windmills by fy

28/03/2011

U n s t o p p a b l e ! – [updating ] –

Filed under: Uncategorized — Fy @ 4:25 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O conflito , deadline , o esgotamento , o Basta ! ,

                                                                          ensaiando seu grito , nascendo  das mais profundas entranhas da natureza humana ,

explodindo seu impossível conter no irremediável  contra . 

                                                                         Grito que se espaça , que se densifica , rompe ,

                                                                                                                                                       incontrolável ,

                                                                                                                                                       louco ,

                                                                                                                indomável ,

e se levanta , despatriado , desgovernado , apenas humano :   

                                               contra ,  

poderosíssimamente :  contra  : todo o regime anti-humano ,

contra  a repressão massificante ,  

onde cada “ eu ”  unido ao que se chama Humanidade

reclama por sua singularidade  e por suas possibilidades .  

 

 

 

 

Não   –   não  há    ” pequenas impressões ”    diante desta autobiografia real ,

 

 

 

 

 

 

 

 

Quantos morreram como resultado das perseguições e das políticas de Mao ?

Muitas pessoas ao longo dos anos tentaram enumerar . Mas elas sempre acabavam subestimando os números .

Porém , à medida que mais dados foram aparecendo durante as décadas de 80 e 90 ,

e os especialistas foram se dedicando mais intensamente às investigações e estimativas ,

os números foram se tornando cada vez mais confiáveis . Mas , ainda assim, eles permanecem imprecisos .

Qual a margem de erro com a qual estamos lidando ?

Ela pode ser , por baixo , de 40 milhões ; mas também pode ser de 100 milhões ou mais .

Para o Grande Salto para Frente, de 1959 a 1961 , o número de mortos varia entre 20 milhões e 75 milhões .

No período anterior . . .  foi de 20 milhões . No período posterior . . .  , dezenas de milhões a mais  . 

 Estatística …

Estatísticas …

Os números passam a não ter qualquer sentido conceitual para nós ,

e a coisa . . .  se torna um simples jogo numérico que nos desvia do horror em si .

 – leia mais AQUI – 

 

 

Sobre a   terra de  Lao – Tzu   [ rima , ritmo , paz ]  ,

. . . do Taoísmo  [compaixão , moderação , humildade ]

. . .  e do Confucionismo  [ piedade, harmonia social , progresso individual ]   –  nasceu  Li  Cunxin  .

 

 

 

 

 

 

 

Mesmo que você nunca tenha ouvido falar em Li Cunxin , vale a pena mergulhar em sua autobiografia .  

Adeus, China  conta com detalhes e muito sentimento a infância miserável numa casa de seis filhos

na época da China comunista de Mao Tsé-Tung .

O menino  que aprendeu a idolatrar Mao  – como se idolatra um deus – 

 

passou fome , dividiu o Kang  [ “cama ” ]  com mais seis irmãos

e só tinha roupas remendadas ,  e só comia nhame : apenas : nhame .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A principal delas , que inclusive permeia o livro e descreve  a vida do bailarino , é a   Lenda do  Sapo no Poço :

 

 

O texto conta a história de um sapinho que vivia em um poço fundo .

Certa vez , outro sapo que vivia do lado de fora o convidou para brincar .

 

O sapinho não pôde aceitar porque não conseguia sair dali ,

e sabia que seu pai já tinha tentado pular para fora do poço a vida toda .

O resultado ?

 

 

O sapinho passou a vida inteira preso ,

tendo o mundo de fora apenas como um sonho .

 

 

Cunxin comprova , na vida real ,  que a lenda  não é  verdadeira .

Ele optou por sair do poço .

 

 

 

Nesta história in-crí-vel ,  o encontro com a realidade da China torna-se inevitável .

A fome , o terror ,  os pés enfaixados das mulheres , o casamento combinado , os filhos , as comunas .

Nascido no segmento mais inimaginavelmente cruel da sociedade comunista chinesa

e sofrendo as necessidades implacáveis inerentes a esse miserável destino , Li Cunxin ,

obrigado a se alimentar diariamente apenas de inhame juntamente com os demais membros da família  

e disputar seu alimento com os ratos ,  

tinha todos os ingredientes melancólicos

para se tornar mais um humilde lavrador esquecido pelo destino .

 

É impossível segurar as lágrimas e os sorrisos

ao ler a interessante saga desse bailarino chinês .

 A solução é imaginar suas conquistas e dançar com suas palavras .

 

 

 

“ Adeus , China — O Último Bailarino de Mao ” é um livro para qualquer um reescrever sua própria história . . . 

e uma grande explicação para quem não entendeu o que está começando ,

apenas começando . . . ,  a acontecer no Oriente .

 

 

Exemplo de determinação e coragem ,

a história de Li é daquelas que você devora em poucos dias ,  enquanto aprende um monte de coisas boas .

 

 

 

Anota aí : Adeus , China  –  Autor : Li Cunxin

 

 

 

Remember and

 point your life in the direction of freedom .

That’s my wish for you and for me .

 

Fy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

29 Comments »

  1. Bom final de tarde, Windmills, Fy

    Que coisa mais tocante, Fy, vou comprar o livro e assistir o filme.
    E já encomendei o do Neil Gaiman. Estou completamente “antenada”… Virei uma coroa “da hora”!
    Impressionante esta reportagem sobre a China.
    Como admitir uma coisa desta? Quantas realidades terríveis desconhecemos ou conhecemos apenas superficialmente.
    Ditaduras, opressão, chacinas.
    Chega!
    beijo,
    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia — 28/03/2011 @ 9:35 AM

    • Chega.

      É um processo longo, eu acredito. Mas… imprevisível e surpreendente.

      Tão imprevisível que não há espiritualidade ou ciências políticas capazes de explicar ou acompanhar os acontecimentos.

      Chega desta paz mentirosa, flácida e gorda à la budismo.

      Chega de opressão, safadamente divina.

      Chega de exploração hu-ma-na.

      É o que eu acho.

      … apenas começou .

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 29/03/2011 @ 3:26 AM

  2. Este filme é mais que um recado, Fy, é uma bordoada nos que compactuam com este tipo de coisa ou coisa pior ainda,como esta barbárie atual em sua forma mais bestial, que atende pelo nome de Muammar Gaddafi. Que é caso destes desocupados ou dos interessados que compactuam com estes crimes entoando a habitual ladainha contra as potências ocidentais.
    Beleza de post, vou ver se encontro o filme, porque na correria, tenho tido muito pouco tempo pra ler.
    Abraço
    Wilson

    Comment by Wilson — 28/03/2011 @ 10:28 AM

    • espera, Wilson vou ver se encontro algum download pra vc e pra Sofia.

      já volto

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 29/03/2011 @ 3:20 AM

  3. Eu não vejo diferença entre um comunista e um nazista.
    o resto é discurso-lero pra boi dormir.
    É a mesma corja de psicopatas.

    Comment by duk@ — 28/03/2011 @ 11:01 AM

  4. Nem preciso dizer o que eu acho, né?
    Lindooooooo, lindo, e toda a vez que me lembro da historia do Lin, ou revejo o filme me emociono muito.
    Às vezes eu fico pensando, o quanto estas babaquices psicológicas enfraqueceram as pessoas. Imaginem o inconsciente deste cara, devia ser uma areia movediça, uma sentença de fracassos.
    Pois é, um dos MAIORES BAILARINOS DO MUNDO, um cara que enfrentou um país sózinho, porque o país estava “dentro dele” com todos os seus horrores, saltou(ele é bom nisso) todas as pontes e ajudou a família dele, e muito, e foi um exemplo a ser seguido : sua história VERDADEIRA foi a inspiração para a medalha de ouro da seleção feminina de vôlei na Olimpíada de Pequim.
    Adorei Fy,adoreiiii
    bjinhos
    Carol

    Comment by Carol — 28/03/2011 @ 10:52 PM

    • sua história VERDADEIRA foi a inspiração para a medalha de ouro da seleção feminina de vôlei na Olimpíada de Pequim !

      esta historia VERDADEIRA inspira até os passados-da-hora ! hahahahahah – de ir!

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 29/03/2011 @ 3:17 AM

  5. tudo porque não existia internet. hehehe

    Comment by duk@ — 29/03/2011 @ 1:14 AM

  6. Êta post bonito!

    Oportuno.

    Parabéns, querida, e parabéns ao André pelo updating mais que oportuno. Deveríamos voltar ao tema, “sutilmente” proposto pelo André.

    /

    Corroborando com o Wilson, e cansado desta ladainha “cucaracha”, como voce diz, vamos usar a massa cinzenta… a Líbia representa 2% da produção de petróleo mundial, sendo a quase totalidade vendida para países da Europa. Se até aqui o negócio tem corrido com regularidade, não vejo qual será o problema de se continuar a fazer negócio com a Líbia no futuro.

    Acho e bato o martelo que a questão aqui prende-se sómente com a Evolução da Consciência das pessoas naquela zona (Médio-oriente e África) em particular, do que com os EUA e sua influência.

    A Líbia representada por um grupo de “libertadores”, simplesmente está a tentar apanhar o combóio da democratização para o seu estado, tal como a Túnisia e o Egípto conseguiram fazer ou estão tentando…e que, em minha opinião, é de louvar!

    A intervenção da ONU no local, para quem tem seguido a situação, enquadra-se Legitimamente, num cenário de Missão Humanitária, ou, de contra-peso à ação militar do Assassino Enlouquecido Al-Gaddafi contra os Rebeldes (o seu povo) (Mao foi uma excelente comparação).

    O método consiste na reserva do espaço aéreo Líbio, e na implementação de ações de enfraquecimento das suas capacidades militares, senão “cumé?”. O que é que nós viramos?

    É óóóóóóbvio que num segundo plano, os objectivos da ONU, sejam os da imposição dos valores liberais (da democracia), com que se identificam o grupo de “libertadores”…

    Acerca do Petróleo ainda, e sobre o domínio do mesmo pelo EUA, acho que a tendência é para o enfraquecimento, temos aí, estourando pra quem se interessa pelo assunto e tem o cuidado de não falar merda, as previsões das reservas mundiais existentes para aproximadamente 40~50 anos e com o avanço da tecnologia nas baterias de lítio (substítuto provável na matriz energética, relativamente ao petróleo).

    É só se informar e pensar.

    Caso contrário seremos todos os retardados cúmplices dos Maos de uma História que “hoje”, como disse o Duka, está escancarada e nos esbofetiando a consciência.

    beijo a todos
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 29/03/2011 @ 1:33 AM

    • Ironias, Gus… ironias…

      Agora, um detalhe curioso: 84% – oitenta e quatro por cento – dos iraquianos aprovaram a guerra e ficaram contentes com a queda de Saddam.

      O MAIS IRÔNICO: esses dados são da ONU, que trabalha para a criação do Governo Mundial e foi totalmente CONTRA à iniciativa americana.

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 29/03/2011 @ 2:39 AM

  7. Extremo!Lindo post!

    O SOL DA MEIA NOITE (White Nights, EUA, 1985)

    Nos anos oitenta o comunismo ainda existia e parecia forte, como a “Guerra Fria” era uma tema presente, Hollywood não ficou de fora e vários filmes criticando o regime soviético foram produzidos.

    Direção – Taylor HackfordElenco – Mikhail Baryshnikov, Gregory Hines, Isabella Rossellini, Jerzy Skolimowski, Helen Mirren, Geraldine Page, John Glover, Maryam D’Abo.

    O bailarino russo Nikolai Rodchenko (Mikhail Bayshnikov) vive exilado nos EUA, porém durante uma viagem ao Japão onde se apresentaria, seu avião é obrigado a pousar em território soviético em virtude de um emergência, onde ele acaba sendo detido pela KGB, a polícia secreta soviética. O coronel Chaiko (o também diretor polonês Jerzy Skolimowski) envia Rodchenko para a Sibéria, onde terá de conviver com o americano Raymond Greenwood (Gregory Hines), um dançarino amador que fugiu para a União Soviética para não lutar na Guerra do Vietnã e se casou com uma bela russa (Isabella Rossellini).

    A princípio o relacionamento entre os desertores é confuso, mas aos poucos eles criam uma amizade em virtude do amor à dança, oaa que colocará a vida de ambos em perigo.

    Viva Viva Viva a Liberdade VIVA!

    BEIJOS
    Marianne
    obrigado!

    Comment by Marianne — 29/03/2011 @ 1:55 AM

    • Oh Marianne !

      Eu também lembrei do Baryshnikov. VIVA VIVA VIVA A LIBERDADE VIVA !

      Extremo : Profundo : o ser humano ROMPENDO > espaços : mesmo…. encarcerado :

      [ Procure por todas as alternativas possíveis, mova-se em todas as direções, seja um andarilho, um andarilho no mundo da vida e da existência.

      E não perca nenhuma oportunidade de viver.
      Osho, em “The Book of Wisdom” ]

      bj
      Fy
      obrigado vc !

      Comment by Fy — 29/03/2011 @ 2:17 AM

  8. A coisa é UNSTOPPABLE mesmo!

    Jornalistas da Reuters estão desaparecidos na Síria

    seg , 28/3/2011 Redação ÉpocaMundo Tags: 270311, Reuters, Síria

    Um efeito colateral dos movimentos revolucionários do Oriente Médio é a violência contra a imprensa. Neste fim de semana, mais dois jornalistas, ambos da agência britânica Reuters, se tornaram as novas vítimas. Segundo a agência, o produtor Ayat Basma e o câmera Ezzat Baltaji, ambos libaneses, desapareceram no sábado, dia em que deveriam deixar a Síria para voltar ao Líbano.

    O último contato conhecido dos dois se deu às 17h22 [14h22 no horário de Brasília], quando Baltaji enviou uma mensagem de texto pelo telefone a um colega em Beirute na qual disse: “estamos saindo agora”. Basma e Baltaji, ambos libaneses, viajaram para a Síria na tarde de quinta-feira. Protestos em massa iniciados há dez dias se tornaram o maior desafio ao presidente Bashar al-Assad em seus 11 anos de governo.

    Coitados.

    Precisa muita coragem pra ser jornalista num fuzuê deste.
    Deu a louca mesmo no Oriente!
    abraços Wilson

    Comment by Wilson — 29/03/2011 @ 5:18 AM

  9. O número pessoas que a China condenou à morte em 2010 foi superior à soma de todas as outras nações que adotam a pena capital. É o que afirma um relatório recém-divulgado pela entidade de direitos humanos britânica Anistia Internacional.

    A organização estima que o governo chinês tenha executado milhares de pessoas, mas diz não ter um número consolidado, uma vez que as autoridades chinesas não divulgam números oficiais a respeito de execuções.

    Segundo a Anistia, pelo menos 527 pessoas foram executadas no mundo em 2010. Uma redução em relação ao ano anterior, quando a organização indicou que 714 foram executadas.

    O Irã foi o segundo país na lista dos que em 2010 mais praticaram a pena máxima, mas o número de pessoas que o país condenou à morte – um total de 252 – fica muito aquém dos números da China.

    Um total de 23 nações praticaram execuções no ano passado.

    Além da China e do Irã, os demais países que mais condenaram pessoas à morte foram Coreia do Norte (pelo menos 60), Iêmen (ao menos 53), Estados Unidos (um total de 46), Arábia Saudita (pelo menos 27) e Líbia (um mínimo de 18).

    Entre as pessoas executadas pelo Irã figuraram cinco mulheres e um jovem que tinha menos de 18 no período em que cometeu o crime.

    Os Estados Unidos foram o único país em toda a região das Américas a ter condenado pessoas à morte em 2010.

    Declínio
    Mas o número de Estados americanos que aboliram a pena de morte aumentou neste ano, com Illinois se tornando o décimo-sexto entre os 50 Estados americanos a rejeitar a prática.

    É mole ?

    ——————–

    Na segunda guerra mundial foi a ação militar que salvou a Europa Ocidental no regime Nazista.

    Ou esta babacada toda acha que negociação teria evitado Hitler de ocupar toda a Europa? Chamberlain e Daladier acreditavam nisso, os dois grandes idiotas.

    Também a guerra da Coréia mostrou isso. Temos a Coréia do Sul, livre, desenvolvida e ótima e a Coréia do Norte, pior país do Universo pra se viver.

    O ideal era NÃO REAGIR à agressão comunista?

    A sorte dos libertários é que existem vários conservadores prontos para meter bala.

    Se estes babacas , babando ódio americano fossem colocados no poder em 5 minutos os islâmicos fascistas decapitariam a todos. E eu ia me divertir.

    Queria ver nego pulando: HERP YANKEES – HERP !

    ——————–

    Fy e Gustavo , claro que não dá para tentar ser ingênuo a ponto de crer que os americanos fizeram tudo isso porque são os “Freedom Fighters”, pois existem a Chevron, a petrolífera da família Bush (que eu não sei o nome), e principlamente, a Halliburton do Cheney, e outros.

    Mas “politicamente correto” à parte, o resultado agradou aos iraquianos e de quebra cumpriu com a proposta oficial da iniciativa:

    desmantelou as bases terroristas no Iraque e apreendeu quase (é, essa parte não cumpriram) todas as WMD (armas de destruição em massa).

    Portando, na minha humilde opinião, essa intervenção, por mais moralmente condenável que seja por causa de Bushs e Cheneys, foi uma boa decisão.

    Ninguem viveu o contrário, pra levantar uma análise contrária.

    E demais a demais, falar merda como disse o Gus, é não só discurso brasileiro , mas é sobretudo políticamente correto, por maiss banal que esteja este termo.

    Acho que qualquer pessoa mentalmente saudável seria contra qualquer intervenção ou dominação islâmica até mesmo na galáxia de Andrômeda.

    abraço aê,

    TocaYo

    lindo post menina.
    beijo pra você.

    Comment by TocaYo — 29/03/2011 @ 6:07 AM

  10. Aê Caito, Wilson, Sofia, Gus que não é mais Guz , Duc@ , e quem mais vier.

    Mais uma vez a beleza, a poesia e sua marca inconfundível, Fy, parabéns pelo recado!

    TocaYo, eu fico pensando no dia em que os EUA deixarem que o mundo se foda a bel prazer. Aí é que o mundo vai ver o que que é Império.

    Não importa o que os fantasistas do “imperialismo yankee”(?) digam: Um governo ditatorial governado por fanáticos antiamericanos é uma ameaça aos EUA (?) ou, por tabela, ao mundo?

    É horrível o papel de polícia global que os americanos tem de fazer, mas que jeito? Qual a alternativa? Sim, os EUA e seus aliados fazem MUITA BOBAGEM no mundo, mas é um pequeno preço a se pagar para evitar que malucos como o sopa de letrinhas do Irã, comunistas bizarros como o sopa de letrinhas da Coréia do Norte ou bandidos como os Castro ganhem espaço no mundo.

    Ou será que é melhor ?

    Eu fico impressionado com tanta burrice. Penso às vezes que estou alucinando… mas não… estou mesmo ouvindo os balidos das ovelhas do Orwell,

    …quem diria.

    Até Betânia? oops, Bethânia ?

    beijo e abraço pra cada um,
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 29/03/2011 @ 7:25 AM

  11. Passei por aqui, fiquei tanto tempo, nem ví o filme, nem lí o livro, mas fiquei com uma vontade de escrever alguma coisa, e escreví isto.

    Teu blog é maravilhoso.

    de … vezemquando

    Comment by de vezemquando — 29/03/2011 @ 11:47 AM

  12. Fy e Gustavo , claro que não dá para tentar ser ingênuo a ponto de crer que os americanos fizeram tudo isso porque são os “Freedom Fighters”,

    /
    /
    /

    Mas é aí que nós ficamos entre a cruz e a caldeirinha e legitimamos ainda mais o caráter humanitário desta intervenção.

    Cabe a nós, no mínimo deduzirmos que não há nem um pingo da mesma ingenuidade entre os analistas americanos ou internacionais. Não há a pretensão de parecer “legais ou bonitinhos” aos olhos fanáticos dos movimentos sectários muçulmanos que são, e não esqueçamos, fundamentalistas treinados à obseção, são anti-mercado, eles de maneira nenhuma voluntariamente desistiriam de sua missão divina por causa de ganhos de mercado.

    Afirmar isso é acreditar que é só ensinar Bastiat e Mises pra todo mundo e em duas semanas teríamos paz eterna.

    Amigo, isso é o mesmo que um esquerdista de boteco achar que o mundo se resolve recitando Rousseau e Marx pra gente que tá mais interessada em conseguir virgens no outro mundo. O legal é que já tentaram, e não dá muito certo…

    Se fôssemos analisar a problemática muçulmana pelo ponto de vista econômico nós teríamos o Hezbollah Company – e o Hamas International Trading Corporation investindo no “Ah, tá tudo bem agora, vamos fazer livre mercado com essa galera ex-iraelense”, que bom que alcançamos a paz, não quero mais 72 virgens, prefiro um televisor LCD desse judeu filho da puta!” ou o contrário com Jeováh de ponta.

    Quanto ao papel de polícia do mundo, Renato, é verdade.

    Huahuahhuah, imaginem se não fizessem! Claro que nem todos os muçulmanos são homens-bomba, muito embora pela LEI de seu país todos tenham que SE SUBMETER ao tal deus que eles cultuam com a oferenda psicopata da própria vida. Mas os homens bomba EXISTEM. Que sejam 0,1% da população muçulmana, teríamos 1 milhão de potenciais suicidas. Como sem o conceito de estado/exército/polícia impedir que um maluco se exploda e me leve junto? E o que fazer com o Hamas e seus comparsas?

    ///

    “A sorte dos libertários é que existem vários conservadores prontos para meter bala. Se estes babacas , babando ódio americano fossem colocados no poder em 5 minutos os islâmicos fascistas decapitariam a todos. E eu ia me divertir.”

    Não tenha dúvida.
    E é aí que mora o paradoxo.
    Ninguem está “defendendo ninguem”.
    Estamos “sendo defendidos” . E …. reclamamos.
    …é piada.

    beijo a todos
    tio GuZ (um Z para o Renato hauhauah)

    Comment by Gustavo — 30/03/2011 @ 12:42 AM

  13. um esquerdista de boteco achar que o mundo se resolve recitando Rousseau e Marx pra gente que tá mais interessada em conseguir virgens no outro mundo.

    HaHaquaHuaquahua Gustavo, quanto será que eles pagam pra Bethânia tentar poesia-cessar-fogo? Carcará resolve! Pega mata e come! e 72… HaHahAhA

    dá licença!Parabéns pela frase, amigo.

    Post incrível Fy, comentários incríveis.
    Mudando um pouco o foco ou a intenção, vale lembrar que estas produções como Mao’s Last Dancer são ignoradas pelos Oscars. Desta vez os esquecidos foram os filmes dinamarqueses, produções excelentes e na maioria desenvolvidas sobre esta temática super atual de desigualdades e insureição dos valores humanos.

    de novo parabéns a todos. Vou trabalhar.

    João Pedro

    Comment by João Pedro — 30/03/2011 @ 12:59 AM

  14. Gentee e e , prestem atenção porque é imperdível :

    A terceira edição do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil acontecerá em Indaiatuba, de 21 a 24 de abril. Neste ano um trio de professores internacionais e mais quatro professores brasileiros prometem quatro dias total de imersão a este gênero de dança. Eles são: Rose Calheiros, da Alemanha, que programou aulas de Latin Jazz ao som de música brasileira; Josh Bergasse, que vem pela segunda vez, direto da Broadway Dance Center, de NY, com o melhor do Musical Theatre, e Derek Mitchell, que acabou de coreografar Se Ela Dança, Eu Danço 3 e é coreógrafo do So You Think You Can Dance. Dereck vem ao Brasil com exclusividade para o Congresso!

    O quarteto de professores brasileiros é formado pela talentosa Marly Tavares, ícone de jazz dance no Rio de Janeiro, por Erika Novachi, que ministrará aulas de lyrical jazz, Luis Coelho que traz ao evento uma aula teórica sobre iluminação cênica e Ronnie Kneblewsi, com técnica vocal com ênfase em Teatro Musical.

    Para completar a programação ainda teremos o Por Falar em Jazz, em que será possível conhecer mais sobre a carreira de Marly Tavares e Rose Calheiros; a Mostra Avaliada de Jazz Dance, na qual os professores internacionais tecem comentários sobre os trabalhos apresentados e também a mostra de trabalhos científicos, em que pesquisas que tem como foco principal o jazz dance são apresentadas.

    Acesse http://www.congressodejazzdance.blogspot.com

    bjinhos da Carol

    Comment by Carol — 30/03/2011 @ 1:26 AM

  15. África?

    OS ÓRFÃOS DA ÁFRICA

    Filhos de pais vítimas da AIDS ou dos combates fratricidas e étnicos, milhares de crianças africanas têm de enfrentar o futuro sozinhas. Por isso, e principalmente desde a guerra de Rwanda, muitos cineastas têm se dedicado aos males do continente. Com o objetivo de retratar os órfãos que utilizam a sua cultura para superar a tristeza, as Mostras Fronteiras e Dox, trazem, respectivamente, um longa de ficção e um documentário.

    EZRA, O MENINO SOLDADO
    De Newton I. Aduaka
    (França, 2007)

    No terceiro longa-metragem do jovem cineasta nigeriano Newton Aduaka, o personagem título é um adolescente sierra-leonense que deve enfrentar os pesadelos do seu passado como menino soldado. Os comandantes das forças rebeldes costumavam drogar as crianças raptadas, para induzi-las a cometer as piores atrocidades. Aduaka retrata a mente fraturada do jovem ex-combatente através de flashbacks alucinantes enquanto ele busca a verdade diante de uma Comissão de Reconciliação. O filme foi o grande vencedor do último Fespaco – Festival Pan-africano de Ouagadougou – e selecionado para a Quinzena de Cannes.

    ESTAMOS TODOS JUNTOS (WE ARE TOGETHER)
    De Paul Taylor
    (RU, 2006)

    A menina Slindile, da África do Sul, apesar de ter perdido os pais e estar em vias de perder o primogênito da família devido ao flagelo da AIDS, anima seus irmãos menores com uma imbatível alegria e o seu canto cristalino. Com o apoio de músicos profissionais, o coral do orfanato que freqüenta consegue gravar um cd, atraindo a atenção de ONG’s internacionais.

    África.

    BEIJO
    Marianne

    Comment by Marianne — 30/03/2011 @ 2:42 AM

  16. Oi pra todo mundo, vim dar meu palpite também. Só tá faltando aquela roof-beer do TocaYo.
    Mas vamos lá, no sêco mesmo. Não nego as hipocrisias, ok, não tem como disfarçar. Mas elas não existem apenas no campo das grandes potências — prefiro muito mais um Paul Wolfowitz, que advogava a derrubada de Saddam desde quando este era cliente dos EUA, do que os esquerdistas que advogavam sua derrubada nos anos 80 e depois, quando Saddam virou “anti-imperialista”, foram fazer turismo em Bagdá.

    Pode ser que os rebeldes líbios façam em 2021 um atentado nos EUA , também, quem sabe. Mas é improvável.

    Os EUA pegaram a primeira coisa que viram pela frente, a Al-Qaeda, pra tirar os soviéticos do Afeganistão.
    -Deveriam os EUA ter mandado sua força própria e entrado em guerra com os líderes senis da URSS? Catástrofe na certa.
    -Deveriam ter deixado a URSS de posse do Afeganistão, sabendo como sabemos hoje que o vexame russo naquelas bandas ajudou a acabar com o comunismo soviético?
    Acho que o erro maior foi abandonar a região após a queda do império soviético, -não?, com aquela besteira de fim da história.

    Da mesma forma: Saddam deveria ter sido derrubado logo em 1991? O Iraque não deveria ter sido invadido em 2003?
    Já que foi invadido, não deveria ter sido com um efetivo maior?

    Por outro lado, podemos discutir se valeu a pena perder tanta vida pra se livrar do regime de Saddam, mas não podemos deixar de notar que a revolução árabe em 2011 está com bem mais chances de sucesso com Saddam na cova.

    Fui contra a invasão em 2003, provavelmente seria de novo, mas não gosto de me pautar apenas no “anti-imperialismo” para explicar a tragédia árabe —
    aquela região já tinha fechado a mente e deixado de inovar quando os EUA não haviam colonizado ainda sequer a Califórnia.

    Mas uma coisa agente tem que dizer. Se o quesito em conta é democracia, os índices não mentem: o Iraque está na frente da China, de Cuba e do Irã (até o Afeganistão é mais democrático que o Irã).

    Isso não quer dizer que o Iraque seja uma história de sucesso, apenas que está em curva ascendente, o que não é o caso dos outros países citados.

    Mandela viajou para Cuba pra agradecer o apoio, inclusive e especialmente militar, dos cubanos contra o regime do Aparteide também pra mostrar que não tinha amigos apenas no mundo capitalista, mas fico mais feliz ainda que ele nunca tenha cogitado adotar o sistema cubano em casa. A África do Sul é uma história de sucesso. Outra das primeiras ações de Mandela ao assumir o poder foi restituir seu país à British Commonwealth, formalmente comprometendo-se à defesa do estado de direito, livre mercado, liberdade individual etc.

    Quem sabe e tomara que a Líbia um dia tenha um líder com metade do talento dele.

    Claro que ressabiados com a experiência do Afeganistão anti-URSS, estão todos agora receosos de elogiar abertamente os rebeldes líbios, e cautela nunca é demais, mas o simples fato é que a composição dos rebeldes, com muita gente da classe média e profissionais educados, não bate com o perfil médio da Al-Qaeda.

    A Al-Qaeda, movimento de inspiração imperialista, quis derrotar a URSS e, no segundo round, os EUA.

    Os rebeldes líbios têm algo parecido em mente? A probabilidade mínima disso ocorrer não justificaria a não-intervenção.

    Gosto do fato da Europa estar ao lado deles e teria gostado que o Brasil não se omitisse. Mas é só uma opinião.

    Se o assento permanente no CS é tão importante para a defesa dos nossos interesses, esse é um motivo a mais para tomarmos atitudes positivas que nos ajudem a chegar lá.

    Ter reconhecido o estado Palestino — medida positiva da diplomacia de Lula — foi um movimento moral e que deu apoio ao Brasil entre os árabes.

    Não ter apoiado a intervenção na Líbia não contou ponto absolutamente com porra de ninguém, tanto líbios, quanto egípcios, ou democratas árabes na região e no exílio, quase todos apoiam a intervenção para derrubar Kadafi.

    Verdade que não votamos contra a resolução, mas nos omitimos.

    E por quê? Porque somos a favor de medidas drásticas apenas quando “todos os canais” tenham sido esgotados?

    Mas, em tese, os canais nunca se esgotam.

    É possível, com essa “Teoria dos Canais”, ter sido contra a guerra para expulsar Saddam do Kuwait, contra a guerra do Kosovo… canais é o que não falta.

    Voces viram a nota que o PT soltou contra a intervenção na Líbia? Objetivamente se colocam a favor de um ditador apenas em nome do anti-imperialismo.

    Isso é o que eu chamo de ideomania — dar mais importância à ideologia do que aos interesses mais fundamentais do país (ganhar os corações dos democratas árabes e angariar apoio no CS para chegar ao assento permanente).

    É o que eu acho, galera.
    Final de semana tô aê.
    Abraços
    André

    Comment by André — 30/03/2011 @ 2:02 PM

  17. Conclusão :

    Muito bem lembrado pela Marianne , Ruanda , Darfur, Eritreia ou Sudão, e talzmaistalz, temos matanças vergonhosas e genocídios impunes, consumados pela indiferença moderna, de um ligeiro incómodo pós-moderno e da turbulenta ignorância hiper-moderna.

    Hoje mesmo, os ditadores africanos pós-coloniais, herdeiros do pré-colonialismo, do colonialismo e do anticolonialismo, exploram, agridem e algumas vezes massacram os seus povos, sempre com o apoio e o entusiamo do homem branco empreendedor e debaixo do pesado , diplomático , político e descarado silêncio das instâncias internacionais.

    … eu disse no outro post que os EUA seriam condenados de qualquer jeito.
    Porque me parece que o consideramos o único país povoado por homens capazes de ter humanidade ou não.

    Ou ele é assassino porque bombardeia insanos , ou ele é economicamente interessado nas insanidades lucrativas.

    E o resto do mundo ?

    Derrubamos as fronteiras sangrentas, cimentamos mais ainda os muros pra que homens sejam animalizados e trabalhem pra nós… – o que é que agente faz ?
    O que é que é mais Interessante ?

    Ah … a Individuação… – a mudança interior … – mude a si mesmo … o mundo espera pela sua terapia…. pela sua conversão… afinal, durante este período… tão individual , os genocídios só exterminam “gente boba” .

    Sabe… o que eu acho ?

    Eu acho que o Homem, esqueceu tudo.

    bjs
    Fy

    Comment by Fy — 31/03/2011 @ 1:22 AM

  18. Post fascinante.(pra variar)
    Inserido no momento, sem dúvida.
    Mas me atrevo a fazer algumas observações, antes que acabem , tardiamente, com a raça deste animal.

    Kadafi é muito facil de ser odiado: aquela expressão antipatica no rosto, aquelas excentricidades, aqueles discursos arrogantes, aquela vaidade, aquela obstinação cega. Décadas no poder – perfeito, nos amamos odiar ditadores. E ele parece se encaixar tão bem no papel de vilão, que a gente atribui a Kadafi todos os defeitos do mundo, alguns até inexistentes.

    Eh que nos temos essa mania de procurar bonzinhos e malvados em todas as historias. Então muitas vezes caimos no erro de acreditar que um malvado so vai fazer coisas mas e que todos os outros vilões estarão do lado dele. Foi assim que ouvi muitas pessoas falando na aliança entre Kadafi e Ahmadinejad, ou em como a Al Qaeda esta apoiando o governo libiano, ou no fanatismo religioso de Kadafi e em como ele fere os direitos femininos.

    Não é bem assim.Esta moeda tem, não sómente dois lados, mas muitos lados a mais :

    Pra começar, se tem uma coisa positiva na ditadura libiana é justamente esse afastamento da religião, tão atipico em governos islâmicos. E é justamente por isso que os radicais muçulmanos da região estão adorando o espetaculo da queda de Kadafi, pois eles têm fortes esperanças de instaurar um governo islâmico depois que essa bagunça acabar. Os indices sociais da Libia também não são tão ruins. O IDH, que mede a qualidade de vida da população, é mais elevado no pais africano do que no Brasil, por exemplo. A desigualdade social também é bem menor do que a nossa (alias, dificil achar um pais mais desigual que o nosso). E é por isso que Kadafi continua tendo apoio de alguns grupos de libianos. E de outros ditadores ou aspirantes a tal.

    Imagine o que o ocidente pode esperar, se estes fanáticos instaurarem suas obcessões por todo o oriente.

    Não houve escolha, mas a situação foi cuidadosamente analisada. Talvez por isto a demora, ou a necessidade de atacar unindo o impedimento do massacre a uma demonstração de força…

    Não me entendam mal, não defendo Kadafi. Até porque não existem argumentos para defender alguém que abre fogo contra a propria população.Não há como não reagir a monstruosidades asim . So estou querendo apontar alguns erros que temos tendência a repetir.

    um abraço a todos
    Isabel

    Comment by Bel — 04/04/2011 @ 5:50 AM

    • Hi Bel,

      Claro q vc tem razão. Todoas estas razões existem, e nem são razões, são fatos sim, e que pesam.

      O Reinaldo Azevedo está com um bom texto a este respeito.

      Mas, não é este o apelo. Como vc mesma disse: Não houve escolha, mas a situação foi cuidadosamente analisada. Talvez por isto a demora, ou a necessidade de atacar unindo o impedimento do massacre a uma demonstração de força…

      Pra mim , neste momento, o que fala mais alto é isto.

      Caso estes loucos se instalarem, não há alternativa… vai haver guerra. Todos nós sabemos disto.

      Mas será que este ataque à população > este massacre feito pelo Kadafi, tb não enfraqueceria a região propiciando a mesma coisa, e abrindo o mesmo caminho pra estes grupos enlouquecidos ?

      Até pior… pq além de proporcionar sobraria aquela safada politicagem do discurso : se ficar o bicho come – se correr o bicho pega > ou seja > de qualquer forma o ocidente, seja EUA ou Otan, ou qq coisa do lado de cá > ficou sujeita ao mesmo critério de “malvados ou interesseiros”. Atacando e impedindo o massacre > ou não .

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2011 @ 7:25 AM

  19. História incrível de Li Cunxin.
    Infelizmente, poucos chineses tiveram a sorte ou o destino de ser escolhido dentro de uma sala de aula. Isso não diminui o mérito de Li Cunxin.Mas as oportunidades é que nos tiram do poço.

    Comment by Lilas — 25/06/2011 @ 3:51 PM

  20. É verdade, Lilás.

    Te complementando :

    as oportunidades é que nos tiram do poço.

    E a coragem de abraçá-las . … apostar na Vida e em nós mesmos.

    … incrível esta história!

    Welcome aboard!

    bj
    Fy

    Comment by Fy — 28/06/2011 @ 1:42 AM

  21. Free Japan

    Here are some of the websites we advocate for our visitors.

    Trackback by Free Japan — 28/06/2014 @ 6:08 AM


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