windmills by fy

13/02/2010

Panteísmo II

Filed under: Uncategorized — Fy @ 3:44 PM

 

 

“Pois que enquanto não nos entendermos parte desse Todo, continuaremos perdidos e nos achando fora da Criação.

 Giordano Bruno

 

 

 

 

 

 

Semeei todos os alquimistas com flores na boca e mar nos olhares.

Quedou-se a impaciência num confronto direto e partiu-se na estrada.

Fecundei todos os gestos

e moldei as mãos em laços de giestas de onde nasceram pedras douradas de palavras.

 

Os magos circularam em redor,

num pranto quase absoluto de lhes levarem a verdade que guardavam num frasco sem estrelas.

Desci o monte e recolhi as folhas magras que tinham caído das árvores

e num manifesto panteísta guardei-as no meu bolso, aguardando a nova era de plantio.

 

Subi o rio sem caudal e abri a nascente de todos os impossíveis.

Sorriu a água

que me enlaçou a cintura num murmúrio imprestável aos outros, mas tão lógicamente  real em mim.

Descurei todas as formas analíticas que não cabiam no ressalvo da minha equação

 e mergulhei o Infinito como obra sem pregos.

E sem conformismos de matéria vulcânica,

soltei os braços

e abracei

a

VONTADE .

 

 

Ó raça humana tão infeliz por ter atribuído tais fatos aos deuses 

e por lhe ter juntado  as cóleras acerbas! 

Quantos lamentos para si próprios, quantas feridas para nós, 

 quantas lágrimas para os nossos descendentes não originaram eles! 

 De Rerum Natura 

 Titus Lucretius Carus 

 

 

 

 

 

 

–  nesta segunda parte  coloquei alguns pensadores panteístas. 

  

Algumas das mentes mais brilhantes da humanidade eram panteístas ao lado de grandes pensadores ateus e agnósticos. 

Provavelmente o panteísta mais famoso e notável tenha sido o físico alemão Albert Einstein.. 

Seu  maravilhar-se diante da Ciência freqüentemente o estimulava a exaltar uma provável natureza divina inerente a tudo. 

Muitas das citações de Einstein são equivocadamente utilizadas por criacionistas na ávida tentativa destes

de corroborar as suas crenças em um deus projetista, criador e interventor. 

 

 

Outro físico merece destaque aqui: Amit Goswami, cujos  best-sellers propõem a união entre a física quântica e a espiritualidade,

 também chamada de Misticismo Quântico. Sua obra de maior sucesso até o momento sugestivamente intitula-se O Universo Autoconsciente

 

 

Mas …  …   vale  ressaltar que :   i-na-cre-di-ta-vel-men-te  nenhum deles era bárbaro , e nem  cuspia fogo pela boca !!!!!!  

 

 

Tales de Mileto  – 624-546 a.C. 

: Na Grécia Antiga, vários filósofos procuraram descobrir a base criadora do universo. 

 Defendiam que se tratava de uma substância (material em vez de mental ou espiritual) única e unificadora de todas

as coisas contidas no universo e cada um deles apresentou a sua própria teoria e respectivo elemento.

Para Tales de Mileto, a substância primária seria a água. 
   

 

 

Anaximandro  – 611-546 a.C. – : 

Filósofo grego para o qual o ápeiron seria a origem de todas as coisas – uma substancia ilimitada , indefinida e indestrutível , 

do qual tudo surge e ao qual tudo reverte. 

Dele surgiriam os quatro elementos fundamentais : o quente e o frio [ origem dos astros ] e o úmido e o seco [ origem do mundo e da vida orgânica ] . 
   

 

 

Anaximenes  – 588-534 a.C. – : 

Filósofo grego que identificou o ápeiron do seu mestre [ Anaximandro]  com o ar , 

do qual surgiriam as três matérias básicas: fogo, terra e água, e destas, tudo o resto . 

Para Anaximenes, essa seria inclusivamente a origem dos Deuses.
 

   

Xenófanes  [ 560-478 a.C. ] : 

Filósofo grego influenciado pela escola de Mileto. 

Defendeu a origem natural de todas as criaturas e criticou as crenças mitológicas. 

Substituiu os vários deuses do Olimpo por um deus imanente à natureza. 
   

 

 

Heraclito  – 536-470 a.C. – : 

Filósofo grego oriundo de Éfesos. 

Concebeu a natureza como um todo racionalmente ordenado num processo continuo de transformação, constituindo uma única realidade. 

Mesmo que nesse processo não houvesse coisas estáveis, ele continuaria a sê-lo, já que toda a mutação

segue uma razão cósmica  [ logos ] e uma medida  [metrom ] invariáveis. 

Heraclito também procurou um princípio comum às várias formas da matéria e identificou-o com o fogo. 
   

 

 

Zenão de Chipre  – séc. IV-III a.C. – : 

Filósofo grego de origem semita que elaborou o sistema filosófico do estoicismo. 

Os estóicos acreditavam entre outras coisas que o universo era um ser animado e racional

que inclusivamente possuia uma alma [ composta por uma refinada forma de matéria ] . 

 

 

 

Titus Lucretius Carus  – 

ou Tito Lucrécio Caro , na forma portuguesa – , poeta e filósofo latino que viveu no século I a.C. 

As datas exatas de seu nascimento e morte não são conhecidas , mas geralmente são situadas entre 99 e 55 a.C. 

Pouco se sabe de sua vida. 

É prováve l, contudo , que tenha nascido em Roma , onde foi educado. 

Sua fama decorre do poema De rerum natura  – Sobre a natureza das coisas – , onde expõe a filosofia de Epicuro de Samos . 

Para Lucrécio , o epicurismo era a chave que poderia desvendar os segredos do universo e garantir a felicidade humana . 

Tão entusiasmado ficou que se propôs a tarefa de libertar os romanos do domínio religioso através do conhecimento da filosofia epicurista . 

 

 

 

Johannes Scotus Erigena  – 810-877 – : 

Escolástico irlandês cuja maior obra, “De diviosiones naturae” declarava que “em última estância, Deus e a criação são um só… 

Enquanto natural, o criador do universo, é infinito, não está confinado por nenhum limites superior ou inferior. 

Ele abarca tudo em si e é cercado por nada . 
 

 

 

Giordano Bruno  – 1548-1600 – : 

Filósofo, astrônomo e matemático italiano. 

Adotou uma visão panteísta da realidade ao defender a idéia de que a suprema e única substância é Deus ou Natureza 

e que nela se encontra contido todo e qualquer objeto, relação e evento que existe no universo. 

Segundo Giordano, o princípio do mundo não estaria fora dele, mas seria sim a força que está dentro dele. 

Foi preso por heresia em 1592 e queimado vivo no dia 17 de Fevereiro de 1600

 

 

 

Baruch Spinoza  – 1632-1677 – : 

Filósofo holandês de origem judaica e filho de pais portugueses (emigrados na Holanda) sendo por isso considerado

como o maior legado lusófono para a filosofia ocidental. 

Spinoza era Holandês, pertencia à comunidade judaica de Amsterdã, foi excomungado por heresia,

foi humilhado perseguido por suas idéias sofreu uma tentativa de assassinato. 

 E tudo porque ele criticava a religião oficial. 

Ele achava que os dogmas rígidos e os rituais vazios eram as únicas coisas que ainda mantinham o Cristianismo e o Judaísmo vivos.

Para as igrejas e as sinagogas foi difícil engolir essas criticas. 

Foi abandonado até por seus familiares, que queriam deserdá-lo por causa de sua heresia. 

O meio de sobrevivência de Spinoza é polindo lentes óticas e tem   um significado simbólico na tarefa dos filósofos ,

que  é ajudar as pessoas a verem sua vida sob uma nova perspectiva. 

A filosofia de Spinoza era fundamentar o desejo de enxergar as coisas da “perspectiva da eternidade”. 

Ele via deus em tudo o que existe e tudo o que existe em deus.  [ ele era Panteísta ] deus é o mundo e  o mundo é deus. 

 

John Toland  – 1670-1722 – :

É em  ” Socinianism truly stated…recommended by a Pantheist to an orthodox friend ”  -1705 – que surge pela primeira vez

na história da literatura o termo ” panteísta ” , sendo por isso atribuído a Toland a origem desta palavra.

Em ” Pantheisticon: sive Formula celebrandae Sodalitatis ”  -1720 – aprofundou as suas idéias panteístas:

defendeu a existência de um universo sem limites ; menosprezou a imortalidade pessoal afirmando porém que

” Nada morre realmente, a morte é uma coisa que traz o nascimento de outra ,

por uma troca universal recíproca , e tudo contribui necessariamente para a preservação e bem-estar do Todo ” ;

descreveu uma sociedade panteísta secreta cujos membros eram conhecidos por ” associados socráticos ” ,  

porém alguns historiadores questionam se essa sociedade realmente existiu. 

 

  

Johann Wolfgang Goethe  – 1749-1832 – : 

 Escritor e poeta alemão. 

Identificou-se com o panteísmo de Spinoza e declarou :

“aquele que não se ergue o suficiente para ver deus e a natureza como um só não conhece nenhum deles”.

  

 

John Burroughs  – 1837-1921 – 

 naturalista americano e panteísta assumido. Em “Acepting the universe”, apresenta a sua crença panteísta: 

“Quando tentamos agarrar, medir, ou definir o poder ao qual chamamos deus, 

apercebemo-nos que estamos sob um outro céu, protetor, uma abobada, que tudo abarca.. 

deus não é um ser, não é uma entidade, mas sim aquilo que une em si todos os seres e todas as entidades”. 

  

  

Albert Einstein  – 1879-1955 – : 

Físico norte-americano de origem alemã. 

Fascinado pelo panteísmo de Spinoza, declarou: “Acredito no deus de Spinoza que se revela na harmonia de tudo o que existe, 

 não num deus que se preocupa com os destinos e ações do Homem”, 

 “a minha religião é de fato o universo… em outras palavras, a natureza, que é o nosso reflexo do universo”. 

A sua convicção na unidade do espirito e da matéria deu alento à procura de uma força unificadora da natureza, 

 à qual chamou de “teoria dos campos unificados” (tradução livre de “unified field theory”). 

Vários estudiosos puseram em causa esta teoria, mas descobertas recentes parecem ter renovado o interesse nela. 

– Neste trecho, vale apontar uma opinião interessante, de um ensaio que li: 

Por trás das concepções antagônicas de Einstein e Bohr, ocultam-se visões sociais, culturais e religiosas, francamente distintas. 

 Einstein é um herdeiro legítimo da cultura unitarista, panteísta e monoteísta na qual há uma ordem imanente à natureza, 

na qual os fatos se produzem univocamente seguindo uma cadeia lógico-causal e na qual o homem,

a sua vontade e seus conhecimentos são apenas alguns de seus elos. 

  Afinal Spinoza já tinha proposto: 

Deum unicum , hoc est in rerum natura non nisi unam substatiam dari ”   ( “ Deus é uno , logo na natureza das coisas apenas uma substância é dada ” ) 

(Espinosa, 1979, Ética I, prop. 14 corolário, tradução nossa). 

Além disso, Spinoza e Einstein ouviam desde a mais tenra infância a prece máxima do judaísmo: 

“ Shemá Israel , Adonai eloheinu , Adonai echad ”   ( “ Ouça Israel , Deus é único Deus é eterno ” )  . 

(Espinosa, 1979, tradução nossa). 

 

 

 Já Bohr preferiu trilhar a contracultura do acaso e da contingência onde o homem é sujeito de seu livre-arbítrio e , 

por outro lado , tem o poder da escolha final , pois a sua vontade é que fará seu objeto atualizar-se de uma forma ou outra , 

embora com um conhecimento apenas parcial , submetido às rodas da fortuna e do acaso . 

 Se em Einstein o homem é um elo da cadeia substancial infinita e sofre por não poder conhece-la em toda a sua extensão , 

em Bohr , ele é o sujeito central do acaso , e não se martiriza por não poder determinar , com absoluta certeza , o que irá observar . 

 

 

 Em suma, Einstein abomina os dados , enquanto que Bohr convive com eles muito bem . 

 Maiêut. dig. R. Fil. Ci. afins, Salvador, v. 1, n. 1, p. 77-85, maio/ago. 2006 79 

 

 

 

Claro que estes são alguns ; mas entre queimados , entre os que foram calados , agnósticos , ateus , e mesmo aqueles que como Francisco de Assis ,

Madre Tereza , e os que eu não lembro agora , etc  – mas que levaram a sério o valor e a razão de  sermos  humanos , esta lista ia ficar  …  absurda !

 

 

 

Mas de qualquer forma  não poderia faltar nesta relação  uma referência à Tradição Pagã ;

à toda ela ,

que com tanta poesia e encanto  identificou seus deuses com a Natureza e enfeitou pra sempre nossos sonhos e  nossa História . 

 

In my thoughts and in my dreams
They’re always in my mind
These songs of hobbits, dwarves and men
And elves

Come !

close Your eyes

You can see them too

 

e , certamente os Índios , cujas Sábias lições de Coragem , Dignidade , Respeito e Amor à Vida ,

foram por demais ameaçadoras , e … sómente compreendidas por grandes almas.

Bravos e Honrados  Mestres .

 

 

E… eu não podia terminar sem esta ressalva… porque… Panteísmo… ah….  eu sei que …  – também é ismo. 

 

o termo panteísmo deriva das palavras gregas pan [ “tudo” ] e teísmo [ “crença em um deus” ]

Mas existe uma razão pra o tal de  John Toland  [1670-1722] ter criado este termo.

Com certeza ele teve um sonho cheio de beleza , musica , poesia , dança ,  cores , amor , sexo ,

enfim , com  tudo aquilo que representa a  Natural  sensualidade do homem ,

aquilo que pertence natural e simultâneamente a seu corpo e à sua alma.

Pois é, e aí então o Toland tentando projetar uma imagem que representasse este sonho delicioso … de repente  … , pensou em Pan !

The great god , como é chamado . E que representa, sim , esta nossa natureza linda, poética e divina em si mesma.

– so :

 Io Pan  ! 

 

Through solstice stubborn to equinox.
 

And I rave; and I rape and I rip and I rend
 

Everlasting, world without end,
 

Mannikin, maiden, Maenad, man,
 

In the might of Pan.
 

Io Pan!

Io Pan Pan!

Pan!

Io Pan!

 

You can hear the echo of the Old Crow’s words: 

                                                 [ can you ?]

 

 

 

” Thrill with lissome lust of the light , 

O man ! My man ! 

Come careering out of the night 

Of Pan !  

Io Pan ! 

 Aleister Crowley

 

 

 

 

Super Carnaval !

 

 

Io !

 

Poema :

A 1ª Poesia é assinada apenas por Eduarda.

Meus parabéns à Eduarda , e pra Carol um bj por ter me enviado.

Fy

 

 

 

12 Comments »

  1. Passei por acaso e fiquei.

    Sensacional Panteísmo 1 e muito bem complementado com o 2.

    Alexandre

    Comment by alexandre — 14/02/2010 @ 12:43 PM

    • Aloha Alexandre ,

      Welcome aboard ,

      Fy

      Comment by Fy — 17/02/2010 @ 12:01 PM

  2. Eu estava meio distraída e o windmills me aconteceu.
    Quanto bem voces me fizeram.

    These songs of hobbits, dwarves and men
    And elves

    Come !

    close Your eyes

    You can see them too

    sure.

    uma lembrança,

    Tarde de brasa a arder, sol de verão
    Cingindo, voluptuoso, o horizonte…
    Sinto-me luz e cor, ritmo e clarão
    Dum verso triunfal de Anacreonte!

    Vejo-me asa no ar, erva no chão,
    Oiço-me gota de água a rir, na fonte,
    E a curva altiva e dura do Marão
    É o meu corpo transformado em monte!

    E de bruços na terra penso e cismo
    Que, neste meu ardente panteísmo
    Nos meus sentidos postos e absortos

    Nas coisas luminosas deste mundo,
    A minha alma é o túmulo profundo
    Onde dormem, sorrindo, os deuses mortos!

    Florbela Espanca, in “Charneca em Flor”

    obrigado

    Marianne

    Comment by marianne — 15/02/2010 @ 9:07 AM

    • Aloha Marianne ,

      Q mto bom!

      Vc acredita q eu quase coloquei a Florbela no post? – é que se deixar….

      Lindo este poema. Tava faltando!

      Obrigado vc.

      Bj

      Comment by Fy — 17/02/2010 @ 11:49 AM

  3. Super bonito!

    (eu detesto carnaval,todo mundo gosta? sou uma chata!)

    Bjinhos da chata da Carol

    Comment by Carol — 15/02/2010 @ 11:48 AM

  4. só comentando a carol aí acima…….eu tbem Odeio carnaval….rs

    da-lhe blind guardian, fy…..rs

    qto à essa questão do Panteísmo, fugindo um pouco do mesmo, acho q no budismo há a apresentaçao do conceito de Samsara, que é o mais proximo do q creio q é esse mundo em q vivemos……

    bjs
    caio

    Comment by caio — 16/02/2010 @ 11:33 AM

    • Caio e Carol : somos 3 chatos então.

      Olha: muita lua , violão e mar , bem longe desta loucura é o melhor carnaval pra mim.

      Qto ao Sansara, Caio…. – eu não creio que o mundo esteja explicado por este conceito e aliás, por nenhum outro que não seja
      “mundo” , simplesmente. Quem cria conceitos e passa a viver dentro deles somos nós. E …. acabamos esquecendo de viver no mundo.

      O mundo…. continuaria sem nós , mas os conceitos…. se extinguiriam conosco.

      O Sansara , assim como outros conceitos da filosofia budista traz uma visão, na minha opinião, perigosamente negativa sobre a vida.

      Claro que possui palavras bonitas, preceitos éticos e até convincentes neste sentido. Mas qdo vc se aprofunda, e toma conhecimento da sua essência, … arrepia. Olha só:

      “Havendo isto, há aquilo; quando isto se origina, aquilo se origina.

      Sendo assim, havendo a ignorância, há o nome-e-forma.

      Havendo o nome-e-forma, há os seis órgãos de percepção, há o contato; havendo o contato, há a percepção; havendo a percepção, há o apego; havendo o apego, há o desejo; havendo o desejo, há a existência; havendo a existência, há o nascimento, há a velhice, a morte, a preocupação, a tristeza, o sofrimento, o pesar e o desespero.

      Assim, pois, surge o sofrimento”.

      SIDDHARTHA GAUTAMA (सिद्धार्थ)

      Enfim, o sansara é exatamente este horror descrito aí em cima, ou seja, na linguagem budista, o sansara é a existência. E a existência , a vida , o sansara , nesta filosofia , é algo a ser “superado”. Pra mim, a vida tem que ser vivida. – Eu simplifiquei, mas tem mais detalhes “caprichosos” desta visão …

      Lá no Panteísmo I eu coloquei o estado do Tibet, da Índia , e a indiferença do povo em relação à própria vida. Tem umas coisas interessantes lá.

      Caio, eu não sei se vc tem esta lá no teu outro blog, tem? [ olha q genial:]

      [ eu não conhecia isto !!! ]

      Bjs

      Comment by Fy — 17/02/2010 @ 12:41 PM

  5. Oi Fy,
    ja que postaste uma musica do blind guardian, vou te passar uma outra q acho q é uma pérola:

    http://www.youtube.com/watch?v=LQdxVX0P8VU – Blind Guardian – The Elder

    o novo cd do sting ( The Winter’s Night) tbem segue um som nessa linha, algo bem diferente, no estilo de musicas antiquíssimas com o toque de genialidade dele ….

    bj caio

    Comment by caio — 17/02/2010 @ 11:28 AM

    • Caio!

      Q coisa maisqmais q linda!

      Ahhhhhhh esta do Blind Guardian é maravilhosa!

      … eu adoro o Sting! – nossa : foi um presente! eu nem sabia deste cd.

      Olha, que saudade de uma Winter’s Night!

      Vou postar voce : sem voce fazer o post ! rsrsrsrsrsrsr

      Thank’s

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 18/02/2010 @ 6:23 AM

  6. Seu blog é um dos mais bonitos que eu já vi.

    Deu pra perceber claramente seu interesse pela conservação do meio ambiente, a preocupação diante da responsabilidade ambiental, sem cair naquele clichê do “barulho verde”, ou seja, excesso de informações que fazem com que as reivindicações ambientais sejam desprezadas como sendo exageradas ou RP.

    Toda a filosofia rizomática de Deleuze, nomes como Maturana, Gary Snyder, e outros que encontrei em suas publicações giram em torno de uma filosofia ecológica, atual e urgente, atuante no sentido efetivo, uma diferença real no nosso meio ambiente e na nossa sociedade.

    Música, poesia, arte, muita seriedade trabalhada com leveza e bom-humor,

    Vou estar por aqui, virei um seguidor.

    Alexandre Golaiv

    SUPPORT (Sustainable Use of Photosynthesis Products & Optimum Resource Transformation)

    Comment by Alexandregolaiv@hotmail.com — 11/04/2010 @ 4:50 PM

  7. Nessa aula o Cláudio Ulpiano afirma que o Espinoza era ateu. Panteísmo e ateísmo então seriam sinônimos para vc.?

    http://claudioulpiano.org.br.s87743.gridserver.com/?p=5182

    Comment by Edgar — 12/06/2013 @ 7:06 AM

    • Oi Edgar,

      Eu acho que vc já me perguntou isto, não foi ?

      Tb sou fã incondicional do Ulpiano…

      Mas minha resposta é a seguinte: todo aquele que não segue os absurdos caquéticos das religiões instituídas, e mesmo de algumas filosofias que espertamente não querem ser denominadas como tal, são ateus .

      Desta forma, Spinoza e sua homenagem à Alegria, ao Real, à Vida e a Este Mundo , – Filosofia tão exuberante quanto a Natureza – com certeza absoluta era Ateu .

      Ateu, Herético, Panteísta, Inteligente e Bom . Menos “seguidor” .

      Aliás, convenha : Não é simples Amar e Respeitar tudo isto.

      Welcome aboard !

      Fy

      Comment by Fy — 12/06/2013 @ 9:21 AM


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