windmills by fy

25/11/2010

Universal I

Filed under: Uncategorized — Fy @ 3:43 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

todos os dias são bons para reinventar o mundo . 

desmontam-se mecanismos , compõem-se ordens e lógicas adversas ,

em dia colocam-se as conversas , os versos , os universos …

todo o dia é dia de tudo e dia de nada . . . 

–  com uma urgência danada !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                             

 

 

A cada minuto que passa , novas pessoas assinam a Internet , novos computadores se interconectam , novas informações são injetadas na rede .

Quanto mais o ciberespaço se estende , mais universal se torna , menos totalizável o mundo informacional se torna .

O universal da cybercultura está tão desprovido de centro como de linha diretriz .

 

 

Está vazio , sem conteúdo . Ou melhor , aceita todos , pois contenta-se com pôr em contato um ponto qualquer com qualquer outro ,

qualquer que seja a carga semântica das entidades postas em relação .

Eu não quero dizer com isso que a universalidade do ciberespaço seja   « neutra  » ou sem conseqüências ,

pois o fato-mor do processo de interconexão geral já tem e terá ainda mais , no futuro , imensas repercussões na vida econômica , política e cultural .

Esse evento está efetivamente transformando as condições da vida em sociedade .

 

 

Trata-se , no entanto , de um universal indeterminado e que tende até a manter sua indeterminação ,

pois cada novo nó da rede de redes em constante extensão pode tornar-se produtor ou emissor de informações novas ,

imprevisíveis , e reorganizar por conta própria parte da conectividade global .  

 

 

O ciberespaço possui o caráter de sistema dos sistemas mas , por isso mesmo , também é o sistema do caos .

Máxima encarnação da transparência técnica , acolhe , no entanto , devido à sua irreprimível profusão , todas as opacidades do sentido .

 

 

Desenha e redesenha a figura de um labirinto móvel , em extensão , sem plano possível , universal ,

um labirinto com o qual o próprio Dédalo não poderia ter sonhado

 

 

 

 

A   cybercultura    ou    a   tradição    simultânea  

Longe de ser uma subcultura dos fanáticos da rede , a cybercultura exprime uma grande mutação da própria essência da cultura .

Conforme a tese que desenvolvi neste relatório , a chave da cultura do futuro é o conceito de    Universal   sem   totalidade  .

 

 

Nessa proposição  ,   « o Universal »   significa  : a  presença  virtual  da  humanidade >  para si .

O Universal abriga  o aqui  e agora da espécie , seu ponto de encontro , um aqui  e  agora  paradoxal , sem lugar nem tempo claramente atribuível .

 

Por exemplo , uma religião universal dirige-se supostamente a todos os homens e os reúne virtualmente em sua revelação , sua escatologia , seus valores .

Da mesma maneira , a ciência exprime supostamente  ( e vale por )   o progresso intelectual da totalidade sem homens , sem exclusão .

Os cientistas são os delegados da espécie e os triunfos do conhecimento exato são os da humanidade em seu conjunto .

Da mesma maneira , o horizonte de um ciberespaço que consideramos universalista

é o de interconectar todos os bípedes falantes e fazê-los participar da inteligência coletiva da espécie no seio de um meio onipresente .

De maneira totalmente diferente , a ciência e as religiões universais abrem lugares virtuais onde a humanidade encontra a si mesma .

Embora exercendo uma função análoga , o ciberespaço reúne as pessoas de maneira muito << menos   virtual »   do que a ciência ou as grandes religiões .

A atividade científica implica cada um e dirige-se a todos pelo intermédio de um sujeito transcendental do conhecimento , no qual cada membro da espécie participa .

 A religião agrupa por  “ transcendência ”.

Ao contrário ,  e > para a   sua operação em que põe o homem em presença de si , o ciberespaço lança mão de uma tecnologia real , imanente , ao alcance da mão .  

 

 

–  Agora , o que é a totalidade ?

 

 

Trata-se , na minha linguagem , da unidade estabilizada do sentido de uma diversidade .

Quer essa unidade ou identidade seja orgânica , dialética , ou complexa , antes do que simples ou mecânica ,

não muda em nada a questão ; trata-se ainda de totalidade , isto é, de um fechamento semântico englobante .

Ora , a cybercultura inventa outra maneira de fazer advir a presença virtual para si do humano > somente impondo uma unidade do sentido .

Essa é a principal tese defendida aqui .  

À luz das categorias que acabo de expor , podemos distinguir três grandes etapas da história :  

–  a das pequenas sociedades fechadas, de cultura oral, que viviam uma totalidade sem Universal ;  

                              – a das sociedades   « civilizadas » , imperiais , que usam a escrita , que fizeram surgir um Universal totalizante e ,  

                                                                             – por fim , a da cybercultura , que corresponde à mundialização concreta das sociedades , que inventa um Universal  “ sem ” totalidade .  

Ressaltemos que os estágios dois e três não fazem desaparecer os que os antecedem , mas relativizam-nos ao acrescentar dimensões suplementares .  

 

 

Numa primeira época , a humanidade é composta de uma multidão de totalidades culturais dinâmicas ou de   « tradições » ,

mentalmente fechadas sobre si , o que evidentemente não impede nem os encontros , nem as influências .

« Os homens »   por excelência são os membros da tribo .

São raras as proposições das culturas arcaicas que supostamente concernem a todos os seres humanos sem exceção .

Nem as leis  ( nenhum   « direito humano »  ) , nem os deuses ( nenhuma religião universal ) ,

nem os conhecimentos  ( nenhum procedimento de experimentação ou raciocínio reprodutível em toda a parte ) ,

nem as técnicas  ( nenhuma rede , nem padrões mundiais )    são universais por construção .  

É verdade que o registro estava ausente .

Mas a transmissão cíclica de geração para geração garantia a perenidade no tempo .

As capacidades da memória humana limitavam , no entanto ,

o tamanho do tesouro cultural às lembranças e aos saberes de um grupo de idosos .

Totalidades vivas , porém fechadas , sem Universal .  

 

 

Numa segunda época ,  « civilizada » , as condições de comunicação instauradas pela escrita

levam à descoberta prática da universalidade .

A escrita , a seguir o impresso , trazem uma possibilidade de extensão indefinida da memória social .

A abertura universalista efetua-se paralelamente no tempo e no espaço .

O  Universal  totalizante  traduz  a  inflação  dos  sinais  e  a  fixação  do  sentido , a  conquista  dos  territórios  e  a  sujeição  dos  homens .

O primeiro Universal é imperial , estatal .

Impõe-se sobre a diversidade das culturas .

 

Tende a cavar uma camada do ser em toda a parte e sempre idêntica , pretensamente independente de nós ou apegada a tal definição abstrata .

Sim , … nossa espécie existirá futuramente como tal .

Encontra-se , comunga dentro de . . . estranhos espaços virtuais : a revelação , o fim dos tempos , a razão , a ciência , o direito…

Do Estado às religiões do livro , das religiões às redes da tecnociência , a universalidade afirma-se e corporifica-se ,

porém , quase sempre pela totalização , pela extensão e pela manutenção de um sentido único . 

 

 

 

Ora , a cybercultura , terceiro estágio da evolução , mantém a universalidade ao mesmo tempo em que dissolve a totalidade .

 

 

Corresponde ao momento em que nossa espécie , com a planetarização econômica , com a densificação das redes de comunicação e transporte ,

tende a formar apenas uma comunidade mundial , mesmo que essa comunidade seja — e como é! — desigual e conflituosa .

Única de seu gênero no reino animal , a humanidade reúne toda a sua espécie numa única sociedade .

 

 

Mas, ao mesmo tempo e paradoxalmente , a unidade do sentido surge , talvez porque começa a realizar-se praticamente , pelo contato e pela interação efetiva .

Noé está voltando feito multidão . Flotilhas espalhadas e dançantes de arcas que abrigam a precariedade de um sentido problemático ,

reflexos confusos de um tudo fugidio, evanescente , conectadas com o universo , as comunidades virtuais constroem

e dissolvem constantemente suas micrototalidades dinâmicas , emergentes , submersas , que derivam entre as correntes cheias de turbilhões do novo dilúvio.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisa :

Bruno Latour, Nous n’avons jamais été modernes. La Découverte, Paris, 1991.  

La société du spectacle de Guy Debord, primeira edição: Buchet-Chastel, Paris, 1967.  

Pierre Lévy

 

Fy

 

23 Comments »

  1. Yessss we think ! (?)

    beijo Fy
    Alexandre

    Comment by Alexandre Golaiv — 26/11/2010 @ 2:17 AM

    • ! [?]

      maybe…..

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 26/11/2010 @ 3:14 AM

  2. Xiiii este é dos meus….

    Fy, ficou bonitooooo.Eu nunca havia lido o Pierre Lévy.Mais um deleuziano…

    Este post, lido com a devida profundidade,representa um desafio,a descrição do fechamento de um ciclo, sem exagero.
    Uma demonstração empíorica de que o Devir é um fenômeno óbvio, como imediatamente sacou, o malandrão do Platão.
    O fundamental deste artigo ou o cerne deste pensador Pierre, nada mais indica que uma questão de sobrevivência. A transformação já ocorreu, quem não acompanha o devir passa a ter uma subvida.

    Eu fui procurar e achei tudo isto em outras palavras :
    //
    /

    Ele agora (o sujeito), está investido pelos discursos que circulam através dele, pelas linguagens que o ocupam, pelos desejos que o movem, pelos poderes que o saturam, pelos saberes que o identificam.
    Ele é tornado “visível e dizível”, em total contraste com o anseio de outrora: por um sujeito imortal, a-histórico, etc.
    //
    /

    Quando recorremos à crítica dessa subjetividade essencialista e de uma interioridade absoluta, conseqüentemente, estamos indicando que o sujeito é despossuído de seu “eu”, isto é, do seu lugar, como centro da identidade, estável e inabalável.

    /
    /

    É essa filosofia do sujeito centrado por meio da identidade e da semelhança que pode ser colocado em questão.
    É a territorialidade do sujeito, a sua segmentarização através de índices de personificação ou identificação egóicas que agora serão colocados em risco.
    /

    A “filosofia do sujeito” detém os devires, regula o movimento e impõe estabilidade através de identidades molares, pois estas “…propagam as ondas do mesmo até à extinção daquilo que não se deixa identificar”.
    (Deleuze, 1996)
    /
    /
    /

    Deleuze não fala mais de sujeito.
    Esta identidade molar e segmentarizada é uma invenção para impor “ondas de identidade” sobre um plano de hecceidade, eventos e singularidades.

    E o movimento é extremamente inverso, como tão bem nos mostra Deleuze, em seu último texto intitulado: A imanência: Uma vida…, publicado em número especial dedicado a ele na Revista Philosophie, em setembro de 1995 e transcrito para o livro: Gilles Deleuze, imagens de um filósofo da imanência,
    /
    /
    /

    (…) A vida do indivíduo é substituída por uma vida impessoal, embora singular,( EMBORA SINGULAR:ATENÇÃO A ISTO) que produz um puro acontecimento livre dos acidentes da vida interior e exterior, ou seja, da subjetividade e da objetividade do que acontece.

    “Homo Tantum” por quem todo mundo se compadece e que atinge a uma certa beatitude.
    É uma hecceidade, que não é mais de individuação, mas sim de singularização: vida de pura imanência, neutra, além do bem e do mal, já que só o sujeito que o encarnava no meio das coisas a tornava boa ou má.
    A vida de tal individualidade se apaga em benefício da vida singular imanente a um homem que não tem mais nome, embora não se confunda com nenhum outro.
    Essência, singular, uma vida… (DELEUZE, 1997:17-18)

    Ao sujeito é dada uma forma, à sua interioridade, uma exterioridade que se dobra sobre si mesmo.
    Ele possui um status, um corpo, uma sedimentação. Esse “eu-sujeito” só pode ser subjetivado e regulado se o mesmo pertence a um território, a uma identificação, ou como diria Deleuze em Mil Platôs, “tiver um rosto”:

    (este trecho é muito profundo e “vale” refletir):

    (…) Os rostos concretos nascem de uma máquina abstrata de rostidade,
    que irá produzi-los ao mesmo tempo em que der ao significante: seu muro branco,à subjetividade: seu buraco negro.

    O “sistema buraco negro-muro branco” não seria então já um rosto, seria a máquina abstrata que o produz, segundo as combinações deformáveis de suas engrenagens.

    Não esperemos que a máquina abstrata se pareça com o que ela produziu, com o que irá produzir(…). (Deleuze, 1994: 33)

    (…) Os corpos serão disciplinados, a corporeidade será desfeita, promover-se-á a caça aos devires-animais,
    levar-se-á a desterritorialização a um novo limiar, já que se saltará dos estratos orgânicos aos estratos de significância e de subjetivação.
    Produzir-se-á uma única substância de expressão.

    Construir-se-á o sistema muro branco – buraco-negro, ou antes, deslanchar-se-á essa máquina abstrata

    que deve justamente permitir e garantir a onipotência do significante, bem como a autonomia do sujeito(…)

    Essa máquina é denominada, máquina de rostidade porque é produção social de rosto,

    porque opera uma rostificação de todo o corpo,

    de suas imediações e de seus objetos, uma paisagificação de todos os mundos e meios. (Id. Ibidem : 49)
    /
    /
    /

    Sabendo-se que somos segmentarizados por todos os lados e em todas as direções,

    o problema que se coloca é justamente sobre as possibilidades de se escapar das máquinas abstratas da rostidade,

    isto é, desfazer as formas do rosto pela impessoalidade.

    Como nos tornar imperceptíveis a partir da dissolução das estruturas segmentárias de identificação, do significante, da consciência e do controle?

    Tornarmo-nos imperceptíveis4 significa um tipo de ocultamento aos dispositivos subjetivantes, sejam eles visíveis ou não, (não possuirmos mais identidade nem consciência),

    ou seja, é no traçar das linhas de fuga, (enquanto imperceptibilidade), que os singulares modos de vida/hecceidades se efetivam.

    e por aí vai, um show de genialidade, uma facilidade assustadora de colocar em palavras – e até inventá-las…-

    continuemos….

    parabéns pela escolha, valeuuuu

    bj
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 26/11/2010 @ 2:56 AM

  3. Me empolguei e até esqueci de falar o primeiro pensamento que me ocorreu quando acabei de ler o tal Pierre:(gostei mesmo)- Fy! Voce é Aquário de corpo, “coração”, e alma!!!!!Impressionante!

    Pra voce,com um baita carinho:

    beijo a todos
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 26/11/2010 @ 3:04 AM

  4. Comment by Gustavo — 26/11/2010 @ 3:04 AM

    • Xiiiiiiiiiiiiiii- muiiiiito bom mesmo.

      Gustavo, vou publicar o 2 e o 3 , acho. É compridinho este artigo dele.

      Faz tempo que eu tinha copiado isto, – outro dia, … q já faz um tempinho, o Lucio Manfredi publicou este vídeo lá no Facebook, e eu me lembrei na hora do Pierre.

      Quando a Míriam falou sobre a censura dos blogs,lembrei de novo.

      É que a história do Irã não deu pra engulir… aiaiaiai eu não aguento.

      Mas… é tão típico do brasileiro esta atitude macacal diante da realidade!

      Tanta gente metida a besta falou um monte de besteira – mas besteira daquelas q não dá pra ler – por causa do aborto… dando uma de… boas-pessoas…. aiaiai e de ignorantes-pessoas: culturinha de thief-pastor e de padrinho-pedófilo,[ só podia falar besteira mesmo] e numa hora desta > diante DISTO: se cala.

      que r a i v a .

      voltando:

      adorei q vc adorou.

      Ah… adorei o Toquinho! sabe – asas agente vai adquirindo pela vida, depois que perde as de criança. Mutatis-Mutantes, baby.
      e se hoje tenho já algumas penas … devo a pessoas assim, que nem o Gus, que só estimulam seu crescimento.

      Vou devolver, tá bem ?

      with all my love and admiration :

      Comment by Fy — 26/11/2010 @ 3:36 AM

  5. bj no teu coração
    Fy

    Comment by Fy — 26/11/2010 @ 3:37 AM

    • Ehê,menina, obrigado.

      Mas vou explicar porque o crescimento é reciproco, quando agente consegue “escapar das máquinas abstratas da rostidade”, isto é, desfazer as formas do rosto pela impessoalidade.

      Nós temos a oportunidade de morar num lugar maravilhoso, onde a imensidão se faz notar com maior impacto.
      E é muito bom perceber em voces que, isto, este fato tão previlegiado, não “limitou” a perspectiva, o espaço mental de nenhum.

      Esta imensidão imensurável, ao contrário do que se “planta pelaí” nos aproximou, nos tornou receptivos e suscetíveis às impressões uns dos outros, às singularidades, às diferenças, ao resultado proveniente destas interações em nosso convívio.

      Não somos iguais.

      /

      Mas temos um significado ou um significar-se comum.

      /

      E embora a palavra cause uma impressão depreciativa, pretendendo resignificá-la de uma forma mais natural,eu diria que este significado é a sobrevivência,no sentido de re-vivência que ela também contém, e a isto eu chamo o renascimento a cada instante de nossa participação neste fenômeno Vida.

      Nesta coisa linda e emocionante que voce sentiu e colocou de presente (inesquecível, querida)pro tio Gus aqui, repare, como no próprio contexto do filme, na mensagem verdadeira deste contexto todo, esta convivência, este eterno “afecto” é uma maravilhosa troca de influências, impulsos, cores, construções, perspectivas, encontros, enfim, quando existe a suscetibilidade para O OLHAR DO OUTRO e a desenvoltura liberta em OLHAR O OUTRO.

      a CARTA :

      “Dear Jamal,

      Someone I once knew wrote that we walk away from our dreams afraid that we may fail, or worse yet, afraid we may succeed.

      While I knew so very early on that you would realise your dreams I never imagined I would once again realise my own.

      Seasons change, young man. (YOUNG GIRL)

      While I waited until the winter of my life to see what I’ve seen this past year there is no doubt I would have waited too long, had it not been for you.”

      beijo
      tio Gus

      e de novo, porque…

      beijo a todos

      tio Gus

      Comment by Gustavo — 26/11/2010 @ 11:37 PM

  6. Demos um salto considerável. Vencemos o tempo , o espaço.
    Eu fico espantado, achando que esta moça no Irã, estes horrores no Sudão,esta miséria na Índia,são personagens de algum filme antigo,ainda preto e branco, qualquer coisa assim.
    Fidel Castro, Lula.
    Voces até podem achar que sou bárbaro, ou selvagem, mas eu gostaria de ficar meia hora sózinho com esta cara do Irã.
    Ensinar ele que homem não joga pedra em mulher.
    Ensinava uma porção de coisa pra este valentão.
    E eu aposto com voces,que sózinho,este covardão nem fala.
    boa tarde pra voces,
    Wilson

    Comment by Wilson — 26/11/2010 @ 7:06 AM

    • E eu aposto com voces,que sózinho,este covardão nem fala.

      Wilson, falar ?

      este cara “grunhe”.

      Por isto é q se entende com o Lula.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2010 @ 12:16 AM

  7. Parabens à galera do blog.
    Encontrei um lugar diferente, assimétrico, atual, divertido, corajoso, ousado sem o recurso da baixaria ou o lega lenga da espiritualidade fast-food que ninguem mais aguenta.
    Dei um bico nos comentários, gostei demais.
    Gente bacana.
    Cabe mais um ?

    Comment by Marcos Novaes — 26/11/2010 @ 9:39 AM

    • Welcome aboard man.

      If you liked that ,come and sail with us.

      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2010 @ 12:21 AM

  8. Oi pessoal, muito legal o post, Fy e o mirrorlook que o Gustavo projetou com deleuze.
    Deleuze e Nietzsche, seu guru , é o mirrorlook netuniano mais ferrado que surgiu até agora, e isto não se discute.
    O mundo é devir, o homem, é devir. Quem não concorda, ou se distrai,is barking up the wrong tree entirely!

    Em setembro eu estive na IAB MIXX 2010, lá em NY, gostosíssima e chuvarosa NY,e quando eu lí o seu Universal I, e o bunner Universal sem Totalidade rebolando nesta soltura toda espaço e perspectiva , me lembrei de um dos meus gurus profissionais.

    Vamos até invocar Lobato, e a tal “LÍngua de Papagaio” pra entender este lance do: SEM TOTALIDADE, linhas de fuga, no devir extasiante e ousado do mundo digital cada dia mais desafiador e fascinante.

    (pra mim é, não faço parte da turminha que vive no lamento do consumismo, Oh…. como somos engulidos pela informação e pelo consumo…, não nasci com down, tenho raciocínio e vontade, sou consumista até onde quero e posso, sem mais besteira, e encheção de linguiça)

    O empreendedor, investidor e mito do mercado de tecnologia digital internacional, Yossi Vardi, criador do ICQ, primeiro programa de instant messaging do mundo, entre outras 70 companhias de tecnologia digital, fodíssimo, super estratégico investidor em start ups do mundo digital, deu uma aula arrasante sobre o alcance do mundo digital, sem estas doencinhas de periferia emburrecida, e o mapa,o caminho das pedras para quem deseja ser um investidor de sua empresa de venture capital:

    “Não procuro idéias geniais de negócios, nem grandes businesses plans, procuro TALENTO. Esse é o MAIOR CAPITAL no qual desejo investir”.

    E TALENTO, minha gente, não tem “rostidade”, é o que não foi “personalizado”, não foi “configurado e nem significado”. TALENTO é devir, é extrapolar o limite, rebentando em linhas de fuga traçadas pela imaginação não domesticada,não viciada.

    Este é o mundo de hoje, querendo ou não. O resto é mediocridade de quem vive mergulhado no discursinho da banalidade rasa do rebanho funcionário público, o patético discurso do cagado que, agarrado à bóia, se caga de paúra de mergulhar no mundo como ele é. É o atrazo, o coral dos atrazados, os que não tem impulso,neste doido, lindo e inevitável alinhamento contínuo do caos.

    Parabéns menina, e Gustavão,
    beijo pra voces queridos,
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 26/11/2010 @ 10:23 PM

    • “Não procuro idéias geniais de negócios, nem grandes businesses plans, procuro TALENTO. Esse é o MAIOR CAPITAL no qual desejo investir”.

      E TALENTO, minha gente, não tem “rostidade”, é o que não foi “personalizado”, não foi “configurado e nem significado”. TALENTO é devir, é extrapolar o limite, rebentando em linhas de fuga traçadas pela imaginação não domesticada,não viciada.





      bj BossS
      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2010 @ 1:16 AM

  9. Nossa, que boss, hem?

    depois venho.
    Juju

    Comment by Juliana — 26/11/2010 @ 10:26 PM

  10. Xiiiiiiiiiii

    TOCAYOOOOOO – começou de novo a não aceitar o youtube…
    vou tentar consertar.

    Cayto, entra aí e vê porque ??????? !!!!!

    bjs
    Fy

    Comment by Fy — 27/11/2010 @ 1:03 AM

  11. Comment by Fy — 27/11/2010 @ 1:18 AM

    • João Pedro : tái o vídeo…. caramba !

      o wordpress tá louco!

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2010 @ 1:19 AM

  12. Só se tiver “love you” pro CaYto…. quê isssssso ?

    huahuahuahuah, Gustavo vc merece, brother…. e é em busca desta família, irmão, que agente passa por esta vida.

    To vendo, Fysinha, deixa comigo.

    Comment by TocaYo — 27/11/2010 @ 1:31 AM

  13. Comment by TocaYo — 27/11/2010 @ 1:40 AM

    • Ó GALERA:

      Tá entrando com o COMPARTILHAR – TÁ REJEITANDO O EMBEBED –

      de vez em quando dá isso.

      TocaYo

      lá vem chuva…. de novo.

      Melhor que bala, né? que merda isto no Rio, hem?

      Comment by TocaYo — 27/11/2010 @ 1:43 AM


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