windmills by fy

11/04/2010

ou luas. por TocaYo

Filed under: Uncategorized — Fy @ 9:04 AM

 

 

 

final de semana:     – com poesia e um comentário  que o  TocaYo  fez a algum tempo e que,  infelizmente , 

se faz  relevante novamente ; em vista de tanta tristeza na nossa Cidade Maravilhosa. 

 

 

– ” E depois deste final de semana bastante cruel aqui pra nosso canto do mundo, um texto leve e…

 

 

 

 

They say rarefied air is for mountains only

 

 

 

 

ou luas.

 

 

mas aqui ,

 in this brilliant north

 

 

 

we breath  – 

 

 

 

o verde do ar

 

doído .

 

como quando as raízes se ramificam

embaixo das plantas

 

e lenta.mente

emergem

 

in our mermaid sea

 

 

 

eu vejo.

voce dançar

 

 

 

e tudo se reparte

em particulares .movimentos de luz.

 

 

e a escala se inclina

 

em pontuação profunda

 

na cadência rouca do seu

sorriso.

 

 

 

 

e voce

 

 

respira em mim.

            .

            . 

this  million (and millions)  of   seaflowers in your hair.

 

 

         e

       o ar

    celebra

 

cada espaço

 

 

que     voce      dança.

 

 

 

 

 

 

 She rolls spheres in the spaces

 

 

 

 

– Eu já deveria saber que uma vez bailarina , bailarina para sempre … 

Thaís  

                                                                                                                                                                                                                                                                                             

– você …me disse que não havia aprendido a separar a alma do corpo –

 

TocaYo

 

32 Comments »

  1. e a escala se inclina

    em pontuação profunda

    na cadência rouca do seu

    sorriso.

    amei a musica.
    duda

    Comment by duda — 11/04/2010 @ 12:28 PM

    • Voce falou, Duda?

      um BEIJO PRA DUDA.

      tambem gosto da música.

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:19 PM

  2. Canta /// TocaYo /// !

    bunito mesmo!
    Até escutei as ondas batendo.

    Beijos

    Ju

    Comment by Juliana — 11/04/2010 @ 5:22 PM

    • Que bom Ju. Tá na hora de voce vir pra ficar um pouco.

      Abraço aê pro pessoal.

      Vê se vem logo.

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:05 PM

      • Tocayo

        Que bom Ju. Tá na hora de voce vir pra ficar um pouco.
        Vou sim,só to demorando porque preciso ficar um muito…

        Falando em muito,estas enchentes no Rio foram horríveis,quanta coisa errada!Quanta gente desesperada.E o presidente engorda. Cada vez mais.

        Sabe o que eu queria?A continuação do seu comentário, TocaYo.Tem aí Fy? foi aqui ou lá no jornal do inferno?

        No almoço escrevo mais,Terra Mágica.Crazy Monday!

        Beijinhos

        Ju

        Comment by Juliana — 13/04/2010 @ 2:37 AM

    • Aloha Ju,

      Encontrei o comment, ahahahah, foi aqui – bem aqui. Foi naquela época que a chuva castigou por aqui, destruiu S.Luiz do Paraitinga > totalmente > a cidade veio abaixo literalmente. É que não é uma cidade grande: e estas notícias não fazem bem pra campanha de gente safada.

      O commentário foi no post : o Olhar do Outro. > sobre “outramento.”

      Vamos lá:

      Muito bom, Fy.

      E depois deste final de semana meio cruel aqui pra nosso canto do mundo, um texto leve e tão revelador faz bem.

      Me fez pensar.

      Vai que é um pensar resfriado, mas com todo mundo, no mínimo resfriado, vamos nos entender.

      Existe um other side, importante, também existente neste tema, e que é o “NOSSO ” olhar.

      Este mesmo aí, que como texto explicou tão bem, identifica, desidentifica, significa ou resignifica.

      O “nosso olhar” talvez seja uma das razões mais poderosas, além de identificar o mundo através da sua singularidade.

      O olhar acaricia as coisas, se detém sobre elas, perambula, ondeia, exclui, liberta, escorrega entre seus espaços, e delas, (pensa comigo) se apropria.

      É neste “nosso olhar” o lugar onde elas permanecem vivas, livres.

      O “nosso olhar” reclama para si os direitos de autor e, caraca, OS TEM.

      Justamente por possuir estes direitos que constituem juntos o direito máximo que é significar, o “meu olhar” estabelece o ritmo do meu existir. E do existir do mundo.

      E é o convite único pra sair de mim, ir em busca do você, do que há ou não há, do que ele pode ou não, através de seu alcance, refletir e vivificar, aqui, no continente da minha individualidade.

      Todos estes significados que “o olhar do outro” define em qualquer arte, transferem, neste texto um poder inigualável pra o “nosso olhar”.

      E é só no sentido que este “meu olhar” confere ao mundo que posso me reconhecer.

      Do desespero ao abraço de fogo, sister, do anjo ao demônio, de dionísios à torquemadas, cada um escorrega nesta vida a onda do próprio olhar.

      um olhar e uma lembrança legal:

      TocaYo

      [ coloquei até a musica: completo]

      Muito legal mesmo, o comentário.

      Bj

      Fy : Crazy Monday!

      Comment by Fy — 13/04/2010 @ 4:20 AM

      • Tocayo,

        Já li uma porção de vezes. É muito bom este comentário. E eu trabalho com isto,com o olhar : o olhar do outro,a forma como ele vê ou pode ver o mundo e as infinitas avaliações que daí advém,como diz o post// excelente por sinal//.
        Eu tenho uma matéria aqui, acho que vou passar pra Fy por email,porque é muito interessante,acho que dá pra fazer um post.É meio longa pra colocar aqui.
        Mas quando voce diz (e diz claro,correto e lindo)que “O olhar acaricia as coisas, se detém sobre elas, perambula, ondeia, exclui, liberta, escorrega entre seus espaços, e delas, (pensa comigo) se apropria.” // “É neste “nosso olhar” o lugar onde elas permanecem vivas, livres.” /// é uma verdade sem alternativas,mas é o que, emocionalmente mais machuca e engana, você não acha? Não acha que quando capturamos esta imagem,nós retocamos e trabalhamos o layout pra torná-lo tão e também subjetivamente funcional que acabamos por alterar o design original?ou nos decepcionamos e brigamos com isto durante todo o processo?
        Parece que a linguagem ficou técnica demais, mas me diz se não é por aí. Eu já cansei de me machucar com isto.

        Bj

        Ju

        Comment by Juliana — 13/04/2010 @ 11:13 AM

  3. um momento descrito com poesia, poesia que vem do fundo da emoção. Eu pude enxergar o momento e praticamente tocar alguma sensação perdida.

    A musica acompanha e a alma desliza neste momento.

    Só posso agradecer.

    (me surpreendo sempre que passo por aqui e obrigado pelas horas preenchidas com tanta coisa boa,valeu por uma noite de sábado, que até então estava vazia)

    Zélia

    Comment by Zelia — 12/04/2010 @ 3:25 AM

    • a alma desliza.

      valeu, Zélia.

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:21 PM

    • Seu comment também é cheio de poesia, Zélia, e tenho certeza que este vazio de sábado à noite é um vazio cheinho de coisas bonitas.

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2010 @ 4:28 AM

  4. Aê, Tocayo.
    Muito bom pegar estrada com este som, voltar pra city e pra selvageria do asfalto de todo dia, que vá lá que também tem seu tanto de poesia.
    Um obrigado cheio de coração pela acolhida, de novo chapada de muita coisa boa neste entre ondas que agente vive. E no between estamos aê, sempre de braços abertos.
    Fy, teu espaço é lindo, muita coisa e muita gente boa. Bom lugar pra agente se cruzar em tempos de terral.
    Coisa linda, véio, momento teu, barulhão de mar. Coisa de areia.
    E agente se cruza aê neste marzão de sereias,com menos chuva se o horizonte conseguir segurar mais este grito de alerta .

    Dennis,Fy,Gabriel,Karina,Edu,Claudinha,João,Carolina,Andréa, e todo mundo mesmo, obrigado aê, esperando todo mundo aqui.

    Segura… coração e tébreve gente boa
    LPaulo

    Comment by Luiz Paulo — 12/04/2010 @ 4:33 AM

    • Hehe, Lalo, valeu.
      Té a próxima.

      Abraço
      Tocayo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:07 PM

      • Beijo grande Lalo: e vamos repetir sim, pra ninguem sentir saudades.

        Pode deixar: vamos todos praí!!!!!!

        Fy

        Comment by Fy — 13/04/2010 @ 4:31 AM

  5. Quando a alma dança, com certeza encontra-se o ritmo.
    “deep moments on the roof”, eh eh eu diria, Tocayo.

    Bonita musica, estranha. Funda.Ainda “azul”, …daqui, olhando pro mar.

    Que voce continue se aprimorando nesta arte tão extrema de capturar momentos e transformá-los em melodias. Fiquei meio hipnotizado pelo momento e pela canção.

    Eu estou até em falta com O Caio Garrido e com o Thomás Freski, se bem que com todo mundo, mas foi pura falta de tempo, ainda que seja a pior das desculpas, mas, deixo meu elogio e, claro como disse Zélia, acima, agradecimentos. Gente boa mesmo, da melhor, como também se lê acima.

    O Caio e a Psiqué já eram meus conhecidos, mas foi uma excelente viagem o Mausenso, A sala ao lado e o Anarco que está com um post ótimo.

    Cayto, vou deixar as palavras de um outro mestre,tudo isto me fez dar uma olhada por estes lados também:

    “Eu pude enxergar o momento e praticamente tocar alguma sensação perdida.” Zélia

    – And found On the dove-grey edge of the sea
    A pearl-pale, high-born lady, who rode
    On a horse with bridle of findrinny;
    And like a sunset were her lips,
    A stormy sunset on doomed ships;
    A citron colour gloomed in her hair,

    But down to her feet white vesture flowed,
    And with the glimmering crimson glowed
    Of many a figured embroidery;
    And it was bound with a pearl-pale shell
    That wavered like the summer streams,
    As her soft bosom rose and fell.

    Yeats – The Wanderings of Oisin: Book I

    – algumas linhas deste que também é rei.

    Abraço a todos,

    Renato

    Comment by Renato — 12/04/2010 @ 5:36 AM

    • Fala Renatão.

      “deep moments on the roof”,

      ôoops,na próxima eu tento “tentar” os delírios célticos de Yeats.

      Legal te levar pra um momento assim. Mas não é a música que hipnotiza… vai ver que é o mar.

      Abraço aê

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:13 PM

      • TocaYo,

        É a musica sim!

        E você, que escreveu tão lindo. As imagens, tudo até a chuva.

        Sereno.

        E quem não busca heróis: encontra este poema – um poema de boas-vindas pra tua casa.

        Um sorriso calmo – a cumplicidade dos silêncios espaçosos entre cada palavra “nas entre – ondas” como disse o Lalo – onde cabem mundos e luz a perder de vista e a transbordar na imaginação.

        Cheiro de sal, Cayto, cheiro de mar.

        E de lá – ou do aqui do arco-íris, diretamente para a tua janela, voa uma Águia real: “porque tu a invocaste”.

        Palavras – Abrigo – …sempre:

        Bj

        Fy

        Comment by Fy — 13/04/2010 @ 4:48 AM

      • aê, Renato,um pouco mais do que nunca é sobra:

        – algumas linhas deste que também é rei.

        went sinking away in the hollow light,
        For, as drift from a sailor slow drowning the gleams of the world and the sun,
        Ceased on our hands and faces, on hazel and oak leaf, the light,
        And the stars were blotted above us, and the whole of the world was one;

        …se afundaram na luz profunda,
        como se o mundo se afastasse de um marinheiro que aos poucos naufragasse e o sol
        se detivesse sobre nossas mãos e faces, sobre as folhas da nogueira e do carvalho, a luz,
        e as estrelas parassem acima de nós, e todo o mundo se tornasse só um;

        ***que momento.

        TocaYo

        Comment by TocaYo — 14/04/2010 @ 4:27 AM

  6. A canção hipnotiza mesmo. E quem dera pudesse capturar momentos.Guardar. Usar alguns bons momentos quando bate a melancolia.
    A vida é quase um tetris. A gente tem um grande trabalho para construir as coisas, pensa que tudo está sob controle, mas de repente por um deslize impensado seu as coisas mudam. Aquela peça em segundos transforma em ruínas aquilo que foi construído. As peças começam a se desmoronar, e você fica desesperado em tentar socorrer todas elas. Por que não pensei antes de colocá-la? Não sei. Só sei que agora está feito. E o pior de tudo é que foi culpa sua. Você colocou a peça errada e seu castelo desmoronou. Por isso, um conselho: Pense bem antes de colocar a peça.
    Tudo aqui é bom e bonito.

    Abraços e obrigado pela força nos outros comentários

    Wilson

    Comment by Wilson — 12/04/2010 @ 8:14 AM

    • Wilson,

      Você colocou a peça errada e seu castelo desmoronou.

      Se desmoronou: não se culpe, não.

      Ninguem disse que o certo é acertar sempre.

      Junte o que aprendeu, tudo aquilo que foi bom, atire a sucata no lixo e mãos à obra, Wilson: a Vida dá a liga necessária pro seu castelo novo.

      E agente táqui pra dar a força que vc precisar : ó: tá cheio de engenheiro, arquiteto, poeta, cantor, e de sorrisos dos que curam alma.

      we are sailing… together, man.

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2010 @ 4:57 AM

  7. POEMA DOS QUATRO VENTOS

    quando o meu amor, do alto da madrugada,
    se atirou para o vento,
    levou consigo os seus cabelos e girou.
    girou as pálpebras e fechou os pensamentos.
    apenas pensava que era vento. e nada mais
    para além do alto da madrugada
    que ventava a altas horas das estrelas.
    quantas luzes as cidades colhem quando, em
    festa, se embebedem de desejo.
    quanto silêncio se demarca do marco da estrada
    quando o farol se aproxima da aldeia?
    apenas o vento canta e madruga
    do alto dos cabelos das oliveiras.

    Jorge vicente

    Simplesmente lindo.

    Marianne

    Comment by Marianne — 12/04/2010 @ 9:22 AM

    • eu também gosto do que voce deixa por aqui.

      esta letra é muito bonita, tua poesia também.

      um beijo, Mariane

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 12/04/2010 @ 2:16 PM

      • ToCaYo

        MarianNe é com 2 Ns: eNes.

        ASSim: MariaNNe.

        Valeu, bonito mesmo.

        Deu aquela bluezeira gostosa de final de domingo.

        Um abraço aê Lalo. Vamos repetir.

        Abraço e beijos

        Dennis

        Comment by Dennis — 12/04/2010 @ 2:44 PM

      • quando o meu amor, do alto da madrugada,
        se atirou para o vento,
        levou consigo os seus cabelos e girou.

        Bj

        Fy

        Comment by Fy — 13/04/2010 @ 5:00 AM

  8. Lindo TocaYo.

    A Fy acabou de me mostrar.Lindas palavras, lindas imagens, linda música. Bons Momentos,como os que voce canta em suas musicas.

    Como diz o Renato, o Windmills tomou um banho de caichoeira com tanta coisa bonita e tantas palavras que brilham. Parabéns a todos, foi um bem.

    E eu, claro, agradeço, pelas palavras que …ficam.

    Beijo em todos,

    Bia Neal

    Comment by Bia Neal — 12/04/2010 @ 3:14 PM

    • Aloha Bia!

      Eu acho bom que voce tenha gostado. Muito bom.

      Mas escuta, o Wind é uma caichoeira. Feito com coisas que brilham e palavras bonitas. Mesmo quando verdadeiras e justas.

      Bem é voce vir aqui, trazer de voce tambem. junto e sabendo que quem está aqui,sempre esteve. Imagina comigo, uma nuvem “geriátrica” de urubús descabelados fazendo BUHHhhhh… – te ocorre uma cena melhor? … só assusta filhotinho de pardal.daqui a pouco, nem isso.
      Me chateia é voce falar assim. e Obrigado você Biablue.por tanto.

      beijo

      TocaYo.

      Comment by TocaYo — 13/04/2010 @ 6:21 AM

      • Bia

        Antes que o pentelho venha me ensinar a escrever, é cachoeira, lá em cima.
        Beijo

        TocaYo

        Comment by TocaYo — 14/04/2010 @ 4:07 AM

  9. Dennis

    ahhahahahahahaahah!

    é com 2 mesmo!

    Bj

    Fy

    Comment by Fy — 13/04/2010 @ 5:04 AM

  10. Aloha, meu véio.

    Não tem nem como dizer algo. Já está tudo lá…

    No ápice, a onda quebra, e tudo fica mais belo.

    Comment by Thomas — 13/04/2010 @ 11:53 AM

    • é isso aí, tá tudo lá…

      Aloha Thomas

      TocaYo

      Comment by TocaYo — 14/04/2010 @ 4:11 AM

  11. Ju

    Voce disse:

    Não acha que quando capturamos esta imagem,nós retocamos e trabalhamos o layout pra torná-lo tão e também subjetivamente funcional que acabamos por alterar o design original?

    Claro que sim, creio que nossa mente faça isto com tudo o que nossos olhos capturam. Com qualquer informação que registremos não só com os olhos mas com com qualquer um dos sentidos.sempre subjetivamente.do contrário, Ju, seríamos iguais. todos iguais.

    mas me deixa entender o que você coloca como designer original emocionalmente falando. Eu entendo designer como um processo criativo relacionado à concepção, à elaboração e à especificação de alguma coisa, em qualquer área, em qualquer tipo de desenvolvimento seja de um objeto ou de algum sistema.
    Aí então, querida, vai de cada um. claro que agente elabora, cria, até mesmo constrói quando está envolvido emocionalmente. se agente se machuca? faz parte do processo. quem disse pra você que não?

    Mas, o ‘mas’ pinta sempre… não tem jeito, mas e mais que qualquer coisa agente tá poetando, e esta é a única forma de se falar ou desenhar amor. capturar um momento não é exatamente construir alguém. ou alterar o designer original. quem faz isto é bobo ainda, não ama e nem se dá bem na elaboração de nenhum projeto.

    A imagem, ou imagens produzidas por alguém, seja em nossa mente, seja no coração ou na pele do corpo, estão em constante diálogo, em constantes traduções, interfaces surpreendentes . o verdadeiro designer desta tela, juju, é um sistema em constante mutação; um sistema que se transfigura no contato, se adapta aos movimentos, extrapola os orçamentos, e vai adquirindo uma dinâmica própria independente de qualquer elaboração.

    E é aí que mora o tesão da coisa toda. Capturar um momento é capturar um movimento, uma cor de amor, um limite que retoma o a-flor-da-pele em flashs aleatórios, em de repentes swingados no clichê da saudade, um sem-respeito à nossa vontade, um desvio de rota,, um fractal que invade e reflete sem pedir licença ou admitir razões.

    Mas, Ju, quem foi que te disse que não machuca?

    Beijo menina, com saudade.

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 14/04/2010 @ 4:01 AM

  12. Aê Ju

    êeeta musiquinha…machucada.”bunita”,

    beijo

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 14/04/2010 @ 4:39 AM

  13. Fy, existe algum email pro qual eu possa te escrever?

    Comment by Anarcoplayba — 14/04/2010 @ 9:29 AM


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