windmills by fy

04/02/2010

Arranha- Céu

Filed under: Uncategorized — Fy @ 1:08 AM

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Escreve-se do alto de um prédio arranhando o céu com o esmalte descascado da dúvida,

sem saber se essas pernas terão forças para descer galgando os passos descendentes que conduzem ao amanhã

 ou pelo menos ao logo após.

 

 

                                           É madrugada e há aves no céu.

 

 Vê-se o redondil da Terra e seus 360 graus de negror e de cada fundo do horizonte ouvem-se os gemidos,

ou pelo menos esse rumor incessante que vem da cidade,

ou da terra,

ou do ouvido retumbando.

 

 

 

 

 

 

 

 

A baba amarelada molha o cigarro que assumiu vida própria, entidade de fumaça – santa em um momento, diabólica no correr do tempo…

 

 

 

                                                                                                   

 

mas o tempo acabou,

extinguiu-se com o último planeta auto-luminoso

ou com o último espelho de prata

ou com a última víbora sinuosa enrodilhada no esqueleto vertebral.

 

 

 

 

 

Restam estas bolhas elementais que teimosamente insistem em ocupar partes avessas do corpo reclamando como pequenos tiranos espaços que jamais poderão

 ser seus.

Resta queimá-las nos esgares de prazer e nas pontas em brasa,

dilúvio celebratório, ode abissal às explosões da quase extinção total,

ponte de madeira ou pelo menos aceno entre a carne e o nada.

Todos dormem abaixo na solidão do cimento.

Pode-se em delírio eletromagnético ouvir e ver o que contam as cores das ondas transmissórias.

Parte-se o corpo em pedaços portando cadências e nervosidades imprevisíveis

  e a gargalhada soa como uma casa de espelhos posicionada em uma lua qualquer de algum astro qualquer.

 

 

 

 

Faz falta um band-aid.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Faz falta um band-aid.

É que as bolhas d’agua, e d’terra e d’fogo pipocam sulfurosas cantando seu metal pesado qual peste bubônica infalível,

último esforço salvatório de um universo que não reconhece nele mesmo senão microesferas encarquilhadas cuja última proposta de barganha é a explosão nuclear fulminante e total das palavras seminais

 a germinar os óvulos em cada lâmina de grama e faca.

 

 

 

 

 

 

Ilustrações:

Daniel Arnold

Sin City Film

H.R. Gigger

Gary Breckheimer

 

Texto

 KingMob 

 http://alquimiarevolta.wordpress.com/ 

 

Fy & Ju

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30 Comments »

  1. Mob
    King/Mob

    Este texto é “a mais!”
    Dilacerante,fantástico,real,corta,expõem,e mais um monte de exclamações que não paro de ouvir aqui.
    Olha,faz falta em muito texto de bigmovies por aí.
    mais,sr Mob,mais.

    Really, you’re a King.

    bj
    Ju

    Comment by Ju — 04/02/2010 @ 7:07 AM

    • Ju,

      – Dilacerante,fantástico,real,corta,expõem,e mais um monte de exclamações que não paro de ouvir aqui. –

      taí, – super texto mesmo.

      O Tai soltou os comments, obrigado por avisar. É que ele tá fazendo um rolê até com a minha senha. Tem que, né?

      Bjs pra todos que vibraram e colaboraram.

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 4:06 AM

    • Hey, Ju,

      As imagens que vocês colocaram ficaram sensacionais, e a formatação do texto em parágrafos deu um ritmo e expressividade novas, ficou cinematográfico mesmo, e é muito legal ver que um texto que vc escreve chegue nos outros de maneira diferente e de alguma forma os toque de maneira positiva.

      Valeu mesmo, Ju fica aqui meu sincero agradecimento pelo olhar novo, e pela sinceridade.

      Thanks,
      Mob

      Comment by Mob — 06/02/2010 @ 7:44 AM

  2. Isto é uma emanação semântica da 42 NY/10 PM . Da nossa Paulista na madruga, e de quantos super neonizados guetos de grandes cidades de SP à Tóquio pudermos imaginar.Um tapa de realidade. Muito bom mesmo,Ju.
    Fy,
    virei sócio também, sou o Pedro,trabalho aqui na agência com a Ju.
    Parabéns ao autor do texto.
    Abço

    Comment by João Pedro — 04/02/2010 @ 11:04 AM

    • Isso aí, Pedro: sócio.

      Se quiser editar:manda o texto. Escolha o assunto, ecletismo é a lei.
      Eu adorei “emanação semântica” > adotei.

      Pois é, um tapa de realidade. Poesia, movimento,espanto, medo. É um texto que me desloca completamente pra o próprio cenário. Super lembrança: 42nd Street – salve Manhatann – tão ameaçadora quanto romântica.
      Famosos NY skyscrapers; Chrysler Building [ quase coloquei a foto no texto], Grand Central Terminal, Times Square, e Port Authority Bus Terminal.

      A popular 1933 movie musical named 42nd Street, set in Depression Manhattan, colorfully described the bawdy mixture of Broadway shows and prostitution during the early 20th century. In 1980, it was turned into a successful Broadway musical, which was revived in 2001 in a theatre that was itself on 42nd Street. The following is an excerpt from the musical:

      In the heart of little old New York
      you’ll find a thoroughfare;
      It’s the part of little old New York
      that runs into Times Square…

      Tudo o que o André falou.

      From the early 1960s until the late 1980s, 42nd Street was the cultural center of American grindhouse theatres, which spawned an entire subculture. The book Sleazoid Express, a travelogue of the 42nd Street grindhouses and the films they showed, describes in detail the unique blend of people who made up the theatre-goers, including black pimps, low-grade mafiosi, transvestites, Latino gangsters, “rough trade” homosexuals, aggressive lesbians, trench coat-clad perverts, and thrill-seeking squares.

      In the late 1980s, the grindhouses were all shut down in a series of late-night raids by New York’s police, under the orders of Mayor Ed Koch as a part of his resolution to clean up the city’s seedier elements.

      Olha > é o próprio cenário do texto, sim.

      Bj

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 4:30 AM

    • É foi uma emanação semântica de poder se sentar bem no alto, e solitário poder tragar um tabaco sem ser tragado pela fumaça lá embaixo, de certa forma é num espaço curto textual, fazer a liberdade possível com os elementos que se tem, doam ou não, façam ou não gozar. Tem horas que dá, tem horas que não, o mistério é saber quando um quando outro. Deve ser um lance de Alquimia. A gente sabe que tá dentro da sopa, mas não sabe muito bem qual ingrediente faz o quê. Bom, eu não sei. Você sabe?

      Abs,
      Mob.

      Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:01 AM

  3. Fy
    se vc liberou, avisa o Taiwan que não tá entrando nenhum gmail.

    Bjs sss sss

    Comment by Ju — 04/02/2010 @ 11:16 AM

  4. Orra, bom mesmo.
    Valia mesmo Ju, uma introdução à altura do Frank Miller.

    nem sei o que falar, pôxa.Todo aquele clima noir Milleriano,a corrupção escorrendo no madruga,como disse o amigo aí em cima, mto bem localizada na véia 41,mas o super prefeito encarou,hem amigo?. Deu um garimpo alí que fala baixo.Gueto é pouco, o lugar registrava um dos maiores índices de criminalidade do país e era o centro da pornografia americana, com mais de 40 peep-shows em menos de quatro quarteirões. Virou pracinha.
    Puta atmosfera noir,submundo de cidade corrupta,hora e mundo dos vigaristas, assassinos,zóiudos e mulheres fatais,um segmento descontrolado, frio, perdido.

    É que as bolhas d’agua, e d’terra e d’fogo pipocam sulfurosas cantando seu metal pesado qual peste bubônica infalível,

    último esforço salvatório de um universo que não reconhece nele mesmo senão microesferas encarquilhadas cuja última proposta de barganha é a explosão nuclear fulminante e total das palavras seminais

    a germinar os óvulos em cada lâmina de grama e faca.

    e a imagem do Gigger que foi fatal.

    Beijo
    Abraço

    Comment by André — 05/02/2010 @ 4:56 AM

    • André,

      Puta atmosfera noir,submundo de cidade corrupta,hora e mundo dos vigaristas, assassinos,zóiudos e mulheres fatais,um segmento descontrolado, frio, perdido.

      É; – fascina, não é?

      Me arrepia pensar q esta invasão continua… continua…. – e q agente- de repente – tenha que procurar o céu pelas frestas entre um e outro. Este nome me assusta: skycraper. Arranha-Céu. Arranha mesmo.

      Bj

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 4:39 AM

  5. Não dá mesmo pra comentar muito não.
    Simplesmente, disse.
    Nem tem o que falar. Já lí tanto, voltei tantas vezes pro começo. Parabéns pra Fy e Ju também. Sentiram.

    Selva de Pedra, Medo, Solidão,arranha-céus povoados de estranhos. Eu já fugi de tudo isto. Será que tudo isto vai vir correndo atrás de mim? dos nossos filhos?
    É isto.

    Como diz a Ju, mais! Mob, Mais!

    PS: Ju: bom falar com você.

    Bjinhos

    Carol

    Comment by Carol — 05/02/2010 @ 5:11 AM

    • Carol

      Sentí sim. Tanto q tive uma estranha dificuldade pra editar.

      é… o que o Mob tem de brilhante como escritor e poeta. Transporta. E o ecletismo das viagens: fascina. Escrever aasim é magia; ler: magiar.

      Bj

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 4:52 AM

      • Carolzinha….

        aasim: é assim, tá bem?

        Bj

        Comment by Fy — 06/02/2010 @ 4:53 AM

    • Carol,
      >Nem tem o que falar. Já lí tanto, voltei tantas vezes pro começo. Parabéns pra Fy e Ju também. Sentiram.

      Sentiram, né? Isso que é bacana e legal de se ver…

      Thanks,

      Mob

      Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:10 AM

  6. só acho que tinha que continuar.

    vou ficar no aguardo.
    Abço

    Comment by anônimo — 05/02/2010 @ 5:36 AM

    • Anônimo,

      aguardo é uma espécie de respeito, vou tomar como elogio, e ó:

      >só acho que tinha que continuar

      Work in progress, man!

      Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:12 AM

  7. I’m the man in the box
    Buried in my shit
    Won’t you come and save me?

    I’m the dog who gets beat
    Shove my nose in shit
    Won’t you come and save me?

    Man in the Box
    Alice in Chains

    Fantástico texto.E muito à calhar a expectativa do Anônimo. É o perfeito prólogo de qualquer graphic novel no estilão Neil Gaiman,Grant Morisson,etc…
    Isto me faz pensar também na atração inquestionável do humano pelo sinistro, pelo que lhe se apresenta como assustador. Assim como uma compulsão pela “exploração”,ou algum tipo de fascinação,por aquilo que lhe foge a um primeiro entendimento.Sem dúvida “explorar” é uma das melhores formas de desmistificar.
    Este comentário do Neil Gaiman vem à calhar:
    “Quando trabalhei para a (revista) ‘Time Out’ em Londres, tive que passar um dia num bairro considerado perigoso, para contar o que fariam comigo, se iriam me atacar. Simplesmente adorei, nunca vi gente tão gentil, foram as 24 horas mais tediosas da minha vida. O real é muito chato”.
    Fy,percebi que voces não se importam com a extenção dos comentários e me senti à vontade de fazer um “contra-ponto” com este autor do texto.
    Nada pretensioso,apenas um texto que vem demonstrar o quanto o sinistro pode ser explorado em qualquer época:

    Parou em frente ao portão cheio de entalhes, ele era ornado muito similar a uma igreja. O prédio em si possuía uma imponente verticalidade com flechas apontando desafiantes aos céus, como se fosse uma catedral em miniatura.

    As duas Inglaterras, tanto a do leste quanto a do oeste, eram dos poucos países cristãos no mundo. E isso refletia em sua arquitetura de maneira geral. A maioria do mundo, era convertida a religião do império viking, nação dominante nos mares e no comercio. Isso sem falar que havia por ai diversas outras crenças e seitas obscuras.

    Frio e névoa. Sons indistintos ao final da rua.

    Um imenso portão bem trabalhado, a aldrava tinha um ar sombrio demoníaco quase em suas feições draconianas. Feita em um metal de um peculiar enegrecido, era pouco convidativa de se usar para bater na porta aos supersticiosos que acreditavam na existência de dragões.

    A aldrava soou forte, a madeira da porta parecia fazer o som ecoar amplificando-o. Charles esperou observando ao redor. Ao final da rua sons indistintos nas brumas.

    As flechas em direção aos céus do prédio mais pareciam querer puxar deus para uma boa briga do que tocá-lo simplesmente. O religioso e o profano, eram facilmente encontrados convivendo juntos ou muito próximos ali na boa e velha Londres.

    Do outro lado da rua. Duas prostitutas seguidas de um marujo bêbado surgiram e entraram em um bordel próximo. Charles conhecia bem a região que ficava entre Pugsville e o porto.Ali era o bairro da nobreza decadente. Segundo quase todos. Ardaville.

    Uma série de suportes constituídos por arcobotantes e contrafortes, tinham por função equilibrar de modo externo o peso excessivo das abóbadas do prédio. De fora mesmo com a névoa os Vitrais que durante o dia ajudavam na iluminação o ambiente interno, podiam ser vistos.

    Latidos de cães na rua. Brumas. Espera.

    Esculturas angelicais e demoníacas lado a lado enfeitavam as laterais do edifício Wisner.Os olhos de Charles percorriam o prédio em busca de qualquer sinal de vida,luzes ou movimentos.Olhar detalhado.Descritivo.Atento à qualquer sinal que o morador ainda encontrasse-se por ali.Arcos ogivais, formados por um triângulo obtuso,iam tornando-se menos agudo em outro ponto do prédio.Rosáceas e vitrais.Curvas decorativas que lembram chamas.Apenas o prédio.Ninguém vinha atender a porta.Texto escrito pelo Chapeleiro Louco.
    Parabéns a todos pelos comentários,
    Abraço.
    Vítor Simmonsen

    Comment by Vítor — 06/02/2010 @ 3:26 AM

    • Vitor,

      Que legal!

      “Não há povo e não há homem que possa viver sem ela [a literatura], isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado […] a literatura é o sonho acordado das civilizações.”

      Este contra ponto entre a Londres de Holmes: mais de 1 século atrás, e as nossas BigApples atuais foi genial. Muito bom este Chapeleiro.

      Vou fazer um post novo sobre tudo isto. Vc me deu uma idéia.

      Pode se estender nos comentários qto quiser, isto só enriquece: querendo postar: é só falar: o Pedro foi feliz na expressão “sócio”. O Wind é de todos nós.

      Bjs

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 5:21 AM

      • Vitor,

        Outro dia mesmo eu tava conversando com o Mob sobre autores que detonaram nesta época e neste cenário londrino que vc trouxe pra nós: o Doyle, claro; Agatha Christie, o preferido do meu avô: Edgar Rice Burroughs – este último pura ficção e mistério.

        Estas Hqs – que vcs adoram: eu tenho medo – … olha… o anônimo tá certo: se eu fosse o Mob: continuava!!!

        Bj

        Comment by Fy — 06/02/2010 @ 5:28 AM

    • >É o perfeito prólogo de qualquer graphic novel no estilão Neil Gaiman,Grant Morisson,etc…

      Caramba, rs! Já pensou…?!?!

      =P

      Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:17 AM

      • Fá,
        >Outro dia mesmo eu tava conversando com o Mob sobre autores que detonaram nesta época e neste cenário londrino que vc trouxe pra nós

        Tenho que ler um livro deste Edgar Burroughs. Eu nao conhecia…

        >Estas Hqs – que vcs adoram: eu tenho medo – … olha… o anônimo tá certo: se eu fosse o Mob: continuava!!!

        Medo de que? Vertigem?

        To continuando ja, tchacomigo…

        Bjs

        Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:24 AM

  8. Oi pessoas
    Eu ia colocar este poeminha da Fernanda Young ( Fy num guentei, fui dar uma relida) lá no post da Kukula,mas depois deste comentário do Vitor me pareceu que ele se encaixa bem por aquí e diz um pouco tambem deste post do Mob.

    Com minhas veias cheias de noite
    Circulo pelo tempo
    Com a elegância de quem está
    Entre a decadência das olheiras
    E a beleza destas num quadro a óleo.
    Arrasto os tules que meu corpo envolvem
    Por bingas de cigarro e urina humana.
    E quando amanhece ainda consigo,
    Heróica feito um mártir urbano,
    Cheirar as flores de uma primavera
    Que nunca existiu.

    Bjinhos
    Carol derretida em 50 graus

    Comment by Carol — 06/02/2010 @ 3:51 AM

    • Oh C a r o l ….

      Com minhas veias cheias de noite
      Circulo pelo tempo…

      Olha só, a Bia acabou de falar:

      Sobe pelo corpo o tremor do castelo que desmorona.
      Então vamos.
      Segura firme no corrimão.
      Respire fundo.
      Subir tão alto dá vertigem e olhar para trás deixaría-nos cegos.

      Os Erros são Medusas intransigentes,
      arrancam nossas lembranças boas e tatuam desaforos e mágoas.

      Pois é, a Fernanda Young é mesmo demais.

      Bjs

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 5:35 AM

      • Well,

        bjos e abracos,

        de coracao.

        Mob.

        Comment by Mob — 06/02/2010 @ 8:30 AM

  9. mas o tempo acabou,

    extinguiu-se com o último planeta auto-luminoso

    ou com o último espelho de prata

    ou com a última víbora sinuosa enrodilhada no esqueleto vertebral.

    Spider, brother, tu escreve.
    Isto aí não dá pra comentar.

    É mesmo pra continuar.
    Pra mim,
    pra te acompanhar só mesmo tão grande quanto:

    Abraço aê
    Bjs

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 06/02/2010 @ 9:08 AM

    • Hi man,

      coloquei lá!

      Bj

      Comment by Fy — 06/02/2010 @ 10:11 AM

    • Evoé, TocaYo,

      Presentão esse som, bro, não conhecia…
      E tem tudo a ver com a vibe, mesmo.

      E se for pra continuar… é por aí… tem de ser.

      abração,
      Mob

      Comment by KingMob — 07/02/2010 @ 3:35 AM

  10. Legal Fy

    a letra:

    Did you see the frightened ones
    Did you hear the falling bombs
    Did you ever wonder
    Why we had to run for shelter
    When the promise of a brave new world
    Unfurled beneath a clear blue sky
    Oooooooo ooo ooooo oooh
    Did you see the frightened ones
    Did you hear the falling bombs
    The flames are all long gone
    But the pain lingers on
    Goodbye blue sky
    Goodbye blue sky
    Goodbye
    Goodbye

    Uma palavra pro VSimmonsen:

    O que é bom não tem idade, irmão,

    este som do Pink Floyd:

    Updated audio from “Is There Anybody Out There? The Wall Live 1980-81”. The video was recorded August 9th, 1980.

    Eu tinha 4 anos, a Fy, Ju, Clau, não tinham nascido ainda e olha só: sei …que agente sabe.

    Abraço aê

    Muito calor aqui.

    Comment by TocaYo — 06/02/2010 @ 10:25 AM

  11. Esqueci:

    Tocayo

    Comment by TocaYo — 06/02/2010 @ 10:28 AM

  12. Olha,Tocayo,muito legal.O tempo é que não sabe.Agente sabe sim.

    Vitor, esta sacada também foi genial.

    O homem está sempre se atrapalhando com o que constrói.E se assustando também.

    Dois filmaços.

    Abraços

    Comment by André — 06/02/2010 @ 10:52 AM

  13. Hey Luv,

    =)

    Vc sabe, eu sou fã do Mr. Harrison…. olha essa, na voz do Lennon, é uma das minhas favoritas.
    Bjos

    Without going out of my door
    I can know all things on earth.
    Without looking out of my window
    I could know the ways of heaven.
    The farther one travels,
    The less one knows,
    The less one knows.
    Without going out of my door
    I can know all things on earth.
    Without looking out of my window
    I could know the ways of heaven.
    The farther one travels,
    The less one knows,
    The less one knows.
    Arrive without travelling.
    See all without looking.
    (See all without looking).

    Comment by KingMob — 07/02/2010 @ 4:59 AM


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