windmills by fy

20/08/2010

gatos castrados . . .

Filed under: Uncategorized — Fy @ 7:48 AM

 

 

 

 

 

por Manu :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chove no Rio de Janeiro. Em casa , cuidando de dois gatos recém castrados , sinto o vento que vem das frestas .

Como eu , não adianta fechar as janelas .

Pelos meus cantos não consigo segurar o tempo que passa , que vaza e escorre .

Tão pouco os pensamentos que mudam e os sonhos que se transformam .

Se não fossem as frestas e o vento , eu seria como pedra .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A mim pouco importa , considero natural , assim como a chuva num sábado de outono ,

assim como a renovação das nossas ideias ou até mesmo improvisação de última hora no roteiro .

Os gatos castrados ainda não mostraram sinais de mudança de comportamento , mas com certeza mostrarão .

Adão continua namorando a manta do sofá e Dali segue em seu rancor pelo banho do dia anterior .

 

 

Nós três em casa e apenas eu com um fluxo hormonal quase normal .

Não fui castrada

e sinto certa culpa pela futura mudança no temperamento do Adão .

 

 

Se fizessem isso comigo , se acabassem com minhas frestas ,

se alterassem minha química para que eu ficasse socialmente aceitável , seria como virar objeto .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Castrar para ser domável .

Vedar  para ser : 

irrenovável ,

estável ,

sempre igual .

 

 

 

 

 

 

Pois que já tentei uma vez , confesso , trancar a casa toda , calar a minha boca , fazer de conta que eu era diferente de mim mesma .

Desejei aquele deslizar no andar de quem , mais para embotado do que para estável , julga ser dono de uma paz intransponível .

 

 

 

Vodpod videos no longer available.

 

 

 

Pois que para minha alegria ,

após fracassar inúmeras vezes ,

 

 

 

descobri que bom mesmo é ter a alma escancarada , andando pelada por aí .

 

 

 

 

A  minha  calma  tem  garoa  e  tempestade  , frio  e  calor  , brisa  e  rajada  de  vento  .

 

 

A  minha  calma  é  honesta

e  é  como  é ,  viva  ,  bem  viva  .

 

 

 

Mas os gatos coitados  . . .  o que foi que fiz com eles  !

Acabei com a malandragem do Dalí , com a fúria do Adão ,

com aquela atividade incessante , cheia de vitalidade pela casa .

 

 

 Acabei com os miados chorosos e brincadeiras intermináveis .

Agora   . . .    serão gatinhos comportados

e

vedados

 . 

. . .

 

 

 

 

 

Respirar fundo é minha fresta .

Chove –  e aqui dentro , até que enfim , apesar dos gatos castrados ,

passa um ar , bagunçando os cabelos e todo o coreto .

 

 

 

Fazendo discretamente balançar papéis , sacudindo palavras e movimentando as emoções .

Esvoaçando um passado gasto , brincando de futuro com folhas em branco borboleteando  pelos ares .

 

.

 

 

É assim sempre que chove . . . é assim sempre que me escapa o sopro pelas bordas .

É assim

porque nunca consegui vedar meus olhos e imaginação .

 

 

Mas enfim  . . .  pobres gatos lacrados  . . .

.

 

 

 

 

 

 

Fy

 Texto :

Manu

– um super texto !

 

Ilustrações :

Alberto Cerriteño

Sillas Tobal

 

 

 

 

 

 

 

 

23 Comments »

  1. Oi voces,
    Fy té que enfim alguem norma! Que bom saber já estava me sentindo so freak!
    bjunhos
    Camila

    Comment by Camila — 20/08/2010 @ 10:20 AM

    • Hi Camila,

      Freak é zumbizar pela vida.
      Q bom saber que vc tb é normal, ahahahahah

      bjos

      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 2:04 AM

  2. To aqui, Tocayo, maluquíssima de trabalho. Não escrevi porque nem vim pra cá, fiz trabalho de campo, muito legal, depois conto.Mas lí tudo, vou escrevinhar bastante. Mas primeiro,vamos dançar.Tás perdido…

    Imprrrreeeeessssionante a falta de expressão do bonequinho do vídeo. Eu já conheci um monte de pessoas assim.Não vibram, não sentem, não nada. Esqueceram que morreram.Ou estão em outro plano. Verdade, esquecí. No limbo.

    Fy, esta indiferença, é uma doença; as filosofias que “pregam” isto deveriam ser proibidas.É um crime amestrar as pessoas assim. Sem frio, sem fome, sem sede. Indiferentes, doentes.ta louco!Dáqui o outro ladinho da carinha pra mim esbofetiar!

    Aêeeeeeeeeeeeee tio Gus!Pele da alma,alma da pele.Que coisa mais bunitcha!

    Mas quanta gente não tem pele,e muito menos alma.Esqueceram.
    bjinhos, volto amanhã.
    Juju
    o Zwill sai ou não sai?

    Comment by Juliana — 20/08/2010 @ 10:56 AM

    • Juuuuuuuuuuuuuuuuuuu

      é,
      Não vibram, não sentem, não nada.
      Ilove you … sitting here …
      in … silence.

      No silence eterno . . .

      No “não” … ser .

      Uau … q fashion …

      Sittin’ in silence on my own
      Wait ’til everybody’s gone
      And only I can see
      What it means to be
      Sittin’ here in silence on my own

      And only I can see
      What it means to be
      Sittin’ here in silence on my own
      Sittin’ here in silence on my own

      And only I can see …

      only I …

      bjinhos ahahahahahahahahah
      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 2:13 AM

  3. Um super texto!
    Manu?
    bejuuuus
    Karina

    Comment by Karina — 20/08/2010 @ 11:57 AM

    • Super Manu!

      Bjs

      O wordpress não tá soltando os comentários.

      ?

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 2:15 AM

  4. Esta Manu me recorda muito alguem que escreveu uma vez:
    Costumamos pensar que somos a mesma pessoa que éramos 5 anos atrás. Apesar de termos mudado em muitos aspectos, a mesma pessoa está presente tal como estava presente no passado.
    Podemos começar a pensar sobre os aspectos que se podem alterar sem que o próprio (indivíduo) subjacente mude.
    Hume, no entanto, nega que exista uma distinção entre os vários aspectos de uma pessoa e o indivíduo misterioso que supostamente transporta todas estas características.
    Porque no fundo, como Hume afirma, quando se começa a introspecção, notamos um grupo de pensamentos e sentimentos e percepções e tudo isso, mas nunca nos apercebemos de uma substância à qual possamos chamar “o Eu”.
    Por isso, tanto quanto podemos dizer, conclui Hume, não há nada relativamente ao Eu que esteja acima de um grande pacote de percepções transitórias.
    De notar que, na perspectiva de Hume, não há nada ao qual estas percepções pertencem. Pelo contrário, Hume compara a alma ao povo de uma nação (commonwealth), que retém a sua identidade não em virtude de uma substância básica permanente, mas que é composto de muitos elementos relacionados mas em ….permanente mutação.
    A questão da identidade pessoal torna-se assim uma questão de caracterizar a coesão frouxa da experiência pessoal vivida.

    Não te recorda também ou é apenas uma impressão minha?

    passeiporaqui e gostei.

    Comment by passeiporaqui — 21/08/2010 @ 2:05 PM

    • Oi passei por aqui,

      vc passa em muitos lugares, nãoénão?

      Eu gosto de Hume.

      Faz tempo isto.?

      Foi quando eu tava no lugar errado.

      Qualquer coisa assim como o Sacks da 49.

      Magasine de artigos embalsamados.
      Cool à beça.

      Mas gosto sim, de Hume.

      Hume, no entanto, nega que exista uma distinção entre os vários aspectos de uma pessoa e o indivíduo misterioso que supostamente transporta todas estas características.
      Porque no fundo, como Hume afirma, quando se começa a introspecção, notamos um grupo de pensamentos e sentimentos e percepções e tudo isso, mas nunca nos apercebemos de uma substância à qual possamos chamar “o Eu”.
      Por isso, tanto quanto podemos dizer, conclui Hume, não há nada relativamente ao Eu que esteja acima de um grande pacote de percepções transitórias.

      ————————-

      “eu sou minhas forças, minhas idéias, meus desejos, meus afetos, e sobretudo os investimentos concretos ou não concretos de tudo isso num campo social concreto ou não – concreto .
      Tudo isso muda e se reconfigura o tempo inteiro e portanto não pode ser encerrado numa imagem ou numa definição.
      ” É claro que, se não tivermos paciência suficiente, poderemos responder: “eu sou um cheiro de cravo nos cabelos da noite”, ou então:

      “eu sou a trigésima quinta nervura na asa esquerda daquela mosca que acaba de morrer”.[ Fuchs ] : tenho um post sobre isto, com o Fuchs q eu curto mto.

      então… imagine escrever pra um monte de gente que é a 5ª ou a 7ª nervura na asa da mosca morta – e morre todo dia, não cansa – acha a vida um insulto e chama isto de Individuação.- um saco .

      ahahahah nem sabe quem é Freud , mas leu Memórias…. Sonhos …. e confundiu com o catecismo … da Universal.

      pois é …confuso , my friend …

      Hume é uma coligação pra quem gosta de Deleuze, Guattari,Nietzsche, e aí vai . ahahah é preciso ter coerência.

      Mas quem se engavetou na via sacra, e encarnou algum arquétipo esquizo , …. ficou.

      Filosofar não é plastificar. Copiar e colar. É um movimento constante, como tudo o q existe.

      Na verdade , mesmo sem ler … [ ahahah] Platão : aquele desnorteado esperto , estas pessoas insistem [ ahahah] que “perdemos” a visão imediata dos protótipos “divinos” – sabe … aqueles … que nunca foram vistos : e por isto mesmo servem pra tudoequalquercoisa > espertíssimo este Platão – então … elas suspiram e suspiram … e … suspiram por eles até consegui-los de novo.[ sem ler Adorno, … leram alguma coisa da bribria ]

      – é a arte de ” mortar ” .

      Ah tb gostam da Exumação. … ou vai ver … que curtem uma ressureição , não sei , … é tão mofado , que não dá pra distinguir…. nem pra ler … quem dera entender …

      my bad.

      bj
      Fy

      acho vc bem esquisito.
      mas … seja sempre bem vindo .

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:09 AM

  5. A pele – a alma : Vida: alma da pele – pele da alma.
    duda

    Comment by duda — 21/08/2010 @ 11:35 PM

    • Aloha duda,

      That’s it.

      Primeiro agente vive – Depois agente morre … quanto quiser.

      bjs

      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:13 AM

  6. Mas quanta gente não tem pele,e muito menos alma.Esqueceram.
    Eu também tenho esta impressão, Juliana.

    Não é difícel perceber o enrijecimento crescente que vem se apoderando dos humanos.

    Tenho me perguntado muito se não nos atemos demais aos quadros mentais, cada vez mais profundos, perdendo o contato com o mundo real: natural, à ponto de nos tornarmos mais e mais anestesiados em nossas sensações, em nossa sensibilidade.

    Me refiro sim às sensações e sentimentos do corpo, que é exatamente o que nos faz sentir a vida.

    Um corpo que estremece de medo, que se arrepia de prazer, que busca o contato e calor humano, e a fusão no momento de amor.

    Um corpo vivo,pulsante, repleto de ternura, de realidade.

    Repleto de natureza, repleto do natural.

    A ausência ou entorpecimento da sensibilidade sinaliza um corpo morto, sem vida, encouraçado e defendido, sem contato com o mundo natural, afastado da vida, praticamente fantasmando sem acesso a seus fluxos promovendo seres semi mortos, mecânicos e alienados.

    Fluxos que se estagnam.

    Conexões interrompidas – movimentos que se petrificam.
    As pessoas perderam os ciclos, de confudiram em des-movimentos.perderam as cores,precisam de faróis.

    Saudades de voce Ju,
    beijo grande
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 22/08/2010 @ 12:31 AM

    • Um corpo vivo,pulsante, repleto de ternura, de realidade.

      Repleto de natureza, repleto do natural.

      A ausência ou entorpecimento da sensibilidade sinaliza um corpo morto, sem vida, encouraçado e defendido, sem contato com o mundo natural, afastado da vida, praticamente fantasmando sem acesso a seus fluxos promovendo seres semi mortos, mecânicos e alienados.

      ——————

      o post é seu.Seu poeta danado!
      DA-NA-DO!

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:20 AM

  7. Fy,

    Táqui, pro teu post de morango e pra Manu que mora em voce, acho que até mais do que jamais morou nela ou em qualquer alguém:

    planta em mim
    dos pés
    o peito de flores

    guirlanda sobre este …teu solo lírico
    pomares contidos
    cheiros teus, húmus humores

    onde caiba a raiz
    a percorrer o território inteiro
    de heras e amores

    a tua seiva-luz, geração
    do mar do cultivo
    de tempestades em folhas

    alimento do amor
    planta em mim
    as ondas da Terra

    planta.

    da ROSANE CARNEIRO

    beijo

    Comment by TocaYo — 22/08/2010 @ 12:38 AM

  8. Eta TocaYo, que imagens lindas neste poema.
    Maravilhoso.
    Corpo,suores,cheiro,seiva.
    Terra.
    Húmos.
    Não há conexão mais profunda com a vida.
    Quem perde o poder dos sentidos, perdeu a vida.
    Quem os desvaloriza, morreu.
    É como interromper um fluxo, a correnteza vital que faz o corpo transpirar, tremer, vibrar, adormecer, gritar,delatando a vida.

    beijo a todos voces

    Com este frio, como ignorar a pele? o calor?
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 22/08/2010 @ 12:56 AM

    • que delata a vida.

      e rasga …

      e conta a verdade …

      pega.

      bjs
      no teu coração

      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:22 AM

  9. Boa lembrança os Castrati, bizarro o que tem direito.
    Coisinhas da malfadada igreja cristã.
    Juntando-se isto a outros horrores bizarros,temos a Confraria dos Tarados.
    Jogos Mortais é brincadeirinha soft perto da novela cristã.

    Também já andei às voltas com uma pessoa assim ausente de emoções. É estressante,e vai se tornando enjoativo.É como se voce fôsse inferior por sentir, como se os seus humores fossem uma fraqueza.
    Eu sinceramente acho que precisa um desiqulíbrio bem acentuado pra estas pessoas se sentirem assim,disvirtuadas do corpo, vivendo em espírito, procurando um outro sentido em tudo,como se nada fosse aquilo que é.

    Excelente post de carne e osso.
    Abço
    Paulo Vergui

    Comment by Paulo — 22/08/2010 @ 1:28 AM

    • tá louco !

      bom te ver!

      bjs

      que bom q vc escapou … a tempo .

      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:35 AM

  10. ô Paulo,

    Amor é amor, brother, e transar cheirando incenso, cantando mantra, dependendo da Kali, é so fazer Ommmmmmmmm.

    Adorei Fysinha, esta Manu tem endereço?
    Conte pra ela que o Dennis é desembotado, nunca tem paz e nem calma.Completamente bipolar e inteiro, sister.E gato.
    Huahuahuahua.

    Este lance de fingir que não tem corpo é só pra fazer genero. Puta lance gasto, cheio de firulinha, nhenhenhe, até o fogo queimar ….por lá… sabe como ?
    Pimenta nos outros não queima, mas nagente… arde.
    Aí, todo mundo perde a pose.

    Tem gente que embarca mesmo no lance, e engessa, mas a maioria é do blá blá blá.
    O vídeo merece aplauso, Fy, muito aplauso.

    e aí Juju, Kd a Marianne? duda kd o BEIJO?
    Camila, muito prazer: Dennis.

    beijos não castrados pras meninas.
    Dennis

    Comment by Dennis — 22/08/2010 @ 1:55 AM

  11. tio Gus

    (Fy, apaga caso não saia)
    beijo
    Tio Gus

    Comment by Gustavo — 22/08/2010 @ 1:57 AM

    • saiu!

      O TocaYo consertou.

      Agora só não solta mais commnet.

      Tem q liberar.

      O wordpress é louco.

      bj bj bj
      Fy

      Comment by Fy — 22/08/2010 @ 3:40 AM

  12. Boa tarde Windmills, Fy,

    Que falta de imaginação a minha, sempre chego do mesmo jeito… mas vou me transformando, me renovando a cada dia.
    Claro que eu já lí. Também desconfio um pouco desta Manu…. ou é uma alma gêmea?
    De qualquer forma é admirável.
    E já que o poeta disse; como bem lembrou o Gustavo, quem passou pela vida e não viveu…;vou escrever sobre um diálogo que me chamou atenção ao assistir um filme ontem, isto porque o post Skin ainda estava provocando meus neuroniozinhos a pensar.
    Claro que intensificamos a vida quando nos lembramos de sentí-la em cada momento usando todos os nossos sentidos.
    E mais, intensificamos o mundo, intensificamos vidas também. Outras vidas.
    Não sei se conseguirei ser clara em como associei este diálogo a esta minha reflexão. Talvez voces percebam melhor do que eu consigo explicar,o filme é “Dança Comigo” com a Susan Sarandon e Richard Gere. O diálogo é de uma cena,é uma conversa entre Beverly Clark e o detetive que ela contratou para investigar o marido.

    Beverly diz: Por que acha que as pessoas se casam?
    O detetive responde: Paixão.
    Ela retruca: Não.
    Ele se espanta Achei que fosse romântica. Por que então?
    E ela explica: Porque precisamos de alguém que testemunhe nossa vida. Com bilhões de pessoas no planeta o que a vida de alguém significa? Mas no casamento você promete cuidar de tudo. As coisas boas, as ruins, as terríveis. As coisas mundanas… Tudo isso, o tempo todo, todos os dias. Você está dizendo: “sua vida não passará despercebida, porque eu vou perceber. Sua vida não passará sem testemunho, porque eu serei sua testemunha.”

    E, na maioria das vezes, é um testemunho de corpo e alma.

    um bom domingo
    um beijo
    Sofia

    Comment by Sofia — 23/08/2010 @ 8:37 AM


RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

Blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: