windmills by fy

27/07/2010

Sakinehs existem … – você acredita ?

Filed under: Uncategorized — Fy @ 4:19 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 … Vergonha de ter havido homens que foram nazis ,

Vergonha de não se ter podido nem sabido impedi-lo ,

vergonha dos compromissos aceites …

 

 

Semana passada , clamores globais massivos impediram a morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani .

 

 

 

 

 

Eu nem sei como começar a escrever sobre isto .

É tão terrível , tão insultante , que eu até pensei em apenas  fazer minha parte ,

assinar uma lista qualquer ou outras mil , em dezenas e dezenas de blogs e jornais indignados , com esta barbaridade .

Pensei em me sentir bem , afinal não faço parte de nenhuma destas chamadas religiões ,

jamais votaria neste tal de PT  , como nunca votei ,   

sou totalmente contra qualquer tipo de despotismo ,

e nunca apoiei o estocolmismo  do povo brasileiro .

Mas é tão difícel , fazer tão pouco !

 

 

E , convenhamos …  , receber em nossa terra ,

sorrir que nem idiotas pra gente desta categoria , é demais .

Um fulano que nega o Holocausto ,  presidente de um país onde ISTO é lei  –  . 

 

 

 

Isto significa que , em 2002 –  

15 meninas morreram queimadas por terem sido empurradas – pelos bombeiros – religiosos  –   

novamente para dentro do fogo por tentarem escapar sem “lembrar” – no desespero – de colocar .. a burkha .

 

 

 

 

 

 

 

Imagens dos manifestantes iranianos , the Sea of Green ,  com música cantada e tocada por The Waterboys e palavras de WB Yeats .

 

 

 

Foi na sexta-feira à noite, horas antes de se cumprir um ano da votação que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad ”

e que provocou os principais protestos e a maior violência interna na República Islâmica desde a revolução de 1979 . “

O que todas as agências de notícias internacionais descreveram foi o aparato policial e o ambiente de tensão nas ruas de Teerão.

Nos últimos dias foram presos dezenas de jornalistas, estudantes e ativistas.

 

 

De Mousavi e Karroubi chegaram apelos à democracia e lamentos pela repressão sofrida no último ano:

o regime “faz calar o povo, encerra os media, organiza eleições como as que vimos o ano passado e enche as prisões”,

enumerou Mousavi num comunicado de imprensa conjunto divulgado em vários sites da oposição .

O regime “devia avançar para termos uma imprensa livre, eleições livres e o respeito pelos direitos humanos,

mas isso é o contrário do que se passa”, repetiu Karroubi.

 

 

 

A repressão às manifestações que se seguiram às eleições fez dezenas de mortos,

centenas de feridos e de presos, alguns condenados à morte.

A vigilância apertou e os próprios candidatos derrotados vivem quase em prisão domiciliar.

 

 

 

 

 

Então … – entre tantas outras coisas –   custa acreditar que isto seja verdade .

 Hoje cheguei de uma viagem a trabalho   – e quando se está em contato com o mundo , na agitação  do dia a dia ,

enfim, procurando executar seu papel , como ser – humano , como profissional , como filha , irmã , mulher ,  etc … –

cumprindo , enfim , as propostas que você me mesma  se propôs , é difícel – muito difícel –  imaginar , que neste mesmo mundo ,

neste mesmo tempo , outras mulheres , iguaizinhas a você ou eu , possívelmente até mais capazes ou talentosas ,

ou de alguma ou qualquer forma , iguais a nós em todos os sentidos , estejam … passando por  ISTO ?

 

 

 

E é possível que nós , pessoas , aceitemos em nossa mesa , em nosso país, ou em nossa Realidade ,  um líder que se pactua e promove ISTO ?

Somos Gente !

Outro dia falei sobre uma cubana que sofre terrorismos porque tem um blog . Falei sobre a Pedofilia : religiosa .

Hoje leio sobre uma iraniana que ia ou vai  ser apedrejada  – de uma forma bárbara –  porque supostamente traiu o marido

que provavelmente era um animal , e mesmo assim ninguém sabe se traiu .  

” Homens ”   que supõem esta possibilidade são animais . No mal  – sentido , claro .

Existe alguma circunstância , seja religiosa , política , econômica , regional , que explique alguma destas coisas ?

Não .   – Animais não é a palavra certa , de jeito nenhum . São Monstros .   Não quero escrever palavrões . Nem sei qual eu escolheria  .

Alguma crença , algum deus , alguma filosofia , algum político , ou sistema está acima dos Direitos Humanos ? ou Direito de ser Humano ?

Isto ou aquilo é compreensível ou explica-se através de alguns destes ítens ?

 

 

 

Outro dia eu li no Reinaldo Azevedo :

 

 

O HORROR –

ASSIM SE MATA NO IRÃ

 

 

Vi há pouco Celso Amorim na televisão tentando explicar por que o Brasil é tão manso com as ditaduras.

O Irã é um dos países com os quais o governo Lula mantém relações especiais. Leiam isto, que está no Globo Online:

*

Um ativista de direitos humanos iraniano alertou nesta segunda-feira que Sakineh Mohammadie Ashtiani, mãe de duas crianças,

será apedrejada até a morte a qualquer momento, de acordo com a pena de morte dada por autoridades iranianas.

Somente uma campanha internacional, feita para pressionar o regime de Teerã, pode salvar a sua vida, disse Mina Ahadi,

chefe da Comissão Internacional Contra Apedrejamento e Pena de Morte.

 

 

 

“Legalmente, está tudo acabado – disse Ahadi à CNN.

 – É um acordo fechado. Sakineh pode ser apedrejada a qualquer minuto.

É por isso que decidimos iniciar um amplo movimento internacional. Só isso pode ajudar.”

 

 

 

Sakineh, de 42 anos, será enterrada até o peito, informou a Anistia Internacional, citando o código penal iraniano.

As pedras lançadas contra a mulher serão grandes o suficiente para causar dor, mas não grandes para matá-la imediatamente.

 

 

 

A mulher, que é da cidade de Tabriz, foi condenada por adultério em 2006.

Ela foi forçada a confessar depois de levar 99 chibatadas, afirmou o advogado de direitos humanos Mohammad Mostafaei.

Em seguida, Sakineh retirou a confissão e negou o adultério.

Sua condenação não foi baseada em provas, mas na determinação de três dos cinco juízes que participaram do julgamento.

Desde então, já pediu perdão, mas os juízes não concederam clemência.

 

 

 

Mostafaei acredita que um impedimento de idioma impediu que sua cliente compreendesse os procedimentos da corte.

Sakineh é descendente de azerbaidjano e fala turco, e não farsi.

As circunstâncias do caso não fazem dela uma exceção, de acordo com a Anistia Internacional, que acompanha casos de pena de morte em todo o mundo.

 “A maioria dos condenados à morte por apedrejamento é mulher.

Elas sofrem de forma desproporcional por tal punição”, afirmou o grupo de direitos humanos num relatório em 2008.

 

 

 

Na quarta-feira, a Anistia fez um novo pedido ao governo iraniano para suspender imediatamente todas as execuções.

O grupo registrou 126 execuções no Irã do início do ano até o dia 6 de junho.

Por Reinaldo Azevedo

 

 

 

Hoje no avião , eu lí :

 

 

 sexta-feira, 23 de julho de 2010

Irã pressiona mulher condenada ao apedrejamento a dar nomes de defensores

Inteligência quer saber como foto de Sakineh foi distribuída e quem mantém site de campanha

No: estadão.com.br

O governo do Irã está pressionando a iraniana sentenciada à morte por apedrejamento

para que ela revele os nomes das pessoas envolvidas em uma grande campanha por sua libertação,

informou nesta quinta-feira, 22, a versão digital do jornal The Guardian.

O caso de Sakineh Mohammadi Ashtiani ganhou atenção da comunidade internacional

depois de seus filhos lançarem uma campanha por sua libertação.

Depois de protestos contra a sentença no mês passado, o Judiciário iraniano disse que ela não seria morta por apedrejamento,

mas ainda assim enfrentava a pena capital.

 

 

 

Sakineh, de 43 anos, foi interrogada na prisão de Tabriz sobre as pessoas que estão em contato com sua família

e como sua foto foi distribuída para a mídia internacional, informa o jornal.

A imagem se tornou um símbolo para os ativistas que lutam contra as sentenças de apedrejamento no Irã.

 

 

 

” Sakineh esteve sob grande pressão desde que o mundo passou a dar atenção ao seu caso “,

disse uma fonte próxima de sua família ao Guardian.

 

 

“Recentemente ela foi interrogada e aconselhou seus filhos a ficar em silêncio ou seriam presos também.

A pressão internacional é a única esperança para a libertação de Sakineh”, disse .

O advogado de Sakineh, Mohammad Mostafaei, recebeu uma carta do serviço de inteligência iraniano

convocando-o para uma reunião na prisão de Evin nos próximos três dias para “esclarecer certos assuntos”.

O advogado é um dos mais proeminentes no Irã e se ofereceu voluntariamente para cuidar do caso.

 

 

 

Sakineh recebeu 99 chibatadas, mas foi posteriormente acusada de adultério durante o julgamento de um homem acusado de matar seu marido.

O Judiciário disse que Sakineh será executada porque   “é acusada de assassinato”  .

 

 

 

 

Mostafaei divulgou um comunicado dizendo que Sakineh foi absolvida pelo assassinato

e que a pena capital não foi mencionada em sua sentença final.

Segundo ele, a Justiça disse que o caso seria revisado em um tribunal nos próximos 20 dias, mas o destino da iraniana segue incerto.

 

 

 

Campanha

Diferentemente de outros casos de apedrejamento no Irã, quando mulheres condenadas por adultério são abandonadas pela família,

os filhos de Sakineh lançaram uma grande campanha por sua mãe.

 

 

 Sajad, seu filho de 22 anos, que inicialmente escreveu uma carta aberta

ao governo pedindo a libertação de sua mãe,

recebeu um comuniado do governo pedindo que desligasse

seu telefone celular e não falasse com a mídia.

A inteligência iraniana o convocou duas vezes na semana passada.

 

 

 

 

 

 

 

 

Conheça o site :   freesakineh.org     –   ele é destinado a reunir assinaturas contra a execução da iraniana,

já reuniu mais de 130 mil adeptos à libertação de Sakineh. Vamos assinar!

 Uma série de figuras públicas já deixaram seus nomes na página.

 

 

 Segundo o Guardian, outros 15 iranianos aguardam a execução por apedrejamento.

Um grupo de ativistas, o Irã Solidário, está organizando uma série de protestos no próximo sábado, 24, em apoio a Sakineh.

 

 

 

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A mim não  interessa se alguma figura que assinou esta lista é pública ou não .

 Todas as PESSOAS deveriam assinar .

 Quem é GENTE  deve  assinar .

 

 

E pensar …   e  considerar – antes de votar : 

Diga-me com quem tu andas : eu te direi quem és .

 

 

 

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Os corajosos filhos de Sakineh estão liderando uma campanha internacional para salvar a sua mãe e acabar com o apedrejamento.

Uma comoção internacional agora pode acabar com esta punição terrível.

Vamos nos unir hoje ao redor do mundo para acabar com esta brutalidade.

Assine a petição para salvar a Sakineh e acabar agora com o apegrejamento:

http://www.avaaz.org/po/stop_stoning/?vl

Com esperança e determinação,

Alice, David, Milena, Ben e toda a equipe Avaaz

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

 

Irã suspende apedrejamento de mulher por adultério:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hv571JPald9bw84cvILn-E3M_ahQ

 

Pena de morte para mulher no Irã causa comoção internacional:
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4558434-EI294,00-Pena+de+morte+para+mulher+no+Ira+causa+comocao+internacional.html

 

Sakineh foi poupada mas 12 mulheres e três homens aguardam a morte por apedrejamento:
http://jornal.publico.pt/noticia/10-07-2010/sakineh-foi-poupada-mas-12-mulheres-e-tres-homens-aguardam-a-morte-por-apedrejamento-19796926.htm

 

 

Far From Iran, a Struggle to Stay Involved

http://www.nytimes.com/2010/07/28/world/middleeast/28exiles.html?_r=1&hp

 

 

Iran stoning case woman fainted on hearing sentence, says cellmateFor days,

Sakineh Mohammadi Ashtiani was like ‘a ghost wandering in shock’ after receiving death penalty

http://www.guardian.co.uk/world/2010/jul/27/iran-stoning-case-woman-cellmate

 

 

 

Avaaz :

A   Avaaz   é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir

que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais.

” Avaaz  ”   significa   ” voz ”  e  ” canção ” em várias línguas .

Membros da Avaaz     vivem em todos os países do planeta

e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes,

operando em 14 línguas.

Saiba mais sobre as  campanhas ,  siga – os  no Facebook  ou Twitter .

 

 

 

Fy

13 Comments »

  1. Bom dia? Já não tenho mais certeza.

    É o dia do presente.

    Engraçado, Irã, com seus programas nucleares e com seus duvidosos líderes, fraqieja perante uma pena de morte que sempre foi comum por aquelas bandas. Eu gostaria de me sentir mais humano sabendo que freesakineh ganha mais atenção a cada dia.
    Porém, só sinto a hipocrisia antes latente, agora desperta, do coletivo humano. É como a dona-de-casa descobrir que morreram 204 civis no Iraque no mês passado, que tentavam trocar uma mão opressora por outra, mas não se importar; Mas logo depois sair correndo de casa para comparecer na frente do tribunal clamando em altos brados: “Justiça! Morte aos Nardoni! Se eu visse eu matava!”
    Nisso, só consigo ver um estado de calamidade pessoalmente coletiva, onde todos estão se afogando na bolha pessoal em que vivem mas tentam formar uma “sociedade”.

    De tempos em tempos, “Ai de mim.” eis que surge um mártir, um símbolo, algo a se inspirar, uma mulher que morrerá por lapidação(quem foi o sádico que cunhou esse termo nesse ato?) o que, apesar do que eu disse, acaba saindo com saldo positivo. A musa inspira, nos toca, nos faz levantar a cabeça, nós sentimos a distância que separa um ser do outro humano.

    Mas tudo que posso fazer a respeito é tirar essas breves e malfundadas conclusões, não poderei ir lá protestar, não poderei chamar a atenção das “organizações dos ‘direitos humanos'”, não poderei sequer alertas as pessoas sobre o que acontece, no fim das contas, acho que os hipócritas somos, apesar de forçados, todos nozes.

    O mal do século é a memória curta.

    Tenhamos todos um bom dia.

    Comment by Thomas — 28/07/2010 @ 2:28 AM

    • O mal do século é a memória curta.

      olha , teu comentário inteiro é muito bom.

      fim das contas, acho que os hipócritas somos, apesar de forçados, todos nozes.

      não pense que eu não me senti exatamente assim, mesmo escrevendo sobre esta desgramera toda. Mas é legal perceber – ver – que eles foram pra rua, foram à luta –
      legal perceber que seja lá onde for a Liberdade é tão vital pro ser humano. Claro que existe o Medo : mas ela grita sempre mais alto.

      Tadinha desta moça: o símbolo do Absurdo que comoveu o mundo.

      Vamos ver por quantas semanas.

      bj

      Fy

      Comment by Fy — 28/07/2010 @ 4:22 AM

  2. Protestos em solidariedade com os iranianos estavam marcados para 83 cidades do mundo ao longo do fim-de-semanadepois desta “passeata.”

    Fy, dá uma olhada aqui:

    ENTREVISTA DA 2ª BRUCE BUENO DE MESQUITA
    Aiatolá cairá e Irã vai se tornar ditadura militar

    Essa é apenas uma das várias previsões feitas pelo acadêmico americano, conhecido como “o próximo Nostradamus”

    A DIFERENÇA é que o professor de política na Universidade de Nova York e membro do Hoover Institution de Stanford, na Califórnia, não lida com o sobrenatural nem nada de outro mundo: usa um algoritmo para computador desenvolvido por ele mesmo a partir da teoria dos jogos para antecipar ações de países, empresas e líderes.
    Seu índice de acerto varia entre 60% e 90%, segundo relatório da CIA, maior do que os da própria agência americana, e seus clientes são serviços de inteligência de empresas e governos, entre outros.
    Para o americano, Dilma Rousseff não será eleita presidente do Brasil e Barack Obama ganhará seu segundo mandato nos EUA.

    é uma entrevista com o cara: (e, dentro do enredo atual, sente… a dificuldade de se compreender a Política: é sacanagem pra todo lado, vamos ver se o Algorítimo tem a ver:)

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Bruce Bueno de Mesquita usa seu modelo para antecipar acontecimentos internacionais desde os anos 1980. Relatório de funcionário da CIA diz que o acadêmico acerta mais e com mais precisão do que a própria agência, que utilizou seus serviços mais de mil vezes. Nos últimos tempos, Mesquita -que deve o sobrenome a um antepassado judeu português- voltou a ganhar evidência pelo lançamento do livro “The Predictioneer’s Game” (O Jogo do Prognosticador, Random House, 2009) e por ir na contramão da maioria das análises ao dizer o que antecipa que acontecerá no Irã. A pedido da Folha, o americano fez as seguintes previsões:

    FOLHA – O sr. prevê a reeleição de Barack Obama?
    BRUCE BUENO DE MESQUITA – Sim. Eu votei nele, mas acho que ele tem sido insuficientemente decisivo, o que me preocupa. Levou muito tempo para decidir sobre uma política em relação ao Afeganistão, e não gosto da que escolheu. Gostei de seu discurso no Cairo (Egito), mas ele não deu sequência ao que prometeu ali, o que foi frustrante. Obama não tem força suficiente para fazer o Congresso aumentar os impostos sobre combustíveis fósseis; em vez disso, apostou em Copenhague e saiu de mãos vazias, exatamente como eu previra em meu livro, escrito meses antes. Ele vai conseguir passar algum tipo de reforma de saúde pública pelo Congresso, embora não tenha mais poder para dar a forma final à lei. Mas ele tem a sorte de suceder uma gestão vista como uma grande falha, então qualquer coisa que conseguir fazer parecerá melhor do que é.
    A economia vem dando sinais de melhora, embora o mérito aqui seja mais de Ben Bernanke, presidente do Fed [banco central americano], do que dele. Só se ela voltar a cair fortemente ele sairá da Casa Branca em 2013. Os eleitores não ligam para política externa, a não ser em situações catastróficas. No campo doméstico, vale o chavão: é a economia, estúpido. No ano da campanha de reeleição, 2012, ele já estará em boas condições e ficarei chocado caso ele não seja reeleito.

    FOLHA – Farei uma série de perguntas sobre política externa para sua previsão, começando pelo Irã.
    MESQUITA – Nos próximos dois anos, o aiatolá Ali Khamenei se aposentará, e o governo será cada vez mais dominado pelo comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Ali Jafari, assim como pelo grupo Bonyads, que controla todo o dinheiro do Irã, inclusive dos mulás, para quem investem. Não são corruptos, são isentos de taxação, são o grupo mais poderoso hoje. Ambos deverão evoluir para uma política mais pragmática, o que quer dizer que a economia iraniana vai melhorar e o país vai se tornar uma ditadura militar, não mais uma teocracia. Antecipo [o presidente] Mahmoud Ahmadinejad saindo com Khamenei.

    FOLHA – Iraque.
    MESQUITA – As relações entre Irã e Iraque nos próximos anos vão depender da decisão do presidente Obama de deixar ou não 50 mil tropas remanescentes no Iraque. Se as retirar, então haverá uma parceria estratégica entre os dois países vizinhos, com o Irã tentando fortalecer o governo xiita iraquiano. Como Tariq Al Hashimi, vice-presidente iraquiano e líder do bloco sunita, deve crescer e começar a ameaçar o atual governo, isso levará a uma intervenção militar iraniana. Se Obama deixar as tropas, Hashimi vai ser contido e o governo xiita continuará forte.

    FOLHA – O sr. vê novo ataque terrorista em solo americano?
    MESQUITA – Da última vez que analisei essa questão, em 2003, previ que não haveria um nos próximos três anos, e não houve. Olhando agora, acho que é pouco provável. Os EUA e seus aliados têm tornado muito mais difícil para o comando central da Al Qaeda coordenar ataques. Hoje, o grupo terrorista está mais interessado em questões locais do que na jihad global. Um ataque em larga escala como o 11 de Setembro é improvável, mas pequenas tentativas, mais difíceis de reprimir, são mais prováveis.

    FOLHA – Bin Laden será capturado?
    MESQUITA – Ele não é mais tão importante como pessoa como era. Antes, era a fonte de dinheiro para a Al Qaeda, e isso não é mais verdade: ele gastou tudo o que tinha. Hoje o dinheiro vem de drogas, sequestros e coisas assim. Isso o torna menos relevante: Bin Laden nunca foi um grande estrategista ou organizador de ações, era mais a fonte de dinheiro e o o líder carismático. A Al Qaeda não acabará se ele for capturado nem está mais forte porque ele está vivo.

    FOLHA – Indo à América Latina, qual o futuro de Cuba?
    MESQUITA – Nada muito dramático acontecerá até que haja uma sucessão sem os Castros. As concessões americanas recentes não têm resultado em nenhum ganho significativo do outro lado, como liberdade de imprensa. Raúl Castro ensaiou uma certa liberalização econômica no começo, mas isso tem um motivo. Nos dois primeiros anos no poder, ditadores têm uma probabilidade maior de serem derrubados do que líderes eleitos democraticamente. Então, nesse período, eles têm incentivo e uma tendência a se mostrar mais progressistas do que realmente são, até conseguirem o controle político. No momento em que isso é atingido, começam as sanções mais severas. Esse é o caminho que Raúl vem seguindo.

    FOLHA – Hugo Chávez?
    MESQUITA – Ele também segue a trilha dos ditadores racionais: aumentou o controle político, diminuiu a liberdade de imprensa, cometeu erros importantes. Um deles foi convocar um plebiscito para mudar a Constituição, por arrogância. Seu erro foi achar que poderia fazer o que quisesse porque o povo o adora e o apoia, mas descobriu que isso não é verdade. Então, agora faz as mudanças sem passar pelo povo. Outro erro grave foi ter investido todas as fichas em Ahmadinejad. Como expliquei antes, está apostando na pessoa errada, o que o deixará parecendo estúpido e um pouco mais marginalizado na comunidade internacional.

    FOLHA – Eleições no Brasil?
    MESQUITA – Tenho conhecimento limitado da política brasileira, mas acho que Dilma Rousseff não é a vencedora mais provável. Não sei quem será, mas sua posição em algumas questões políticas tendem a marginalizá-la e complicar sua candidatura. Por exemplo, a forma de populismo nacionalista que ela defende é muito custosa e potencialmente pode comprometer o crescimento da economia. Os eleitores perceberão isso, e ela cairá nas pesquisas. Pessoalmente, acho que isso será bom para o Brasil. O vencedor não será tão nacionalista e contra investimentos estrangeiros como ela tem se mostrado. É a minha visão pouco informada e ligeira sobre o Brasil.

    FOLHA – O sr. vê o Brasil consolidando esse novo papel de protagonismo na arena global?
    MESQUITA – Se não deixarem a corrente que eu chamo de populista-nacionalista crescer como cresce com Chávez, Brasil e México serão os dois países mais vibrantes e importantes do hemisfério Ocidental nos próximos 10 a 15 anos e ambos se tornarão potências globais muito importantes. Sou otimista quanto a isso. Para provar, tenho investido em ambos os países.

    FOLHA – O que haverá com o Haiti?
    MESQUITA – Eu não analisei a situação e odiaria especular num momento como esse.

    11 de maio de 2010

    Pode ser mais uma besteirada,palpites ou não.Mas taí.
    beijo Alexandre

    Comment by Alexandre — 28/07/2010 @ 2:59 AM

    • Alê ,o cara é interessante sim.

      Tomara que ele esteja certo qto ao Brasil.

      Não achei o cara um idiota,não. Vou ler mais sobre isso.

      saudade, tá se acostumado aí?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 28/07/2010 @ 4:24 AM

  3. – Só pode Cabelo Curto no Irã!

    Isso mostra o que é ser um país com ingerência absurdamente descontrolada e irracional na vida das pessoas:

    o presidente iraniano Ahmadinejad determina até como os homens devem cortar o cabelo!

    Extraído de: Revista Época, 12 de julho de 2010, Ed 634, pg 16, Seção Primeiro Plano, por Juliano Machado

    SÓ PODE CABELO CURTO

    O governo iraniano lançou na semana passada um guia para cortes de cabelo masculinos, seguindo os princípios da cultura e religião do país.

    Muitos barbeiros vinham sendo detidos (detidos) por oferecer aos clientes estilos “ocidentais” de corte.

    Cabelos compridos com rabos de cavalo, franjas e moicanos estão vetados.

    O gel pode ser usado moderadamente (…)

    No começo do ano, um clérigo declarou que mulheres usando roupas que deixam uma parte do corpo à mostra são responsáveis por desastres naturais.

    Isto é despotismo: uma mistura clássica entre Religião e Poder.
    Mistura de sinônomos é bom,hem?

    Daí, pra estas outras insanidades, Fy, não existe nem atalhos, sister.

    Sobre a pedofilia? os filhos da puta são desculpados, a religião é o escudo, e por aí vai.

    Imagine uma teocracia católica, no que seria diferente?

    O Lula não tá armando aê, na cara dos brasileiros, e o que se vê ?
    Pergunta, pela rua se alguem sabe o que é Irã.

    Abraço aê Ale
    Gabriel

    Comment by Gabriel — 28/07/2010 @ 3:23 AM

    • É Gab, muito louco. Mas como disse o Thomas: amanhã agente nem lembra . Ou dá uma de budista. Ou de cristão como diz o Theo: ofereça a outra face…. ofereça, é isto que eles precisam.

      E não taí a tar da Dilma? figuras patéticas e repugnantes como o Chavez ?

      O Lula provocando o mundo e nóis na reta ?

      Parabéns pra nozes!!!!

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 28/07/2010 @ 4:29 AM

  4. êta chuva danada!

    Alê, Gab, Fy, que terrível ter que fazer um post assim.
    Muito bem feito,querida, mas é catastrófico isto existir.
    E nós, amiguinhos desta canalhada.
    A coisa vai além, quem quiser leia isto, é interessante também, bem interessante…
    Eu lí no dia do jogo contra a Holanda.

    – O Desastre da Competitividade Comercial
    Brasil X Holanda será o jogo de logo mais às 11h. Mas você sabia que estamos levando de goleada da laranja mecânica fora de campo?

    Ângela Pimenta, na Revista Exame desta quinzena (Ed 971 de 30/06/2010, pg 44-45), nos mostra que a participação brasileira no comércio global é ínfima, se comparada a da Holanda. Somos o 24º. do mundo, e nosso adversário do gramado é o 5º.

    O maior comerciante mundial é a China, com 9,6% das negociações, seguida pela Alemanha, EUA, Japão e Holanda. O Brasil representa apenas 1,2% dos negócios realizados.

    Tal resultado se deve, segundo a matéria, ao negativo desempenho diplomático: nos distanciamos dos países ricos e passamos a comercializar com nações mais pobres ou ditatoriais (vide relacionamento com Irã e Coréia do Norte).

    E você, o que pensa sobre isso: o problema é a política externa?

    O texto na íntegra (com as citações acima) segue abaixo:

    A ARTE DE ESCOLHER O PIOR

    Apesar do triunfalismo, a diplomacia talvez seja o pior aspecto do governo Lula: nenhum avanço nos acordos comerciais, distância dos países ricos e aproximação com ditaduras. A mudança – se é que virá – fica para o sucessor

    Por Ângela Pimenta

    Nunca antes na história deste planeta um presidente brasileiro e o próprio Brasil tiveram tamanha projeção global. Graças à estabilidade e ao peso da economia brasileira, a oitava maior do mundo, o país é uma voz respeitada em fóruns internacionais como o G20. Em parte, a crescente visibilidade se deve ao carisma do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – e ao fascínio que sua história de metalúrgico que chegou à Presidência exerce em algumas sociedades ricas. Tal projeção, usada corretamente, poderia se traduzir em ganhos diplomáticos e comerciais para o Brasil. Mas não é isso que vem acontecendo.

    Desde 2002, o país fechou um único tratado de livre comércio, com Israel. No que diz respeito aos Estados Unidos, que apesar da crise continuam a ser a maior economia do mundo, o governo brasileiro insiste em confrontar a Casa Branca, intervindo em questões como a nuclearização do Irã.

    “Em 18 horas de negociação conseguimos o que os Estados Unidos não conseguiram em 31 anos”, disse Lula sobre o controverso – e já fracassado – acordo fechado por Brasil, Irã e Turquia para tentar evitar que Teerã recebesse novas sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

    Mas o pior equívoco da política externa é o apoio a DITADURAS BRUTAIS , como o próprio Irã, de Mahmoud Ahmadinejad, e CUBA – além de fazer vista grossa para o recrudescimento do REGIME AUTORITÁRIO DA VENEZUELA DE HUGO CHAVES.

    “O Brasil pode até ter ganhado algum respeito no front econômico”, escreveu a analista Mary Anastasia O’Grady, do The Wall Street Journal.
    “Mas quando se trata de liderança geopolítica, o presidente Lula tem se empenhado em preservar a imagem de um país de Terceiro Mundo ressentido e estridente.”

    Muito barulho e pouco resultado

    No governo Lula, a política externa tem sido marcada pela agressividade.
    Além de confrontar os Estados Unidos, tentando ser mediador de questões globais complexas, como o programa nuclear iraniano, o Itamaraty multiplicou as representações em outros países.

    Segundo diversos analistas ouvidos por EXAME, quem vier a suceder Lula na Presidência terá o desafio de recompor a imagem do país na arena internacional, além de dar prioridade à diplomacia comercial.

    Em clima de campanha, os candidatos delineiam suas plataformas de política externa.

    A candidata petista, Dilma Rousseff, promete uma linha de continuidade, inclusive quanto ao Irã.

    “A posição do Brasil a respeito do Irã é pró-paz, que atingimos porque temos soberania nas relações internacionais”, disse Dilma em recente viagem à Europa.

    De sua parte, se eleito, o candidato tucano, José Serra, deve reaproximar o país dos Estados Unidos.

    “Com Serra, a diplomacia voltará ao leito normal, com a valorização da política comercial e menos complacência com os governos populistas vizinhos”, diz um assessor da campanha do candidato.

    Serra já acusou o presidente da Bolívia, Evo Morales, de ser conivente com a exportação de cocaína de seu país para o Brasil.

    O candidato tucano também declarou que criaria um órgão à semelhança da Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).

    Já a candidata Marina Silva, do Partido Verde, promete enfatizar a liderança brasileira nas questões climáticas.

    “Devemos dar o exemplo, incentivando a economia de baixo carbono”, diz Marina em sua plataforma, que também destaca a defesa dos direitos humanos.

    Os erros do governo Lula no front internacional, na visão dos analistas, têm duas causas.

    A primeira é a diminuição do poder do Itamaraty – reconhecido mundialmente pela qualidade dos diplomatas – na formulação da política externa.

    “A fim de apaziguar os setores mais radicais do PT, Lula fez uma espécie de barganha, promovendo, de um lado, uma política monetária conservadora, mas adotando, por outro, uma diplomacia esquerdista”, diz David Fleischer, cientista político da Universidade de Brasília.

    O segundo erro seria a escolha equivocada de prioridades.

    “Em vez de se atritar com os Estados Unidos, o Brasil deveria dar prioridade à liderança na América do Sul, que, além de ser sua esfera primordial de influência, é um importante mercado”, diz José Botafogo Gonçalves, presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais.

    Apesar de manter uma retórica integracionista na América do Sul, o governo Lula, com uma série de concessões à Argentina, debilitou a evolução do Mercosul – união aduaneira que, além dos dois países, inclui o Uruguai e o Paraguai e num futuro próximo deve incorporar a Venezuela.

    “A tolerância brasileira para com a Argentina impediu o avanço do Mercosul, tornando-o um grupo sem regras comuns cujas disputas só podem ser resolvidas por decisões presidenciais, o que é um claro sinal de debilidade diplomática”, diz Peter Hakim, presidente emérito do centro de estudos Diálogo Inter-Americano, de Washington.

    Outro vácuo da liderança brasileira é a ausência de acordos bilaterais de livre comércio.

    “O Brasil tem focado demais as negociações da Organização Mundial do Comércio, ainda emperradas, e descuidado de tratados mais específicos que aumentem significativamente as exportações”, diz Ricardo Mendes, especialista em comércio externo.

    O resultado de tal política é claramente insatisfatório.

    Em valores absolutos, de 2002 a 2008, as exportações brasileiras cresceram mais de três vezes, de 60 bilhões de dólares para 198 bilhões de dólares.

    Contudo, nesse período, o comércio global como um todo se multiplicou e o resultado é que a participação brasileira avançou pouco, de 0,9% para o ainda modesto 1,2% do volume de trocas no mundo.

    A crescente competição chinesa com as manufaturas brasileiras em mercados estratégicos, como a América Latina e os Estados Unidos, é uma questão que deverá ser discutida nos próximos anos.

    Um estudo da dupla de economistas Marina Filgueiras e Honório Kume, recém-publicado no livro O Brasil e os Demais Brics – Comércio e Política, mostra que, de 2000 a 2008, a China quase dobrou as vendas para os Estados Unidos, que passaram de 8,3% para 16% das importações americanas, enquanto as vendas brasileiras aos americanos subiram de 1,1% para 1,4%.

    Ao contrário do que o governo brasileiro diz, as escaramuças entre Brasília e Washington tornam ainda mais remota a ambição brasileira de obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, já que os americanos têm poder de veto na instituição.

    Um dos focos de atrito entre ambos é Honduras, a pequena nação centro-americana que já conta com um presidente, Porfírio Lobo, eleito democraticamente, ainda não reconhecido pelo Brasil.

    O governo brasileiro, que em 2009 concedeu asilo na embaixada em Tegucigalpa ao ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya, deposto por querer violar a Constituição do país, forçando sua reeleição, veta a presença de Honduras na Organização dos Estados Americanos.

    “Se quisesse se afirmar como uma potência digna de representar a América Latina no Conselho de Segurança, o Brasil deveria adotar posições mais corajosas na defesa da democracia em Honduras e na Venezuela”, diz o cientista político chileno Patrício Navia, professor da Universidade de Nova York.

    “Hoje, numa posição antiamericana e dogmática, o Brasil não tem uma agenda positiva.”

    Seja quem for o sucessor de Lula, seria desejável que, em 2011, o Itamaraty começasse a recuperar espaço na condução da diplomacia brasileira.

    “Nos anos 70, o Brasil tinha o Pelé como líder global e hoje tem o Lula,” diz Fleischer, da UnB.

    “De um lado, a celebridade de Lula é boa para o Brasil, por outro, a exposição excessiva do presidente, com declarações polêmicas, tem criado ruídos desnecessários.”
    xxxxxxxxx

    Onde isto vai chegar?

    No Irã as mulheres estão sendo apedrejadas AGORA, não é mentira e nem “crença”, é pedra no duro.Na cara.Na cabeça. São açoitadas em praça publica.
    E é melhor parar por aqui.

    tio Gus

    Comment by Gustavo — 28/07/2010 @ 3:50 AM

    • that’s my friend!

      bom este texto.

      mas … como diz o Gab, dá um pulinho na cidade e pergunta pra qualquer um: o que é nuclearização. Ou : lapidação.Ou ditadura.

      Como pode agente estar entrando no que todo mundo quer fugir ?

      bjs

      Fy

      Comment by Fy — 28/07/2010 @ 4:35 AM

  5. http://greenbrief.newsvine.com/_news/

    ♥ ♥ ♥ – – – ♥ ♥ ♥ / Muitos governos se preocupam com as armas nas mãos do povo , o regime do Irã teme os computadores nas mãos do povo! – 2009 /

    O regime de Cuba também.

    Vale a pena ler os comentários da vítimas dos amigos do Lula. Legal… pra ….

    “and all countries and peoples and religions that have been hijacked by violent, conscienceless sociopaths. Thank you all so very much for your thoughts, prayers, support and beautiful comments.”

    Triste é café pequeno.

    João Pedro

    beijo Fy
    Abraço a todos

    Comment by João Pedro — 28/07/2010 @ 4:11 AM

    • bj João Pedro
      fui ler.

      Pois é.
      Fy

      Comment by Fy — 28/07/2010 @ 4:36 AM

  6. Alguma crença , algum deus , alguma filosofia , algum político , ou sistema está acima dos Direitos Humanos ? ou Direito de ser Humano ?

    Isto ou aquilo é compreensível ou explica-se através de alguns destes ítens ?

    Se existe a merda tá explicada.Porque o de cá tá certo e o de lá num tá?

    Já assinei tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuudo o que é lista que eu encontrei.Desmontei com este post.
    Juro que me lembrei e que não me sai da cabeça:

    bijus
    Ju

    Comment by Juliana — 28/07/2010 @ 5:09 AM

  7. Boa tarde a todos, Windmills,
    Post forte.
    Um Acorda Leão. Ou um Acorda qualquer coisa em nós que nos lembre que somos humanos. Eu acredito muito nestes movimentos populares em que as pessoas, os povos, se unem num mesmo clamor e não os governos. Sem esquecer o valor da internet neste sentido. Tanta gente lasca o pau, sem entender muito bem o poder que isto traz, também. Claro que se fala e que se lê um monte de besteira e lixo ao lado de informações e conhecimento inestimáveis. Mas não esqueçamos que nos conecta. Nos une . E esta é uma maneira milagrosa de nos sentirmos humanos. Um paradoxo? Não interessa.É um paradoxo menor do que o que acabamos de ler.
    Vítor Simmonsen

    Comment by Vítor — 28/07/2010 @ 9:35 AM

  8. Free Japan

    Hello🙂 nice information, many thanks to the author. it is incomprehensible to me now, but in general, the usefulness and significance is overwhelming. thanks again and good luck! Japan links

    Trackback by Free Japan — 01/07/2014 @ 8:47 AM


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