windmills by fy

05/08/2010

as religiões – as fés e seus soldados

Filed under: Uncategorized — Fy @ 5:47 PM

 

 

 

 

 

 

e o que mais se vê

pelos 4 cantos do mundo

são bandeiras e bandeiras

gritando pelos : 

DIREITOS      

   HUMANOS    

 

 

 Não sei se gosto da palavra   “ esquecer ” .

 Eu prefiro antes dizer  :  “ não lembrar ” .

 Assim sei que , algures na memória , está um pedaço de vida importante  .

 Não me quero lembrar dele  ;

 mas prefiro saber que não  o  amputei  da  minha   HISTÓRIA   .

 

 

 

 

Em uma outra ocasião  , há meses atrás , eu disse que  alguns posts tem vida própria .

Eles se originam de uma  primeira idéia  mas derivam e  se desenvolvem pelos caminhos que escolhem .

 

Quando  vi este videocast do Pablo ,

 – eu estava procurando a crítica de um filme que não assisti ainda : Cidade das Sombras –  ,  

 imediatamente compreendi perfeitamente o apelo  ao não –  preconceito, esta doença que só gera – como sempre gerou – ódios e tragédias .

E é uma das principais inimigas da Liberdade .

Uma palavra pobre e mesquinha como  é o sentimento que tenta traduzir .

Achei super oportuno , mesmo não tendo – nunca – ouvido esta gritaria ,  by … este tal Datena .

Afinal …  , o mundo – e eu –  está abalado , com este horror em torno das mulheres no Irã .

E , nós  acabamos de receber no Brasil , um indivíduo que apoia tudo isto além de  negar o Holocausto .

Imediatamente , nos comentários , alguem perguntou : Voce é Atéia ?

Como se qualquer tipo de religião explicasse de alguma forma razoável qualquer barbaridade contra o ser humano .

 

 

O Holocausto foi uma Tragédia Humana , que nossa memória jamais teve, tem , ou terá – teria  , o direito de esquecer quanto mais … de negar.

E não foi a única …

 

Mas não foi uma tragédia religiosa .

Nenhum judeu foi assassinado , durante o nazismo por causa de sua fé .

E este é um engano bastante despropositado .

 

Hitler , aliás, católico, apostólico, cristão e romano , sei lá mais que ,

até se serviu desta sua particularidade pra obter o apoio da Igreja Católica-Cristã ,

[  porque todo o católico é cristão, até onde se sabe ] , no seu fantástico fascínio pela exterminação deste povo .

Isto porque este Fascínio  também pertenceu aos católicos – cristãos  durante os SETE séculos da Inquisição .

Como ? Onde nasceu esta idéia de anti-semitismo ?

Na Antigüidade , seitas eso-téricas conceberam a religião judaica como a religião do demônio

e viam os judeus como os agentes na propagação dessa re-ligião do pecado .

Mas como ?

Pois é ….

 

Afinal de contas , quando se fala de religião , todos tem o direito de falar o que bem entendem ,

porque nessas estranhas seitas existe uma tal de revelação, e ,

o deus de cada uma literalmente aparece e bate um papo “iluminado” com o indivíduo que também … fica  iluminado  .

Este papo , passa a ser uma Lei , e a partir desta Lei que também recebe imediatamente o oportuno adjetivo de  di – vi – na ,

qualquer genocídio ou atentado ao ser-humano é explicável e amplamente justificável . Mais  : isto é   Moral . . .  divina .

 

Então …  , voltando aos judeus e à sua religião que virou a do pecado …

Essa cosmovisão foi resultado de uma crença dualista , isto é ,

em dois poderes criadores do universo : o Bem e o Mal , identificando os judeus com o Mal ,

o que os colocou no papel do mal cósmico e os viu como instrumento do demônio .

Todavia , o momento histórico no qual se entrelaçam pela primeira vez e de forma radical antijudaísmo e anti-semitismo

é na consolidação da visão Paulina . do Paulo , que era Saulo…. parará e talz .

Pois é o “apóstolo” Paulo , que segundo a história , teve uma visão de Jesus , que já estava morto , segundo a mesma historia ,

– “de – repente “ quando resolveu mudar de seita , rá tim bum :  resolveu também que  a revela-ção da Torá  – até então sua obcessão – é uma revelação temporária …  ,

e aqueles que continuam no caminho da Torá após a chegada de Cristo , que é o Jesus ,  são traidores . – Pois é …

transferiu os princípios de sua obcessão .

 

Segundo esse raciocínio , os judeus , ao rejeitarem Cristo como Messias e ao assassiná-lo ,

 transformaram-se em agentes do Mal , no povo deicida .

Ao longo de toda a Idade Média , essa idéia foi desenvolvida e materializada pela Igreja católica cristã , claro .

O tal do Paulo falou … foi conveniente … virou fato indiscutível .

E … religião & religião : … a minha é   ” sempre ”   melhor que a sua ! e cale a boca . !

É de se destacar os cânones adotados no Concílio de Latrão  – 1215 –  que confirmavam a condenação dos judeus à servidão perpétua ,

proibiam sua integração na sociedade com o objetivo de impedir a contaminação dos cristãos ,

obrigavam o uso de signos de diferenciação nas vestes ,

impediam o acesso dos judeus aos cargos administrativos

e os excluíam completamente da agricultura e das corporações .

Essas medidas enraizaram na população um ódio milenar

baseado numa ideologia demonizadora que culpou os judeus e o judaísmo pela morte de Cristo .

 

 Mas  o interessante é que a crucificação era natural na época ,

era uma punição reservada a escravos rebeldes e aos que se opunham ao domínio romano . 

E desta forma, estranhíssima, só a morte de Jesus foi digna de alguma acusação,

a dos outros milhares de crucificados igualmente torturados …  bobagem … … coisa boba . 

Para os gregos, seus deuses estavam sempre no poder.

Para os judeus e para qualquer uma destas chamadas religiões  seu deus ou deuses sempre estiveram no :::  p o d e r .

Elas não deveriam nem discutir entre si , pela obviedade de suas similares opiniões . N’est pas ?  

Na minha opinião : um bando de malucos inconseqüentes , enlouquecidos pela sede do poder .

 

Mas , este “ samadi ” esquisotérico de Paulo , que o fez tornar-se cristão, segundo o que dizem os católicos – cristãos ,

é que serviu de bandeira para que os interesses do império cristão, então em decadência de poderio ,

pudesse assassinar , torturar , arrebentar e queimar  milhares  e milhares de judeus entre outros milhares de seres humanos ,

em nome da fé e claro … da apropriação de seus bens , e do fortalecimento de sua autoridade ,

e tudo em  de nome de deus e de Jesus ,  durante a vergonhosa , miseravelmente assassina : Inquisição .

Que aliás , é tão negada e ou vulgarizada  pelos católicos cristãos quanto o Holocausto o é por  Ahmadinejad .

Sem esquecer as Cruzadas , e os genocídios tremendos em solo norte americano  em nome da fé .

 

 

Etc e talz …  continuando com os judeus , chegamos em  Hitler.

Ah …  mais uma vez a religião trapaceia , tentando “ limpar “ a historia .

Hitler era católico , cristão, apostólico e parará e talz  .

Afirmar que ele era ateu ou verde é sacanear a verdade . [  … ele tem biografia . ]

Pode ter se  envolvido em milhares de outras seitas esquizofrênicas ,

mas valeu-se de ser católico na perseguição dos judeus, como estratégia  junto à Igreja .

Mas era louco !  

[ Como todos os loucos fanáticos que queimavam pessoas , praticavam genocídios de povos inteiros ,

ou amarram bombas no peito de jovens ou apedrejam mulheres , em nome de fés. ]

Absolutamente louco.  

Não tinha o menor interesse na fé dos judeus ,  tinha  em  seus bens… Um verdadeiro repeteco .

 

–  um breve esclarecimento em torno destas mentes :

 

 

– O fanatismo parece surgir de uma estrutura psicótica.

O fato do sujeito se ver como o único que está no lugar de certeza absoluta,

de ” ter sido escolhido por Deus para uma missão ” x ” ,

já constitui sintoma suficiente para muitos psiquiatras diagnosticarem aí uma loucura ou psicose .

Mas , seguindo o raciocínio de Freud , vemos que ” aquilo que o psicótico paranóico vivencia na própria pele ,

o  “ Parafrênico  ” experiência na pele do outro “.

Ou seja , somos levados a supor que o fanatismo está mais para a Parafrenia que para a Paranóia .

Hitler , antes considerado um Paranóico , hoje é mais aceito enquanto Parafrênico ,

pois seus atos indicam sua idéia fixa pela supremacia da raça ariana e a eliminação dos  ” impuros ” ;  mais ainda ,

o gozo psíquico do Parafrênico não se limita  ” ser olhado ”  ou  ” ser perseguido ” , tal como acontece com paranóicos ,

mas sim se desenvolve  ” uma ação inteligente de perseguição e extermínio de milhares de seres humanos ”  ,  donde extrai um quantum de gozo sádico .

 Portanto, deve existir membros de um grupo de fanáticos paranóicos ,

mas certamente o pior fanático é o determinado pela Parafrenia ,

pois visa de fato destruir em atos calculados  ” os impuros ” , ” os infiéis ” , enfim , todos os que não concordam com ele . –

 

Aí  sim , sem “ muito ” esforço ,  temos então …  um ponto comum entre Hitler e o nazismo – e Paulo e o cristianismo  –  em relação  ao anti semitismo .

São inúmeros os paralelos que podemos traçar , quando nossas mentes “ podem ”  raciocinar livres de patrão e das correntes do preconceito … :

 

Vamos aos  interesses hitlerianos :

o motivo para perseguir os judeus começou a ancorar-se em pressupostos biológicos .

 Assim , para Hitler , existiam três raças :

 

 

as “fundadoras” ou superiores  >  representadas pelos povos germânicos ,

as “ depositárias ” >  pelos povos eslavos ,

e as  “ destruidoras ”  ou  inferiores  >  que tinham nos judeus o exemplo paradigmático .

 

Obcecado com o ideal de pureza racial , Hitler compreendeu a História como uma permanente luta entre as diferentes raças ,

na qual a raça superior devia utilizar todos os meios necessários para manter sua pureza .

A essa visão histórica foi acrescentado o mito da “ conspiração judaica mundial ” , fortemente difundido em toda a Europa que ,

entre outras falácias , divulgou a idéia do poder econômico do povo judeu e do seu monopólio dos meios de comunicação .

Os judeus foram transformados no bode expiatório e culpados de todos os males pelos quais atravessava a Alemanha ,

fazendo com que sua eliminação se tornasse um imperativo de Estado .

Muitos ignoram que os campos de extermínio não estavam na Alemanha , mas na Europa do leste .

 

Isso visava   pou-par   os alemães do “ trabalho sujo ”  e permitia aos poloneses , ucranianos e lituanos ,

acérrimos anti-semitas de longa data , cola-borar  ativamente com o ideal nazista de aniquilação total dos judeus .

Hitler era um louco inteligente …

Nas cidades polonesas de Jedwabne , Radzilow , Wasosz e Stawinski , por exemplo ,

os moradores assassinaram milhares de ju-deus, sem nenhuma imposição dos ale-mães .

Se algum episódio exemplifica o enraizado anti-semitismo polonês , ele é a matança de judeus depois de finalizada a guerra .

O pogrom de Kielce   – 1946 – , um entre muitos , permanecerá na história polonesa como um dos maiores atos de covardia coletiva ,

no qual 42 sobreviventes do Holocausto foram assassinados pelos vizinhos . As conseqüências disto foram enormes . Vale consultar .

Por quê ? Medo destes de ter de devolver , a seus donos judeus , as casas que haviam ocupado ilegalmente .

[ –  Marta Francisca Topel :

Antropóloga e pesquisadora do Programa de Língua Hebraica , Literatura e Cultura Judaicas da Universidade de São Paulo (USP) – ]

 

Como  se constata , através da História , as religiões  e  a política do poder , sempre estiveram amalgamadas .

É fácil confundir alhos com bugalhos e bugalhos com alhos .

Se não fosse , o que seria do poder ou das religiões ?

 

 

Como seria legal que desfizéssemos estas misturas tão básicas e grotescas , tão revoltantemente anti – humanas  –

 usando o discernimento como princípio de evolução e melhoria .

O mundo anda precisando ! tanto .

O ser – humano : também.

Os deuses … com certeza … se cuidam melhor …

 

Ah … a foto … > um   Campo de afgãos refugiados  –

Vale a pena também estar a par da situação das mulheres no Afganistão , [ uma em cada quatro já tentou o suicídio ] diante da leitura fundamentalista dos textos islâmicos pelo Talibã .

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI158852-15228,00-A+VOZ+DAS+MULHERES+AFEGAS.html

 

Vale também ,  As mulheres e a religião judaico – cristã – católica , … pois é … – isto é real .

 

Talmud:

 “ A mulher é um vaso cheio de imundíces com sua boca cheia de sangue e entretanto todos a desejam ”  ( Shabbath 152 )

“ Quando nasce um menino, todos se alegram mas quando nasce uma menina todos se entristecem ”   ( Niddah 31 )

 

 

 

Que as mulheres estejam caladas nas igrejas , porque não lhes é permitido falar .

( ” São ”  Paulo )

 

 

 

“ A mulher está em sujeição por causa das leis da natureza , mas é uma escrava somente pelas leis da circunstância …

A mulher está submetida ao homem pela fraqueza de seu espírito e de seu corpo … é um ser incompleto , um tipo de homem imperfeito   [ … ]

A mulher é defeituosa e bastarda ,  pois o princípio ativo da semente masculina tende à produção de homens gerados à sua perfeita semelhança .

A geração de uma mulher resulta de defeitos no princípio ativo ”

” Santo ”   Tomás de Aquino , Summa Theologica , Q92 , art. 1 , Reply Obj. 1

 

 

 

“A mulher é uma ferramenta de Satã e um caminho para o inferno “

( ” São ”  Jerónimo )

 

 

“ Abraçar uma mulher é como abraçar um saco de esterco ”

(  ” São ”   Odo de Cluny , monge beneditino , 1030-1097  )

 

 

 … as santas mulheres que esperavam em Deus ;   eram submissas a seus maridos ,   

como Sara que obedecia a Abraão ,  chamando-o de Senhor.

 

 

O deus de Sara , mulher de Abraão , é originário de um texto denominado Antigo Testamento

do qual evoluíram o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã  >   três religiões monoteístas ,

do     “ deus – no – céu ”  , do  “ Pai Onipotente ”   >  claramente patriarcais e misóginas em seus fundamentos .

 

 

… Lacunas existenciais …  preenchidas por dogmas religiosos que motivam a submissão de uns a

outros ou de umas a outros precisam ser esclarecidas .

Enxergar o mundo revendo o passado à luz do que acontece no presente

questionando o presente em nome do futuro significa não ficarmos presos a um pensamento único , do tipo religioso ,

que abrevia a vida e impede-nos de vislumbrá-la em todo a sua grandeza .

 

Não alimentar os medos e tomar consciência da inevitabilidade da mudança e das  contradições que nos cercam

pode ser um modo de incomodar e evitar valores cristalizados construídos  de fora para dentro que nos tornam intelectualmente preguiçosos e voluntariamente submissos .

Cláudio Travassos   – UNESP

 Religião –  Misoginia – Autonomia

 Defesa de direitos, poder e eqüidade .

 

Fontes :

 http://naturalmente.wordpress.com/2008/11/29/tiros-no-pe-ii-a-mulher-na-tradicao-judaico-crista/#comment-1320

Fy

 

 

20 Comments »

  1. Sim.Isto é real.
    Vítor Simmonsen

    Comment by Vitor — 06/08/2010 @ 3:20 AM

  2. Sim.Isto é real.

    Vítor Simmonsen

    Comment by Vitor — 06/08/2010 @ 3:25 AM

    • e ninguem faz questão de ver. … ou saber .

      Aí eu pergunto… se existe alguma revelação , fé , lei , divina que justifique o olhar de terror , destas mulheres .

      que “ser” é este ?

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:17 PM

  3. De que a Igreja Católica fez vistas grossas ao que Hitler fazia não há dúvida.
    As religiões sempre foram contra os homens.
    Se fôsse a favor, porque existiriam?
    Hitler sabia muito bem disto tudo, e só utilizou como mais um instrumento a seu favor em sua loucura.
    A Igreja Católica se desculpou por isto … huahuahua. Eu sou judeu. Não religioso, mas sou judeu.
    Além disso, comparar essa atitude da ICAR aos absurdos praticados por ela no passado chega a ser ridículo.
    E na verdade a própria atitude dela atualmente, incitando preconceito contra homossexuais, ignorando o perigo da AIDS condenando o uso de preservativos e etc, é simplesmente a continuação de uma política vaticanocêntrica que ela mantém há séculos.
    Mas, responsabiliza-la pelo Holocausto, é como se se estivesse subestimando todo o resto.
    Conheço muito sobre Hitler e sua história. E afirmar que havia qualquer motivação religiosa nos seus atos não faz o mínimo sentido.
    A motivação religiosa, aliás, é a fantasia de muitos horrores.

    Alexandre Golaiv

    Comment by Alexandre — 06/08/2010 @ 3:40 AM

    • É.

      Uma mancha , na história da nossa raça.

      O André tá na Europa , se não vc ia ver ele arrebentar com a historia do massacre nas Américas.

      Eu nem quero falar nisso .

      Bj

      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:19 PM

  4. Mais um:

    Índia aumenta forças na Caxemira para conter onda de violência

    O Governo indiano “não pode prender as mentes” do povo da Caxemira e só está “criando inimigos e ódio”, advertiu Khalida Shah, tia de Abdullah e chefe da minoritária Conferência Nacional Awami, em entrevista coletiva ao término de dois dias de discussões em Délhi

    O Paquistão pediu nesta terça-feira “moderação” à Índia, após se mostrar “seriamente preocupado com a escalada de violência” e a perda de “vidas inocentes” na Caxemira.

    Islamabad reproduziu as palavras de um porta-voz do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para dizer que se trata de uma “preocupação coletiva” da comunidade internacional.

    A Índia, reticente a qualquer tipo de mediação ou conselho sobre a Caxemira, qualificou de “gratuitas” as palavras do porta-voz de Ban Ki-moon e pediu um “esclarecimento”.

    Abdullah (cujo pai é ministro do Executivo central) reiterou seu pedido para revisão das leis que atribuem poderes especiais às forças de segurança indianas na Caxemira. Tais poderes permitem a atuação impune das forças e bloqueiam investigações de denúncias sobre VIOLAÇÕES DOS DIREITOS HUMANOS.

    (tio)Renato

    Comment by Renato — 06/08/2010 @ 3:53 AM

    • pois é, Re , Direitos Hu – Ma – Nos !

      Não é estranho ?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:21 PM

  5. É, Golaiv, infelizmente fanatismo, desiquilíbrios, alienação, são agentes fatalmente malévolos.

    Coitadas destas meninas, mulheres, que barbaridade.

    “Não há no mundo amor e bondade bastantes para que ainda possamos dá-los a seres imaginários.” Nietzsche

    “As características que foram dadas ao ‘Ser verdadeiro’ das coisas, são características do não-Ser, do Nada. Construiu-se o ‘mundo verdadeiro’ a partir da contradição com o mundo efetivo: de fato, o mundo verdadeiro é um mundo aparente, à medida que não passa de uma ilusão ótica de ordem moral.” Nietzsche

    “‘Fé’ significa não querer saber o que é a verdade.” Nietzsche

    “O cristão comum. – Se o cristianismo tivesse razão em suas teses acerca de um Deus vingador, da pecaminosidade universal, da predestinação e do perigo de uma danação eterna,
    seria um indício de imbecilidade e falta de caráter não se tornar padre, apóstolo ou eremita e trabalhar, com temor e tremor, unicamente pela própria salvação;
    pois seria absurdo perder assim o benefício eterno, em troca da comodidade temporal.
    Supondo que se creia realmente nessas coisas, o cristão comum é uma figura deplorável, um ser que não sabe contar até três, e que, justamente por sua incapacidade mental, não mereceria ser punido tão duramente quanto promete o cristianismo.” Nietzsche

    beijo Fy
    Abraço a todos.
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 06/08/2010 @ 4:03 AM

    • Mas o adorável cristianismo é pura punição. É doentio.

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:22 PM

  6. Muito complicado este lance,eu sempre acreditei em Deus,e nunca fui adepta de nenhuma religião.
    É como se o meu Deus não existisse em nenhuma delas.

    Muito bom seu post
    beijo Camila

    Comment by Camila — 06/08/2010 @ 5:10 AM

    • É , bem por aí.

      Pq será que estes fanáticos não enchergam deus no olhar dos seres humanos ?

      Conveniente, este lance de deus , …

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:24 PM

  7. Alexandre, eu também sou descendente de judeus. Tudo misturado. Mas sei que sou.
    Claro que Hitler era um louco. Mas quantos existem?

    Eu li outro dia um resumo interessante de um livro. Accccccheiiii, é meio compridinho mas esclarece este lance de raças.

    O que torna tão sedutora a ideia de “raça”, de que os seres humanos são essencialmente diferentes em razão de suas características físicas? O que faz com que a ciência tenha tantas dificuldades em abandonar sua obsessão em relação à raça, mesmo frente às inúmeras demonstrações, da própria ciência, da inexistência de raças humanas? São algumas das questões abordadas no livro Ciência, raça e racismo na modernidade, coletânea de seis ensaios organizada por Mozart Linhares da Silva, doutor em História pela PUCRS e professor da Unisc. Publicada pela Edunisc, a obra investiga de que formas o preconceito se revela, muitas vezes, sob o manto da “autoridade científica”.

    Ainda hoje existem cientistas que defendem a existência de raças humanas, não só diferentes como “superiores” e “inferiores”. É o caso de Richard J. Herrnstein e Charles Murray, autores de The Bell Curve, livro publicado em 1994 nos EUA (sem tradução no Brasil). Os autores defendem que os negros norte-americanos são intelectualmente inferiores aos brancos, por isso é perda de tempo o Estado investir montanhas de dinheiro na educação daqueles. Também é o caso do biólogo James Watson, famoso por suas descobertas na genética. Em 2007, Watson declarou que pessoas que já tiveram empregados negros não acreditam que sua inteligência é igual à dos brancos. Em outras ocasiões, ele defendeu um tratamento genético para deixar mulheres feias mais bonitas e ainda o direito ao aborto, se as grávidas pudessem saber se a criança nasceria homossexual. Suas afirmações causaram o repúdio imediato de vários geneticistas.

    Diante desses fatos, Ciência, raça e racismo na modernidade põe em xeque o caráter “neutro” e “desinteressado” da ciência e aponta suas contribuições na legitimação do racismo e de todo tipo de preconceitos. Mostra como cientistas forneceram os aportes teóricos para a legitimação de uma categoria, hoje refutada – a “raça” –, cujas implicações políticas podem ser traduzidas nas formas do racismo e dos genocídios vivenciados no século XX, principalmente o extermínio dos judeus da Europa. Não foram poucos os médicos e biólogos que participaram de experiências mortais com cobaias humanas nos campos de concentração.

    Os ensaios de Mozart Linhares da Silva, da bióloga Patrícia Lovatto, do filósofo Luiz Ricardo Centurião e dos historiadores Mauro Gaglietti, Ruth Chittó Gauer e Marçal de Menezes Paredes propõem vários enfoques de discussão. Patrícia, por exemplo, observa que “a cor da pele corresponde apenas a uma parte ínfima do nosso patrimônio genético: talvez 8 a 10 genes num total de dezenas de milhares. Ela não está ligada a qualquer caráter biológico importante, não podendo, portanto, servir para classificar de modo significativo as populações”.

    DIVERSIDADE – Vários estudos foram realizados nas últimas duas décadas sobre a distância genética entre grupos humanos espalhados pelo globo. Constatou-se que 85% da diversidade genética humana fica no interior das populações, e uma fração muito menor – 10% – separa grupos diferentes. A genética contemporânea comprova que a cor da pele não indica sequer a ancestralidade do indivíduo. Como observa Mauro Gaglietti, “nada garante que uma pessoa negra tenha a maior parte de seus ancestrais vindos da África. No Brasil há brancos com ancestralidade preponderantemente africana e negros com ancestralidade predominantemente europeia”. A diversidade é tão grande que poderíamos dizer que, dentro da concepção tradicional de raça, cada indivíduo significa uma raça à parte.

    The Bell Curve fez grande sucesso nos EUA. Para Mozart Linhares, “uma prova derradeira para nossos preconceitos históricos seria confortante, sobretudo se pudésemos naturalizá-los de uma vez por todas. As sociedades parecem aceitar com maior entusiasmo publicações que venham de fato “provar” a existência de raças do que aquelas publicações que as desqualificam”. Nesse sentido, os progressos da engenharia genética ameaçam ressuscitar os esforços de “melhoria” e purificação da “raça”. Ciência, raça e racismo na modernidade alerta para o risco de, mais uma vez sob o amparo da autoridade científica, as sociedades caírem no delírio de corrigir ou eliminar as “anormalidades”, em nome do aperfeiçoamento da espécie.

    bjinhos da Carol

    Comment by Carol — 06/08/2010 @ 5:18 AM

    • Puxa Carol , vc e o Gustavo podiam fazer um post, sobre isto.

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 06/08/2010 @ 3:26 PM

  8. Que calamidad!

    Legal este lance da RAWA, legal e inacreditável. Direito das mulheres… 2010.

    Alexandre, eu não desculpo igreja nenhuma, crença em papa-noel nenhum que faça vistas grossas pra uma loucura desta.
    “Na época” é desculpa pra boi dormir. O escambau, “na época”. Há pouco tempo atrás esta mesma igreja condenou uma criança de 9 anos estuprada a correr risco de vida tendo um filho, ou ser excomungada, como se ser comungada lhe trouxesse algum benefício ou proteção. Se pudesse queimava.Depois de estuprar, certamente.
    E o papa Pio XII não condenou os Nazistas na época.E nem os pedófilos,sabe lá por quanto tempo.

    Se alguem conseguir fazer algum tipo de conexão com algum deus e alguma religião,é louco igual.
    No que mesmo estas pessoas tem fé?

    bjinhos Ju

    Comment by Juliana — 06/08/2010 @ 5:47 AM

  9. Mais : independente de Hitler ser católico ou não, ou ser um canalha católico que explorava a fé católica para enganar o povo, a MAIORIA da Alemanha da época era de católicos, incluindo os soldados e oficiais que cumpriam suas ordens. Adolf Hitler NÃO ERA O ÚNICO católico na Alemanha. Ele teve cooperação de outros católicos na Alemanha, no partido nazista e no exército.

    Comment by Juliana — 06/08/2010 @ 5:50 AM

  10. Ju, eu ví sim o post.
    Bobagem, né?
    Tão legal o vídeo do Pablo, tão do bem.

    Vou ter que sair e volto à noitinha.

    Aí respondo tudo.

    Beijo pra todo mundo.
    Fy

    Comment by Fy — 06/08/2010 @ 6:00 AM

  11. Moçada, vou dar meu pitaco aqui.

    Primeiro é bom salientar que entre buscadores não há nunca uma certeza.
    Esta é uma das razões pelas quais , com satisfação, eu percebo que esta turminha que comumente vem aqui, e os que chegam, não trazem consigo verdades incontestáveis.Infelizmente isto passou a ser um atributo sómente da Ciencia,e não da busca espiritual.
    Mas de qualquer forma, é sobre Ciencia que vou falar um pouquinho.

    Sem deixar de evidenciar que o filha da puta do louco varrido do Hitler, lançaria mão de qualquer argumento, na sua ânsia de conquistar o mundo.
    Mas, é óbvio que assim consagraria sua psicose-mor que era estabelecer definitivamente e provando, a Supremacia da Raça Ariana.

    Raças:
    Foi o Conde de Gobineau que popularizou, em meados do século XIX, um novo significado, em seu ensaio racista : Essai sur l’inégalité des races humaines (“Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”, 1853-1855), no qual toma partido a favor da tese poligenista segundo a qual a humanidade poderia ser dividida em várias raças distintas, as quais seriam, outrossim, passíveis de serem tratadas numa base hierárquica.

    O racialismo ou racismo científico, tornou-se a partir daí a ideologia predominante nos meios eruditos, na antropologia física etc, em conjunto com o evolucionismo, com o darwinismo social e com as teorias eugênicas desenvolvidas por Francis Galton.

    A tentativa de prover um discurso científico para os preconceitos racistas (aquilo que Canguilhem denominaria “ideologia científica”), seria fortemente desacreditado após o genocídio dos judeus da Europa praticado pela Alemanha Nazista.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ra%C3%A7as_humanas

    A expressão em inglês “the human race” é por vezes traduzida como “a raça humana” nas obras em português.

    Isso é um contrasenso.

    A tradução correta desse falso cognato seria “A espécie humana” ou então “O gênero humano”: não existe nenhuma espécie conhecida que se desdobre em raças, uma delas sendo a humana.

    Em: Le racisme expliqué à ma fille – Tahar Ben Jelloun escreveu:

    A palavra “raça” não deve ser utilizada para dizer que existe diversidade humana.
    A palavra “raça” não tem base científica.
    Ela foi usada para exagerar os efeitos das diferenças aparentes, ou seja, físicas.
    Não se pode basear nas diferenças físicas — a cor da pele, o tamanho, os traços do rosto —
    para dividir a humanidade de maneira hierárquica, ou seja,
    considerando que existem homens superiores em relação a outros homens,
    que seriam postos em uma classe inferior.
    Eu te proponho não mais utilizar a palavra “raça”.

    Isso estaria de acordo com a proposta feita pela UNESCO logo após a Segunda Guerra Mundial de utilizar o termo por “grupo étnico”, mais adequado cientificamente e que inclui os componentes culturais, em substituição ao termo vago e confuso “raça”, que não tem definição precisa.

    Desde as origens, a noção de “raça” servia para definir o estrangeiro, o outro, diferente e inferior,
    que pode ser por isso maltratado sem mais conseqüências.
    O questionamento da noção de “raça humana”, pretensamente científica porque se apoiaria em classificações anteriormente instauradas para as espécies vivas, veio tardiamente.
    Recorrer a este termo para os humanos sempre esteve ligado a questões políticas, com utilização dominadora.

    Se esta noção traz problemas é porque ela já foi utilizada, sob supostos fundamentos científicos, por alguns autores que, ao confundir os registros do biologia e da cultura, desenvolveram no final do século XIX uma ideologia nova, o racismo.

    É a suposta “teoria” de uma hierarquia de raças.Conde de Gobineau, em seu Essai sur l’inégalité des races humaines – já mencionado – que PREGA A SUPERIORIDADE DA RAÇA BRANCA SOBRE OS DEMAIS POVOS.

    Ali ele inventa o mito do Ariano e foi um dos primeiros a fundamentar a classificação racial não nas taxas de melanina no corpo (a pigmentação da epiderme) mas sim nas condições geográficas e climáticas.

    Para tanto ele dividiu a humanidade em três raças distintas, a “raça branca” (Ariana), a “raça amarela” e a “raça negra” (e incluindo ainda a “raça degenerada”),

    e afirmava que toda mestiçagem era nefasta.

    Gobineau visitou Wagner em Bayreuth e influenciou seu círculo de Bayreuth, enquanto sua obra fora traduzida para o alemão desde 1898, ANTES DE SE TORNAR UMA REFERÊNCIA PARA O NAZISMO.

    Nos Estados Unidos ela foi traduzida em 1856 por Josiah Clark Nott, um discípulo de Samuel George Morton e um dos chefes do movimento polygéniste nos Estados unidos, que afirmava a diferenciação, desde as suas origens, da humanidade em “raças” distintas.

    Em sua obra The Descent of Man and Selection in Relation to Sex de 1871 Darwin responde aos argumentos poligenistas e criacionistas lançados por Nott, sustentando a monogenia e criticando o darwinismo social. >> ISTO É IMPORTANTE SALIENTAR.

    A distinção entre uma teoria científica, no caso a biologia em seus diversos aspectos, e a utilização que dela pode ser feita (ideológica e política) está, em princípio, claramente estabelecida hoje em dia por trabalhos dos epistemólogos tais como François Jacob e Georges Canguilhem (que chamam este tema de “ideologia científica”) e dos filósofos e antropólogos tais como Claude Lévi-Strauss.

    O nazismo e a eugenia

    Segundo alguns historiadores a Alemanha Nazista levou as politícas eugênicas ao extremo, porém, segundo outras fontes, acredita-se que o que ocorreu com os judeus durante o Terceiro Reich foi genocídio, e não foi a aplicação de idéias eugênicas que causou o holocausto e sim o ódio racial entre dois grupos étnicos distintos.

    Outros grupos de historiadores discordam desta besteira e óbviamente declaram que a eugenia foi a solução básica para este tal ódio.

    O único consenso é que a eugenia foi praticada com alemães que possuiam deficiências fisícas ou mentais, através do exterminío, e da esterilização.

    Entretanto, existem distinções entre as formas de eugenia, como a eugenia positiva (que incentiva pessoas saudáveis a terem mais filhos) e a eugenia negativa (que impede que pessoas com certas limitações se reproduzam), sendo a positiva praticada também no Terceiro Reich, com a criação de centros de reprodução humana.

    Este degenerado não tinha limites.

    As religiões, entre si , também sonham com a eugenia . É óbvio e ululante.

    Quem ofereceu um nome a teoria foi Francis Galton, antropologista, meteorologista, matemático e estatístico inglês, 1822-1911,
    que a definiu como o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja fisica ou mentalmente.
    Apesar das constantes declarações da mídia acerca das raças humanas: que elas não existem, são produtos sociais ou que estimulam o preconceito e a segregação racial, não existe nenhum concenso científico sobre o tema.

    Eu sou da opinião que se quisermos nos adentrar em Nazismo seria legal uma série de posts.

    A quantidade de informações sobre as atividades esquizofrenicas de Hitler, variam do catolicismo, à magia negra, á ufologia, à radiestesia, etc

    Algumas de suas estratégicas afirmações católicas:

    Em um discurso em Berlim em 1933, Hitler disse: “Nós estamos convencidos de que o povo precisa e necessita desta fé”

    Em 1925, Hitler disse: “Eu acredito que estou agindo conforme a vontade do Criador Todo-Poderoso, me defendendo contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor”

    Várias outras cartas e discursos comprovam a “fé” de Hitler. Parte do ódio aos judeus foi influenciada pela cultura de culpar os judeus de assassinos de Jesus.

    Em uma carta do deputado Fuhrer para o 1o ministro da Bavaria, lê-se: “Eu conheço Herr Hitler pessoalmente e eu sou muito próximo a ele. Ele tem um caráter honrado incomum, repleto de gentileza profunda, é religioso e bom Católico”.

    Comentário de Goering sobre Hitler: “Somente um católico poderia unificar a Alemanha!”

    no que ele não estava de totalmente errado, se considerarmos o histórico.

    Acreditem,crianças !!!
    beijo a todos,
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 06/08/2010 @ 7:48 AM

  12. Primeiro é bom salientar que entre buscadores não há nunca uma certeza.

    Claro que não.

    Mas há sempre o desejo.

    beijo no seu coração, – que super comentário!

    Thank YoU!

    Fy

    Comment by Fy — 06/08/2010 @ 12:17 PM

  13. gostei muito deste blog.Parabéns.

    Comment by anônimo — 07/08/2010 @ 8:28 AM


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

Blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: