windmills by fy

12/04/2011

T r e s . . . mas tem mais …

Filed under: Uncategorized — Fy @ 2:35 PM

 

O quase silêncio que se seguiu à projeção de A Fita Branca, de Michael Haneke, na 33ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma sugestão bem vinda da Marianne , um convite à reflexão e à importância da descoberta natural e espontânea  da Interação com o outro e com o mundo :

Vodpod videos no longer available.

Aos interessados, deixo como sugestão de leitura :

Biologia da Cognição :    a teoria de Maturana e Varela e seus desdobramentos filosóficos e práticos

Complementando o post :  https://windmillsbyfy.wordpress.com/2010/03/23/espiritualidade/

Fy

28 Comments »

  1. BOM DIA!

    Um convite ao pensar. Já nem ouso escrever raciocinar…

    Beleza o comentário do Caio, Fy, seria legal qualquer hora fazer um post escolhendo comentários. Eu andei dando uma olhada, tem muita coisa boa.

    ’15.e só complementando, um Ideal será sempre um ideal. A propria ideia de ideal já é demonstradora do caráter da tentativa de busca do ideal. O ideal é uma fantasia.’

    Uma fantasia que degenera.

    E é aí que chegamos à população da vila germânica deste A Fita Branca , Das weiße Band: um grupo de pessoas que, por detrás das funções que ocupam na representatividade da engrenagem social, estão calcadas em uma MESMA camada de valores, de princípios e, que, incrivelmente, parecem presas a um conceito único de pessoalidade que faz com que, à exceção das formas físicas, parecem se tratar de pequenas variações de traços personalísticos muito próximos da desumanidade .

    Infelizmente, esta é a única forma de concretização possível deste mundo desprezível e indefectivelmente unidimensional que se “encerra” dentro de doutrinas absolutamente contrárias à natureza do homem.

    Estas formas domesticadoras e recrutantes, no mínimo reducionistas e comumente mutiladoras de lidar com a vida humana resultam mais que óbviamente em reações férteis em absoluta frustração, espasmos de ódio direcionados a qualquer alvo ou direção, que são tanto orgânicos como mentais, se podemos diferenciar apenas para traduzir o problema.

    Explodiram, e estão explodindo por aí.

    Negar nossa humanidade e nosso DIREITO a ela, é fabricar uma bomba atômica tão incontrolável quanto qualquer evento que fuja a nossa humanidade.

    Epiritualidade é um conceito deturpado, outra ferramenta descaradamente utilizada e desenvergonhadamente disseminadora da miserável Ignorância .

    Religiões nada mais são que discursos podres de uma mesma política de centralização e fabricação em massa de mão de obra obtusa e servil.

    Escravatura “barata” ou curral.

    beijo a todos
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 13/04/2011 @ 1:34 AM

    • Uma fantasia que degenera.

      taí, só não enxerga quem não quer… ou é burro ou é manipulador.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 1:29 PM

  2. Pra mim que sou mãe, tudo isto só aterroriza. Criar um filho distante destas jaulas recalcantes e criadoras de aberrações é uma preocupação quase que vital.

    Isto não é espiritualidade, nenhuma religião jamais foi. Isto é Domínio, fábrica de legiões de psicopatas servís, que explodem como disse o Gustavo, mesmo que não queiram. É como qualquer infecção, como furúnculo. O organismo sadio e normal expele, combate, luta contra isso ou contra qualquer tipo de sufocamento, seja mental ou físico. Toda idéia ligada à dominação tem sua base no enaltecimento ao sofrimento. Na medida em que agridem e cegamente se defendem, perseguidores e vítimas pertencem ao mesmo circuito funesto. (Adorno & Horkheimer, 1969/1985, p. 159).

    Olha, que os pais coloquem as barbas de milho, pelo menos aqueles que tem acesso à noção das coisas.
    Voces viram o metro na Rússia?

    Socorro!

    bjinhos apavorados da mamãe Carol

    Comment by Carol — 13/04/2011 @ 2:07 AM

  3. Leiam porque tá muito bom :

    Os desafios à educação

    Embora as diversas atitudes de violência em relação ao outro, características do preconceito, produzam a priori uma rejeição quase que automática nos indivíduos, nelas ainda pode-se encontrar um ponto relevante. É claro que ninguém pretende defender atos de barbárie, embora se defenda que a própria rejeição ao debate a respeito de tais atos, bem como a rejeição irrefletida aos próprios atos de barbárie, devam ser objetos de reflexão.

    A educação, sem dúvida, é um caminho para a superação da barbérie, no entanto carrega ainda atualmente os momentos repressivos da cultura, como a divisão entre o trabalho físico e o trabalho intelectual e o princípio da competição que é contrário a uma educação realmente humana. Ou seja, a educação atual não avança em modelos ideais de um indivíduo autônomo e emancipado conforme as concepções kantianas, mas explicita as relações de heteronomia estabelecidas no mundo para além dos muros escolares. A autoridade é imposta a partir do exterior. Porém é esta idéia de emancipação que precisa ser inserida no pensamento e na prática educacionais, na mão contrária à mera transmissão de conhecimentos e à simples modelagem de pessoas, já que ninguém tem o direito de modelar alguém a partir de seu exterior – seja para o bem ou para o mal alguém não pode decidir pelo outro como deve ou não agir. Pensamento e prática educacionais devem estar na direção de produzir uma consciência verdadeira, em que as ações possam ser de fato frutos da razão daqueles que, emancipados, tornam-se capazes de tomar as rédeas das esferas pública e privada de suas próprias vidas (Adorno, 1971/2003).

    Não é um plano fácil de ser realizado, principalmente porque o obscurecimento da consciência é resultado da organização em que se vive e da ideologia dominante, ou seja, da totalidade do existente à qual se faz necessário adaptar-se. No entanto, este movimento contínuo de adaptação e ajustamento exigido para se viver em sociedade não pode ser ignorado, pois, caso seja, a educação continuará realizando seu papel de impotente e ideológica. Assim, tanto a entrega cega ao existente, quanto um posicionamento sectário contrário em relação a ele, fazem por vezes o papel de seu mantenedor. O ideal seria um modelo de adaptação que não permitisse ao mesmo tempo a perda de individualidade e proporcionasse a união entre adaptação e resistência pautadas na conscientização e na espontaneidade. Ou seja, que preparasse para a superação permanente da alienação que se baseia na estrutura social, nos modelos de indivíduos socialmente impostos, enfim, nos estereótipos que são um entrave para a experiência, ou melhor, que se colocam entre o sujeito e o objeto com o qual ele deveria se relacionar em sua totalidade (Adorno, 1971/2003).

    Os mecanismos de repressão se tenderiam a se dissolver exatamente por essa conscientização que é, por essência, a constituição da aptidão à experiência, abrindo caminho para a formação que se constitui pela permanente tensão crítica entre indivíduo e cultura. Neste sentido, fica claro que não basta pregar a paz pela via da educação, se o educar em si consiste no mesmo adestramento totalitário vigente nesta sociedade, se o que se chama de paz é um imperativo imposto e alheio aos sujeitos, e que por isso continua a garantir a heteronomia, e a ir, na verdade, à mesma direção da educação da disputa e do individualismo, uma vez que prega a “empatia” e a “tolerância” e legitima, desta maneira, a diferença de uma forma valorativa. Mesmo que a intenção seja legítima, como ficou claro até aqui, de acordo com Adorno et al (1969): “Alguém não pode ‘corrigir’ a estereotipia pela experiência; ele deve reconstituir a capacidade para ter experiências ao invés de prevenir o crescimento de idéias que são malignas, no mais literal sentido clínico” (p. 617, grifo do autor).

    É neste sentido que a educação não pode ser postulada exata e pontualmente para a individualidade, pois esta está limitada pela carência de possibilidades sociais de individuação e pelo crescente enfraquecimento da formação do eu, mas deve ser postulada para a recuperação da capacidade de experienciar nas diversas relações sociais vividas. Aqui, compreende-se que é apenas como núcleo que impulsiona a resistência que o indivíduo, neste momento histórico, ainda pode encontrar os meios para manter-se existente (Adorno, 1971/2003).

    A antiga, porém ainda atual máxima kantiana, é adotada na busca de uma educação para a emancipação, na busca pelo que Kant (1783/1974) chamou de “indivíduo esclarecido”, capaz de fazer uso público e privado de sua própria razão, indivíduo que ousa saber. A via para isso, para conquistar essa forma de agir no mundo ,parece ser, ainda, a reflexão sobre a realidade efetiva e o desmascaramento de seus determinantes atualmente mitificados, naturalizados. A reflexão a respeito da própria semiformação3, o auto-reconhecimento de seus próprios limites, desejos e contradições, se mostram como um primeiro passo rumo à autonomia, e à educação como projeto subversivo conforme apontaram os estudiosos da Teoria Crítica da Sociedade, lembrando que a reflexão é compreendida como meio, mas não como ponto final.

    É assim que a educação contra a barbárie se recupera, mas com um sentido diferente, porque se faz como crítica à sociedade ideológica que se calcifica nos sujeitos no decorrer de seu processo de socialização. Porque se faz sendo proposição de fins realmente transparentes e humanos, enquanto coragem de “servir-se de si mesmo sem a direção de outrem” (Kant, 1783/1974, p. 100). Desta forma, talvez deixem os homens de serem apenas o meio para a conservação do capital, em um momento em que a história continua a inverter a direção da linha do desenvolvimento humano e, apesar de todo desenvolvimento tecnológico e científico, retorna à selvageria.

    bjinhos da mesma Carol

    Comment by Carol — 13/04/2011 @ 2:16 AM

    • Parabéns mamãe…. lí e relí.

      Pensamento e prática educacionais devem estar na direção de produzir uma consciência verdadeira, em que as ações possam ser de fato frutos da razão daqueles que, emancipados, tornam-se capazes de tomar as rédeas das esferas pública e privada de suas próprias vidas (Adorno, 1971/2003).

      …a história continua a inverter a direção da linha do desenvolvimento humano …

      pois é ….

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 1:25 PM

  4. Bom dia, Gustavo e a todos. Não pensem que não tenho acompanhado, mas o tempo é escasso e tive que lidar com alguns problemas familiares, nada que envolva fatalidades mas que sempre merecem atenção. E à propósito o Hurricane chamado Fy está cada vez mais criativo e surpreendente. Windmills by Fy já se tornou leitura, atualização e lazer obrigatórios em minha rotina. Vou deixar com voces um trecho que considero excepcional em relação à tendência de antropomorfização de recursos mentais inatos e de como isto vem a enfraquecer e a minar a resistência física e mental, digamos que disparada e criticamente. Através deste trecho exponho minha opinião sobre tudo isto.

    A arrogância da oração.
    Quando se chega ao limite do monólogo, aos confins da solidão, inventa-se — na falta de outro interlocutor — Deus, pretexto supremo de diálogo. Enquanto o nomeias, tua demência está bem disfarçada e… tudo te é permitido. O verdadeiro crente mal se distingue do louco; mas sua loucura é legal, admitida; acabaria em um asilo se suas aberrações estivessem livres de toda fé. Mas Deus as cobre, as torna legítimas. O orgulho de um conquistador empalidece comparado à ostentação do devoto que dirige-se ao Criador. Como se pode ser tão atrevido? E como poderia ser a modéstia uma virtude dos templos, quando uma velha decrépita, que imagina o Infinito a seu alcance, eleva-se pela oração a um nível de audácia ao qual nenhum tirano jamais aspirou?

    Sacrificaria o império do mundo por um só momento em que minhas mãos juntas implorassem ao grande Responsável de nossos enigmas e de nossas banalidades. Entretanto, esse momento constitui a qualidade corrente — e como que o tempo oficial — de qualquer crente. Mas quem é verdadeiramente modesto repete a si mesmo: “Demasiado humilde para rezar, demasiado inerte para transpor o limiar de uma igreja, resigno-me à minha sombra e não quero uma capitulação de Deus ante minhas orações”. E aos que lhe propõem a imortalidade, responde: “Meu orgulho não é inesgotável: seus recursos são limitados. Pensam, em nome da fé, vencer seu eu; na realidade, desejam perpetuá-lo na eternidade, pois não lhes basta esta duração presente. Sua soberba excede em refinamento todas as ambições do século.

    Que sonho de glória, comparado ao seu, não se revela engano e vã ilusão? Sua fé é apenas um delírio de grandeza tolerado pela comunidade, porque utiliza caminhos camuflados; mas seu pó é sua única obsessão: gulosos do intemporal, perseguem o tempo que o dispersa. Só o além é bastante espaçoso para suas cobiças; a terra e seus instantes parecem demasiado frágeis. A megalomania dos conventos supera tudo o que jamais imaginaram as febres suntuosas dos palácios. Quem não admite sua nulidade é um doente mental. E o crente, entre todos, é o menos disposto a consentir. A vontade de durar, levada até tal ponto, apavora-me. Recuso-me à sedução malsã de um Eu indefinido. Quero chafurdar-me em minha mortalidade. Quero permanecer normal.” (…)
    Emil M. Cioran

    Vitor Simmonsen

    Comment by Vitor — 13/04/2011 @ 2:37 AM

    • Hi doctor!

      Espero que esteja tudo bem.

      Impressionante! excelente! tb vou postar!

      Recuso-me à sedução malsã de um Eu indefinido. Quero chafurdar-me em minha mortalidade. Quero permanecer normal.” (…)

      Se temos alguma culpa, my friend, é a de não viver integralmente.

      [ q bom, ler vc ]

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 1:02 PM

  5. A fuligem se espalha pelas reentrâncias da carne, o limo hei de triunfar no movimento de outras esferas. Além, aquém do momento esperado, há um segredo oculto entre mãos e olhos. Dar visão ao cego exige que a terra seja abraçada como uma mancha de sangue.

    A solidão do animal mais solitário. Um espelho lustrado que não produz reflexo. Quando o vírus toma a corrente circulatória é preciso respirar arrancando a pele. O peito nu, o estar aberto ao sabor do inesperado. Olhos de ontem que não vêem mais que uma tentativa insólita de recompor o pretérito. Corpos expostos, atração de abutres. Sua carne há de ser dividida entre os que não foram convidados, um ato bravamente cristão da parte de quem o fizer.

    Escarro, tortura e mutilação. Diversões que fazem algo pulsar no peito de loucos entre outras sortes de homens santos. Não se sabe bem até onde essas terapias podem se aplicar à pacientes cuja libertação é uma necessidade patológica. Você vai passar toda uma vida sendo privado por seus modos diferentes só pra que quando chegue o final, possa enfim ser tratado de uma maneira ordinária. Certidões mau digitadas de óbito, valas comuns, celas que se repartem entre sonhos e esquecimentos. Rasgue o tórax com as mãos, fustigue a boca até que não haja mais por onde dizer aquilo que não se sente. Punir o corpo pode ser um ato de desespero, mas em algumas ocasiões é o que resta.

    Pagar ao “Síndico” sempre pareceu menos oneroso que administrar a própria vida.
    Ajoelhe!
    Agora e um milhão de vezes mais até que solo tenha se apoderado de suas articulações.

    (e a manhã veio…)

    Um lugar onde a vida vivida agora pode já ter sido feita há mil anos. A cabeça confusa acorda espraiada no crepúsculo indolente, pessoas são sombras que o pensamento projeta. E é o próprio homem construído de suas sombras. Qual o fundamento da beleza? Tudo o que é cotidiano à uma presença, quanto mais viceja menos sustenta seus lumes.

    A mulher que nunca tornará a essa cama torna perfeita nesse momento de distância do que não consente, assim como os cavalos gigantes, os circos de palhaços imperitos ou qualquer quadro da infância que arrebatada foi, pra sempre desse domínio. O encanto parece mesmo ter haver com aquilo que carrega mais de porvir e de ausência do possível, a contragosto da maravilha cotidiana que é sempre miséria aos que aqui estão.

    O passado é uma cadeia de eventos como qualquer outra, mesmo um lixão costuma produzir bons mosaicos quando olhado de longe. E cá estão todos outra vez, o quarto, as paredes, a procissão de flashes que nubla a retina. Daqui a vinte anos sentirei saudades da atmosfera densa, da infiltração que torna precário o arremate dos prédios ou ainda, de urinar na rua enquanto a cidade adormece. Isso pode ser, se houver vida até lá. Será mesmo que todos os vigários são pederastas? Não tente aparar a grama enquanto o quintal está enlamaçado, não tente pisar o chão agora que seus pés foram arrancados. “Tu és pra sempre maldito!”. Assim bradava um deus antigo enquanto nós o sodomizamos pela manhã. Todas as ruas mau iluminadas do mundo, a falta de oxigênio no cérebro, lesões se confundem com o hábito de inventá-las.

    Morfina custa caro, outros anestésicos podem custar ainda mais. As pessoas tem medo e violência, e eu preparo em silêncio uma bomba, que fará clarear a noite e escurecer o dia.

    Abraço aê
    Alexandre Golaiv

    Comment by Alexandre Golaiv — 13/04/2011 @ 2:52 AM

    • Morfina custa caro…. “curto” tá quase lá…..

      de grão em grão… os espertos enchem o papo….

      ” O encanto parece mesmo ter haver com aquilo que carrega mais de porvir e de ausência do possível,”

      – E o rouxinol [?] … Inconcebível! Goethe….

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 1:24 PM

  6. As práticas de violência nas escolas devem ser compreendidas por meio da análise social, das formas de organização e das forças objetivas da sociedade, e de como tais forças se materializam e se calcificam nos sujeitos que se desenvolvem neste meio.
    Estudar a violência requer também este impulso crítico, tanto nas análises teóricas quanto na interpretação dos dados, de modo a mostrar suas múltiplas tensões e questionar o sentido social dos fenômenos singulares encontrados.

    Por meio desta análise, reveladora das construções sociológicas, políticas, econômicas, ideológicas (religiosismos), talvez se possa pensar numa outra forma de educação que não a regida pelos imperativos que impedem a emancipação ao “forçar” a repressão e a adaptação, uma outra forma de educação que não seja ela própria barbárie, que nem no filme e nas “prisões dos mausoléus religiosos”.
    Que ignorância afirmar que o budismo não é treinamento-religioso.Outro dia eu lí ou acho que ouví, que não é religião e sim um “código de posturas”. ahahah, e o que é religião.Uma conjunção de “maleabilidade externa” e “disciplina interna”. Aonde que isso não é idêntico à pregação do conformismo nojento cristão e católico, muçulmano e o escambau?
    “Não oferece nenhum deus que faz as coisas para você, e sim técnicas para você mesmo se salvar, sem esperar pela ajuda externa.”
    Isso! Em vez de deus compre um manual!Esqueça a realidade, e se alimente do manual dos óctuplos delirantes do buda 1, do 2, do 3 e se liberte do carma vida,desinfete-se “disto” sofrendo e sofrendo.Trabaiando pros otro, trouxa! Sem salário ou reconhecimento. Muito legal.

    Meus filhos não.
    Vamos pro Canadá, Fy, definitivamente.
    bjinhos da Carol mamãe.

    Comment by Carol — 13/04/2011 @ 3:23 AM

    • Meus filhos não.

      Ah…. mas nem os meus!

      Bj
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 1:21 PM

  7. Vamoembora, Ca!

    Eu vou dar uma saída de novo e volto no final da tarde pra ler com atenção.

    Olhem que lindo a Marianne me passou !

    bjbjbj
    Fy

    Comment by Fy — 13/04/2011 @ 4:45 AM

  8. Fy, terceiro post de uma série impressionante.
    Claros, transparentes, objetivos, agradáveis, surpreendentes.
    Fake Plastic Trees nesta super montagem RadioHead, James Jean customizados em 1000 Platos, hehehe, valeu e valeria duas paginas inteligentes de Time à Context, Da Elle à Vanity Fair. Prada agradece.

    Em relação ao Francisco Fuchs, (tremenda relevância impactante em Scarborough Fair) os comentários já disseram tudo, e às favas com o sensacionalismo barato que desvia a atenção para bullying escolar ou qualquer outro escambau do gênero. Parabéns Fuchs, pena que o povão não alcance nunca o epicentro do furacão, são tragados pela ventania bem antes, sem entender o que acontece.

    Nem mesmo os videogames podem ser responsabilizados pela lavagem mental e mantral, hehe “de fundo religioso” como ele, gentilmente escreveu.

    Como ninguem se lembrou, eu acho que vai ilustrar a discussão um artigo sobre isto, mesmo que não tenha sido a motivação do candidato a messias Helter Skelter do Realengo. Valeu TocaYo véio!

    Videogames Violentos não Criam Assassinos

    Os videogames matam? Será que a culpa da violência dos jovens na atualidade é por causa da excessiva quantidade de jogos eletrônicos violentos? Não está determinado ainda se videogames violentos conduzem crianças a comportamento sanguinário, mas um novo estudo concluiu que jogos de tiro não transformam garotos em assassinos.

    Karen Sterheimer, socióloga da Universidade de Southern California que pesquisa este assunto desde 1999, disse que culpar os videogames pela violência dos jovens é algo muito relevante e deixa de considerar outros fatores importantes que podem claramente influenciar no comportamento do jovem.

    “Uma sinfonia de eventos controla a violência”, disse Sterheimer, que começou sua pesquisa depois que alguns especialistas atribuíram ao game “Doom” a culpa pelo ataque a tiros contra a Columbine High School, no Colorado, durante o qual dois alunos mataram 13 pessoas e depois se suicidaram no mesmo local, uma cena que chamou a atenção do mundo inteiro, e mais ainda ao saber que tais jovens eram viciados em jogos eletrônicos violentos.

    O artigo de Sterheimer, “Videogames matam?”, será publicado pela revista Context, da Associação Sociológica Americana, no momento em que a União Européia vem estudando proibir certos jogos violentos e harmonizar as penalidades impostas por seus países membros a varejistas apanhados vendendo esses produtos a menores de idade.

    A pesquisa de Sterheimer, que envolve análise da cobertura jornalística e de estatísticas do FBI com relação ao crime juvenil, constatou que nos 10 anos posteriores ao lançamento de “Doom” – e muitos outros títulos de nome violento-, o índice de prisão de menores de idade por homicídios caiu 77 por cento nos Estados Unidos.

    “Se desejamos compreender por que os jovens se tornam homicidas, precisamos observar mais do que os jogos que eles jogam… (ou) perderemos algumas das mais importantes peças do quebra-cabeça”, disse ela, mencionando violência na família e na comunidade, a alienação causada pela vida nos subúrbios e o menor envolvimento dos pais como outros possíveis fatores.

    Sterheimer disse que culpar os videogames inocenta o ambiente em que a criança foi criada e também remove a culpa dos criminosos. “O problema é complicado e merece mais que uma solução simples”, afirmou.

    Por Lucas Mendonça
    Editor/Colaborador Brasil Escola.com

    Acho que este artigo fala muito sobre o ponto de vista de dispersão levantado pelo Francisco Fuchs.

    Nada a ver, mas me lembrei do Samuels que publicou, acho que no comecinho do ano passado o Skin Deep (Cornell University Press), uma análise profunda da forma como os pintores Paul Klee e Calder ajudaram a configurar a forma e a substância da poesia de Elizabeth Bishop.Alguém deu uma olhada?
    Belo trabalho.

    beijo Fy, abraço geral
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 13/04/2011 @ 10:34 AM

    • “Se desejamos compreender por que os jovens se tornam homicidas, precisamos observar mais do que os jogos que eles jogam… (ou) perderemos algumas das mais importantes peças do quebra-cabeça”, disse ela, mencionando violência na família e na comunidade, a alienação causada pela vida nos subúrbios e o menor envolvimento dos pais como outros possíveis fatores. ——————-

      João Pedro…. vc já leu a bribria?

      O tal do Wellington, não fez nada além de obedecer cegamente … as instruções do deus….

      Não há por aqui, há tempos um seguidor tãaaaao fiel!

      Salve Saramago!

      —————————

      Não, mas quero ver!

      —————————

      O Ponto Cinza do Paul é um blog extraordinário!
      Dá uma olhada nos outros dele tb, vale a pena .
      eu tô lá…. – nos favoritos…. nem acredito!

      bj – thanks man, … you like me, its all.
      Fy

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 12:55 PM

  9. Nossa cada comentário importaaante.
    Sobrou alguma coisa pra minzinha dizer?
    Tá legal, vou arrematar com um Que baixaria! Que vexame brasileiro! Hammas à la Bribriamas!

    Fy eu não canso de ver este filme.
    A Camila achou o download do Maturana, amanhã peço pra ela colocar porque já to indo embora e ela já foi.
    Parabéns seus excomungados!repiaram!

    Caioooo, vi tua resposta : beijão.

    bjinhos pra vcs.
    Juju

    Comment by Juliana — 13/04/2011 @ 11:06 AM

    • Repiaram mesmo!

      Tô sentada lendo…

      A Carol estremeceu o Wind!

      É , é um filme lindo. Mas sabe , Ju, a beleza, [ é com z ?] a verdade , porque esta beleza toda é verdade!, não significa mais nada pra estas mentes adoecidas pela amargura religiosa. O lance destes loucos é o “pós”.

      A música deles é outra. É a do reino de lá…

      vou tentar uma mandracaria aqui:

      http://www.youtube.com/watch?v= YKDXj07KPDs

      bj se não der coloco o link

      Comment by Fy — 13/04/2011 @ 12:23 PM

      • aiaiai, não tem jeito, só o TocaYo.

        a ha! acho q peguei:

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 13/04/2011 @ 12:39 PM

  10. HuaHuaHaha Juju, é bem isso aê!

    Fy, faltou um filminho pras crianças budistas!

    lá vai um pra quando elas virarem adultos diplomados no dessentir:

    se não sair depois descubro um jeito e posto aqui.

    quanto aos comentários a Ju tem razão, arrasaram mesmo.
    Mamãe Carol, aproveita o vácuo e vamos nessa.

    pra queimar todo este ranço alemão, só o paganismo desvairado do Hakim Bay,

    Constelações pelas quais orientar a barca da alma.
    “Se o muçulmano entendesse o Islã ele se tornaria um idólatra” – Mahmud Shabestari

    Eleguá, horrendo abridor de portais com um gancho em sua cabeça & búzios como olhos, negro charuto de santeria & um copo de rum — o mesmo que Ganesh6, gorducho garoto dos Inícios, com cabeça de elefante, que cavalga um rato. O órgão que sente as atrofias numinosas com os sentidos. Aqueles que não podem sentir baraka não podem conhecer a carícia do mundo.

    Hermes Poimandres ensinou a animação dos eidolons, a incorporação mágica de ícones por espíritos — mas aqueles que não podem realizar este rito em si mesmos & em todo o tecido palpável do ser material herdará apenas tristeza, lixo, decadência.
    O corpo pagão torna-se uma Corte de Anjos que percebem todos este lugar — este mesmo arvoredo — como um paraíso (“Se há um paraíso, certamente é aqui!” — inscrição em um portão de um jardim Mughal). Mas o anarquismo ontológico é por demais paleolítico para escatologias — as coisas são reais, a feitiçaria funciona, espíritos da mata unos com a Imaginação, morte como uma desagradável imprecisão — a trama das Metamorfoses de Ovídio —, um épico de mutabilidade. A mitologia pessoal.
    O Paganismo ainda não inventou leis — apenas virtudes. Sem sacerdócio, sem teologia ou metafísica ou moral — apenas um xamanismo universal onde ninguém atinge a real humanidade sem uma visão. Comida dinheiro sexo sono sol areia & sensmilía— amor verdade paz liberdade & justiça. Beleza. Dionísio o garoto bêbado em uma pantera — rançoso suor adolescente — Pã homem-bode abre caminho através da terra sólida até sua cintura como se estivesse no mar, sua pele incrustada de musgo & líquen — Eros se multiplica em uma dúzia de jovens caipiras nus com pés embarrados & limo de açude em suas coxas.

    Raven, o trapaceiro do potlatch, às vezes um garoto, uma velha, pássaro que roubou a lua, agulhas de pinheiro flutuando em um açude, cabeça de totem Heckle/Jeckle, corvos coristas com olhos de prata dançando na pilha de lenha — o mesmo que Semar, o corcunda albino hermafrodita marionete de sombras, patrono da revolução Javanesa. Yemanjá, estrela azulada, deusa marinha & padroeira dos bichas — o mesmo que Tara, aspecto cinza-azulado de Kali, colar de crânios, dançando no rígido lingam de Shiva, lambendo nuvens de monção com sua língua enormíssima — o mesmo que Loro Kidul, a deusa marinha verde-jaspe javanesa, que concede o poder de invulnerabilidade a sultões através de intercurso tântriko em torres & cavernas mágicas. Sob um ponto de vista o anarquismo ontológico é extremamente vazio, desprovido de quaisquer posses & qualidades, pobre como o próprio CAOS — mas sob outro ponto de vista ele pulula com a mesma beleza barroca dos Templos da Foda de Katmandu ou de um livro de emblemas alquímicos — esparrama-se em seu divã comendo loukoum14 & acolhendo noções heréticas, uma mão dentro de suas calças frouxas.

    Os cascos de seus navios piratas são laqueados de negro, as velas triangulares são vermelhas, bandeiras negras exibindo uma ampulheta alada. Um imaginário Mar do Sul Chinês, próximo de uma costa coberta por uma floresta de palmeiras, apodrecidos templos dourados dedicados à deuses de bestiários desconhecidos, ilha após ilha, a birsa como úmida seda amarela na pele nua, navegando por estrelas panteístas, hierofania sobre hierofania, luz sobre luz contra a escuridão luminosa & caótica.

    Valeu JP.

    beijo menina,
    abraço aê
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 13/04/2011 @ 11:50 AM

  11. se não sair depois descubro um jeito e posto aqui.

    aiaiai – vou cobrar! começou de novo!

    deixa eu tentar um meu.
    pera.

    vamos ver.

    Comment by Fy — 13/04/2011 @ 12:04 PM

  12. TocaYo, é que agora não dá tempo mas eu faço um do Arnaldo e coloco. Pode deixar.Suuuuper lembrança.

    Eu não encontrei… nenhum filme que retratasse alguma coisa ” Nada “… tudo o que eu achei era uma Ilusão…

    Esta do Hakim Bay eu vou postar!

    bj
    Fy

    Comment by Fy — 13/04/2011 @ 12:07 PM

  13. Que blog!
    Muito legal.Parabéns pela abordagem e apresentação.
    Eu não costumo comentar e acompanho voces a um tempo, todos os textos tem a ver com minha forma de pensar.
    Zeca

    Comment by Zeca — 13/04/2011 @ 4:59 PM

  14. Fy, gostaria de te fazer uma pergunta: Tu acha mesmo que toda pessoa que tem uma religião ou que não, mas acredita em Deus, é amargurada, não tem noção do valor da vida, é infeliz…?Ignorante eu sei que tu acha heheh..

    Bj.

    Comment by anonimo — 15/04/2011 @ 10:40 AM

    • Oi anonimo,

      Welcome aboard,

      Hey. Man, sua pergunta e meio complicada.

      Qq pessoa, alguma religiao, algum deus.

      Eu considero sim, ignorancia substitur o valor da vida por qq coisa q seja.

      Substitui lo por alguma ideologia cuja estrutura consiste em promover a.ignorancia e a ausencia de lucidez, a total inversao de valores, com o unico e velho intuito da opressao ou centrlizacao de poderes, me parece ridiculo, de tao obvio.

      Mas, os resultados deste metodo de estrategia politica, podem te responder… Nao só hj, com o q estamos assistindo infelizmente pelo mundo afora.

      A natureza humana, porque Real, esta reagindo. Apenas reagindo.

      Eu acho q vc quer saber se sou ateia.

      Nao, nao sou nao. E ha varios textos sobre isto no Wind.

      Mas. Nao sei sobre qual deus vc se refere qdo me pergunta sobre crencas.

      Nao acredito em um deus antrpomorfizado… Hahaha, e em nenhuma figura bipolar e safadamente… Paranoicamente… Desexplicada….

      Leia Panteismo, Espiritualidade?, e mais alguns onde falo a respeitode religioes.

      Mas tenha a certeza de q nao acredito em Religioes.

      Vc faz. Parte de algum destes partidos ?

      Bjs
      Fy

      Comment by Fy — 17/04/2011 @ 4:15 AM

  15. Oi Fy !

    Sim, sou católico.

    Comment by anonimo — 19/04/2011 @ 12:49 AM

  16. Hi man,

    Pois e, me perdoe o portugues mas estou te escrevendo num ipad dentro docarro, chacoalhando etcetalz.

    Sabe, meu blog nao e um blog catolico, e mesmo assim te desejo boas vindas e excelentes trocas, mas nao ha a menor possibilidade de discutirmos doutrinas pq a maioria daspessoas q aqui escrevem tem aversao a elas. O Saindo da Matrix e um excelente site para discussoes interminaveis sobre isto.

    E eu adoraria q vc se identificasse com algum nick, pq como catolico vc se despersonaliza e generaliza suasopinioes.

    Bjs e, welcome aboard

    Fy

    Comment by Fy — 19/04/2011 @ 3:42 AM

  17. Olá,

    Parabéns seu Post, observa bem o assunto.

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    Comment by Todd — 12/01/2013 @ 7:14 AM


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