windmills by fy

15/05/2010

às Mulheres – à Terra

Filed under: Uncategorized — Fy @ 5:34 PM

 

 

 

 … às vezes um post cresce … sózinho …  – e se transforma.

– a presença do Geoffrey Oryema transformou a poesia em um chamado , um alerta , um lamento :

 mudou a mensagem , mudou …  o impacto que causou em mim :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A minha amada chega no ar dos pinhais

.

cingida de resina vária como o cedro

e a maresia .   Levanta-se lábil

compromete solene o séquito da aurora

.

 

 

.

Ou vem sobre os rolos do mar

cheia de infância pequena de destino

.

Também a trazem às vezes aves como a pomba

que os mercadores ouviram

em países distantes.

.

Tem brilhos nos olhos de veado como se buscara

a grande fonte das águas

 

 

 

 

Que nome tem a minha amada?

Como chamá-la se nenhum

conceito a contempla?

.

  

 

em que palavra envolvê – la  ?

 

 

 

 

A minha amada não é da raça de estar

como o homem posta sobre a terra

Que pés lhe darão este destino de serem mais ágeis do que nós os sonhos?

.

Ombro como o meu será lugar para ela?

Que anjo em mim a servirá?

.

 

 

 

Ai eu não sei como recebê-la

Eu sou da condição da terra

que tateio de pé.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase árvore

não me vestem convenientemente as estações

nem me comenta a sorte

o canto pontiagudo dos pássaros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vem domesticamente minha amada

Receber-te-ei aquém dos olhos

com este humilde cabedal de dias

.

Mas basta que venhas quando eu diga

do alto de mim próprio

 sim

 à Terra

Rui Belo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

do Renato

 

 

Ilustrações :

 

GREGORY COLBERT

 

 

 

 

 

 

 

 

Alexander   Jansson

 

 

Fy

 

 

25 Comments »

  1. em que palavra envolvê – la ?

    BEIJO
    duda

    Comment by duda — 16/05/2010 @ 1:35 AM

    • pois é…- qual ?

      BJO

      Fy

      Comment by Fy — 16/05/2010 @ 9:12 AM

  2. Um dos maiores poetas portugueses por entre os contemporâneos.
    Portugal se orgulha.

    Amei a mulher amei a terra amei o mar
    amei muitas coisas que hoje me é difícil enumerar
    De muitas delas de resto falei

    Mesmo que não conheças nem o mês nem o lugar
    caminhas para o mar pelo verão

    Nomeei-te no meio dos meus sonhos
    chamei por ti na minha solidão
    troquei o céu azul pelos teus olhos
    e o meu sólido chão pelo teu amor

    e um olhar perdido é tão difícil de encontar
    como o é congregar ventos dispersos pelo mar

    Agradecida

    Bel Zay

    Comment by Izabel — 16/05/2010 @ 1:47 AM

    • Oi Bel de Portugal!

      que gostoso vc aqui. Mas não vale vir só qdo falo dos portugueses,tem que vir toda hora! Eu não conhecia o Rui Belo, [ o Renato conhece todos os poetas do mundo!… amigão deles !!!]

      Espero que vc goste mais ainda, depois que coloquei o Gregory Colbert.

      Bjs

      Fy

      Comment by Fy — 16/05/2010 @ 9:19 AM

  3. Aê Renatão. eu não conhecia este poeta, legal Bel, saudações ao além-mar, beijos pra Alice,e pra Pessoa.
    Fy, gostou né? …fora o Mandela.

    e um olhar perdido é tão difícil de encontar
    como o é congregar ventos dispersos pelo mar

    mais um . que o cara é bom:

    Beijo.

    e mais chuva.

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 16/05/2010 @ 3:34 AM

  4. Muito legal:

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 16/05/2010 @ 3:37 AM

  5. Aê!!! menina!

    Pegou o coração!este cara é foda!

    Ficou perfeito.

    Beijo

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 16/05/2010 @ 6:25 AM

    • Aê menino! – pegou né?

      Tb… quem me mandou os vídeos foi vc. Este com o Mandela… Peter Gabriel…. Colbert na veia.

      Em que post tá aquele lindo que vc colocou , que tem uma mulher dançando, não é dele tb? um que tem uma paisagem e ela dança?

      Olha, tá certo que a poesia é linda, mas que sensibilidade a do Colbert não? Eu não me canso disto! É maravilhoso demais. Me consola às vzs. Será que ninguem pensa mesmo na África? … só artista ?

      E foi lá que tudo começou!

      bom q vc gostou, agora.valeu, sir.

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 16/05/2010 @ 9:38 AM

  6. Fy e todos,

    Dêem um pulo neste documentário da Olimpus : A Day in the life of Africa.

    http://www.olympus-global.com/en/event/DITLA/gallery/index.html

    À parte o esplendor natural da enorme África, as fotos ao retratar o cotidiano tentam uma oposição ao foco da ideologia (sempre superficializante) que destaca somente os problemas, levando muitas pessoas a uma postura surreal-psicótica de “perder qualquer esperança” para a África, associando-a sempre a uma maçaroca qualquer miserável, faminta, penujenta, sempre em guerra e intratável de qualquer forma, com suas questões sociais.
    Um continente riquíssimo, exploradíssimo, digno de toda a atenção tanto social quanto ecológica.

    Não sei se aqui no wordpress sai este vídeo, mas vou tentar:

    Europa EncerradaView more presentations from Beatris Lopes.

    Se não sair envio por email,

    Beijo
    Abço a todos

    João Pedro

    Comment by João Pedro — 16/05/2010 @ 8:29 AM

  7. Fy,Windmills,

    Primeiro,obrigado pelo show de apresentação,nem sei o que considerar em primeiro plano;se a poesia do Rui Belo,a poesia das fotos do Gregory Colbert,ou a mensagem e a pungência penetrante deste artista que eu não conhecia,o Geoffrey Oryema;muito embora dificilmente o espetáculo se harmonize tão bem como um todo.Um verdadeiro deleite para os olhos,para o coração e ouvidos.
    O site indicado pelo João Pedro também é um show a parte; assim como os vídeos indicados pelo Tocayo e voce Fy,tocou num ponto importante em relação à Africa. Trouxe um pequeno texto, que considerei interessante,e que também evidencia a ridícula pretensão ocidental,a ignorância avassaladora de conhecimentos sobre a qual tantos conceitos e preconceitos maltrataram nossa historia como raça.

    Cá está:

    Já não é novidade, a maioria deve estar ciente. De qualquer maneira, trago dois textos sobre o assunto.

    Daiane dos Santos: 40% européia.

    Neguinho da Beija Flor: 67% europeu.

    Djavan: 30% europeu.

    Os números, divulgados com um bocado de alarde pela rede BBC Brasil ao longo da semana que passou, vieram de um teste de ancestralidade conduzido por Sergio Danilo Pena, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos principais geneticistas do Brasil.

    Como a idéia do teste de DNA, feito com nove celebridades negras brasileiras, era redescobrir as origens africanas dos famosos, houve quem ficasse com um certo gosto de cabo de guarda-chuva na boca.

    Falou-se até em boicote “da elite científica” ao recém-criado sistema de cotas nas universidades.

    À primeira vista, circular com uma camiseta levando os dizeres “100% Negro” no Brasil virou uma impossibilidade lógica.

    Por mais interessantes que os resultados tenham sido, porém, colocar a questão em termos de desafio às cotas ou orgulho racial equivale a se render a uma falácia.

    Para começo de conversa, se o polêmico “100% Negro” fosse trocado por “100% Africano”, a lógica ditaria que cada pessoa deste país – aliás, deste planeta – vestisse tal camisa.

    Parece maluco, mas é a mais pura verdade.

    A explosão de estudos sobre as raízes genéticas da humanidade nas últimas décadas tem traçado um quadro surpreendente sobre como as populações estão aparentadas umas às outras.

    Nenhum conceito estanque e fechado de “raça” é capaz de ficar em pé diante desses dados, embora eles também ressaltem que existem de fato algumas particularidades únicas dos povos de cada continente.

    Acima de tudo, eles não deixam muita dúvida quanto ao fato de que até os suecos ou esquimós são profundamente africanos.

    Para entender o porquê dessa afirmação aparentemente exagerada, é preciso recuar até 100 mil anos no passado, uma época em que a nossa espécie, Homo sapiens, já existia – e quase deixou de existir.

    Uma herança dessa época é que as variações presentes hoje no DNA dos vários povos são absurdamente pequenas: na verdade, quaisquer dois seres humanos escolhidos ao acaso são, em média, duas vezes mais parecidos geneticamente entre si do que qualquer par de chimpanzés, nossos primos evolutivos mais próximos.

    No entanto (para azar do planeta), nós somos bem mais numerosos do que chimpanzés.

    O único jeito de uma espécie com 6 bilhões de membros ser tão uniforme é fazer com que seus membros descendam de um número reduzido de ancestrais recentes.

    (Imagine dois casais de avós cujos filhos se casaram entre si e lhes deram uns 30 netos: apesar da explosão populacional, todos esses netos continuam sendo primos de primeiro grau – portanto, muito parecidos.)

    O termo técnico para isso é “gargalo populacional”.

    É possível estimar que, há 100 mil anos, a espécie humana contava com apenas uns 2.000 adultos em idade de se reproduzir, sendo tão rara quanto os gorilas são hoje.

    É desse punhado de “Adões” e “Evas”, provavelmente espalhados pelo leste e pelo sul da África, que descendemos todos nós.

    Por sorte ou por competência, atravessamos o gargalo.

    A partir de uns 60 mil anos atrás, passamos a nos estabelecer em definitivo em outras partes do mundo, provavelmente absorvendo pequenas frações da herança genética de outras populações humanas primitivas, como os neandertais da Europa.

    Acontece, porém, que quase 100 mil anos de nossa história como espécie já tinham sido passados no interior da África antes que finalmente fosse dado o Grande Salto para Fora do continente.

    Em biologia, o tempo é tudo.

    Os incontáveis milênios de evolução exclusivamente africana permitiram uma diferenciação muito maior das populações que vivem no continente.

    E o resultado é que, se a disputa por quem tem mais diversidade genética no planeta fosse uma espécie de Copa do Mundo por continentes, a final já estaria definida antes que a bola rolasse: África contra… a rapa. E o resto do planeta perderia de goleada.

    Não é preciso nem descer às minúcias do DNA pra bater o martelo em relação a isso.

    Basta olhar para o rosto e para a pele dos habitantes de cada continente.

    Das seis grandes divisões “raciais” (por favor, deixe o termo recheado com o maior número possível de aspas) nas quais podemos repartir a humanidade, nada menos que cinco vivem na África moderna.

    “Hã?”, balbuciará você. Calma. Conte comigo.

    Brancos: presentes. (Egípcios, líbios, marroquinos e outros norte-africanos, pra ser mais exato.).

    Asiáticos: presentes. (A maior parte dos habitantes de Madagascar, na África Oriental, descende de indonésios que chegaram à ilha há menos de 2.000 anos.)

    Negros: claro, presentes, nem vou me estender a respeito.

    De quebra, dois ramos da humanidade, com histórias antiqüíssimas e sem nenhum análogo fora da região, são exclusivos do continente africano. São os pigmeus – pequenos, de pele mais clara que os negros “verdadeiros” e unicamente adaptados à vida na floresta tropical – e os khoisan do sul da África (donos de uma estranha pele amarelada e olhos “puxados”, combinados com um cabelo mais crespo do que o de qualquer negro.)

    Vamos encarar os fatos: perto dessa diversidade, todo o resto de nós não passa de uma nota de rodapé evolutiva, um bando de arrivistas.

    A lingüística traz outra prova irônica disso, a qual deveria ser capaz de acabar com qualquer orgulho europeu diante do “atraso” africano.

    Três idiomas que ajudaram a construir os pilares da civilização ocidental – o hebraico, o aramaico e o árabe, as línguas sagradas da Bíblia e do Corão – pertencem à família lingüística semita. (O nome vem de Sem, um dos filhos de Noé, segundo a Bíblia.) Acontece que a distribuição geográfica dos idiomas semíticos, bem como a dos parentes mais próximos dessa família, indica uma origem africana muito antiga e uma migração posterior para o Oriente Médio. “Sem”, pelo visto, viveu na Etiópia.

    Levando tudo isso em mente, o que dizer então das diferenças aparentemente tão berrantes entre brancos e negros, negros e asiáticos?

    Primeiro, que elas correspondem a uma fração relativamente diminuta da biblioteca biológica que é o nosso DNA.

    Das dezenas de milhares de genes que carregamos, talvez apenas algumas dezenas deles sejam suficientes para criar toda a paleta de olhos azuis e castanhos, peles escuras ou rosadas, cabelos lisos ou crespos que conhecemos.

    Mais importante ainda, quando as aparências são deixadas de lado e descemos ao nível dos genes, fica bastante claro que as diferenças entre populações são, em muitos casos, uma questão de grau, e não de diferenciação absoluta: as freqüências de determinada variante de um gene, por exemplo, não são de forma alguma 100% do lado da fronteira onde há uma “raça” e 0% do outro, onde vive outra “raça”: na maioria dos casos, há uma gradação suave que indica, quase sempre, história compartilhada e miscigenação.

    Isso não significa que as diferenças não existam, ou sejam totalmente irrelevantes.

    Muitas populações humanas foram separadas de seus vizinhos por barreiras naturais ou sociais, enfrentando ambientes únicos, com desafios próprios.

    A doença conhecida como anemia falciforme só afeta mais as pessoas de origem africana porque o gene que a causa também tem um efeito benéfico: protege-os da malária, um problema que não afeta povos de regiões mais frias.

    Por outro lado, os povos da Europa Ocidental conseguem digerir leite fresco quando adultos graças a uma mutação muito rara entre os japoneses e chineses – isso porque os europeus foram pioneiros em criar vacas leiteiras, e seu organismo tinha todo o interesse em explorar esse recurso.

    Diferenças desse tipo mostram como algumas dezenas de milhares de anos de história deram um sabor próprio à diversidade humana de cada continente.

    Nada do que sabemos hoje indica que a velha e nefasta associação entre a genética e a capacidade inata das pessoas de cada “raça” seja mais do que história para boi dormir.

    É claro que o trabalho científico é por definição provisório, e uma descoberta desse tipo talvez apareça com uma compreensão mais profunda do genoma humano.

    A pergunta é: será que deveríamos temer que isso aconteça?

    A resposta racional deveria ser “não”. Se é impossível negar que nossa bagagem inata tem um impacto sobre a forma como pensamos e nos comportamos, também está claro que nosso trunfo como espécie é uma plasticidade fantástica.

    Os netos de agricultores pisaram na Lua; indígenas cujos pais viviam na Idade da Pedra pilotam helicópteros.

    Debaixo do verniz da nossa pele, o que transparece mesmo é a nossa potencialidade estonteante – e a nossa unidade como espécie.

    Reinaldo José Lopes

    Me desculpando pela extensão do comentário,um abraço e um excelente domingo a todos,

    Vítor Simmonsen

    Comment by Vítor — 17/05/2010 @ 3:15 AM

  8. Bom, parece falta de imaginação ao comentar, pois me perco em elogios. Mas, francamente, como não fazê-lo se me encanto tanto por aqui? Além da beleza, do sentimento, marca registrada da Fy, ainda me entretenho com os comentários!
    Vítor, excelente teu texto, são informações tão importantes, aliás, tenho que agradecer a voces, nunca me senti Tão interessada por mim, pela vida, pelo planeta, pelas pessoas, países, política, e pela beleza, pela emoção, misturando tudo num profundo reconhecimento de mim mesma como ser-humano; acho que estava por demais alienada e adormecida.

    Muitas mudanças. Me inscrevi num programa de voluntários, depois daquele post da espiritualidade permissiva, (deixei de parecer uma espírita “babaca”, à mercê de mensagens agradáveis e acariciantes e passei a me sentir útil, levando um pouco do que sei, trabalhando com as minhas mãos, como disse tão profundamente a Fy, no mesmo post se não me engano. Um apêlo que me pegou de surpresa, que me deu um susto benéfico, um choque, uma vergonha não sei bem, como me expressar (ainda falta de costume), eu me senti viva.

    Acreditem, estou cantando com este cantor, minha filha já vai chegar com sua família e já combinamos de ver o seu post. Conversar sobre ele. Dançar estas musicas-show que voce descobre.

    Muito obrigado por tudo isto, a todos voces,

    um beijo feliz,

    Sofia M.

    Comment by Sofia — 17/05/2010 @ 3:46 AM

  9. Só as imagens já valem o post…
    abrs!

    Comment by Caio — 17/05/2010 @ 3:49 AM

  10. Eu me levanto hoje
    Pela força dos céus
    Luz do Sol
    Brilho da Lua
    Resplendor do Fogo
    Presteza do Vento
    Profundidade do Mar
    Estabilidade da Terra
    Firmeza da Rocha.

    Que assim seja
    E que assim se faça!

    acho que foi o post mais lindo!
    Lindo poema.
    imagens indiscritíveis.
    Música, tudo muito forte, muito suave e muito da alma.
    Chega-se a sentir na pele e no coração,o prazer deste calor ocre, intenso e aveludado da interação com a natureza.

    Marianne

    Comment by Marianne — 17/05/2010 @ 9:21 AM

  11. Mais magia

    “Es Halloween, y un arbol retorcido

    Alza sus ramas negras y desnudas al cielo.

    El aire, sobrecojido de presencias invisibles,

    Arremolina y se lleva las hojas caidas.

    Empinada en la colina y oscura la senda;

    El brillo de las linternas parpadea,

    Y con pasos silenciosos,

    Nos acercamos a nuestra antigua cita

    Subimos hasta el circulo de la cima,

    Bajo los imponentes arboles de la pendiente

    En las llamas rituales, entre las sombras,

    Arde el fuego ritual de los ciclos.

    Y ante el fragil sonido del Caramillo,

    Cantada la Invocacion, profunda y grave,

    De la mano bailamos alrededor del circulo,

    Como giran las estrellas y pasan las estaciones.

    Nos detenemos y pasamos la copa de vino,

    el brillo del fuego reflejado en cada corazon.

    Y brindamos por los Antiguos Nombres…”

    (Doreen Valiente)

    Que assim seja
    E que assim se faça!

    Marianne

    Comment by Marianne — 17/05/2010 @ 9:48 AM

  12. Fy e Tocayo,

    Ficou uma obra de arte.
    Vou repetir a Marianne: (parabéns pela prece e a poesia Marianne!)

    Lindo poema.
    imagens indiscritíveis.
    Música, tudo muito forte, muito suave e muito da alma.
    Chega-se a sentir na pele e no coração,o prazer deste calor ocre, intenso e aveludado da interação com a natureza.

    Fantástica frase, que resume sensações capazes de inspirar emoções que alterariam o rumo do mundo.
    E do Homem.
    Fy, sem querer ser pretencioso, mas não é esta a tua mensagem? É a minha leitura, o que entendo no que voce cria.
    Muito triste para quem não consegue, não se integra, não sente, e se esconde em negras espirais da própria mente.

    Chega-se a sentir na pele e no coração,o prazer deste calor ocre, intenso e aveludado da interação com a natureza.

    Maravilhoso.

    “Que assim seja
    E que assim se faça!”!

    Abraços e beijos
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 17/05/2010 @ 10:01 AM

  13. Sensacionalíssima postagem.

    Comentários ídem.

    Paulo Vergui

    Comment by Paulo — 17/05/2010 @ 10:37 AM

  14. Lindo lindo lindo//demais!

    Eu tô aqui lendo a Marianne e lembrei disto,muito legal,

    à Mulher e à Terra!

    mas…

    Io Pan Where are You???//??

    Bjinhos

    Juju

    Comment by Juliana — 17/05/2010 @ 11:47 AM

    • JU // Ya voy!, pero espérame…

      //////////////////////////////////////////////

      furioso este post!

      Parabéns amigos!

      Dennis/ sem sono Karamba!

      Comment by Dennis — 17/05/2010 @ 3:17 PM

  15. I believe you are right completely!!!

    Comment by Dripable Services — 24/10/2011 @ 8:09 PM

  16. Thank goodness some bloggers can write. My thanks for this article.

    Comment by cigarette électronique rechargeable — 21/11/2011 @ 10:43 AM

    • Welcome aboard!

      Thanks to you too.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 23/11/2011 @ 7:11 AM

  17. http://islesproject.com/

    às Mulheres – à Terra | windmills by fy

    Trackback by http://islesproject.com/ — 25/03/2014 @ 6:35 AM

  18. http://tinyurl.com

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  19. http://www.rebelmouse.com

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    Trackback by www.rebelmouse.com — 29/03/2014 @ 10:15 AM

  20. the truth about six pack abs

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