windmills by fy

11/01/2011

Paris & NY

Filed under: Uncategorized — Fy @ 11:27 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 http://parisvsnyc.blogspot.com/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26 Comments »

  1. Boa tarde quentésima, Windmills.
    Muito calor e mais chuva aqui em SP.
    Muito bom este artista.
    O post do Café expresso e o americano, é filosófico, hahaha.
    assis en terrace.
    keep Walking.
    Os franceses sempre tiveram bom gosto.
    Abraço,
    Vitor Simmonsen

    Comment by Vitor — 12/01/2011 @ 5:05 AM

    • Hi Doctor!

      Feliz Ano Novo!

      que bom que gostou.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/01/2011 @ 9:59 AM

  2. Olá Fy! Olá pessoal! Quanto tempo! Finalmente a minha casa esvaziou de parentes que vieram para o ano novo e agora já posso voltar a visitar meus amigos blogueiros hehe Muito criativo o trabalho desenvolvido por este designer. Bom, não conheço New York, mas conheço Paris. É uma cidade linda, mesmo apesar dos parisienses… Eita povinho mal-humorado! hehe

    Beijão e feliz ano novo!
    Miriam Waltrick

    Comment by Miriam Waltrick — 12/01/2011 @ 7:03 AM

    • Oi Miriam ! saudade tb!
      Ah… de natal e reveillon, sou a premiada…. nem queira saber …

      Tb gostei, faz tempo que eu queria postar.

      Mas é isso sim, os parisienses são o próprio mal-humor. Vc chega com aquela sensação toda “Cidade-Luz” et…. Voilà : les parisiens sont gris!

      A melhor palavra é ríspido – são ríspidos.

      Mas é mal de Paris mesmo, lá embaixo vc escreveu que em outros lugares os franceses são mais acolhedores, e é verdade.

      Eu cresci no Canadá – ahahahah + ou – 25% dos canadenses dizem Bonjour: adequadamente ….e, claro são gdes amigos tb .

      Pra quem gosta de cantinhos, ruazinhas e lugares aconchegantes eu aconselho Estrasburgo, na divisa da França/ Suíça /Alemanha. É um lugar de sonho.
      Meu preferido na França.

      Mas , sabe…, meu coração bate forte em NY!

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/01/2011 @ 10:16 AM

  3. Legal mesmo o traabalho do Muratyan.
    Não conheço Paris, mas conheço Nova York.
    A antipatia dos parisienses é famosa, mas também já ouvi falar que em outros lugares da França as pessoas são acolhedoras.Pretendo dar uma volta por lá, assim que minha esposa estiver curada. Vamos conferir.
    Post relaxante.
    Abraço,
    Wilson

    Comment by Wilson — 12/01/2011 @ 1:33 PM

    • Olá Wilson, realmente esqueci de dizer que é só sair de Paris que se percebe a diferença no acolhimento por parte das pessoas. Acabei por generalizar e toda a generalização é burra e injusta. Tenho 2 amigos parisienses, que conheci quando morava em Londres, que são as coisas mais queridas do mundo. Vai sem medo. Tenho certeza de que vais gostar.
      Abraços
      Miriam

      Comment by miriamwaltrick — 13/01/2011 @ 9:07 AM

  4. Pra criar um climazinho très chaud :

    un après-midi là, dans la rue du jourdain,
    on peut dire qu’on était bien,
    assis à la terrasse du café d’en face
    on voyait notre appartement.

    je ne sais plus si nous nous étions tus
    ou si nous parlions tout bas là au café d’en bas,
    mais je revois très bien la table et tes mains,
    le thé, le café et le sucre à côté.

    puis d’un coup c’est parti, tout s’est effondré,
    on n’a pas bien compris, tout a continué,
    tandis qu’entre nous s’en allait l’équilibre,
    plus jamais tranquilles, nous tombions du fil.

    cet après-midi là, dans la rue du jourdain,
    en fait tout n’allait pas si bien,
    assis à la terrasse du café d’en face
    on voyait notre appartement,
    si triste finalement avec nous dedans

    BEIJO
    Marianne

    (Paris: só bem acompanhada, sózinha me dá depressão.)

    Comment by Marianne — 12/01/2011 @ 1:39 PM

    • cet après-midi là, dans la rue du jourdain,

      “en fait” tout n’allait pas si bien,[…]

      assis à la terrasse du café d’en face

      – já tá na hora de fazer um post sobre amor , nãoénão?

      ah : um não… um montão!

      lindo Marianne.
      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/01/2011 @ 10:25 AM

  5. Boa Noite Fy, Windmills,
    Graças a Deus acabaram as festas! Minha casa estava como a da Míriam, gente pra todo o lado, família, família e família. Não que não seja gostoso, mas é cansativo quando é voce quem recebe.E os natais em família são famosos por suas historias.
    Mas, adorei, mais uma vez o post. Relaxante como disse o Wilson.
    Bom, eu adoro Paris.
    Mas concordo que não é um bom local pra se provar a hospitalidade francesa.E muito menos pra quem não fala frances.
    A correria de Nova York me atordoa, sinceramente.
    E que musicas lindas!Adorei a escolha da Marianne.”tres melancolique”. ahahah

    Beijo
    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia — 12/01/2011 @ 2:02 PM

    • Olá Sofia, e é como tu dissestes. É legal ter a família por perto mas chega uma hora que a gente cansa. Quanto aos franceses, como já disse anteriormente, a antipatia fica mais por conta dos parisienses. Em outros locais a coisa já muda. Mas uma coisa que me deixa louca é que eles se recusam a falar contigo em inglês, com algumas pouquíssimas exceções.
      Acho que foi em 2008 que li em um jornal inglês que, o governo francês, ciente das dificuldades dos turistas devido a total falta de hospitalidade dos parisienses, resolveu investir em palestas e cursos no sentido de tentar mudar essa situação. Bom, foi o que eu chamei de “curso de adestramento”… hehe Mas tenho certeza de que não mudou grandes coisas, pois o festival de reclamações continua.
      Só não passei por tantas dificuldades na terrinha porque tenho uma amiga que mora em Paris e foi ela que me mostrou a cidade. Mas, mesmo assim, senti o drama. Por exemplo, uma vez, por impulso, pedi para o garçom um café… em inglês. Ele simplesmente me virou a cara e olhou para a minha amiga que teve de fazer o pedido por mim, acredita? Mas, no final, as atrações que a cidade te oferece acabam compensando as incomodações.

      Abraços à todos!

      Mriam

      Comment by miriamwaltrick — 13/01/2011 @ 9:32 AM

      • ah … eu consegui xingar em portugues o único convidado “frances” filho de brasileiros, numa reunião bastante séria de trabalho .

        Paris!

        bjs
        Fy

        Comment by Fy — 13/01/2011 @ 10:29 AM

  6. Alo moçada,
    hahhahhaha Sofia, é verdade.
    Paris é por excelência: turismo. E o pedantismo começa pelo aeroporto extremamente confuso e mal sinalizado (não que no Brasil, não seja..ahahaha). E, pior que não falar francês, é falar inglês com qualquer funcionário, aí então eles fazem questão de indicar o ônibus que vai para todo lugar – menos o terminal que você precisa.
    Mas, Paris é Paris.
    E,gostoso mesmo é “tocar” Paris caminhando, mesmo que isso signifique um cooper a dois com a rabugisse mal humorada do parisiense.
    Eu pelo menos me sinto singularmente “importante” huahuahua, sentado no Café de Flore em Saint-Germain-Des-Prés, começo até a “pensar” em francês, num blablabla congestionado entre o existencialismo e o esnobismo mental dos Apollinaire, Jean-Paul Sartre, Giacometti, Hemingway, Picasso…

    Vou deixar este aqui, mas com mais calma procuro alguma coisa melhor, deve ter.

    Depois comento New York.

    beijo
    (tio) Renato
    boa chuva!

    Comment by Renato — 12/01/2011 @ 11:26 PM

  7. Muiiiiito legal!
    Pela total falta de tempo,porque tempo é a neurose mais perigosa do American Psycho pra quem eu trabalho, aê vai um bocadinho de humor, drama, num flash hypado das cidades mais lindas e estranhas do mundo:- e pra sentir saudade!

    ——————————

    Please, não esqueçam Amèlie!
    bjinhos
    Ju

    Comment by Juliana — 12/01/2011 @ 11:56 PM

    • Juju!

      Como esquecer Amèlie?

      Bom, eu sou fã do Sex and the city, todo mundo sabe.
      Até hj não sei como os junguianos não caíram matando …- vamos fazer um post….?

      Clara Sheller foi um seriado sensacional que não vingou por aqui.
      Super tema, divertido, atual, – inteligente – estranho, não ?

      Where is your boss ?
      bjs
      Ju

      Comment by Fy — 13/01/2011 @ 10:34 AM

  8. que que é issssso?
    parece salsichão!

    Comment by Juliana — 12/01/2011 @ 11:57 PM

    • sei lá.

      Já vi o mesmo problema em outros sites do wordpress tb!
      Tentei consertar, mas não consegui.

      Gente que calor insuportável! E a chuvarada, hem ? Rio, Sampa…. tudo de novo!
      Daqui a pouco vai cair outra tempestade aqui!

      – 2 filmes interessantes – já que o assunto é este : – e só chove : e eu to de férias …

      .

      ….

      o Marcelo faz um excelente comentário sobre os 2 aqui :

      http://awardmovies.blogspot.com/2009/12/paris-te-amo.html

      – vale a pena .

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 13/01/2011 @ 10:43 AM

  9. Oi moçada,

    Míriam, eu sou louco por Londres.
    O Gab morou em Londres, não foi ? Inclusive conheceu a Karina por lá. Dois brasileiros que se conheceram e se apaixonaram em Londres. É bonita a historia dos dois, que aliás, provavelmente não existiria caso não houvesse o “london-factor”, o Gab é paulista e a Karina, gaúcha.

    Precisamos de um post sobre Londres, é assunto pra dedéu!

    Voltando a Paris, cinema,e à chuva (por falar nisto cuidado com o sol, gente, tá que tá!)nós perdemos neste último dezembro uma figura interessante.
    Voila:

    Diretor de ‘Os pastores da desordem’ faleceu aos 92 anos, em Paris.
    Ele inspirou nome da modelo alemã que virou musa do Velvet Underground.
    Da France Presse

    O cineasta francês de origem grega Nico Papatakis morreu no último dia 17, em Paris, mas sua morte só foi anunciada no obituário da imprensa nesta quarta-feira (22). O diretor tinha 92 anos e foi casado com a atriz Anouk Aimée.

    Nascido no dia 19 de julho de 1918 em Addis-Abeba, na Etiópia, onde combateu Mussolini, Papatakis foi obrigado a se exilar e encontrou refúgio primeiramente no Líbano e depois na Grécia. Em 1939, mudou-se para Paris.

    Lá, frequentou a “intelligentsia” parisiense da época, junto dos escritores Jean-Paul Sartre e Jean Genet ou ainda dos poetas André Breton, Jacques Prévert e Robert Desnos.

    Em 1947, ele criou o cabaré “La rose rouge”, trampolim para inúmeros artistas, depois se casou com a atriz Anouk Aimée, com quem teve uma filha, Manuela. Em 1950, produziu e financiou o filme de Jean Genet, “Un chant d’amour”, com fotografia assinada por Jean Cocteau, mas a única obra cinematográfica do cáustico escritor foi censurada e estreou apenas em 1975.

    Em 1957, deixou a França e partiu para os Estados Unidos, mudando-se para Nova York, onde conheceu a modelo alemã Christa Päffgen, que pegou emprestado seu nome, tornando-se a lendária Nico, musa de Andy Warhol e do Velvet Underground.

    De volta a Paris, ele realizou em 1962 seu primeiro filme, “Les abysses”, sobre a peça de Genet, “Les bonnes”, inspirada na história real das irmãs Papin. O filme foi apresentado no festival de Cannes no mesmo ano e escandalizou.

    Em 1967, o diretor rodou “Os pastores da desordem” que denunciou o regime dos coronéis gregos. Mas o filme que estreou em 1968 foi um fracasso.

    Papatakis, nesta época marido da atriz grega Olga Karlatos, estreou na política, ao se opor à ditadura dos coronéis na Grécia.

    Em 1975, seu filme explosivo “Gloria mundi”, que falava da tortura na Argélia, foi retirado de cartaz após um atentado a bomba ao cinema Marbeuf. Com “Les equilibristes”, em 1991, um retrato amargo de Jean Genet, incarnado por Michel Piccoli, ele enfureceu os admiradores do autor.

    “Papatakis era um homem universal. Ele construiu sem cessar pontes entre a África e a Europa, entre a Grécia e a França, entre a França e os Estados Unidos”, declarou o ex-ministro francês da Cultura Jack Lang. “Homem de coragem, ele era um criador refinado e audacioso”, acrescentou.

    G1

    Bom Dia pra todos
    beijo
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 13/01/2011 @ 10:52 PM

  10. Olá Renato, eu bem sei de todas as histórias de amor que acabaram acontecendo em Londres… inclusive as minhas! hahaha Londres é uma cidade que, quando me perguntam, digo que amo e odeio ao mesmo tempo, por conta de tudo o que viví por lá (morei em Londres mais de 4 anos). Mas já escrevi alguns posts, não necessariamente sobre Londres, mas tendo-a como pano de fundo para minhas crônicas. Tem uma que, quando aconteceu, não foi nada engraçada. Mas depois que escrevi sobre ela, não parava de rir. Foi uma situação digna de uma comédia e se passou às margens do River Thames. Se estiver afim de ler, o link é este aqui http://ontheroadsince72.wordpress.com/2009/07/31/come-live-with-me/

    Abraços

    Miriam

    Comment by Miriam Waltrick — 14/01/2011 @ 5:53 AM

  11. Míriam, claro que sim!

    Tô indo lá.

    beijo
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 15/01/2011 @ 12:16 AM

  12. Que beleza, Míriam. Achei que devia comentar aqui também, pra ninguem perder.

    Delicioso mesmo, conhecer este outro lado teu .

    Quantos somos em nós mesmos. E que surpreendente é a descoberta.

    Os corpos noturnos sempre encadeiam entre si mensagens a velocidades letais, hahaha.

    Embaladas em Lambrini, em cachaça… em poesia…

    E sempre que o coração pede por um pouco de nostalgia, malandro, traidor e eterno poeta, vem aquele murmúrio… tão claro, audível… cínico que diz assim:

    aqui nós falamos das pequenas tristezas e olha… olha só aquela… é da cor exata daqueles olhos.

    E quem de nós parte, Míriam, seja lá qual for a razão, sempre habita depois alguns lugares .

    O amor é um mapa consideravelmente grande.

    Voce escreveu um momento de todos nós. Brilhantemente.

    Tem mais?

    (tio) Renato

    Comment by Renato — 15/01/2011 @ 12:50 AM

    • Ah eu fui primeiro…. pra beirinha do Thamis!

      Muiiiiiito bom demais!

      e o tal livro ?

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 15/01/2011 @ 4:26 AM

      • Que poema lindo! Disse tudo e mais um pouco. Se quiser postar, fica à vontade. E, se me permitires, gostaria de postar o teu poema também.
        Só espero que o pessoal não fique assustado comigo. Aquele texto foi o que eu chamo de “despejo emocional”. É que esta história nunca teve um fim e dura até hoje. Na noite em que escrevi, ele (o Mick) tinha acabado de me ligar aqui no Brasil. Não sei por que cargas d`água, este episódio voltou a me assombrar. Então, fui escrevendo, escrevendo, me preocupei mais com o conteúdo do que com a foma porque, obviamente, já estava embalada com um vinho branco e a música “Come live with me” … apesar de não ser capaz de beber como a mocinha do vídeo. hahahah

        Beijão!
        Miriam

        Comment by Miriam Waltrick — 15/01/2011 @ 9:48 AM

        • Ah! Quase esqueci. O livro já estava quase terminado quando resolvi mudar a “voz”. Estava escrevendo em 3ª pessoa, mas cheguei a conclusão de que em 1ª pessoa ficaria muito melhor. O problema é que ando meio sem tempo e terei de reescrever tudinho (fora as outras 100 vezes que já escrevi e reescrevi porque nunca está suficientemente bom argh). Tem amigo meu que já está perguntando se eles conseguirão ler o bendito, pelo menos, na próxima reencarnação deles hahahaha

          Comment by Miriam Waltrick — 15/01/2011 @ 9:49 AM

    • Oi Renato! Que bom que gostastes. Mas confesso que, assim que apertei o botão para postar esta história, bateu um não-sei-quê de medo hahahah Primeiro, medo de minha filha vir a ler isto um dia e, depois, os amigos descobrirem este meu lado meio doido. Mas Londres faz isso com a gente. Me sinto tão anônima naquele local que fui capaz de fazer coisas como essas. E sabe quando eu teria coragem de fazer isto aqui em Floripa? Nunca! Nunquinha!
      Teve um outro episódio, parecido com este, mas que aconteceu em Camden Town, um dos bairros mais ecléticos e undergrounds de Londres. Assim que tiver “coragem” e inspiração suficiente, escreverei sobre ele. O pano de fundo foi um bar de blues, que depois nunca mais voltei a encontrar, e parecia saído direto da década de 50. Foi como uma viagem no tempo. Muito legal.
      E tem mais sim. Este outro texto está relacionado à minha decisão de ir embora da República Tcheca. Comecei a namorar um outro inglês pra tentar esquecer aquele do River Thames (o que jamais consegui e a nossa história “rola” até hoje hehe). A gente se conheceu em Londres, mas ele foi morar e trabalhar na República Tcheca como professor de inglês. A partir daí começou a me infernizar para ir morar com ele. Aliás, esta é a explicação para eu ter ido morar naquele lugar (Usti Nad Labem). Se arrependimento matasse… Enfim, este outro post fala sobre a minha decisão de ir embora e (olha só que coincidência com o post da Fy!) fala sobre a minha vontade de ir morar na França por uns tempos! hahahah O texto foi escrito (pelo menos, parte dele) no aeroporto de Praga, enquanto esperava o avião de volta pra Londres e minha filha ouvia um Ipod. Mas só fui terminá-lo mesmo depois que cheguei ao Brasil, numa noite de insônia hehe. Se estiver a fim de ler, o link é este aqui http://ontheroadsince72.wordpress.com/2009/07/26/a-letter-to-you-insomnia/

      Abração!
      Miriam

      Comment by Miriam Waltrick — 15/01/2011 @ 9:50 AM

  13. Definitivamente,este blog é demais!

    Comment by Camila — 17/02/2011 @ 11:08 PM


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