windmills by fy

23/04/2010

(entre parênteses)

Filed under: Uncategorized — Fy @ 6:12 PM

 

 

 

 

 

 

Eles podem ser , discretos, exagerados, espontâneos,

dissimulados, apaixonados, falsos, forçados, engraçados. 

Sorrisos são assim, diversificados.  

 

 Mas alguns sorrisos  são os mais especiais:

os genuínos . 

 

Diferentes dos sorrisos “enigmáticos…”

que acabam enjoando porque voce nunca tem certeza

do que a pessoa está rindo ou se está…

–  dos complexos , que você não entende nunca e acabam irritando ,  

e também dos – de plástico , que nem precisa explicar …

 todo mundo conhece . 

 

 

 

Eu não sou a única pessoa que adora um sorriso de verdade.

Um sorriso , uma risada gostosa ,   –  isto encanta …  

– ou desencanta .

Não estou falando de um sorriso estéticamente perfeito ,  não ,

eu estou falando de um sorriso , demorado , generoso ,

um sorriso cheio de sorriso .

 

 

Até  por escrito .

 

 

Mas isto tem a ver com franqueza , com singularidade – s ,

com aquela  coisa que cativa ,

 que independe da estética , da idade ,  da cor ,

 

 

Um sorriso , uma risada , uma gargalhada  …

é perfeita quando é total ,

integral  > quando não falta nada ;

quando  desarma ou atenta   porque insinua  alma ,

 insinua uma verdade  … que agente fica querendo saber .

 

 

Sorrisos ,

risadas assim ,  nascem de alma grande ,  colorida , destemida  –

almas  à vontade   –

 que não precisam se impor –  nem a si mesmas .

 

 

Um sorriso é um retrato profundo … uma marca  registrada …

 

 

 e marca .

 

 

Mesmo perdido entre um monte de sorrisos .

 

 

Um sorriso é uma característica enorme ,

 uma vez que é tanto e  uma vez que é  a mensagem que não se disfarça .

Ter um sorriso … sorriso > uma risada … que acolhe , que abraça …  e que “ diz ” ,

“ são ” muitas coisas  > e estas coisas tem direitos registrados … >

intransmissíveis :  patenteados  >  são  da alma de cada um .

 

 

 

 

Quem tem este sorriso … tem tema . 

Estilo .

 

 

Quem sorri assim , tem argumento .

 E tem idéias >

quem sorri  de verdade , : não é meia boca , não é 50 % , não é metade ,

 

… é :  de verdade ,  e sempre tem idéias ,

 Idéias  que não se preocupam em ser geniais , factuais , definitivas >

…  podem até ser disparatadas > mas ,  serão , com certeza ,

 defendidas com firmeza , … com singularidade .

e … originalidade .

 

 

São pessoas que Imaginam .

Mais :    são aquelas que Concretizam > …  trazem pra nós …

São originais , sem querer sê-lo > não repetem > não precisam .

 

 

Um sorriso verdadeiro , é uma forma natural –  elegante de ser simples .

Quando é despretensiosa . 

Uma forma intensa , naturalmente  impressiva .

 

 

Sorrisos  assim ,

sorrir assim … é ser simples .

Simples não combina com vulgar .

 

 

–  ontem , quando cheguei  e olhei meus emails ,  recebi uma porção , muito engraçados até…

me contando de um sorriso > “entre parênteses”.

 Uma risada “ entre parênteses ” .

 – Como… uma risada pode ser “ entre parênteses ” ?

Imagine … , assim :   (rsrsrs)

 

 

 Eu fiz milhões de caretas no espelho pra tentar um sorriso ( entre parêntesis) .

 É muito difícel  !

 Uma risada  contida –  que tem que ficar alí … espremida  … mentirosa –  

quase ” crucificada ” , 

 porque … uma risada entre parênteses  é uma   “ risadinha ”  >

 

 

 e eu acabei me lembrando da  Sociedade dos Poetas Mortos …   

 uma “ risadinha ” assim  >  “ entre – parêntesis ”  : – ” é coisa de rato ” :

Coisa de gente que se esconde da própria alma ,

 … deve ser de taaaanto se afogar  em iniciações vazias que se iniciam ,  iniciam ,

 e … iniciam  ,

deve ser a   “ risadinha do ego esganado ”   –   encolhido , dissimulado ,

 que bem cínico , coitado  …  acaba “cabendo” …  no … entre parênteses .

 Coisa de gente recalcada : de riso pequeno 

 que rí : pequeno  > pra … ninguém pensar que elas tem …  … ego .

… ou que elas  ” são ”  .

 

 

Gente que não sabe a curiosidade,  não passa pelo descobrir , pelo somar,

 não sabe a continuidade : apenas retorna … retorna  …

>  a um  início  que nunca inicia nada … a não ser o que já iniciou …  

 

 

 E sorriem … no “ limite ”    >   entre parênteses .

E sorrisos “ entre parênteses ”  são idéias  >  …  sem resposta . 

 

 

 

 

Desta forma,

o Windmills que é meu –  e que é de pessoas de riso largo , solto , gostoso  

cuja alma não cabe mesmo em tres letrinhas …

 devolve e retribui com uma :  i m e n s a   gargalhada … cheia de alma , 

 – e  graciosamente oferece :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

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Fy

                                      

 

11 Comments »

  1. Eu estava procurando uma foto do sorriso mais bonito que eu já vi, que é o do “garoto propaganda” do prêmio Trip Transformadores.

    É um sorriso largo e franco, com poucos dentes na boca. Sabe o famoso “1001”? Então… é desses.

    Mas o fotógrafo conseguiu em um momento captar um sorriso de alguém que não tem motivo pra sorrir… mas sorria.

    É uma pessoa pobre, excluída da sociedade, cuja expectativa de vida deve ser de, sei lá, quarenta anos, que vive em condições que podem ser levadas ao começo do século passado.

    Ele não tem motivo pra sorrir. Mas sorri.

    E essa é análoga à minha maior epifania, que na verdade aconteceu na formatura de um amigo meu, no interior. Faculdade ruim, num lugar tosco, bebida vagabunda, comida ruim… música ruim… e eles estavam comemorando tanto quanto na minha faculdade.

    Eles dificilmente viveriam do que estudaram. Não tinham lá as melhores perspectivas. Não tinham muita razão pra estar comemorando.

    Mas estavam tão felizes quanto qualquer um na minha formatura.

    Eles não tinham razão pra estar felizes. Mas estavam.

    E de repente isso bateu tão forte dentro de mim: “Dinheiro não traz felicidade. Falta de dinheiro também não! Mas a felicidade não está no racional…”

    A gente estuda muito pra fazer uma boa faculdade, ter um bom emprego, ganhar bastante dinheiro pra ter uma casa cara, roupas caras, um carro caro, uma esposa cara.. e pra quê???

    You can’t get enough of what you don’t want!

    Não adiante você ganhar dinheiro se o que você quer é amor! Não adianta você ter amor se o que você quer é dinheiro! Não adianta dinheiro e amor se o que você quer é admiração!

    E esse sorriso… esse sorriso 100% (talvez mais, talvez mil por cento, talve infinito por cento) só é possível quando você é completo, de corpo e alma, entre o céu e a terra, cumprindo a sua vontade.

    Comment by Anarcoplayba — 24/04/2010 @ 2:08 AM

  2. Fy…
    Este texto veio no momento certo.
    Realmente, um sorriso entre parênteses é um sorriso preso na gaiola…não canta, não vibra, quase não existe.
    Um sorriso não cabe entre parentêses e ás vezes me pergunto se ele cabe de um canto ao outro dos lábios…
    Sempre tive dificuldade para sorrir…esse sorriso leve, solto, que é, que voa, que transmite alma.
    Sempre fui mais íntima das lágrimas…essas sim transbordam de mim…como disse o Thomas…
    E se as lágrimas transbordam quando o corpo não aguenta mais tanta emoção (lembro que vi isso em “Cidade dos Anjos”) o sorriso é um meio de transbordar emoção também…quando a alma externa naturalmente um estado de graça plena.

    Este sorriso infinito por cento, como o Anarco falou, é o sorriso que independe de razão e de motivos…é o que flui, é o que corre naturalmente…natureza…vivo…pulsante…é o sorriso que É.

    Preciso aprender a sorrir mais, enquanto ainda há tempo. Sorrisos internos são solitários e adoecem ás vezes…é uma tela de cinema em uma sala vazia.

    Lembrei também da música preferida do Michael Jackson… Smile
    “Smile,
    Though your heart is aching
    Smile,
    Even though it’s breaking
    When there are clouds in the sky
    You’ll get by

    If you smile
    With your fear and sorrow
    Smile and maybe tomorrow
    You’ll find that life is still worthwhile
    If you just…”

    Comment by Thaís Vidal — 24/04/2010 @ 6:06 AM

  3. Um sorriso assim é santo , santo sorriso.

    Lindo blog.

    Comment by Anonimo — 24/04/2010 @ 10:18 AM

  4. Éhhhh(super resposta) ahuahuahuahuahau ///___ /// …
    Sorriso tem que ser sorriso.E quando é sorriso é santo sim.
    Risadinha,é mediocridade.E eu nunca vi tanta mediocridade,Fyyyyy…como é que tem tempo pra ser tão medíocre?Com tanta coisa pra fazer,pra “dar uma força” por aí neste mundão imenso,uma palavra que seja, um “real”,uma tarde com os velhinhos,um sorriso…um livro pra ler///êta que ia bem, né?
    É isso que eu nunca vou entender nessas pessoas que vivem obcecadas com este lance de Deus ou com qualquer religião. A impressão que se tem quando voce toca neste assunto é que voce mexeu embaixo do colchão daqueles velhos muquiranas de desenho animado.Pessoas assim são miseráveis com tudo,sentimentos,emoções,inteligência também.Não pensam,ou melhor, pseudoraciocinam como aquela vaca que fica girando dentro do redemoinho, pesada,mas voa em círculo.São mesquinhas com a vida,com os outros,são entreparênteses com //em tudo.

    Thaís,voce deve ter o sorriso mais lindo!Porque voce é sensível,e toda a pessoa sensível sabe sorrir.Ai que besteira que eu falei…sorrir é uma coisa que vem de dentro,”saber” não é uma boa palavra…aliás o sensível nasce é com este dom:sorrir e chorar:de verdade.

    Anarco,eu já ví tanta gente que sorri e que dá risada,boas risadas, pelas coisas mais simples do mundo.Estar com estas pessoas sempre é uma lição,mas agente não pode esquecer que cada um tem seu mundo,seus sonhos,sua forma de ser feliz.Eu acho que quando agente presta atenção nas diferentes formas de cada um, isto enriquece agente pra caramba. Agente fica maior.Sorri mais,percebe mais.Talveza grande sacada seja a simplicidade,mas sem perder as suas metas,o que seu coração desenha,o shape do “seu” sonho.

    Super frase da Thaís,a frase do post:Preciso aprender a sorrir mais, enquanto ainda há tempo. Sorrisos internos são solitários e adoecem ás vezes…é uma tela de cinema em uma sala vazia.

    té doeu!
    Vou embora que acho que já dá pra andar lá fora.

    Bjinhos

    Ju

    Comment by Juliana — 24/04/2010 @ 11:49 AM

  5. Fy,

    Tenho te observado, há muito tempo. Não me pronuncio, porque acho desnecessário e seria como roubar de mim mesmo o elemento surpresa com o qual voce me presenteia a cada reação genuína, bem humorada e invejavelmente firme em que sua personalidade a mim se revela num espetáculo sempre renovado, intrigante, divertido e desafiador. Voce tem sido um dos meus livros preferidos.

    Todo o ser humano tem a necessidade, por um lado, de se relacionar com os outros, de manter contatos, por isso os homens vivem em sociedade. O ser humano tem necessidade de comunicar-se. A presença do outro é essencial.

    Por outro lado, existem pessoas ou “casos” em que Narcisismo, Insegurança, Falta de Esclarecimento, Justeza Mental , Falta de brilho Natural, faz com que estas personalidades se conflitem vorazmente com a presença do outro.

    O outro as incomoda na medida em que os delimita.

    A presença do outro é um golpe ao narcisismo e à personalidades alteradas.

    O contato com o outro coloca-os em uma situação de rompimento com suas convicções-apoios construídas em torno de suas fraquezas e medos.

    Ao contrário do que pregam, são incapazes de enfrentá-los , se escondem dentro destes muros.
    São as pessoas cristalizadas, engessadas em padrões mesquinhos que não conseguem a convivência, não conseguem a troca.
    Estas personalidades doentias precisam aniquilar o outro de qualquer forma, pois ele os anula, os ameaça.

    Se o outro, aparentemente, desfruta de uma vida melhor, idéias melhores, diferentes, ou por qualquer razão lhes pareça atraente ou mesmo original, aí então é que esse mecanismo de destruição começa a pulsar incansavelmente, pois se ele pode desfrutar de uma vida boa, se ele está apresentando alternativas, se ele desafia a morbidez que me justifica, o que será deixado para mim?

    Se o outro “abala” as regras em que minha personalidade foi “moldada” e através das quais me sinto “explicado”, porque permitem à minha pequenez, a sensação de plenitude, mesmo que seja a plenitude da minha pequenez, claro que a reação é “destruir”.

    Eu tenho observado os últimos acontecimentos de uma forma bem próxima… hahaha; e mesmo não me identificando por enquanto, quero te dizer uma coisa: você é alguem capaz de fazer algo. Tem força. Uma força natural, espontânea, rara.
    Sempre é difícel, você é inteligente, já deve ter percebido.

    Continue, não se canse com os medíocres, você os assusta, não percebeu?

    Este post me recorda um outro…, consulte os arquivos… hahaha afinal,Fy, você os ofereceu.

    Gosto de ti.

    Comment by passeiporaqui — 25/04/2010 @ 12:10 AM

  6. out

    loud!

    Comment by passeiporaqui — 25/04/2010 @ 12:17 AM

  7. A noite é uma página escrita onde há uma vírgula depois de cada
    letra, um ponto depois de cada palavra, uma exclamação no fim de cada
    frase. Ao fim de cada período está o teu corpo, aberto num parêntese
    longo, que explica a súbita eclosão de auroras noturnas.
    No fim de tudo estão os teus olhos, redondos como duas afirmações,
    morenos e despenteados. E o dia começa assim, ao som deste sorriso.

    ———————–

    de resto, Fy, que boa gargalhada!

    ———————-

    Thaís, teu sorriso já tava fazendo falta.

    ———————-

    Volto aê depois

    Abraço

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 25/04/2010 @ 2:07 AM

  8. Não sei se o amigo aí em cima estava se referindo ao mesmo texto, mas a mim lembrou este, dos Arquivos do Lucio Manfredi, que de início já se identifica como Franco Atirador, o que já nos remete à um sorriso Franco.

    Separei um trecho,porque é um pouco longo,embora sempre de uma riqueza essencial.
    Acredito que Lê-lo, esclarece, sob um ponto de vista imparcial…, o âmago desta e de outras condutas igualmente mesquinhas.

    Embora nossos corpos sejam, em princípio, infinitamente flexíveis e maleáveis – como demonstram os esportistas e bailarinos – na prática, o que observamos é que carregamos conosco, diariamente, uma carga de tensões musculares que se acumulam no organismo, limitando seus movimentos a um conjunto restrito que somos forçados a repetir.

    A repetição, por sua vez, reforça as limitações, transformando-as em um hábito vicioso. Essa carga de tensões forma como que uma couraça sobre o organismo, impondo-lhe as mesmas características que Bergson descobrirá na essência do cômico: automatismo e rigidez.

    Reich, porém, foi mais longe. Como psicanalista, constatou que existia uma correspondência entre a couraça muscular e os conflitos recalcados no inconsciente de seus pacientes.

    Assim, por exemplo, um homem que temesse a hostilidade do mundo teria seu rosto crispado em uma perpétua careta de medo.

    Outro, cuja personalidade se mostrasse tímida na superfície, mas que inconscientemente se julgasse superior aos demais, teria a expressão congelada num esgar de sarcasmo.

    Uma mulher de sexualidade intensa, mas que tivesse sido obrigada pela educação a adotar uma atitude recatada, poderia revelar seus desejos inconscientes sob a forma de um sorriso insinuante do qual nem ela teria consciência.

    E assim por diante, Reich foi acumulando evidências – nas quais reencontramos os rostos cômicos de Bergson – de que a couraça muscular era o equivalente físico de algo mais amplo, que condicionava todo o comportamento do ser humano, e que ele denominou de couraça de caráter. Pois bem, foi exatamente o que Bergson descobriu em sua análise do cômico.

    Um parentesco natural. – “Automatismo, rigidez, vezo contraído e mantido: aí está porque uma fisionomia nos faz rir”, escreve Bergson. “Mas esse efeito ganha intensidade quando podemos vincular tais características a uma causa profunda, a uma certa distração fundamental da pessoa, como se a alma se tivesse deixado fascinar, hipnotizar, pela materialidade de uma ação simples.”

    Nas páginas seguintes, o autor perseguirá essa causa profunda, cujo principal sintoma é uma tendência da forma a sobrepujar o fundo, e a descobrirá não só nas expressões, nas posturas e nos gestos, mas também nas formas de falar, nas deformações profissionais e em uma série de outras instâncias.

    Mais importante, examinando os personagens cômicos, ele vai salientar como esses automatismos não surgem isolados, mas formando verdadeiras constelações de comportamento, de modo que um personagem cujo humor nasce da rigidez com que se apega aos ristos de sua profissão também terá um modo de falar igualmente cômico e estereotipado.

    De fato, diz Bergson, quando o autor da comédia não indica no próprio texto tiques e maneirismos que componham com o perfil do personagem, o ator mesmo se encarregará de construí-los instintivamente.

    E é aqui que Bergson antecipa as conclusões de Reich sobre a identidade entre a couraça muscular e a couraça de caráter: “Há, portanto, um parentesco natural, naturalmente reconhecido, entre essas duas imagens que estamos aproximando uma da outra, o espírito a imobilizar-se em certas formas, o corpo a enrijecer-se segundo certos defeitos.”

    Existe um antigo termo médico, hoje em desuso, para descrever um tal enrijecimento do corpo: a sístase, uma contração muscular crônica, geralmente dolorosa.

    Arquivos do Franco Atirador

    E querida, te abraço com uma enorme satisfação. Todos os sorrisos francos são lindos. O seu o é em especial.

    Linda frase Thaís, e saiba, são estas coisas lindas que de repente transbordam de uma menina que fazem agente sorrir.

    Sorrir com o coração.

    Beijo
    Abraços

    Tio Gus

    e a chuva voltou.

    Comment by Gustavo — 25/04/2010 @ 2:28 AM

  9. Procure por todas as alternativas possíveis, mova-se em todas as direções, seja um andarilho, um andarilho no mundo da vida e da existência.

    E não perca nenhuma oportunidade de viver. “The Book of Wisdom” Osho

    E DE SORRIR.

    Sofia M.

    Comment by Sofia — 25/04/2010 @ 2:44 AM

  10. Eu me sinto abraçada aqui, acolhida…quente e confortável.
    A sensibilidade é a mãe dos sorrisos e das lágrimas…e acolhe ambos, sem distinção.

    Sobre o texto que o Gustavo colocou, do Franco Atirador, lembrei-me de um livro do Osho que estou lendo, aonde ele fala sobre dissolver a armadura, inclusive eu uso esse exercício as vezes quando sinto minhas pernas “travadas”…

    “Você carrega uma armadura em você. É apenas uma armadura. Ela não faz parte de seu corpo, você é que está preso a ela. Quando você toma consciência da existência da armadura, pode simplesmente largá-la. A armadura está morta. Se não carregá-la com você, ela desaparecerá.
    Toda criança é flexível, maleável, não possui partes travadas – seu corpo é uma unidade orgânica, não há áreas demarcadas. A cabeça não é mais importante do que os pés, mas aos poucos a divisão do “território” começa a surgir: a cabeça se transforma no chefe e o corpo é dividido, sendo que algumas partes são aceitas pela sociedade, outras não. As que são consideradas perigosas devem ser aniquiladas. É aí que os problemas começam.
    Você deve prestar atenção em qual parte do corpo você sente limitações.”

    Aí ele passa três exercícios muito interessantes para ir dissolvendo a armadura (se vocês quiserem me falem, que eu coloco).

    Obrigada Ju, sorri ao ler suas palavras…obrigada Tocayo, Tio Gus…

    Saio daqui sorrindo com o coração…🙂

    Comment by Thaís Vidal — 25/04/2010 @ 4:04 AM

  11. insinua uma verdade … que agente fica querendo saber .

    duda

    Comment by duda — 25/04/2010 @ 3:20 PM


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