windmills by fy

21/01/2010

VIDA …. PRECIOSA e RARA !

Filed under: Uncategorized — Fy @ 4:42 AM

 

 

 

Ena Zizi, 70 anos, foi resgatada hoje dos escombros da Catedral de Porto Príncipe,

duas horas antes de completar exatamente uma semana da ocorrência do terremoto que devastou o Haiti,

bombeiros se emocionaram ao ouvi-la cantando ao ser resgatada.

 

 

 

 

 

 

FORÇA …  HAITI !

 

 

 

by Fy

 

 

2 Comments »

  1. Em primeiro lugar parabéns pelo visual do blog que traduz excelente bom gosto, sensibilidade e humor. Excelente artigo do Saião. Um oportuno alerta à nossas atuais paranóias.Em relação às religiões recomendo um excelente crítico e fotógrafo. Através de um relato visual demonstra claramente como o desespero gera religião e religião gera desespero. Seu cenário mais impressionante retrata uma Rússia decadente, excelente panorama para que a fé religiosa substitua o pão e a verdadeira vida. É um excelente referencial para as obras de Andrei Tarkovsky. Espero não estar contradizendo suas idéias e o que me pareceu ser a identidade do blog.
    Gostei muito, e espero novas trocas de idéias.
    O fotógrafo é Oleg Klimov.
    was born in Tomsk (Siberia) in 1964. He studied at Kazan University, and majored in astrophysics starting to work as a photojournalist in 1989. From 1991 he was a freelance photographer for international newspapers and magazines, for instance NRC-Handelsblad, The Washington Post, Time Magazine, Der Spiegel, Le Monde, The Independent, The Guardian and the agencies: AFP, Sigma, Panos pictures etc.
    Deixo o link, caso você tenha curiosidade.
    http://www.still-dancing.com/oleg-klimov
    Abraço
    Vitor Simmonsen

    Comment by V. Simmonsen — 22/01/2010 @ 2:58 AM

  2. Vitor sou a Juliana,
    Adorei / naveguei bem rápido no link do Klimov, sou publicitária in/high/speed neste horário. Mas não agüentei e tive de dar um alô; você se referiu a um dos meus cineastas preferidos, e realmente o Klimov capta momentos excelentes que lembram demais o estilo do Tarkovski.
    Ele me lembrou também o Luc Delahaye; e como diz o próprio não se consideram mais fotógrafos, mas sim artistas que desejam capturar a história – fazendo arte.
    Não vi muita coisa, vou explorar mais, mas estas fotos do Klimov expostas no Still Dancing me lembraram (assim tão rápido) o Sacrifício, de Tarkovski. Pessoas , um gostinho pra quem não viu:
    O SACRIFÍCIO
    Andrei Tarkovski, Offret, Suécia/França/Inglaterra, 1986

    Palavras, palavras. Teatro insuficiente das palavras. “Ninguém vai fazer nada?” – pergunta a si mesmo o patriarca da família. “Tudo será sempre igual, se fizermos tudo sempre da mesma forma?” O Sacrifício é o testamento de um cinema em busca de um ultrapassamento, de um cinema em que a fissura da superfície aparece como obsessão – de uma vida de imagens debruçadas sobre a possibilidade da ruptura, da quebra, do estilhaçar de um certo apaziguamento aparente das coisas. Em O Sacrifício, a normalidade aparece na forma marcada e gélida de uma família sueca que se encontra para comemorar o aniversário de seu patriarca.

    Beijo
    Ju

    to achando o maior barato falar no blog! pegando o jeito.

    Comment by Juliana — 22/01/2010 @ 3:41 AM


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