windmills by fy

26/03/2010

Be My Mafia Family!

Filed under: Uncategorized — Fy @ 10:58 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

– Com certeza, um anjinho qualquer, daqueles em que eu não acredito, me trouxe este Texto tão de tão oportuno e incrível !!!

– dê uma olhada:

 

 

 

 

 

em uma antologia de fracassos : um poema manco

por :   ÉRICA ZíNGANO

 

 

 

 

como se deu o nascimento do poema manco e sua triste história

que não acaba mais

 

 

 

3 voltas no ar,

cai o estro ao chão.

 

ao se levantar,

só pode agora andar,

arrastando o dedão

do pé,

pra lá

e

pra cá.

 

– NOTA :

 

 

Quase sempre , ao escrever , de relance , um poema qualquer , nada me apetece .

 

 A primeiríssima impressão , posta em linguagem ,

 parece que não se sustenta em pé , e ,

se tento consertar ,

procurando alijar as palavras para ajustar as ideias ,

acabo por estragar por completo o poema naturalmente manco ,

devido à repetição desagradável ,

uma cacofonia ,

do encontro duplo do m e do a ,

da sílaba ma [mä] com a sílaba man [mã’] ,

que causa uma estranheza terrível

ao ouvido.

!

[ de quem tem]

 

 

Assim …  , não tenho como duvidar

que o poema já nasceu propenso ao seu próprio fracasso ,

como uma antítese – estética ,

à revelia da habilidade do poeta,

cujo desejo seria o de criar um poema que fosse : 

inteiro ,

ainda que etéreo,

que fosse :

 forte ,

ainda que frouxo,

que fosse :

 intenso,

ainda que curto,

sem firula ou façanha ,

aparente simplicidade de arranjo de versos sobre a página branca .

 

 

Não fosse por Machado de Assis que , – abismado pela natureza díspar de

Eugênia –  eternizou o drama de Hefesto em Memórias Póstumas de Brás Cubas – ,

o poema manco estaria , de fato, condenado à desgraça mais que completa ,

já   … que ,

mesmo emendado , refeito ou rearranjado , nunca perderá o estigma de

ter nascido coxo .

Nesse caso , a única coisa a fazer , além do lamento , é claro , é

entreter-se com a metáfora machadiana – de muito mau gosto por sinal – ;

da  “ borboleta preta ” :  

que nos desvia do pé do poema , sempre pendente a cair .

ÉRICA ZíNGANO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

It’s MY BABY

NO

NO

NO

The BABY IS MINE

!

!

!

Oh Yeah   !!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

Be   My   Mafia   Family  !

 

 

 

Já que a maioria das revistas literárias não dura por muito tempo,    Be My Mafia Family  !    declara logo que não terá um número dois – trata-se de edição única.

A publicação refere-se ao insuportável jogo do facebook e reúne poetas amigos e trocas de interesse, como ocorre a todas as revistas literárias. Ah, em que tempos terríveis vivemos! O assunto é dos grandes: compartilhar fracassos.

Distribuída exclusivamente em formato digital, pode ser lida por qualquer internauta. A novidade é finalmente disponibilizar algo em português para os detentores do Kindle e do Sony Reader.

O lançamento virtual será na quarta-feira de cinzas, o dia em que o ano realmente começa no Brasil, com a presença espirituosa dos mafiosos Ana Guadalupe, Ana Rüsche, Andréa Catrópa, Érica Zíngano, Felipe Sentelhas, Lilian Aquino, Maiara Gouveia, Márcio-André, Paulo Ferraz, Rafael Daud, Renan Nuernberger e Ricardo Silveira.

E, para não dizer que tudo só fica no virtual, em São Paulo, sábado (20.02), quem quiser está convidado a debulhar seus fracassos em voz alta no karaokê da Liberdade (Rua da Glória, 523, a partir das 20h).

 

 

 

 

 

 

 

Be My Mafia Family!
Revista Eletrônica:  http://www.arvoreseletricas.com/BMMF/BeMyMafiaFamily.pdf
Poesia. Grátis, 16 p.
Direitos autorais livres para uso não-comercial.

+ notícias

O arquivo está disponível para download também em:

 

 

 

 

 

E o e-mail:

[   imperdível : também ]

 

 

 

De: Danilo Bueno
Data: 12 de fevereiro de 2010 07:54
Assunto: [P] revista máfia

 

 

 

 

Salve rapaziada!

Putz… Que legal! Achei divertidíssimo. E não acho que a revista fica só no campo da blague. Coisas sérias quando ditas de maneira irônica ficam muito fortes.

Pra mim, a questão do fracasso é fundamental. Coloca em perspectiva toda uma época. Nascer, crescer, estudar, ralar e ser bem sucedido, caminho que abandonei com veemência quando queimei os meus ternos de advogado e fui cancelar minha OAB de bermuda e barba homeless, e ainda tive que escutar o segurança dizer: “hei, indivíduo, pra pegar advogado do estado é melhor chegar mais cedo”; não serve mais pra nada pra quem quer remodelar os valores éticos do nosso tempo. O esquema cada um por si nunca foi e agora é menos ainda.

Se certa poesia foi (de qualidade, ressalte-se) individualista, rigorosa e severa em seus princípios, cheia de erudição e carregada do reuso da tradição, além de fortemente influenciada pela sintaxe inglesa, isso pra pensar somente numa forte tendência dos anos 90, que eu repetidas vezes segui e incensei, talvez tenha sido uma passagem, um último aceno a uma forma cada vez mais distante do real, da mínima linha divisória entre um tempo que rejeite a totalidade da comunicação absoluta. Como fazer poesia “globalizada” e “altamente acabada” se estou na Sé no meio da enchente? É, no mínimo, um paradoxo, se pensarmos que talvez a linguagem deva espelhar minimamente a sua volta.

Essa revista mafiosa veio engrossar o coro, como na poesia portuguesa recente, de alguma, aliás, que chama o leitor para um universo sem qualidades (http://editora-averno.blogspot.com/). É o fracasso do poema, mas antes é o fracasso de tudo. Ou melhor, não se trata somente de fracasso, mas de reavaliar objetivos e rever o que é fracasso. No século XX, muitos teóricos falaram do fracasso avaliando a postura dos vanguardistas. Notem que o fracasso se tornou, nesse caso, mais interessante que movimentos programáticos que se intitulavam “a sério”, como amplas “pesquisas de linguagem”. Basta ver o Calligrammes do Apollinaire, que acabou de completar cem anos, a irreverência e a capacidade de rir de si mesmo, de sentar no meio-fio e não ter a mínima ideia do que fazer.

Uma revista que se insere numa discussão tão premente não pode ser encarada somente como blague, mas também deve ser vista como tentativa de situar uma relação mais próxima com um valor novo que ainda não se sabe bem o qual é. Somente sei, intuo, aliás, que o terceiro milênio começa por essa discussão e não pela tentativa dos teóricos americanos por fazer valer certa cultura clássica (notem os filmes arrasa-quarteirão, os best-sellers e o culto ao corpo, o único bem real dos alijados). Se o primeiro mundo quer pintar o contemporâneo com tintas clássicas, nós, poetas brasileiros que vivemos o terror e a delícia de todas as contradições (principalmente financeira e, logo após, estética) temos que pensar por um outro vetor, que afaste a simples possibilidade de enrijecer ainda mais o discurso e de elevá-lo a quadros conceituais e estéticos que turvem um senso rgente de depuração de um outro homem.

Confesso que ultimamente não consigo pensar em poesia sem querer voltar ao princípio mais abissal que beira o silêncio. Não como renúncia, mas antes como perplexidade. Fui comentar e falei a sério. Mas é um sério de chinelos. Gostei mesmo.

Abraços a todos,

Danilo

 

 

 

 

 

Parabenizando o post e lamentando ter sido notificada com atrazo sobre o lançamento.

É com prazer que espero estar contribuindo com a divulgação. 

Tem mais, muito mais aqui:

http://mileumanotas.wordpress.com/

Ilustração:

David Riley

Autora do Texto:

ÉRICA ZíNGANO

Fy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14 Comments »

  1. Bom Dia a todos,

    Instigante o post.Interessantíssimo o material da revista, a idéia e a apresentação.Um entretenimento dos melhores.

    Francamente excelente este ’email’,eu gostaria de ler mais artigos publicados pelo autor.Será que ele tem alguma coisa publicada?Vale uma pesquisa.

    Se certa poesia foi (de qualidade, ressalte-se) individualista, rigorosa e severa em seus princípios, cheia de erudição e carregada do reuso da tradição, além de fortemente influenciada pela sintaxe inglesa, isso pra pensar somente numa forte tendência dos anos 90, que eu repetidas vezes segui e incensei, talvez tenha sido uma passagem, um último aceno a uma forma cada vez mais distante do real, da mínima linha divisória entre um tempo que rejeite a totalidade da comunicação absoluta. Como fazer poesia “globalizada” e “altamente acabada” se estou na Sé no meio da enchente? É, no mínimo, um paradoxo, se pensarmos que talvez a linguagem deva espelhar minimamente a sua volta.

    Abraço
    Vítor Simmonsen

    Comment by Vítor — 27/03/2010 @ 2:48 AM

  2. Fy

    Eu dei uma olhada em um artigo outro dia que tem uma conexão legal com este teu post.

    Dá uma olhada depois, voce vai gostar. Vou deixar um parágrafo e o link:

    Beckett é um Emerson que decidiu ficar mudo. Mas e se o projeto todo for um engano? E se não houver linguagem pura, livro do mundo? E se a revolução da linguagem tiver revelado apenas que não há uma linguagem perfeita? E se as palavras não forem um símbolo de um outro símbolo secreto, mas apenas um conjunto de signos que erguem pontes precárias entre os falantes, com o mundo rugindo lá embaixo da balaustrada, não como um rio sonhado, mas como uma garganta bem real, com a qual temos de lidar?

    http://www.heronmoura.com/blog/?p=162

    com o mundo rugindo lá embaixo da balaustrada,

    não como um rio sonhado,

    mas como uma garganta bem real,

    com a qual temos de lidar?

    Acredito que todo o conteúdo do post esteja se referindo a isto , a este rugido do mundo, por vezes magnífico, como diz o próprio autor do post que eu estou enviando e por outras vezes, aterrador, sinistro, repugnante como este que, infelizmente mas totalmente alertas, dispostamente alertas, acabamos, enojados de ouvir.

    Sem contar com a Psicose exacerbada, escancarada em palavras que celebram em si seu proprio autor, referindo-se à mestria de uma arte bizarra como DISSECAR. Primeira página de um texto manco, um buraco negro e artificial.

    Até mesmo a ironia fugiu envergonhada. Nada, neste contexto é mais original que mandar estes mal-acabados vermes à distraída que, distraídamente os pariu.

    “Coisas sérias quando ditas de maneira irônica ficam muito fortes.”

    Coisas sérias são coisas sérias. Neste referido local, o que reina é o escracho e a sua patética auto divinização.

    Patético e comum.

    Os CÃES LADRAM…. e LADRAM…..

    A Caravana … simplesmente … passa.

    I’M YOUR MAFIA FAMILY.

    Disponha,

    Bj, Abço aê pra todo mundo,

    Muito bom o texto.

    This baby is our baby. Of us here.

    Legal.

    André

    Comment by André — 27/03/2010 @ 4:05 AM

  3. Sem contar com a Psicose exacerbada, escancarada em palavras que celebram em si seu proprio autor, referindo-se à mestria de uma arte bizarra como DISSECAR. Primeira página de um texto manco, um buraco negro e artificial.

    Até mesmo a ironia fugiu envergonhada. Nada, neste contexto é mais original que mandar estes mal-acabados vermes à distraída que, distraídamente os pariu.

    “Coisas sérias quando ditas de maneira irônica ficam muito fortes.”

    Coisas sérias são coisas sérias. Neste referido local, o que reina é o escracho e a sua patética auto divinização.

    Patético e comum.

    ——————————

    Visivelmente doente, amigo.

    mas…. também…. é tão comum.banal.usado…

    do Padrella:

    Não se pode roubar a luz do pirilampo
    que cada vagalume tem a sua
    Que iria um rato fazer com o brilho de outrem
    se não iluminar o próprio rabo?

    Assim como vitórias são de vencedores
    não se pode beber da glória alheia
    Se não és capaz de brilhar entre os que ascendem
    contenta-te com teu triste destino.

    Pois o segredo da vida se resume
    em tirar alegria do que é simples
    Infeliz de quem, por pura inveja,
    sendo rato, sofre em não brilhar qual pirilampo.

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 27/03/2010 @ 6:28 AM

    • Que iria um rato fazer com o brilho de outrem
      se não iluminar o próprio rabo?

      Oh Tocayo: tomara que pegue fogo! like a spark …. a little thunder …

      Rain, rain, rain
      Rain, rain, rain
      Dribble, dribble, sploosh!
      Dribble, dribble, sploosh!
      Grab your boots, your coat, and hat,
      Jump in a puddle and go kersplat!
      Stomp about and become a DROWNED RAT,
      Rain, rain, rain
      Rain, rain, rain.

      Comment by Fy — 27/03/2010 @ 11:37 AM

  4. Aê, Andreh ,TocaYo…

    >Até mesmo a ironia fugiu envergonhada. Nada, neste contexto é mais original que mandar estes mal-acabados vermes à distraída que, distraídamente os pariu.

    LOL!

    >Infeliz de quem, por pura inveja,
    sendo rato, sofre em não brilhar qual pirilampo.

    Queijo e ratoeira…
    eh coisa singela, natural e nao dificultosa…

    Ha! E vcs nao viram nem metade…

    Comment by Mob — 27/03/2010 @ 6:53 AM

    • Ha! E vcs nao viram nem metade… > Mob

      Sabe Mob, por menos que valha a pena, esta metade e mais um pouquinho vai ser mostrada. É Psicótico isto, é uma versão by blog,

      bem cafona, de ATRAÇÃO FATAL.

      Esta senhora mal resolvida que diz “pretensiosamente” não “ser” minha sombra…. não possui senso crítico suficiente pra se

      conectar com a realidade e perceber – que nem mesmo se eu inflasse com todos os baixos e invejosos impropérios que ela,

      ridiculamente vomitou naqueles cemitéricos discursos [ adorei este cemitéricos, Gus] – nem mesmo assim, minha sombra atingiria o

      volume que alguns 20 ou mais esquizofrenicos anos adicionaram à dela.

      O mais triste, e que causa mesmo dó – é justamente o contrário: é assistir ela se espremer – se espremer – babar o fel que a

      sustenta, coitada – e tentar “caber” na minha. !!! aiaiai – nesta parte é que: > Até mesmo a ironia fugiu envergonhada.

      O mais sem-vergonha de tudo; é usar o blog pra isto. O blog que não é só dela. Mas que ela resolveu mesmo, dirigir como bom

      General da SS – demodée e cafona como toda dona da Verdade.

      Difícel…. difícel…. é ler…. “poemas”…. by :

      Olha….! vou fazer um post agora!

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 27/03/2010 @ 12:26 PM

      • >Difícel…. difícel…. é ler…. “poemas”…. by :

        LOL!

        Comment by Mob — 27/03/2010 @ 4:06 PM

  5. A grande ironia, é que eu conheço boa parte dos autores da revista da faculdade…

    Comment by Anarcoplayba — 27/03/2010 @ 7:52 AM

  6. 3
    be my mafia family!
    ANA GUADAL UPE
    FRITAS
    do outro lado
    da mesa
    v. abandona
    suas batatas
    eu suspiro distante

    de onde
    foi
    que
    v. tirou
    tanta felicidade

    (?????)

    dos passeios com seus pais
    aos domingos do material
    escolar novinho das meninas
    que sorriam no baile?

    NOTA
    Era um janeiro desses cheios de expectativas. tinha ido a uma lanchonete
    com um rapaz que iria embora da cidade em poucos dias. ele comeu o
    sanduíche em três mordidas grandes, mas deixou as batatas intactas, num
    ato de desprendimento admirável. foi aí que me ocorreu: às vezes a gente é a
    embalagem de batatas.

    Potizgrila: esta é das melhore.

    Anarco, teu blog é mto bom!

    Imagina como deve ter sido legal este Karaoke.

    ANARCO VOCE CRUZOU COMENTÁRIO //////// – NÃO É DO BLOG E NEM DA REVISTA QUE OS COMENTÁRIOS TÃO FALANDO NÃAAAO

    É DE “OUTRO” LUGAR – QUE ANDOU FAZENDO UMA BAIXARIA POBRINHA POBRINHA.

    SE VOCE CONHECE ESTE POVO DA REVISTA PODE ENVIAR MEUS PARABÉNS.

    Eu por mim, já os deixo pra Érika Zíngano. Lindo blog. Virei fã.

    Beijo
    Ju

    Comment by Juliana — 27/03/2010 @ 8:12 AM

    • Eu os conheço de vista… digamos que durante a faculdade nossos grupos eram um tanto quanto adversários.

      Anyway, em que pese as divergências ideológicas, fico feliz de ver meus adversários fazendo o melhor deles. Como dito em O Conde de Montecristo: Do yout worst, cos I’ll do mine.

      E thanks pelo elogio!😉

      Comment by Anarcoplayba — 27/03/2010 @ 8:17 AM

    • Ju

      Thank’s pela força.

      Taí : todo mundo ficou sensibilizado pelos ataques quase que ataques daquele povo, e tá misturando canal. O Blog a que o André se referiu não tem nada a ver com o Blog citado no post: que é mesmo genial.

      É claro que eu fiz uma analogia: irresistível, não é ? – Do your worst, cos I’ll do mine!

      Nossa Anarco esta observação foi uma injeção de ânimo, sabia?

      Bjs

      Comment by Fy — 27/03/2010 @ 11:27 AM

  7. ô louco:

    Potizgrila: esta é das melhore.
    num dá:

    tem um S lá …./// depois do e //// acho ….

    Comment by Juliana — 27/03/2010 @ 8:14 AM

  8. Do yout worst, cos I’ll do mine.

    É. Tem hora que virar pacifista babaca não funciona , ahahahahahah

    o teu :Admirável Mundo Novo:tá genial.
    virei fã tb.

    Bj

    Comment by Juliana — 27/03/2010 @ 8:22 AM

  9. Gente, tô viajando forte, n sei nem de q baixaria vcs tão falando. Soh comentei pq os nomes me chamaram a atenção.

    De resto, mocinha, “do your worst, cos I’ll mine”. É difícil ver o conflito sem dividir o mundo em heróis e vilões, e se n nos sentimos heróis, devemos ser os vilões, correto?

    Acredito q esse maniqueísmo deva ter caído d moda. Mas se n caiu, seja uma vilã competente q a platéia agradece!

    Comment by anarcoplayba — 27/03/2010 @ 12:15 PM


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

Blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: