que com o Congresso dos EUA ainda para votar um projeto de lei sobre mudanças do clima, um tratado global sobre mudanças climáticas é agora um resultado improvável em Copenhague.

Vamos esperar que ele esteja correto.

E obrigado América.

 

 Fontes:

Wall Street Journal: Has Anyone Read the Copenhagen Agreement?

ONU: Esboço do Projeto de Mudancas Climáticas

Telegraph: Copenhagen: a step closer to one-world government?
Climate change denier Lord Monckton meets Glenn Beck
Vídeo Entrevista com Glenn Beck (em inglês)

 

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aquecimento global

by Fy

10 Comments »

  1. Longfellow:

    I shot an arrow into the air,
    It fell to earth, I knew not where;
    For, so swiftly it flew, the sight
    Could not follow it in its flight.

    I breathed a song into the air,
    It fell to earth, I knew not where;
    For who has sight so keen and strong,
    That it can follow the flight of song?

    Long, long afterward, in an oak
    I found the arrow, still unbroke;
    And the song, from beginning to end,
    I found again in the heart of a friend.

    Comment by Mob — 05/11/2009 @ 6:19 AM

  2. Mob,

    Esta poesia é linda.

    O Longfellow me lembra a Facul; e aquelas noites ou em volta de uma fogueira – ou naqueles bares em q todo mundo se reúne pra cantar, beber, filosofar e morrer de saudade de casa.

    – São momentos que deixam saudades pro resto da vida. Momentos em que a saudade, a distância, o afastamento da própria origem aproxima os seres humanos; e, num derepente que ninguem se dá conta, as pessoas se abraçam e se reconhecem através de uma mesma identidade, ou de um mesmo sentimento. É quase um agradecer, sabia, – quase como dizer: – Nossa, quemuitobom! > Vc é humano: e sente como eu! Isto une, abraça, aquece e faz de tantas vozes uma mesma canção. Isto nos confirma o quanto somos irmãos. É o lance da conexão; – em momentos assim, entre tantos outros, ela nos prova que existe.

    – Longfellow escreveu um livro lindo – o livro é um poema, – onde ele idealiza a vida dos índios norte-americanos. O livro é um Poema:
    “O Canto de Hiawatha” (The Song of Hiawatha, 1855)- vou colocar um pedacinho, – depois coloco a tradução:

    The Song of Hiawatha
    – a poem by Henry Wadsworth Longfellow

    Hiawatha’s Departure
    [from The Song of Hiawatha]

    By the shore of Gitchie Gumee,
    By the shining Big-Sea-Water,
    At the doorway of his wigwam,
    In the pleasant Summer morning,
    Hiawatha stood and waited.

    All the air was full of freshness,
    All the earth was bright and joyous,
    And before him through the sunshine,
    Westward toward the neighboring forest
    Passed in golden swarms the Ahmo,
    Passed the bees, the honey-makers,
    Burning, singing in the sunshine.

    Bright above him shown the heavens,
    Level spread the lake before him;
    From its bosom leaped the sturgeon,
    Aparkling, flashing in the sunshine;
    On its margin the great forest
    Stood reflected in the water,
    Every tree-top had its shadow,
    Motionless beneath the water.

    From the brow of Hiawatha
    Gone was every trace of sorrow,
    As the fog from off the water,
    And the mist from off the meadow.

    With a smile of joy and triumph,
    With a look of exultation,
    As of one who in a vision
    Sees what is to be, but is not,
    Stood and waited Hiawatha.

    Henry Wadsworth Longfellow

    – Nossa! – que lindo!

    – Thanks : adorei vc ter trazido estas lembranças tão queridas pra mim!

    – Pq será que as pessoas esquecem a beleza do mundo, do amor, e a felicidade de estarem aqui? Ah: a Vida é tão rara!

    Bjs Bjs

    Fy

    Comment by Fy — 06/11/2009 @ 12:40 AM

  3. Mad World é o post que traduz meu eterno estranhamento.

    O Coringa outro dia, me falou sobre a importância destas decisões.

    Eu seilá > o eterno seilá… – o quanto estamos sendo enrolados nestes lances todos de conspirações, de acordos ou poderes que na realidade não conhecemos. Mas uma coisa é clara: nosso alheamento é total. [ eu nem sei se é alheamento ou alheiamento]

    No fundo, é o tal do medo e a maioria nem sabe de que!

    – Táqui: vai lá um post que fiz pra o Anoitan e nunca coloquei: eu ia chamá-lo de LOOK AROUND YOU – mas, nãoseiporque…; a maioria das pessoas entendeu que deve olhar pra cima : procurando algum paraíso num mundo-outro que não o nosso, ou que o fato de se buscarem, nas trips de interiorzação são – imediatamente – obrigadas a se desconectar deste mundo-nosso. Esqueceram de “outrar” como diz o Kaslu > de “se continuar” : como digo eu…. pra quem me entende. palavra-chave > integração. Aquele tal de corpo – que quando considerado corretamente – :e que é tão “humano” > e que tem que se abrir também: para as trips das trocas, para o diálogo, perceber: Viver as influêcias recíprocas entre o mundo interno e o externo.

    – Como cantou o poeta Walt Whitman:

    O próprio ser eu canto (…)
    A vida plena de paixão
    força e pulsão,
    preparada para as ações mais livres
    com suas “próprias” leis divinas (…)

    – Lembrando que a Vida é rara; e que é deste e neste mundo a beleza que nos faz vivos: – meu post devia mesmo é chamar: – DON’T FUCK THE WORLD : YOU ARE FUCKING YOU!

    – à benção, Drummond:

    JOSÉ

    E agora, José?

    A festa acabou,
    a luz apagou,
    o povo sumiu,
    a noite esfriou,

    e agora, José?
    e agora, você?

    você que é sem nome,
    que zomba dos outros,
    você que faz versos,
    que ama, protesta?

    e agora, José?

    Está sem mulher,
    está sem discurso,
    está sem carinho,
    já não pode beber,
    já não pode fumar,
    cuspir já não pode,
    a noite esfriou,
    o dia não veio,
    o bonde não veio,
    o riso não veio
    não veio a utopia
    e tudo acabou
    e tudo fugiu
    e tudo mofou,

    e agora, José?

    E agora, José?

    Sua doce palavra,
    seu instante de febre,
    sua gula e jejum,
    sua biblioteca,
    sua lavra de ouro,
    seu terno de vidro,
    sua incoerência,
    seu ódio – e agora?

    Com a chave na mão
    quer abrir a porta,
    não existe porta;
    quer morrer no mar,
    mas o mar secou;
    quer ir para Minas,
    Minas não há mais.

    José, e agora?

    Se você gritasse,
    se você gemesse,
    se você tocasse
    a valsa vienense,
    se você dormisse,
    se você cansasse,
    se você morresse…

    Mas você não morre,

    você é duro, José!

    Sozinho no escuro
    qual bicho-do-mato,

    sem teogonia, – sem…..tanta coisa…. !!!-

    sem parede nua
    para se encostar,
    sem cavalo preto
    que fuja a galope,
    você marcha, José!

    – José, para ONDE? [???]

    Bjs

    Comment by Fy — 06/11/2009 @ 1:46 AM

  4. – Lembrei do GuaKo, Kd ele?

    O Guako deixou um vídeo do Sagan lá no Anoitan, – genial.

    Às vzs, ….as pessoas não sabem; por alheamento, por falta de tempo, tb; mas….

    …contando como ELE TAMBÉM É UM HERÓI: – SALVOU O MUNDO . Ou quase. …

    – E salvou “também” > again > porque ninguém inventou mais um “ismo” por causa disto: – Save Sagan full of divine intelligence!

    No início dos anos 1980, com a revitalização da Guerra Fria, um novo conceito se popularizou pelo mundo quando se pensava em uma Terceira Guerra Mundial.

    Era o INVERNO NUCLEAR , que garantiria que não haveria nenhum ganhador. [!!!!]

    – Inverno Nuclear designa o ápice de uma série de fenômenos meteorológicos provocados por uma guerra nuclear total entre as potências nucleares. Estudos feitos na década de 1980 mostraram que a queima das cidades e posterior emissão de milhões de toneladas de fuligem na atmosfera resultariam numa pequena era glacial que duraria alguns anos, matando assim grande parte dos animais e vegetais existentes. Esses estudos contribuiram para as campanhas pacifistas e de desarmamento entre os EUA e a Ex-URSS. –

    SAGAN foi um dos cinco autores do estudo que deu apoio à hipótese e lançou o conceito à larga discussão, apoiando movimentos pacifistas pelo globo.

    Pode não ter sido tão espetacular quanto girar o mundo ao contrário para voltar no tempo, de fato o “inverno nuclear” nem foi tão decisivo para o fim pacífico da Guerra Fria.

    Mas foi apenas mais uma da longa série de contribuições à humanidade de Carl Edward Sagan, que faleceu, há dez anos atrás.

    Sentimos sua falta.

    – só um pouquinho mais : – lembrando também que ele dedicou COSMOS à Hipácia:

    Bj pro Guako

    Comment by Fy — 06/11/2009 @ 3:40 AM

  5. Mob legal mesmo, este poema brother.

    Amigo é coisa séria, – e haja…. también tem hora..hauhauhau

    Ói só : –

    Abraço aê

    bjs sss sss só pras meninas – Clau, porque vc não escreve também?

    Dennis

    Comment by dennis — 07/11/2009 @ 6:44 AM

  6. Coringa,

    Dá uma lida neste lance; – uma vez eu comentei sobre isto no SDM.

    Os Governantes Invisíveis

    Os homens que se encontram no primeiro plano da vida política têm realmente o poder entre suas mãos? Para Serge Hutin*** [pesquisei sobre o cara: fiz um adendo lá embaixo], autor de Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, o destino das nações depende, freqüentemente de grupos de homens que não estão investidos de cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, verdadeiros governos ocultos que decidem o nosso destino sem o nosso conhecimento.

    Pesquisa de Iliana Marina Pistone

    Ao observarmos um formigueiro, as formigas parecem perambular a esmo, numa atividade febril e inútil, quando, de fato, todas as ações individuais têm como fim o mesmo alvo comum, cujas constantes são determinadas da forma mais categórica pela “alma coletiva” do formigueiro. Observando-se toda a seqüência da história, repleta de acontecimentos humanos, de contínuas reviravoltas que se manifestaram durante séculos, somos levados a perguntar se tudo isso tem algum sentido de coerência e se esse conjunto aparentemente caótico constituído pela humanidade pode ser comparado a um imenso formigueiro.

    Essa é a questão principal levantada por Serge Hutin, na tentativa de explicar os grandes enigmas da história através da existência de governantes invisíveis e sociedades secretas, que regeriam o mundo. Examinando-se a história humana de um ponto de vista geral, notamos, de um lado, o equilíbrio, a ordem harmoniosa, a organização sintética. De outro lado, o caos completo, a desorganização, a desagregação. Hutin questiona se essa continuidade de eventos pertence ao acaso ou se até mesmo as forças caóticas não estariam obedecendo a diretrizes detalhadas, sob a orientação de governantes invisíveis.

    Robert Payne, um autor inglês, publicou, em 1951, o livro intitulado Zero, The Story of Terrorism, no qual relata a existência de dirigentes ocultos que, à sombra de governos visíveis, manejavam essa terrível arma do terrorismo, sobrepujando até os poderosos grupos econômicos, cujo papel secundário limitava-se ao financiamento. Fatos estranhos passaram a acontecer após a publicação do livro, desde a compra de todos os estoques disponíveis por misteriosos emissários, até a quase falência da Wingate , uma das sólidas editoras no mercado londrino e, finalmente, a morte inexplicável do autor, alguns meses depois.

    UMA PIRÂMIDE DE TRÊS DEGRAUS

    Quanto a isso, Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas.

    Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas.

    Em 1945, em Paris, Raoul Husson (1901-67), fisiólogo e psicólogo, publicou um livro, sob o pseudônimo de Geoffroy de Charnay, nome de um dos grandes templários franceses, condenado à morte pelo fogo, em 1314, junto com o grande mestre Jacques de Molay. Nesse livro, Husson revelou que as sociedades secretas mundiais formavam uma pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades.

    CEMITÉRIOS REPLETOS DE GENTE INSUBSTITUÍVEL

    Gurdjieff, o conhecido “mago” caucasiano, teria sido, no século 20, um destes personagens que chegaram ao ponto mais alto do domínio invisível dos assuntos humanos. De fato, Gurdjieff declarou: “Tive a possibilidade de me aproximar do sancta sanctorum de quase todas as organizações herméticas, ou seja, sociedades religiosas, ocultas, filosóficas, políticas ou místicas, e que são vedadas aos homens comuns”.

    Muito já foi dito da ação, freqüentemente ignorada, mas poderosa, das sociedades secretas que “dominam o mundo”. Como exemplo, há a franco-maçonaria e seu desempenho marcante ao longo da Revolução Francesa. Outro grupo de ação notável foi o dos iluminados da Bavária, no século 18, cujo “poder oculto” teria levado Napoleão Bonaparte ao poder. Havia, entre os iluminados, Goethe, Herder, o alquimista rosacruciano Eckartshau-sem e muitas outras personalidades que não desconfiavam em absoluto dos verdadeiros objetivos políticos da seita.

    Bonaparte teria alcançado o mais alto grau na Ordem dos Iluminados, além de Ter sido maçom e alto dignitário de outras ordens fraternais ; entre elas a Fraternidade Hermética, que ele conheceu na época da campanha egípcia.

    Gérard Serbanesco, terceiro volume de sua obra Historie de la Franc-Maçonnerie Universelle, reproduz o relato de Napoleão sobre a cerimônia de sua iniciação.

    Lamentavelmente, a partir do momento em que Napoleão se deixou dominar pela sua ambição pessoal, não sendo mais o executador de planos secretos, a boa sorte o abandonou e o seu destino mudou.

    Outra personalidade que recebeu iniciação numa seita de filiação templária foi Cristóvão Colombo, que, contrariamente à teoria tradicional, não teria iniciado sua viagem às cegas. Em Les Mystéres Templiers, Louis Charpentier conta como Colombo recebeu, dos navegadores a serviço do Templo, o conhecimento de uma rota que levava ao novo mundo e a missão da descoberta. Charpentier reuniu, a esse propósito, provas realmente interessantes.

    Questões podem ser igualmente levantadas quanto à fulminante carreira de Joana D’Arc. Numa época em que todas as mulheres eram categoricamente excluídas de qualquer atividade política, todas as portas, até as mais fechadas, abriram-se para ela. Apesar de ser mais fácil explicar a sua atuação através da santidade, pode-se também supor que a sua missão tenha sido apoiada, se não preparada, pela intervenção de uma poderoso sociedade secreta. A que estaria relacionado o grande segredo que ela só quis confiar ao futuro Carlos VII?

    Por outro lado, toda vez que algo ou alguém parece obstacular o determinismo cíclico da evolução do mundo, a ação dos governos invisíveis, que agem implacavelmente, faz-se presente. Desse forma, vários atentados políticos, atribuídos a fanáticos isolados, foram reconhecidos como execuções friamente decididas. Nesses casos, o assassino existe, mas ele é somente o agente que executa uma tarefa decidida por um poderoso grupo oculto.

    O assassinato do presidente Kennedy permanece ainda hoje envolto em mistério, e a impressão que se tem é de que “alguém” não quer vê-lo esclarecido. Quanto a isso, Hutin menciona quatro pontos inquietantes:

    1) “Por acaso”, somente o prédio de onde saíram os tiros fatais não estava sendo vigiado pela polícia de Dallas.

    2) Vários assassinos estavam em posições estratégicas, e suas atuações eram sincronizadas pelos gestos que um misterioso “diretor de orquestra” estava fazendo com seu guarda-chuva, sobre uma elevação (fotos que revelam isto foram publicadas por várias revistas, entre as quais a Paris Match); na eventualidade de Lee Oswald errar o alvo, um dos outros atiradores teriam entrado em ação

    3) Já preso, o sicário foi convenientemente liquidado por um “justiceiro”, que, por sua vez, morreu convenientemente de “câncer generalizado”.

    4) Por uma série de estranhas coincidências, um número impressionante de testemunhas do crime desapareceu e, em todos os casos, foi por acidente.

    Não seria interessante levarmos em conta a intervenção de estranhos “invisíveis”que seguram o fio da história?

    Bastante elucidativa é a sentença que diz: “Os cemitérios estão repletos de gente in-substituível”.

    Os jovens políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy.

    Em 15 de setembro de 1912, Revue Internationale des Sociétés Secrètes relata uma sentença dita por uma personalidade importante, uma espécie de eminência parda da política européia, que se teria manifestado da seguinte forma, a respeito do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria: “É um bom moço. É uma lástima que esteja condenado. Vai morrer nos degraus do trono”. Esse tipo de declaração nos faz refletir: o destino do arquiduque Francisco Fernando, cujo assassinato em Serajevo daria ensejo à deflagração da Primeira Guerra Mundial, já estava decidido dois anos antes do fato. Quem teria tomado a decisão? Voltamos novamente aos governantes invisíveis.

    Dessa forma, tudo leva a crer que a guerra de 1914 já estava sendo esperada, preparada e “programada”, dois ou três anos antes do seu início. Muitos acontecimentos mostram o contínuo esforço, através de slogans e de imagens, para exacerbar o entusiasmo bélico das massas na investida contra o inimigo.

    Apesar haver escrito muitas obras sobre a sociedade Rosacruz, Serge Hutin (? – 1997) não pertenceu a nenhuma das ramificações desta ordem.
    Por outro lado, ele foi uma figura importante do esoterismo francês – um dos poucos franceses a defender publicamente Aleister Crowley durante certa época.

    Escreveu mais de 40 obras, entre elas:

    “L’alchimie” –
    “Les Gnostiques”-
    “Les Sociétés Secrètes” [“Que sais-je?” > Que sei eu?]
    “Histoire des Rose-Croix” (Le Courrier du Livre, 1959)
    “Histoire mondiale des sociétés secrètes” (Club des Amis du Livre, 1959)
    “Paracelse: l’homme, le médecin, l’alchimiste” (La Table Ronde, 1966)
    “Robert Fludd” (Omnium Littéraire, 1972)
    “L’amour magique” (Albin Michel, 1971), “Histoire de l’alchimie” (Marabout, 1971), “Aleister Crowley, le plus grand des mages modernes” (Marabout, 1973), “Nostradamus et l’alchimie” (Editions du Rocher, 1988), etc. O seguintes extratos provém do livro “A Tradição Alquímica”. — Shirlei Massapust.

    Bjs

    Comment by Fy — 08/11/2009 @ 1:27 AM

  7. Fy e Coringa.

    O desvio e o impedimento do fato, é partido do controle e regimento de homens extremamente inconscientes. A idéia de uma inteligência impeditiva acima do caos é a administração de satisfações e carências das necessidades que mais se inclinem a satisfazer a necessidade do homem-extremo-inconsciente. O molde da mente coletiva anda de acordo com a produção de realidade deste grupo seleto de detentores de fontes, e muito além da falácia de dar o exemplo ao público, a produção lixo/luxo pede mão de obra escrava. A proibição do contato com o habito alheio é disfarce perfeito pro playground dos demônios, demônios que são homens acima de tudo, mal-acostumados, mal-educados, e nos casos menos dolosos apenas vaidosos. Menos dolosos pq é uma tendência muito forte sentir-se especial perante Deus. A idéia de ser especial para Deus é perigosa, como todos os atributos que circulam de homem pra homem e pela angustia seguem para metafisica.
    Porém, para o homem-extremo-inconsciente a idéia de ser especial pode ser proveitosa, assim o desvio é muito mais maleavel, quando este homem-extremo-inconsciente tem em seus recursos o objeto de identificação tanto de medo quanto desejo do homem angustiado ( não que o homem-extremo-inconsciente não tenha suas angústias, a diferença é que ele não considera suas angústias comuns, até pq não são mesmo, apesar de tbm buscarem prazer.), fazendo com que os movimentos do homem angustiado possam ser controlados para fornecer a necessidade do homem-extre..aff.(vou escrever HEI pq se não me dá dor de cabeça). Se o recurso da massa é de um detentor, então o HEI poderá se cercar fatidicamente e criar esse alheamento, ele estará em outra posição que não seja a mesma na qual a massa visualiza a sobrevivência. Mas os reflexos começam a aparecer na massa controlada, estes reflexos são as imperfeições que vazaram do HEI para banalizar e normalizar a atitude que foi originária do HEI.
    As necessidades que controlam a massa são ligadas ao Existir, Reproduzir e Morrer, estes fatores fornecem todos os ingredientes necessários para o gato ficar brincando com o rato. Necessidades primárias usadas para satisfazer os homens que vão dizer quais as maneiras de temer a perda e quais as maneiras de querer qualquer coisa que nos afirme. Além disso existe a incapacidade relativa de negativizar o trabalho do homem para satisfazer os próprios desejos, mesmo sendo estes fragmentações derivadas do HEI, nem o HEI escapa desse negativismo tbm, pq a postura e a proximidade da sugestão e da influência não tornam os ouvidos do HEI imunes a transformação e efeito de suas próprias causas.
    Temos um pouquinho de HEI quando ambiciosos, mas daí tem quem se reúna e faça uma boa reunião que não vaze o mal, existe todo tipo de ordem que já se reuniu, pra todo fim que imaginamos ou não, mas quando é pra se reunir dias de domingo pra ver Bob esponja e tomar sorvete deve-se estar com a mente treinada para poder voltar segunda feira.

    Comment by Elielson — 08/11/2009 @ 3:52 AM

  8. France Telecom tem alta de custos depois de suicídios

    (Por Leila Abboud)

    PARIS, 29 de outubro (Reuters) – A France Telecom anunciou na quinta-feira que não antecipava melhora no faturamento para o quarto trimestre, e disse que as medidas tomadas para aliviar as tensões no relacionamento entre companhia e funcionários, depois de uma série de suicídios, poderiam custar até 1 bilhão de euros.
    A terceira maior operadora europeia de telecomunicações, em termos de valor de mercado, sofreu um profundo abalo devido à recente crise de suicídios, que a forçou a congelar sua reestruturação na França até o final do ano e levou a mudanças nos quadros executivos.

    Prejudicada pela queda dos gastos dos consumidores, decisões regulatórias desfavoráveis e impactos cambiais, a empresa anunciou queda superior à esperada nas vendas do terceiro trimestre, 6,4 por cento, e lucros mais baixos.
    Mas ainda assim conseguiu manter relativamente estáveis as suas margens de lucro, por meio da redução de investimentos em redes de comunicações.
    O diretor financeiro Gervase Pellissier disse que a crise de suicídios não havia afetado o faturamento da empresa na França, até o momento. Mas ele reconheceu que os números poderiam ser prejudicados caso o grupo viesse a incorrer em aumento de custos, nas negociações em curso com os sindicatos.

    “Se decidirmos oferecer uma opção de trabalho em tempo parcial para os funcionários mais velhos, isso poderia resultar em provisão nas nossas contas de 2009, mas teria efeito positivo em anos subsequentes,” ele disse.

    Perguntado se os custos adicionais vinculados às medidas tomadas para acomodar os trabalhadores poderiam atingir a marca do bilhão de euros, Pellissier disse que “essa ordem de magnitude não difere fundamentalmente de nossa hipótese de trabalho.”

    Houve 25 suicídios entre funcionários da empresa, do começo de 2008 para cá.
    Os sindicatos atribuem o problema às más condições de trabalho criadas por um esforço de racionalização das operações e corte de custos, empreendido pela France Telecom devido à queda de seu faturamento.
    http://noticias.bol.uol.com.br/tecnologia/2009/10/29/ult3949u6890.jhtm

    Para quem não acompanhou o caso dos 25 suicidios na empresa:
    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/10/19/france-telecom-sob-pressao-com-onda-de-suicidios

    Este é o mundo moderno, gerido pelos MBAs, certificações, máquinas, controlado pelo mercado de ações que é videogame para adultos (quanto mais a empresa ganhar, mais pontos ganham no jogo).
    Colocam a vida humana de um lado e o faturamento em outro, como pesos iguais (ou a vida humana até valendo menos), tratando o ser humano de forma banal. E o que é pior, ninguém mais se espanta com isso este tipo de noticia, visão de mundo, comentário do dia a dia está se tornando NORMAL.

    Para que tudo isso?

    A culpa não é da elite maléfica, dos grupos organizados que querem a dominação mundial, é de cada um que aceita isto. A culpa é minha também.

    —————————————————————————

    Somos responsáveis na medida em que outorgamos à terceiros, as ‘rédeas’ de nossas vidas!

    Para refletir:

    “… a realização da suprema liberdade, que reside em nos
    tornarmos a própria “lei” (sermos uma luz em nós próprios) e não em
    submeter-nos, quer pela sujeição quer pela reação, aos caminhos que pavimentam toda a realização parcial e toda mediocridade. Mas sim, consciente de que não se pode chegar ao esclarecimento partindo do ponto de vista de qualquer assunção (proposição) positivista, filiando-se ao partido ou seguindo o culto, o dogma, a opinião, o juízo de valor ou o encorajamento da crença que tais sistemas comportam. Isso requer todo um trabalho como que de “demolição” ou desconstrução de toda a arquitetura
    idealista atrás da qual o “eu”, negativo e mesquinho se oculta, e com o que se mascara, em meio às metamorfoses do medo e da falta de
    confiança.

    Constitui, portanto, como que um grito de dignificação do
    homem comum, perfeitamente anônimo em defesa do anti-herói, pela
    maximização da sua condição de abertura para com o sentido real da
    Vida e do Ser, na sua inteireza.”

    (Por: Amadeu Duarte – da Apresentação sobre a obra: ‘Lao Tzu, Tao Te Ching – O Tratado da Verdade, do Sentido e da Vida’

    Comment by Coringa — 09/11/2009 @ 5:46 AM

  9. APAGÃO

    Rede americana diz que apagão no Brasil foi causado por hackers

    (AFP) – há 3 dias atrás (!!)

    WASHINGTON, EUA — Os dois apagões elétricos que afetaram milhões de brasileiros em 2005 e 2007 foram causados por ataques de hackers contra os sistemas de controle da rede de fornecimento, informou no domingo(!!) a rede de televisão americana CBC.

    O programa “60 Minutes” indicou que o apagão de 2007 no Espírito Santo, que prejudicou mais de três milhões de pessoas, e o apagão de 2005 no Rio de Janeiro foram causados por hackers.

    O programa revela informações colhidas em uma investigação sobre a ameaça de ataques virtuais nos Estados Unidos. (…)

    http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5iuR9XKWoTdjkRZBZO5FbgqCVwLFA

    hmmm…coincidência, não?

    Comment by Coringa — 11/11/2009 @ 5:22 PM

  10. DESEO

    Sólo tu corazón caliente,
    y nada más.

    Mi paraíso un campo
    sin ruiseñor
    ni liras,
    con un río discreto
    y una fuentecilla.

    Sin la espuela del viento
    sobre la fronda,
    ni la estrella que quiere
    ser hoja.

    Una enorme luz
    que fuera
    luciérnaga
    de otra,
    en un campo
    de miradas rotas.

    Un reposo claro
    y allí nuestros besos,
    lunares sonoros
    del eco,
    se abrirían muy lejos.

    Y tu corazón caliente,
    nada más.

    Federico García Lorca
    poesias sombrias, inquietas, o cara bate mesmo na alma dagente. El romancero gitano.
    e agente mora no país do duende, Fy nosso sangue é mesmo cigano, corre nas veias e celebra e dança e chora e balança qualquer país
    e dança. dança e dança.

    pRoCÊ:
    é bem legal

    TocaYo

    Comment by tocayo — 26/11/2009 @ 9:44 AM


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