windmills by fy

05/04/2010

Como sonhar …. em Mi bemol – Caio Garrido

Filed under: Uncategorized — Fy @ 9:03 AM

 

 

 

Bom chegar.

Domingo, finzinho  de tarde, e enquanto eu mergulho no Blog da Thaís : http://nasalaaolado.blogspot.com/ , que chegou aqui no Wind e deixou tanta coisa linda , 

e depois que eu ouvi tudo – tudo o que o  ” Crosby Stills Nash & Young”  gravaram na vida –  – só pra roubar “direitinho”  este poema lá do Caio Garrido ,

e espero ter acertado ….  – vê lá Caio –                            – taí um jeito bom de terminar o feriado:

 

–  Como sonhar   em          Mi   bemol

Caio Garrido

 

 

 

 Não precisarás                       

nem de iluminação, nem de farol,

Bem                               

te                                 

                            vi.                              

.                                

Já estava                     

Lá.                    

 

 

 

Prepare duas chícaras.

( Uma pra si , outra para o outro si que há em ti )

Chá de ervas herbáceas

Uma leitura de : os vassalos só choram à meia-noite .

Aqueça a voz .

Aquela Voz …

Permanente , Onipresente , Pungente .

Veja o Pleonasmo de si na voz passiva …

Trata-se de pegar aquele Fundo Falso ,

o calabouço que guarda a erupção de um vulcão hibernado e quente ,

guardado à sete – chaves – perdidas no canto do couração – mente ,

E traduzir esses versos estéreis , tornando-os etéreos , em estéreo …

O verbo que solfeja em quartos diminutos ,

Falsifica .

Para Sonhar ,

sem arritmias , com harmonias , exaltando o que há de Si , o que há de M i

Não precisarás

nem de iluminação , nem de farol ,

Bem – te – vi .

Já estava .

Latente ,

.

                  o Bemol.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 [ –  qualquer uma do Crosby , Stills , Nash and Young ….  > Caio > ]

 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 Poema:

Caio Garrido

http://psiqueativa.blogspot.com/

by Fy

 

30 Comments »

  1. Fy…
    Uma linda maneira de terminar o feriado…com um sorriso que abriu tão solto em meu rosto e desceu até o fundo da minha alma ao entrar aqui…
    Senti uma paz de repente…ouvindo a música enquanto lia este lindo texto do Caio Garrido.
    Quando vi meu nome ali, confesso que um arrepio tomou conta de mim…foi como olhar em um espelho e perceber finalmente que estamos ali e aqui, o tempo inteiro…
    Um reflexo só torna-se real quando olhamos para ele. Para onde ele vai quando não estamos olhando mais?
    Para onde será que vai meu nome e tudo que ele trás quando não “estou” nele? Este “mim” e esta batalha tão solitária que travo todos os dias? “Ser ou não ser?” Deixar de ser para finalmente vir a SER.
    Engraçado…não sei se estou há tanto tempo só que me senti tão feliz agora…feliz na essência do ser feliz, no agora…
    Sei que não estou mais sozinha. Respirei tão fundo que acho que algo destravou dentro de mim…

    Beijos🙂 (Obrigada…)

    Comment by Thaís — 05/04/2010 @ 10:04 AM

  2. Aloha, Thaís

    Tambem invadi a tua sala.
    Muito bom, depois vou com mais calma, tá chegando a fome…

    Parabéns, Caio, bateu,amigo.

    Nesta espiada rápida que eu dei lá na Thaís, me lembrei de um texto que eu lí uma vez, que me bateu fundo na época também.quando bate fundo é fundo mesmo.pega.bem blue.

    da Thais:

    Tanto azul…

    – bem blue;

    pedras caem do chão,

    enquanto pássaros músicos assobiam por entre árvores de papel azul.

    Ela vestia azul.
    Azul forte.
    Azul mar.

    ela era as árvores, os pássaros e a música.

    ela era um verdadeiro momento
    que agarrei

    porque por momentos, alguns momentos, pensei que fosse possível agarrar momentos.

    e ela foi azul,
    azul forte.

    e foi areia, que escorrega por entre as mãos que apertam soluços de menina e cloreto de sódio.

    se um dia eu conseguir levar um momento, na mochila vazia que trago nos ombros,
    renderei o passado ao futuro, e caminharei por entre a terra e as estrelas,
    desafiando a idade que afinal não tenho.

    no meu assobio, eu assobio o Tempo,
    enquanto metafísica que mais me arrepia,
    é …tão depressa, é tão …azul
    azul forte como o vestido e o mar que ela vestia,

    tempo que de repente: se torna o cruel carcereiro de tão omissas realidades.

    não consigo guardar nada, e tal como a areia da praia, o tempo também escorre.

    peneira-se a si mesmo, desfazendo todas as formas da areia, esta, que nunca no tempo, teve uma forma acabada.

    não, não há formas acabadas.

    é tudo mutação, cruel? talvez não.

    e enquanto homem, só sonho poder, num canto da minha imaginação, guardar:

    O azul forte que ela vestia, enquanto forma acabada da perfeição e do tempo.

    Azul.
    Muito Azul.

    do Pedrovski na levada do Cullum:outra boa do Caio.

    Vamos comer?

    Aloha
    TocaYo

    Comment by Tocayo — 05/04/2010 @ 12:23 PM

    • Aloha, Tocayo…
      Puxa, que honra. Espero que entre, invada e permaneça, se quiser, sempre…

      Que lindo…bem blue.

      “ela era um verdadeiro momento
      que agarrei

      porque por momentos, alguns momentos, pensei que fosse possível agarrar momentos.”

      Tenho guardado todos os momentos que já tentei agarrar…fiz um móbile de Tsurus com eles…
      Tenho uma necessidade de materializar os desejos que não posso realizar.
      Assim posso olhar para eles, sempre…

      Azul…sempre vou lembrar do azul de uma maneira diferente a partir de hoje.

      E junto-me aqui com Caio:

      “Trata-se de pegar aquele Fundo Falso ,

      o calabouço que guarda a erupção de um vulcão hibernado e quente ,

      guardado à sete – chaves – perdidas no canto do couração – mente ,

      E traduzir esses versos estéreis , tornando-os etéreos , em estéreo …”

      Guardar a erupção de um vulcão dentro de si, tão bem guardado…as vezes dói.

      Delícia de música também.

      Beijos😉

      Comment by Thaís — 07/04/2010 @ 11:03 AM

  3. Prepare duas chícaras.

    ( Uma pra si , outra para o outro si que há em ti )

    duda

    Comment by duda — 05/04/2010 @ 2:15 PM

  4. não consigo guardar nada, e tal como a areia da praia, o tempo também escorre.

    Tanto azul…

    – bem blue;

    porque por momentos, alguns momentos, pensei que fosse possível agarrar momentos.

    Para onde ele (s) vai (vão) quando não estamos olhando mais?

    duda

    Comment by duda — 05/04/2010 @ 2:21 PM

  5. Pra onde fogem as estrelas quando morrem??

    Tbem sou daqueles que tentam guardar os momentos, embrulhá-los em papel crepom, e fazê-los brilhar para todo o sempre, …. mas como todos nós q aqui sabemos, isso é impossivel…..rs

    A transitoriedade da vida nos permite dizer que um momento pode ser reconhecido pela sua DUração… a musica tem esse poder, de transmitir algo de uma Duração que fica , por um tempo tbem ….rs

    E se fossemos falar de momentos, falemos deste, tbem foi bom pra mim abrir a net neste final de domingao gordao e ver as palavras desdobradas aqui….
    é interessante como a palavra esscrita tem um poder imenso… a palavra falada vem com um imenso grau de ansiedades….. ela escamoteia parte da verdade…..Abrs a Fy, Tocayo, duda, Thaís

    Comment by Caio — 05/04/2010 @ 2:54 PM

    • Caio,

      As estrelas, para onde vão? Será que para perto de tudo que morre quando não vemos, com os olhos, mais? Ou para aquilo que chamamos de vazio e que nunca foi vazio?

      A palavra escrita realmente tem um poder imenso…e sonhando em mi bemol ainda…é possível ouvir o som suave e quente de cada uma delas…

      Bjos

      Comment by Thaís — 07/04/2010 @ 11:13 AM

  6. E traduzir esses versos estéreis , tornando-os etéreos , em estéreo …

    ´´eéééé” >,>,>, a poesia do Caio cantou.

    Pro ToCaYo:

    – falando sério, brother, eu adoro momentos. Mas não é com momentos que se cria uma relação. O lance tem que existir, num sempre que não arrebenta, que não se consome na intensidade no momento.

    Quando eu desenho uma casa,- gosto de desenhar casas – tento criar uma impressão de conforto, uma sensação de útero talvez, um aconchego, mas um aconchego constante, que não sufoque e não se desfaça com o passar do tempo.Que não perca a perspectiva do sempre.

    Não é fácil envolver esta impressão com paredes Livres. Mas aí, Cayto, é que mora o segredo de perpetuar momentos. Brother.

    Já no mar, big rider num fica só na batida, irmão, tranca a bicha no peito e joga um cut back gostoso.

    Se momento contasse história, eu tinha casado com a Lua, na última full, no meio do mar.

    Um BEIJO PRA DUDA.

    Aloha Thaís

    ~ Dennis (igual o “tio” Gus)

    Comment by Dennis — 06/04/2010 @ 3:01 AM

    • Aloha Dennis,

      E como a onda se forma, no mistério do infinito que não tem começo e nem fim…eu entro dentro dela e o infinito está em mim.
      E por um momento, eu e ela somos apenas um…não posso tentar guardá-lo nem levá-lo na minha mochila. Me despeço no agora que nunca vai se transformar no ontem…
      O tempo nunca existiu aqui…o azul tomou conta de mim.
      Bebo ele, entro nele, descanso em mim.

      Bjos😉

      Comment by Thaís — 07/04/2010 @ 11:28 AM

  7. Ah,BIG rider,FAZFAVOR de deixar UM BEIJO AÊ PRA MIM TAMBÉM.

    Sorte de quem voce amar,Dennis,ou da Lua que quase casa com voce.

    Forte este poema do Caio.Bem forte.

    Viajei no Azul do TocaYo.

    Azul.
    Muito Azul.

    E tô com a Duda e não abro:ela entendeu os poemas.

    Vamos comer sim.

    Bjs

    Comment by Juliana — 06/04/2010 @ 4:04 AM

  8. Esqueci:

    Ju

    Comment by Juliana — 06/04/2010 @ 4:05 AM

  9. Voce viaja no Azul do Tblue e quer o Beijo do Dennis?

    Vem responder.

    Tô com saudade.

    BEIJO PRA JULIANA

    ~Dennis

    Comment by Dennis — 06/04/2010 @ 4:19 AM

  10. Meu medo de ir é não conseguir voltar.Terra Mágica.

    BEIJO.

    (quando eu for,explico)

    Duda, E+u tava aqui pensando comigo,mas se eu fosse mandar esta poesia pra alguem eu usaria esta musica aqui:(adoro,e se é que eu te entendi)

    I had some dreams

    they were clouds… in my coffee
    Clouds in my coffee…

    nuvens…. e café…

    Vamos… tomar café?

    Prepare duas chícaras.

    ( Uma pra si , outra para o outro si que há em ti )

    Chá de ervas herbáceas

    Uma leitura de: os vassalos só choram à meia-noite .

    – Bom demais… Caio,bom demazz.

    Beijos
    Ju

    Comment by Juliana — 06/04/2010 @ 4:35 AM

  11. Juju,

    Adoro isto!

    Tocayo: You’re a voyager. And I Know it.

    and sometimes the choice is a bad dream, just it. Walk on by, man – nobody can understand the reasons of anyone:

    So blue.

    Bjs

    Fy

    Comment by Fy — 06/04/2010 @ 5:28 AM

  12. Denniiiiiiiiiiiiiiis,

    quequéisso?

    tem mais? colocaí!

    – não é do vídeo q eu to falando não, é de vc. – ahhhh se momento contasse historia … !

    ———————–

    – Não dê um salto gritando:

    ” Sim , é isso que eu quero ! Vamos em frente ! ”

    Apenas levante

    e

    em silêncio :

    Dance comigo .
    Oriah

    em todos os ritmos… todas as musicas…

    mas dou razão p/ Tocayo: um momento azul é um momento azul. E é bom este abraço.Num momento azul.- mto bom.

    Ninguem esquece.

    Bj

    Comment by Fy — 06/04/2010 @ 6:05 AM

  13. Aloha moçada,

    e parabéns para o Caio. Texto, poema que remexe mesmo.

    Parabéns para o Tocaio também. Lindo texto e lindo momento.

    Dennis, me surpreendendo. E Fy que lembrou a importância do abraço. Outro dia, se não me engano voce ou alguem escreveu que são precisos quase 50 por dia, pra que um ser humano cresça saudável.

    E eu fiquei imaginando quantas vezes por dia, agente precisa de um abraço. Não só de um abraço:abraço, mas de palavras que abracem. Gestos que abracem.

    Em quantas épocas desta vida, este calor faz falta. Ou fêz.

    Sem esquecer o quanto é importante aprender a se abraçar. Forte. Você se abraça? Abraça alguém?

    É… a tal da “dança” tem mesmo muitos ritmos. E sem balanço, ninguem vive.

    Este texto fez todo mundo cantar em várias escalas. Interessante como as notas saltaram nas pautas de cada coração.

    Esta música toda, ouvida assim, nesta tarde de chuva, me fez lembrar um texto bacana que eu lí outro dia. Fala da importância do abraço também. Do carinho, do gesto, dos braços que agente,às vezes… esquece de abrir:

    Paulo Mai: Estamos por aqui Michael!

    Ligo o rádio, a TV e ouço dizer que você foi excêntrico, um sujeito estranho e tantas outras coisas que no meio disso tudo, só consigo mesmo recordar de algumas paixões embaladas com sua música; de traduções que fiz em meu programa de rádio nos anos 80; de tentar imitá-lo com seu “moon walk” e do show que assisti no Morumbi, inesquecível.

    Lembro-me do bem que fez à música; do seu desejo de fazer uma black music que deixasse sempre uma mensagem, seja para transformar o mundo, como para expressar suas angústias ou felicidade.

    Não quero imagens de tribunais, não quero metamorfoses recordadas, não, não quero. Quero as imagens que mostrarei ao meu filho de 6 anos, que me perguntou hoje pela manhã “- quem era esse cantor pai?”

    Difícil falar em 5 minutos meu filho, mas você ainda ouvirá muito sobre ele. E não apenas do cantor, mas do compositor, do produtor, do criativo genial que mudou conceitos e transformou definitivamente o mundo do entretenimento.

    Certamente seus futuros ídolos da música, estarão cantando e compondo, inspirados em algum rastro musical deixado pelo Rei do Pop. E creia, serão muitas marcas, na dança, na música, no vídeo. Um legado maravilhoso de um gênio do século 20.

    Como eu, o mundo caiu nas suas mãos. Inevitável portanto, chorar aqui no canto.

    Não pelo declínio imposto por suas mutações e atitudes. Choramos pelo irmão que nos deixa; que gostaria de ser abraçado quando mais precisava; que gostaria de ter sido mais amado enquanto crescia em Gary. Uma infância que insistiu até o fim, em permanecer um sonho para ele. Estamos aqui sim Michael. Talvez se não insistisse na distância, e não tivesse nos deixado tanta saudade à espera de seu retorno, não precisasse tanto de remédios para suportar dores e depressão.

    O calor humano e a comoção pelo seu adeus, na verdade, é o que você sempre precisou em vida e não em partida.

    Seus questionamentos e desejos inseridos em várias composições estão sendo respondidos hoje pelo mundo afora. Em “Will You be There”, Michael Jackson implora por um amigo, por uma salvação e por cura. Pede a libertação de suas angústias e medo. O anjo finalmente o abraça aos 50 anos.

    E nós, estamos aqui sim Michael, e por favor, arrebenta tudo lá em cima, o palco já está preparado à sua espera.

    Paulo Mai

    quem gosta de jazz conhece este cara:Empresário, produtor e apresentador do JazzMasters da Eldorado FM.

    (Foi muito blue?)

    Abraço

    Renato

    Comment by Renato — 06/04/2010 @ 7:07 AM

  14. Boa tarde Windmills,

    Na verdade lí este poema ontem.Hoje,com surpresa estou vendo que os comentários cresceram e enriqueceram mais ainda o poema.Nenhuma frase poderia ser melhor:Este texto fez todo mundo cantar em várias escalas. Interessante como as notas saltaram nas pautas de cada coração.

    Este,guardei pra mim.
    Junto com uma certa nostalgia,ao lado de momentos que deixei passar.

    Pra onde fogem as estrelas quando morrem??
    Morrem.Quando não abraçadas.Tenham certeza.Abrace com fé:Já no mar, big rider num fica só na batida, irmão,tranca a bicha no peito e joga um cut back gostoso.Sábio,e seja lá o que for agora,em minha época se falava de outra forma,não deixem amigos,a onda passar.Assim como as estrelas,as ondas morrem na praia.

    Excelente.

    Abraços

    Vítor Simmonsen

    Comment by Vítor — 06/04/2010 @ 8:03 AM

  15. Ninguem esquece.

    eu sei.

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 06/04/2010 @ 11:12 AM

  16. Mais tarde do que crepúsculo em verão, estou eu.

    Para mim, aceito umas dez xícaras, todas de camomila. Umas nove partes de mim falam demais, saca?

    O poema, fico até com inveja por não ter escrito. Brincadeira. Hahahaha

    Quanto ao azul, me lembro de um texto de um conhecido… Ele morreu sem ver o mar.

    Para tempos de tristeza palpavelmente efêmera, o mínimo que espero que é todos estejam empanturrados de chocolate. Como manda a tradição.

    Comment by Thomas — 06/04/2010 @ 11:37 AM

  17. Aloha Dennis ~

    De mar, to véio, irmão.

    Rasgando em tudo que é onda que tu pode trancar no peito.

    Mas vamo lá, to falando de maral, brother, da onda que “TE” tranca.

    no peito.

    Daquela que quando tu “vai” rasgar, rebenta morrando , carrega teu leash , já rasgou teu rumo, zipada de vento.

    Não é aquela que tu vai buscar.

    Não é aquela que tu dropa na rasgada, engana no 180, – e ela ainda te entuba.

    To falando daquela que te espera…, irmão

    E que te encontra.

    ou swellando noroeste/Pipeline na direita 3/18 ou por aí, na reta da costeira.

    Nesta hora,ou tu é bom na cavada , vai lá… bem fundo, se enrola azulando nela inteira e volta, ou tu sai braçando e engolindo a areia da beirada.

    Jaws sem cutback , Diamond Head cantando e mordendo solta – hahahah – quando tu dá o back, panelou, irmão, não tem mais espuma.

    Vai lá: (CORTEZmente: peita esta … – tranca esta… no peito-cutback sem anjo da guarda towinando na garantia)

    é azul do forte.

    As outras, marujo…

    eu sei que tu tira de letra.

    Abraço

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 07/04/2010 @ 1:03 AM

  18. Twave

    Humilhou.

    Marcado:junho:OAHU swellando sul.

    Kiss you there,

    Dennis … bluuuuue

    Comment by Dennis — 07/04/2010 @ 1:36 AM

  19. Dennis bluuuuuuuuuuuuue,

    Hahahah – Pra te humilhar ainda tenho estrada, irmão.melhor dizendo,mar….

    Mas Oahu é pra se pensar,ainda mais com esta chuva.

    Dei uma volta lá no blog do Thomas, e o ultimo post tá sensacional.

    Umas nove partes de mim falam demais, saca? que continuem e que não falte a décima. Muito bom.

    Olha Thomas,não deve haver algo mais triste que morrer,sem ver o mar.

    Só consegue ser mais triste, morrer sem saber disso.

    Abraço aê

    Tocayo

    Comment by TocaYo — 07/04/2010 @ 4:45 AM

  20. Tocayo e Dennis,

    Vou filmar.Oahu sul, junho.

    Eu vou escrever primeiro pra Thais, que ficou lá em cima e escreveu assim:Engraçado…não sei se estou há tanto tempo só que me senti tão feliz agora…
    e que este agora dure sempre. Não tá sózinha, não.

    Agora vou falar uma coisa, tô com o Cayto nessa:
    To falando daquela que te espera…, irmão

    E que te encontra.

    E encontra mesmo. E quando agente vai, bandidão de mar, peitar na raça, que nem bobo,a desgrameira tá feita.

    Encontra sim, e é única. Aquilo lá: agente pensa que dropou em todas, e ela… é todas numa só.

    E ela vem que vem:azul alucinante.

    A minha, me ensina a surfar até hoje.Eu vou aprendendo.

    Pra quem não sabe Cavada é uma manobra em que o cara mergulha pra depois sair no pico da onda, com a menina sorrindo no peito.

    E com o Dennis aqui:

    tento criar uma impressão de conforto, uma sensação de útero talvez, um aconchego, mas um aconchego constante, que não sufoque e não se desfaça com o passar do tempo.Que não perca a perspectiva do sempre.

    Acho que é isso aí.

    Lindo poema,Caio.

    Latente ,

    .

    o Bemol.

    Abraço
    Gabriel

    Comment by Gabriel — 07/04/2010 @ 7:09 AM

    • Gabriel,

      É muito bom saber que não estou sozinha, e senti isso muito forte aqui.
      É realmente incrível entrar no universo de cada um…saio sempre renovada.

      Azul profundo de Tocayo; azul, blue e areia com Duda (para onde os momentos vão quando não estamos olhando mais?), o Bemol latente de Caio, surfando com o Dennis, nuvens e café com Juliana (e com essa música que amei da Carly Simon ), sentindo Walk on by com Fy, lembrando dos abraços que não dou em mim, com o Renato e sentindo falta de Michael; tentando não deixar a onda passar, com o Vitor; pensando em como deve ser morrer sem ver o mar, com Thomas…

      É uma dança…hoje estava conversando com um amigo e lembrando de quando era bailarina…
      Eu dançava por prazer, nada era impossível para mim quando estava com meu collant…me entregava ao clássico e morria sempre na última nota.

      Beijos

      Comment by Thaís — 07/04/2010 @ 12:29 PM

    • Gab,

      Vc filma e eu não esqueço da trilha sonora… pode deixar:

      bjs

      Fy

      Comment by Fy — 08/04/2010 @ 4:40 AM

  21. Thomas, to caminhando para as dez chicaras tbem …harara….
    Abrs

    Comment by Caio — 07/04/2010 @ 11:39 AM

  22. Thaís:

    É uma dança…
    É realmente incrível entrar no universo de cada um…saio sempre renovada.
    > Thaís: – isto só acontece em um coração bailarino.

    …e … – as notas saltaram nas pautas de cada coração.> Vítor

    e a música ficou bonita. Diferente – viva – cheia de cadências e instrumentos diferentes. Nuvens e café.Michael e distância, Junhos e Oahu. Espumas e azul.

    … eu até lembrei do poeta:

    pra viver um grande amor: >>> é preciso peito. Peito de remador. … de remador…:

    cada um pode ter a arte que quer. E é tão simples perceber que às vezes o nosso costume nos cega, paralisa nossos sentidos. Somos tão bombardeados por uma linguagem única, por uma narrativa única, que nossa capacidade cognitiva se congela … e deixa de rir à toa…. ama … certinho … e em bco e preto.

    e, como diz a Thaís, universos existem, e que muito bom serem diferentes. muito bom.

    Parabéns, Caio, teu poema é lindo.

    E como diz o Dennis: cantou.

    Bjs

    Fy

    Comment by Fy — 08/04/2010 @ 4:34 AM

  23. Fy, essa musica com o Vinicius caiu como uma luva,,,,
    “pra viver um grande amor: >>> é preciso peito. Peito de remador. … de remador…:”
    “Eu nao ando só, só ando em boa companhia”!

    Comment by Caio — 08/04/2010 @ 9:31 AM

  24. um beijo para o DENNIS.

    duda

    Comment by duda — 08/04/2010 @ 11:51 PM

  25. Duda que coisa boa > ”” 2 FORYOU.

    Mas que ficou bUnIto esta poesia surfista ficou.

    Hoje de manhã eu tava lendo, tiro meu chapéu TmEsTre.

    Posso te entender muito bem. Porque conheço, “conhecemo” né? Este idioma de meio de mar, que é o mesmo das oficinas e dos boxes de F1; ou do vocabulário de qualquer outro esporte.

    Seja na neve, na gasolina, no ar, cada um com a sua poesia e o seu balanço. Stop and go nos grids de perna curta,pit stop congestionado, guard-rails e drive through na cabeça. Enfim, somos hoales nestas praias, como em qualquer outra que não conhecemos.

    Eu lembro quando fui saltar de asa delta quase entrei num cross country e entubei numa térmica que é uma zona de ar quente, porque eu não tava entendendo nada que o instrutor tava falando.Imagino a minha cara de Oh Yeah perdidão otário no meio do ar. Foda é rir depois.

    Mas, com um campeonato “rebentando” na chuva e eu rebentando em cima de 10 plantas…arquiteturando aqui,na minha praia,com esta “outra prancha” surfando o pão de cada dia, minha outra “Diamond” num 1/100,com um café na mão,cheio das clouds da Ju, lendo que a Thaís também é bailarina.
    Enquanto eu curto o beijo da Duda, vou mandar um lance legal que fala do surf e da música

    Sempre achei que surf e música tinham uma relação muito próxima. Não é à toa nem por acaso, que vários surfistas arranham um sonzinho na viola e alguns têm bandas. Para exemplificar, temos nada menos que Tom Currem, que já se apresentou no Brasil com a sua banda, Kelly Slater, que costuma levar um som com o vocalista do Pearl Jam, Edie Wedder, além de Rob Machado e Cia. No Brasil, Danilo Grillo ensaia um Eagle Eye Cherry inspirado em uma seqüência de Surf Adventures. Outro famoso por fazer um som é Binho Nunes.

    Mas o que leva surfistas a terem uma relação tão íntima com a música? Bom, para começo de conversa, surfar exige ritmo, harmonia, sensibilidade, quesitos primordiais em um bom músico. O resto vem com o dia-a-dia, há coisa melhor do que se inspirar para uma sessão escutando aquele som?! E Voltar pra casa exausto após ter feito um surf irado, ouvindo uma música relaxante…

    A afinidade surf x música começa nos anos 50 com Dick Dale o “rei da guitarra do surf”, passa pelos “Beach Boys” nos 60, segue para a rebeldia e lisergia de Joplin, Hendryx, até chegar a “Australian Music” com Midnight Oil, Yothu yindi, Gang Gajang, entre outros que estavam presentes na maioria dos toca-fitas dos surfistas nos anos 80. Na década de 90, com a chegada de filmes como “Black White”, Billabong Pump, estrelado por um renascido Occy e pela então revelação Yankee, Kelly Slater, as bandas de punk rock californiano começaram a despontar para os surfistas. Bad Religion, NOFX, Black Fags, Penny Wise, ditavam o ritmo das manobras inovadoras do atual hexa e do power surf do lendário Occy. Essa cronologia descrita acima serve apenas para ilustrar um pouco do que aconteceu no mundo do surf correlacionado com a música.

    Talvez tenham existido outros estilos musicais, como o reggae, por exemplo ,entretanto, apenas procurei contar um pouco da História dessa relação tão próxima que vem criando nuances a cada dia.
    Talvez seja clichê demais, porém, o movimento das ondas, as manobras, o som do mar…nos fazem perceber a poesia, a harmonia, que o surf e na música tem em comum. Ondas sonoras, ondas do mar, seguem fazendo a nossa cabeça. Antes e depois do surf.

    Num é pouco não.É tudo do Mar.

    Dennis

    Comment by Dennis — 09/04/2010 @ 1:19 AM


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