windmills by fy

24/05/2011

Os livro do MEC e a celebração da IGNORÂNCIA –

Filed under: Uncategorized — Fy @ 6:30 AM

 

 

 

 

Cárcere de criatividade é subestimar a capacidade do ser humano a seu nível social ou financeiro como se isso fosse uma fronteira cerebral.

 

 

 

                    ou te convença que                                                                                     

o Sr  “ S ”  acompanhado de sua esposa , a  Sra Conjugação Verbal . . .

são  dois esnobes preconceituosos ,

porque são :  . . . anti –  petistas  – declarados .

 

 

 

 

 

 

 

 

Pois é , poiZé  –  nada como chegar em meu país e levar um susto deste .

 

 

 

Ai ai … quando um governo estabelece um limite à capacidade de seu povo,

alegando  AbSuRdoS como este ,  estabelecendo formulas fatais ,

bestificadoras e  goebbelianas ,

apenas para se institucionalizar  a   Educação Zero no  país . . . disfarçada de mais  um pacotão para o povão . . .

é claro . . .  [ ! ]

. . . que a pretensão é criar uma multidão de incultos,

exilados . . .  na tal    “ incompetência ”   de conhecer ,

confinados . . .   em suas  “ diferenças ”  regionais  . . .  

e impossibilitados de adquirir o único veículo libertador destas sim , preconceituosas fronteiras  :

o Conhecimento !  

E com ele :  o poder de análise .

 

 

 

Eu acompanhei  a discussão no Saindo da Matrix .

 

Lí de tudo .

 

Comentários que apoiam a medida , outros que não , e uma argumentação  desesperada ,

que não é contra e nem a favor, mas que  apenas  se confunde em delírios altamente intelectualizados , 

referências particularmente sofisticadas ,

advindas de um curriculum expressivamente exigente

em matéria de Conhecimento   e   da tão discutida :  Linguagem  >

 e tudo pra decidir se  esta medida do MEC   é  “ política ” ou não .

 

E então …. :  a “salada”  foi temperada com tantas especiarias que o essencial perdeu o gosto … e ninguem sabe o que está comendo .

A mistureira envolveu : Pedagogia –  / Sociologia /  Desenvolvimento Cognitivo / Biologia , num etcetal  que francamente . . . :  

“ os peixe ”    e   o    diagnóstico de Retardamento Mental  Generalizado    

“ outorgado ao povo brasileiro”   pelo MEC   > ficou desapercebido  .

 

 

 

E assim , mais uma vez este partido cínico e ladrão  golpeia o povo brasileiro ,

exatamente como o faz a cobra que silenciosamente se aproxima da presa  ,

ondulando lentamente ,

camuflada pelo ambiente , ” utilizando-o ”  como ” disfarce ”  e   ” alternativa ” .

 

Afinal , ” PORQUE ” o PEDREIRO  ” precisaria ”  escrever ou falar  TÁBUA   ao invés de TAUBA  ?

 

Ah . . . – será que o   ” brasilianismo ”  impede que as pessoas percebam que falando TAUBA  ,

ele não só limita sua capacidade e se encaixa perfeitamente na   ” categoria

e que : ” corretamente ”   repetindo e perpetuando o erro em sua casa ou   ” meio ”  ele cria mais indivíduos

aptos a   >  esta categoria ou similares ? 

 

 

Ou vamos apostar na Hipocrisia de afirmar que o Tauba vai cursar uma facul de medicina

e soletrar  [ ou ler ] eletroencefalograma corretamente ? [ Lótus Eater > comentarista do SDM ]

 

Ou hipocritamente acreditar que entregaríamos nossos filhos

aos cuidados de um eletocefalu – gama ?

 

 

Um comentarista  nos lembrou que inteligências expressivas e surpreendentes não escolhem

sómente  ” berços importados ”     [ “de ouro” não dá mais… nãoénão ? ]  .

Então  . . . – por favor . . .

                                                .

                                    .

                                    .

 

Esta    ” SUGESTÃO ”  [ safada e malandra ]  de que :   o fato de corrigir  e orientar estas inteligências  ou qualquer outra :  corretamente

– independente  de seus berços , condições financeiras ou nível social . . .   – é  PRECONCEITO  –    ! ? !     é , no mínimo : suspeita !

 

E se há ” doutores ” que a  ” explicam ”  em suas teses …. há os que a desclassificam nas suas !

 

 

 

Enfatizar os erros e estabelecer que :  o que – fala – errado é incapaz de assimilar o básico . . . >

 [ enfatizando a  pedante definição de   ” forma culta ”  > originando a expressão ” forma – inculta ”  > ou ” forma-burra ” >

[ que é uma expessão idiomática e não a supressão da alfabetização correta ] é  CONDICIONAMENTO  > não é >   :  EDUCAÇÃO .

 

 

E isto é  marxismo , sim > do mais óbvio e  indisfarçado .

E no marxismo , EDUCAÇÃO É UM ATO POLÍTICO :

ou seja :  nada mais promove  além da criação de guetos , onde seres humanos são condicionados e não educados ,

com o unico intuito de suprir as necessidades do estado…. ou das gordas carteiras dos governantes .

Aí o papel  ” estratégico ”    da escola , dos educadores , os quais , no  entender marxista , comunista e  cucaracha como convém  lembrar ,

são decisivos para a   construção   da    ” consciência de classe ”     do    ” trabalhador ” .

 

 

Enfim , um  insulto desavergonhado  ao povo brasileiro – que diante do meu espanto –   

assimila seu efeito afirmando – através de sofisticadíssimas teorias  ” acadêmicas ”  . . . :  … no mínimo –

Uma afirmação de que    ” povo ”  menos privilegiado financeiramente  sofre de DEFICIÊNCIA MENTAL e tem seu desenvolvimento

cerebral  ” marcado ”  e comprometido  por uma dificuldade de    aprendizagem    e  por uma baixa capacidade  intelectual 

que o impede de aprender >  ” o que ” ,  naturalmente ,

uma criança aprende em seu desenvolvimento cognitivo natural dos  3  aos 6 anos de idade .

Ou então seria relevante  deixarmos  as crianças  no gugú  e  no dadá –   no ônbus   ou no brrrrrrru  –

no miau ou no au-au .

 

Toda a “estratégia política” do caso em questão é óbvia

e nem merecia qualquer tipo de discussão, e sim de Reação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Citar Lobato ou a discutível celebração eulógica do “EU” junguiana   [  – até isso ! ! !  ]

 é uma alternativa completamente paradoxal à opinião dos textos dos que estão argumentando , aiaiai  . . . a favor desta palhaçada .

Reintero : Perigosa palhaçada .

 

 

Lobato faz evidente a existência de linguagens regionais, dialetos territoriais,

naturalmente existentes em qualquer idioma. Não faz apologia à Ignorância.

E nem escreve na linguagem do Jeca. Se assim fizesse, não poderia mencioná-la ou evidenciar sua existência .

 

 

Mais… se assim fizesse não venderia seus livros,

visto que o Jeca personalizado em seus livros não possui escolaridade suficiente que o habilite a lê-los ,

e assim  ” mantém ”  sua interessante condição de Jeca  ,  habilitando-o  sómente

ao trabalho braçal – regional . . .  

e o constrange a uma categoria nem sempre  escolhida por ele >

mas ” despreconceituosamente  ”   ” organizada ”  para ele .

 

Ouvi também … que o   ” choque ”  externado pelas   “elites”   foi causado pelo exagero

das expressões “erradas”  citadas como exemplo pela autora do deslivro .

 

 

O infeliz que escreveu isto , não tem a menor noção do quanto pode ser  ” mais ”   errado

e  ” territorializante ‘ > no sentido pejorativo e adaptado ao texto ,

a   ” forma de falar ”   dos Abandonados pela Educação  neste governo ladrão que grudou em nós .

 

 

O resto é blábláblá vazio , “colorindo ”   esta atitude Política de apropriação indevida ,

manipulação estratégica e sobretudo :  uma demonstração absurda de soberania em detrimento da Educação de um povo .

 

A  degradação do ensino da língua falada leva , inevitavelmente , à incapacidade de ler .

Para uma pessoa que não conheça as regras e vocabulário da sua própria língua , toda a literatura ,

e até textos de revistas e jornais , tornam-se inacessíveis .

 

Mas . . .  o Mensalão não teve importância  –  porque mais este  ROUBO  teria ?

Logo mais ou tiram ou restringem a Internet  alegando que seu conteúdo é humilhante

para as    ” classes ”   não – corretamente alfabetizadas .

O primeiro passo : já foi dado .

 

 

 

 

 

Como o governo não consegue atingir metas de resultados para a educação a nível  de preparo ,

melhores  salários , satisfação do sistema de ensino  ,

condições de trabalho para o educador e escolas :

 

e a EDUCAÇÂO se torna um PROBLEMA  deste nível ….

os lulistas solucionam :

 

 E então se cria mais um  “ faz de conta “  à  la  lula :

onde as pessoas fingem que estudam

e o governo mantem os números dentro da estatística para :  

 ” inverter ”  o quadro nas  ” metas ”   e objetivos do governo .

 

Os  felizes e magnânimos   Palloccis  que  o  digam  !

 

 

 

 

 

 

Cartilha  aprovada  pelo  MEC  ensina  português  errado  pra  crianças  ,  para  ”  incluir  ”   os ignorantes .

por Acid

http://www.saindodamatrix.com.br/

 

 

 

 

 

 

Sendo assim , pra que serve a educação ?

Talvez as escolas ainda existam nesse governo pra ensinar nossas crianças

a enaltecer o trabalho de Lula e demonizar FHC .

Vejam com seus próprios olhos o capítulo em questão do livro   ” Por uma Vida Melhor ”  ,

distribuído para 4.236 escolas do país. Ele já começa com a seguinte pérola:

 

 

 

 

” A   classe dominante  utiliza  a  norma culta  principalmente  por  ter  maior  acesso  à  escolaridade

e por seu uso ser um sinal de prestígio  .

 

Nesse sentido , é comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular , usada pela maioria dos brasileiros .

 

 

 

 

 

Agora temos luta de classes dentro da própria língua !

 

 

 

 

Falar correto é coisa de burguês , e não algo a ser almejado por TODOS .

O que esse   ” confronto de classes ”   lhes lembra ?

A porra do Marxismo  , claro  , mas mais especificamente o Gramscismo :  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todas as tradições são demolidas , todas as autoridades são questionadas a ponto de perderem o valor

( PAIS , família , professores , e até mesmo o judiciário ) .

 Os professores e a língua devem se curvar a qualquer um que surja com um modo específico de falar ,

e não é difícil imaginar que futuramente veremos nos próximos livros do MEC as frases :

 

 

 

 ” TODOS CHORA  ” –  

” CORRAO ”    e   

” COMOFAS ? ”  – 

 como exemplo de norma popular .

 

 

Duvidam ?

Então tomemos o ” exemplo de concordância ”  do capítulo em questão :

 

 

[   Típico press release carregado de palavras-chave > doutrinadoras , diretivas e insufladoras .  > Fy  ]

 

 

E não termina por aí :

 

Na variedade popular , contudo , é comum a concordância funcionar de outra forma .  Há ocorrências como :

 

Nós pega o peixe .

 

Os menino pega o peixe .

 

Nos dois exemplos , apesar de o verbo estar no singular , quem ouve a frase sabe que há mais de uma pessoa envolvida na ação de pegar o peixe .

Mais uma vez , é importante que o falante de português domine as duas variedades e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala .

 

É pra fuder com a cabeça de quem vai pra escola pra aprender ou não é  ?

Qual o sentido da escola  ?   Melhor ensinar os filhos em casa  !

 

 

 

 

 

Segundo o MEC , o livro está em acordo com os PCNs  ( Parâmetros Curriculares Nacionais )

 – normas a serem seguidas por todas as escolas e livros didáticos .

 

 

 

” A escola precisa livrar-se de alguns mitos : o de que existe uma única forma  ‘ certa ‘ de falar , a que parece com a escrita ; e o de que a escrita é o espelho da fala ” , afirma o texto dos PCNs .

[ eu juro que pensei que isto fôsse uma piada ! >  Fy ]

 

 

 

 

 

 

O linguista Evanildo Bechara , da Academia Brasileira de Letras , critica os PCNs :

“Se um indivíduo vai para a escola ,

é porque busca ascensão social .

E isso demanda da escola que lhe ensine novas formas de pensar , agir e falar ” .

 

 

 

 

O Prof. Pasquale Neto alerta para o risco de exageros :

” Uma coisa é manifestar preconceito contra quem quer que seja

por causa da expressão que ela usa.

Mas isso não quer dizer que qualquer variedade da língua é adequada a qualquer situação . ”

 

 

 

 

Ora , se a pessoa manda seu filho para escola , não é só pra ganhar o bolsa familia não   ( embora muita gente só pense nisso )  .

Se a pessoa PRECISA ter nível primário , médio e superior para almejar certos cargos  ( ironicamente presidente não é um deles )  ,

então é preciso EDUCAR apropriadamente .

Se relaxarmos no trabalho de base das crianças , o que esperar dos adultos ?

” Os menino ”   >   em vez de exceção  , vai virar norma .

E aí teremos de mudar a norma pra se adequar a um nivel de estupidez crescente ?

 

 

 

 

” Preconceito linguistico ”    foi a coisa mais idiota que já li esse ano   ( e olha que foi um ano cheio de idiotices ) .

Se a pessoa não teve oportunidade de estudo pode falar   ” probrema ”  ,   ” tauba ”   ou   ” os menino ”   que quiser .

Corrigir uma pessoa de idade por causa disso é humilhante .

 

 

 

 

Agora . . .      um menino que sai da escola falando assim ?

Merece um cascudo , não só ele como o MEC e esse governo corrupto que acha q Educação  ( ou ética )   é uma coisa menor num país cheio de   ” pobrema “ .

                                                                                                                  Num é , cumpanhero ?

 

 

 

 

 

Eu sempre detestei a  afirmação de que o Brasil é piada pronta .  

Mas acontecem coisas por aqui , que fazem juz à expressão .

 

Pra mim, e pra quem não está a fim de nivelar o país  lá …. por baixo …

este    ” evento ” em prol da Ignorância  foi  mais do que convenientemente descrito aqui :

 

 

Vale-Reprise

 

 

 

 

 

 

 

Fy 

 

 

 

36 Comments »

  1. E vamos lá, depois da segunda braba, desvirginar o post.
    Vou tentar ir pra casa, Fy, se eu conseguir chegar hoje, o trânsito tá foda, eu leio com calma.
    Mas que esta foi a barbaridade do ano, foi. Ou melhor, tomara que tenha sido!
    Melhor só o final do mundo e os otários que tomaram um cano de Jesus.

    ” Alguns seguidores de Harold Camping expressaram surpresa depois de o dia ter passado sem nenhum acontecimento apocalíptico; outros disseram que a ausência de ocorrências era mais uma forma de Deus colocar sua fé à prova.”

    Desanima ou não ?

    Se qualquer palhaço aparecer com qualquer explicação, Fy, o “pobrema” tá nos conforme e marcam outra data.

    Assim caminha a humanidade.

    People: or the slow process of disillusionment, as I call it.
    beijo
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 24/05/2011 @ 10:18 AM

    • JP, eu já me convenci de q o PT é criativo…

      E quer saber… já me convenci tb q o destino da América do Sul é triste.

      Alguem disse lá embaixo q a cubanização por aqui tá se acelerando – otimismo puro…. – depois de ler que 1984 / Huxley / ou a revolução russa embasam o ROUBO da Cultura e da Alfabetização brasileira, “discutindo” as desculpinhas esfarrapadas de uma professorinha obscura…. – eu tenho a impressão de estar caminhando naquelas ruas cubanas, paradas no tempo e no espaço e observando aquelas sucatas russas anos 50 que os cubanos usam como carros… ou charretes.

      Começamos com a sucatização da Linguagem … – aiaiai > assim as crianças ficam mais criativas … > qto menos alargarmos seu vocabulário e as descobertas q isto possa lhes propiciar > aiaiai > mais criativas …. > shameonme… isto foi escrito mesmo ?

      E vamos terminar usando-a pela metade …. como em Cuba são os carros> charrete.

      Criativos … rápidos ….

      o povo que o diga.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 8:49 AM

  2. Nem me fale, Fy.
    Que coisa mais cafageste.
    É a única palavra que consegue representar este Pacotão. Mais um engôdo. Esta gente aposta pesado na burrice e na alienação tupiniquim.

    Salve o marxismo chavista florescendo na lama do esgoto petista.

    Eu acho que maioria das análises marxistas ainda parte das “fábricas manchesterianas de Marx ou das manufaturas de alfinetes de Adam Smith”.

    Monstro que achata relações complexas de poder, totaliza uma realidade múltipla e “iguala” como uma besta enlouquecida.

    O marxismo perdeu o trem da história. Foi esvaziado espontaneamente pelas pessoas, assim como elas deixaram em massa os países do antigo bloco soviético.

    Os atuais partidos e sindicatos vermelhos não passam de “urubus”, que ” parecem ” rondar a carniça de algum socialismo real (como sempre), mas na realidade estão

    atrás de sobras do capitalismo. Refugiaram-se, cínicos, em pautas corporativistas da pequena fração sindicalizada, ou então nas cátedras universitárias.

    O Brasil que se cuide. A Cubanização se apressa cada vez mais afoita.

    As pretensões e o “bolso” da cúpula do foro de SP não tem fundo. E a expectativa de ver um país de zépaguás trabalhando pra enchê-lo é tentadora.

    Salve a ignorância.

    abraço e beijo
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 24/05/2011 @ 12:25 PM

    • Refugiaram-se, cínicos, em pautas corporativistas da pequena fração sindicalizada, ou então nas cátedras universitárias.

      e no Br… o refúgio dos cucarachas e seus ideais fascistas.

      “”” preconceito “””” aiaiai.

      já escreví… nem vou falar nada .

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 8:54 AM

  3. Gente eu sou Professora.
    Acreditem!
    Há uns dias atras quase abri um blog, não sei nem se era pra desabafar ou pra tentar assimilar esta bomba.
    Mas está bem explicado, isto não tem nenhuma explicação que não seja “suspeita”.
    Ninguem merece. Nenhum adulto, nenhuma criança, nenhuma nação.
    Mito obrigado pela revolta!
    Pena que este povo banana parece nem ter amor por suas crianças, e digo amor porque preocupação não tem mesmo.
    Marília

    Comment by Marília — 24/05/2011 @ 3:19 PM

    • Oh Marília…

      Acho q eu também vou virar prof… de portugues ….

      Tem emprego mais “elitizado” ? Pagam pra não se fazer mais nada.

      É só entrar na classe, se ainda tiver classe, claro, e gritar :

      ” Escreve aí o q ces quizer” ! – e ligar o Ipod num forró dus bão.

      Amor ?

      Amor dá trabalho, sister.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 8:59 AM

  4. O lulês ! enfim
    Nós agora vai instatutar no brasil a lengua do povão pois nós não tem preconceito lenguistico.

    Vai ser a zona instatutada, que é que nós quer.

    Mas num pense vocês que vão ser só na gramática que nós vai zonear não.

    Pois ó, num vão sobrarem pedro sobre pedra.

    Além de nós que vai pegar a pexe, abrir os livro e ler o palavras, o Lulês, o novidioma daquela livro 2011, está vai instatutar o novo matemática, a novo história, o nova geografia e ansim pordiante.

    Pois ó, se nós pega o peixe então a gente podemo também fazer 1 + 4 = 2

    e porquê num dizer ainda que o imperador Lula foi que libertaram nós do Japão?

    e a gente num podemo lembrar que nós tudo tem de ir lá pra Campo Grande, onde ficam o capital do brasil, e mandar os elite fuderem-se des canudinho pois ó, agora nós da patuleia manda e quando a gente mandamos nós manda memo.

    Ceis inda moru í ?

    huahhauuhhauaha

    Comment by duk@ — 24/05/2011 @ 3:43 PM

    • moramainão,bró.

      hahahahhaha – bj

      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 9:00 AM

      • descurpaí o risquinho esnobe…. em cima do “o”… num quiz te humilha, não.
        Fy

        Comment by Fy — 25/05/2011 @ 9:02 AM

  5. Boa noite Windmills, Fy
    Que bom ter voces de volta.
    Minha gente, minha gente, claro que os livros distribuídos pelo MEC são ideologicamente afinados com idéias marxistas, fazem propaganda explícita de ditadores comunistas como Fidel Castro, Stalin e Mao Tse-tung. aAté mesmo a devassidão moral e revoltante de Mao Tse-tung é apresentada como sendo uma qualidade do ditador chinês. A hostilidade aos idosos patrocinada por Mao Tse-tung, que incluía xingamentos e cusparadas em pessoas consideradas velhas, é descrita na obra de forma cômica, como se pretendesse despertar o riso do aluno ao invés de indignação.
    Miserável é a atitude dos professores, que na realidade não se colocam, não exigem, e de alguma forma mesmo que seja na omissão, pactuam com isso.
    Aqui é o país da piada pronta, Fy voce ainda duvida?
    Nós vai nóis fica : tanto faz, literalmente.
    beijo pra todos voces,
    Sofia

    Comment by Sofia — 24/05/2011 @ 4:01 PM

    • Aqui é o país da piada pronta, Fy voce ainda duvida?
      – duvido nada ….

      e quanto aos livros do MEC > só mesmo os professores poderiam se levantar quanto a isto.
      Mas sabe de uma verdade doída ?

      Pergunte a alguma prof de periferia ou do interior sem fim… se ela sabe quem é Marx….Stalin …

      Claro q sempre existem exceções…

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 9:12 AM

  6. Oi Sofia, duk@, huahahauha

    o MEC …tá em manutenção!

    Para enviar seu protesto ao MEC clique aqui

    http://portal.mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=351&Itemid=511

    Comment by Renato — 24/05/2011 @ 4:12 PM

    • Ôoooooô país da piada pronta!

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 1:05 PM

  7. Oi moçada, eu estava perdido nos duzentos comentários do SDM.

    Bom o posicionamento dele, marxismo, gramcismo, petismo,- mas é de se esperar que uma galera capaz de suportar as pregações de um indivíduo como aquele da Opus Dei, não tenha recursos pra digerir este lado real, conectado a esta experiência mais material e “prosaica” que é historia e política.

    Eu entendi a crítica do Acid Saindo da Matrix, por um viés, muito inteligente, por sinal, que me parece o único relevante à esta cagada que, com certeza não vai “esclarecer” as intenções deste bando de canalhas. O brasileiro não tem nenhum interesse em ser esclarecido.
    É verdade, a minoria que assim pretende, é justamente : “azelite”.

    O posicionar-se da pessoa comum em sua sociedade e sua consequente transformação em um cidadão da polis em um ser político, é função DIRETA da capacidade que essa pessoa tem de se INFORMAR e de, com isso se formar ou se informar políticamente.

    A Informação , ou a informação ideológica , lato sensu, é a informação por excelência da formação cidadã, e a LINGUAGEM é o veículo mais poderoso no que toca o processo de: produção, transmissão e reprodução das informações e do sentido de qualquer ato ou fato social.

    Confundir este embate discursivo entre os seres: comunicante e o interpretante, ambos produtores de um “sentido social” SÓ pode ter uma explicação política .

    A confusão gerada pelas explicações lá no SDM – provenientes de uma certa falta de reflexão sobre o tema, é que o Acid abordou o tema não pela base física ou geográfica do “planeta” – posso voltar neste ítem , pra posteriores esclarecimentos , mas tanto ele quanto a absoluta crítica a este absurdo – contemplam um outro espaço: um espaço diferenciado que localiza a nossa Produção de Idéias :
    um espaço gerado pelo social do imaginário “político” se prefirirem, do cidadão.

    Este espaço por vezes se denomina de Espaço “Ideal” : ou plano das idéias políticas – ideológicas, ou de qualquer idéia, caso alguem tenha aversão à palavra “política”.

    Este Espaço não pode ser confundido com Espaço Geográfico, por hora representado como dialetos, expressões idiomáticas, etc, pois o Geográfico abrange vários outros planos, tais como o histórico, o sociológico, o cultural , o ambiental, etc. Interromper ou confundir o “fluxo” de comunicação entre eles permitido por uma Linguagem estruturada , e´claro que é Suspeito… porra !

    Realmente, Fy, a feijoada que encontrei por lá excede a sua salada .
    beijo a todos,
    tio Gus

    Comment by Gustavo — 25/05/2011 @ 5:07 AM

    • Interromper ou confundir o “fluxo” de comunicação entre eles permitido por uma Linguagem estruturada …

      Imagine este fluxo com uma linguagem desustrturada então !!!!

      aiaiai – algum fabricante de placas deve estar envolvido.

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 1:04 PM

  8. Bons comentários.

    Mas o melhor é o deste tal de Augusto. Escrachou geral o escrachamento que estão tentando fazer passar por ” línguistica”.

    Fy, voce acha relevante colocar aqueles comentários no teu post?

    Eu nunca vi uma demonstração maior de sucata numa vitrine antes.

    Vitrine, Fy, se alguem espremer, com raras e raras exceções sai alguma coisa que tenha nexo.

    Orwell, I984, Admirável Mundo Novo…, e enquanto isso o Lulão enche a cara de cachaça e capota de tanto rir.

    né cumpadi?

    abraço aê,
    Gabriel

    Comment by Gabriel — 25/05/2011 @ 6:16 AM

    • e enquanto isso o Lulão enche a cara de cachaça e capota de tanto rir.

      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 1:01 PM

  9. Isto é a cartilha do PT, disfarçada de livro, e de nhánhánhá de doutor pra cá e pra lá.
    Pergunta pra algum destes canalhas se eles sabem o que é “livro”. O safadão que chefia esta gang não lê nem revistinha por incapacidade etílica.

    Portugues “normal” virou língua estrangeira, a língua do país agora é lulês.

    Vergonhoso. ELES CONTINUAM APOSTANDO MESMO NA IGNORÂNCIA PARA SE PERPETUAREM NO PODER….!!!

    Wilson

    Comment by Wilson — 25/05/2011 @ 9:49 AM

    • Yep!

      Mas ela anda tão espalhada q nem sei se eles precisam apostar….

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 1:00 PM

  10. Uma discrepância.
    Uma confissão deste partido sobre suas verdadeiras intenções.
    Voce foi caprichosa Fy, mas nem precisave se explicar com tanto esmero. O golpe desta corja foi redundante.
    As defesas em torno desta obviedade total são tão precárias de conhecimento quanto de vergonha na cara.

    Um bom depoimento, retirei lá do Estadão :

    Ministério da Desigualdade
    Rolf Kuntz

    O nome oficial é Ministério da Educação, mas podem chamá-lo Ministério da Desigualdade. Ministério da Incompetência também serve: a palavra tanto se aplica à atuação de seus dirigentes quanto se aplicará à condição das vítimas do padrão educacional proposto no livro Por Uma Vida Melhor, comprado e distribuído pelo governo. A presidente Dilma Rousseff prometeu trabalhar pela redução da miséria. Se quiser fazê-lo, terá de cuidar da qualificação de milhões de brasileiros para o trabalho. Mais que isso, terá de promover sua preparação para trabalhar numa economia cada vez mais complexa e exposta à competição internacional. Tratar os pobres como coitadinhos e incapazes conduzirá ao resultado oposto. Se há preconceito, não é de quem considera errada a violação da gramática. Preconceituoso e elitista é quem condena o pobre a uma instrução de baixa qualidade e ainda o aconselha a contentar-se com isso.

    Os problemas de formação profissional e o mau desempenho dos alunos brasileiros em testes de avaliação foram apontados com suficiente clareza em artigo de Carlos Alberto Sardenberg, publicado anteontem neste caderno. Concorrentes do Brasil, incluída a China, estão empenhados em oferecer uma educação muito melhor a seus estudantes. Em vez de tratar os pobres como inferiores, autoridades educacionais desses países cuidam de prepará-los para se igualar aos melhores do mundo.

    Não é preciso insistir nesse ponto. Mas é indispensável chamar a atenção para a concorrência em outro nível. No Brasil, quem tem bom senso e condição econômica tenta oferecer aos filhos a melhor educação possível. Pais instruídos procuram boas escolas e valorizam aquelas conhecidas pelo alto padrão de exigência. Rejeitam a ideia do diploma conquistado pelo caminho fácil. Além disso, estimulam os filhos a frequentar cursos de línguas e a envolver-se em atividades intelectualmente estimulantes. Nas melhores escolas, crianças pré-adolescentes são treinadas para combinar criatividade e rigor. Assim como as autoridades dos países mais dinâmicos e competitivos, as famílias brasileiras mais atentas aos desafios do mundo real continuarão em busca dos padrões educacionais mais altos.

    Famílias saídas há pouco tempo da pobreza também reconhecem a importância de oferecer uma boa formação a seus filhos e por isso procuram escolas particulares. “Meu filho só tem 5 aninhos e já está aprendendo a ler e a escrever. Nessa idade, na escola pública, ninguém sabe nada ainda”, disse uma agente de saúde citada em reportagem publicada no Estado de domingo.

    Outra personagem da história explicou: “Não é metideza, é necessidade. Eu trabalho como empregada doméstica o dia todo. Meu marido é coletor de lixo e também passa o dia fora. Pagar a escola para a Gecielle foi a melhor opção”. Mas ela descobriu também outra vantagem: “Com meus outros dois filhos não pude (pagar). A situação era muito pior. Na escola pública onde eles estudam já teve tiroteio. Na da Gecielle não tem nada disso e ela ainda aprende mais, tem lição de casa e tudo”. Pois é: ela aprende, tem lição de casa e a mãe se mostra convencida de ter feito um bom negócio. As duas entrevistadas apostam nos filhos, apertam o cinto para pagar a escola e têm uma clara visão dos problemas: crianças pobres aprendem, como quaisquer outras, quando têm oportunidade.

    Tratar os pobres com paternalismo, como pessoas incapazes de aprender a língua oficial e de aguentar os padrões de uma escola séria, é condená-los a ficar para trás, marginalizados e limitados às piores escolhas. Apoiar essa política é agir como se o mundo fosse esperar os mais lentos. Em países com políticas sociais decentes a solução é dar um impulso extra às pessoas em posição inicial desvantajosa.

    O paternalismo é muito mais vantajoso para quem concede benefícios do que para quem recebe. Massas protegidas por Pais ou Mães do Povo tendem a ser dominadas com facilidade e nunca exercem plenamente a cidadania. Tratá-las como pessoas irremediavelmente inferiores é condená-las a ser politicamente subdesenvolvidas. Ensiná-las a conformar-se com “nóis vai” e “os menino joga bola” é vedar-lhes o acesso a aprendizados mais complexos e à possibilidade de pensar livremente. As oportunidades serão cada vez mais limitadas para os monoglotas. Muito piores serão as condições dos semiglotas, embora alguns, muito raramente, possam até presidir um país.

    A presidente Dilma Rousseff parece haver renunciado ao papel de Mãe do Brasil, planejado por seu antecessor e grande eleitor. Ao anunciar a intenção de oferecer aos pobres a porta de saída dos programas assistenciais, ela mostrou preferir um caminho mais democrático. Mas, para segui-lo, precisará livrar-se do entulho do paternalismo e da demagogia. Uma faxina no Ministério da Educação ajudaria muito.

    até logo mais,
    Bel

    Comment by Isabel — 25/05/2011 @ 10:07 AM

    • Tratá-las como pessoas irremediavelmente inferiores é condená-las a ser politicamente subdesenvolvidas.

      Claro > subdesenvolvidas e suscetíveis a tudo o que é subdesenvolvido > suscetíveis à Submissão.
      bj, Bel
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 12:56 PM

  11. Oi Bel, mas a sacanagem declarada não termina por aí, não.
    O nóis vai-nóis vem é o sorvete que eles oferecem moçada!
    Enquanto Orwell é digerido num cházinho informal de desaforos, os safados do PT arrecadam burros automatizados pra tirar-lhes o sangue em suas fazendinhas.

    Aos debilóides que tentam justificar esta deseducação como falta de preconceito e aceitação dos limites “circunstanciais” do povo, engulam esta caprichosa tentativa de “intelectualizar” as massas :

    Os 8 milhões de estudantes brasileiros matriculados no ensino médio passaram a receber neste ano aulas de sociologia e filosofia – disciplinas que, por lei, se tornaram obrigatórias em escolas públicas e particulares. Com base nas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Educação, cada estado fez o seu currículo, no qual a maioria dos colégios privados também se espelha em algum grau. A leitura atenta desse material traz à luz um festival de conceitos simplificados e de velhos chavões de esquerda que, os especialistas concordam, estão longe de se prestar ao essencial numa sala de aula: expandir o horizonte dos alunos. Não faltam exemplos de obscurantismo. Para se ter uma ideia, no Acre uma das metas do currículo de sociologia é ensinar os estudantes a produzir regimentos internos para sindicatos de trabalhadores – verdadeiro absurdo. Um dos explícitos objetivos das aulas em Goiás, por sua vez, é incrustar no aluno a ideia de que “a constante diminuição de cargos em empresas do mundo capitalista é um fator estrutural do sistema econômico” (visão pedestre que desconsidera o fato de que esse mesmo regime resultou em mais e melhores empregos no curso da história). Sem dar às questões a complexidade que elas merecem, as aulas abrangem de tudo: no Espírito Santo, por exemplo, a filosofia abarca da culinária capixaba aos ritmos indígenas. Conclui o sociólogo Simon Schwartzman: “Tratadas com superficialidade e viés ideológico, essas disciplinas só tendem a estreitar, no lugar de ampliar, a visão de mundo”. [Não deixe de ler a crítica de Simon Schwartzman sobre o currículo de sociologia para o ensino médio no Rio de Janeiro]

    O viés presente nas aulas de sociologia e filosofia tem suas raízes fincadas nas faculdades de ciências sociais – de onde saíram, ou a que ainda pertencem, os professores responsáveis pela confecção dos atuais currículos. Desde a década de 70, quando se firmaram como trincheiras de combate à ditadura militar nas universidades, tais cursos se ancoram no ideário marxista, à revelia da própria implosão do comunismo no mundo – e estão cada vez mais distantes do rigor e da complexidade do pensamento do alemão Karl Marx (1818-1883). Diz a doutora em ciências sociais Eunice Durham, da Universidade de São Paulo: “Boa parte dessas faculdades propaga apenas panfletos pseudomarxistas repletos de clichês e generalizações, sem se dar sequer ao trabalho de consultar o original”. Isso se reflete agora, e de forma acentuada, nos currículos escolares de sociologia e filosofia, criticados até mesmo por quem participou da feitura deles. À frente da equipe que compôs os do Rio de Janeiro, a educadora Teresa Pontual, subsecretária estadual de Educação, chega a reconhecer: “Se criássemos diretrizes distantes demais da realidade dos professores, eles simplesmente não as aplicariam na sala de aula – fomos apenas realistas”.

    Sob a influência francesa, a sociologia e a filosofia começaram a ganhar espaço no ensino médio brasileiro no fim do século XIX, até se tornarem obrigatórias, ainda que com pequenas interrupções, entre 1925 e 1971. Seu retorno definitivo ao currículo, sacramentado por uma lei aprovada no Congresso dois anos atrás para entrar em vigor justamente agora, era um pleito antigo dos sindicatos dos profissionais dessas áreas. Em 2001, projeto de lei com o mesmo propósito havia passado pelo Congresso, só que acabou vetado pelo então presidente (e sociólogo) Fernando Henrique Cardoso. À época, um parecer do MEC afirmava que os gastos para os estados seriam altos demais e que não havia no país professores em número suficiente para atender à nova demanda. Desta vez, o próprio ministro Fernando Haddad, filósofo de formação, empenhou-se para aprovar o texto. Daqui para a frente, de acordo com um levantamento do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo, serão recrutados mais 20 000 professores no país inteiro. Trata-se de algo temerário, segundo alerta o sociólogo Bolívar Lamounier: “Não há tanta gente qualificada para desempenhar tal função no Brasil”. A experiência recente das próprias escolas já sinaliza isso. “Está sendo duríssimo achar professores dessas áreas que sejam desprovidos da visão ideológica”, conta Sílvio Barini, diretor do São Domingos, colégio particular de São Paulo.

    Ao obrigar as escolas a ensinar sociologia e filosofia a todos os alunos, o Brasil se junta à maioria dos países da América Latina – e se distancia dos mais avançados em sala de aula, que oferecem essas disciplinas apenas como eletivas. Deixá-las de fora da grade fixa é uma decisão que se baseia no que a experiência já provou. Resume o economista Claudio de Moura Castro, articulista de VEJA e especialista em educação: “Os países mais desenvolvidos já entenderam há muito tempo que é absolutamente irreal esperar que todos os estudantes de ensino médio alcancem a complexidade mínima dos temas da sociologia ou da filosofia – ainda mais num país em que os alunos acumulam tantas deficiências básicas, como o Brasil”. Em outros países da América Latina, esse tipo de iniciativa também costuma resvalar em aulas contaminadas pela ideologia de esquerda, preponderante nas escolas. Não será desse jeito que o Brasil dará o necessário passo rumo à excelência.

    beijo a todos
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 25/05/2011 @ 10:54 AM

    • O nóis vai-nóis vem é o sorvete que eles oferecem moçada!

      Gustavo, eu pensei até q o lance dos gays serviu pra dar mais um pouquinho de corda … e o qto vai ser lamentável a “puxada”.

      – A leitura atenta desse material traz à luz um festival de conceitos simplificados e de velhos chavões de esquerda que, os especialistas concordam, estão longe de se prestar ao essencial numa sala de aula: expandir o horizonte dos alunos. Não faltam exemplos de obscurantismo.-

      poizé.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/05/2011 @ 12:53 PM

  12. Caraca saí intoxicado daquele Saindo da Matrix!
    Tudo bem, o post tem a ver com a realidade, claro que tem, mas peraí, qual é a enorme diferença entre ser militante do PT ou militante da Opusdei, como diz aí o Gustavo?

    Aaaaah Fy, é complicado hein?

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 25/05/2011 @ 11:20 AM

  13. Mais uma aí pra temperar o caldo,

    O livro “vermelho” do MEC cansa. Sep 20, ’07 8:23 PM
    para todos

    O MEC do Governo Lula vai ser eleito como o ministério que mais agrada a direita. Pois os tropeços que comete são um prato cheio para o conservadorismo. Mesmo sendo um homem de esquerda, eu corei quando vi o livro Nova História Crítica. Não é coisa que possa ser oferecida com dinheiro público para a sociedade. E o jornal O Estado de São Paulo acerta quando diz que o MEC acordou tarde, se posicionando contra o livro somente após a investida de um canal de TV, que denunciou a publicação.

    …Quando o Muro de Berlim caiu, onde estavam os sindicalistas ligados ao PT? Ora, vocês vão se lembrar: eles estavam fazendo um curso no exterior, na Alemanha Oriental, comunista! Meu Deus! O mundo socialista ruindo, todos pedindo liberdade, e os nossos sindicalistas (que aqui eram vitoriosos por pedirem democracia) estavam aprendendo o que com os alemães comunistas? Aqueles alemães nunca haviam visto outro sindicalismo a não ser o atrelado ao governo e ao partido comunista. Ou seja, o PT prometeu à sociedade que seria uma esquerda diferente, mas não criou uma prática democrática interna como dizia estar criando. A prática partidária interna do PT nunca foi democrática. E os ídolos do PT continuam os mesmos ditadores que a esquerda tradicional, comunista, cultuou. Eles gostam de Fidel Castro e, agora, de Chávez, gente que não tem nenhum apreço pela democracia.

    achei por aí.

    abç

    Comment by Rodrigo — 25/05/2011 @ 3:40 PM

    • É isto Rodrigo, imagine nas mãos de quem o futuro do Brasil se encontra largado como sempre e “de novo”

      “E o Brasil está mudando” – esta frase foi muito ouvida na chamada “Nova República”. De certo modo, expressava o que muitos brasileiros gostariam que acontecesse. Mas será que o novo mais uma vez não vinha misturado com o velho? Sarney e Collor se criaram no regime militar. Itamar e FHC vieram da oposição consentida pela ditadura, nunca foram “opositores” de fato… Velho dilema brasileiro: mais se muda, mais permanece a mesma coisa. Quando não piora muito, como tem acontecido nos últimos desgovernos que temos tido…
      Tancredo, Sarney, Indiana Collor, Itamar e FHC. Um novo Brasil com velhas coisas. Inflação, miséria, violência, corrupção, desigualdade social, compadrio, práticas de favor, políticos venais. Pouca coisa mudou de fato desde que as primeiras caravelas lusitanas chegaram por aqui.

      Abraço
      (tio) Renato

      Comment by Renato — 26/05/2011 @ 12:09 AM

  14. O Estado de S.Paulo continua censurado.
    Desde o dia 29 de janeiro de 2010, o Estado aguarda uma definição judicial sobre o processo que o impede de divulgar informações a respeito da Operação Boi Barrica, pela qual a Polícia Federal investigou a atuação do empresário Fernando Sarney.
    A pedido do empresário, que é filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o jornal foi proibido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) em 31 de julho de 2009 de noticiar fatos relativos à operação da Polícia Federal.
    No dia 18 de dezembro de 2009 Fernando Sarney entrou na Justiça com pedido de desistência da ação contra o Estado, mas o jornal não aceitou o arquivamento do caso.
    No dia 29 de janeiro de 2010, o advogado do Estado apresentou ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal manifestação em que sustenta a preferência do jornal pelo prosseguimento da ação, a fim de que seu mérito seja julgado.

    fernandinho, lulinha, tudo com carteirinha de isenção dipromatica.
    e vamo que vamo, né cumpanhero?

    Comment by anonimous — 25/05/2011 @ 3:58 PM

  15. Um pouco mais pessoal. Eu separei uns parágrafos muito bons relacionando gramática, semiologia e comunicação , ressaltando o argumento do amigo que escreveu o artigo relacionando o poder político da Comunicação.

    A Informação torna-se, pois, cada vez mais, um dos principais componentes de nossos sistemas sócio-produtivos e de nossos sistemas comunicionais e informacionais.

    A realidade que, frisamos, talvez nada mais seja do que nossa percepção e representação do real e que, possivelmente, nunca será apreendida por completo, não pode ser entendida apenas a partir dos estudos fisiológicos: sua compreensão necessita, também, que estejamos aptos a destrinchar os codigos sígnicos que nós mesmos criamos para estudá-la.

    Cada saber é função, em maior ou menor grau, de sua interação com a realidade, e neste ponto, aparece a LINGUAGEM como elemento vital da CONSTRUÇÃO DOS (NOVOS) SABERES HUMANOS E SOCIAIS.

    INFORMAÇÃO sempre foi e é PODER, a partir do momento em que só quem domina os códigos, a LINGUAGEM e a transmissão de Conhecimeto pode criar algo novo,

    e não, “bovinamente” repetir o velho conhecimento,não raro já ultrapassado.

    Ora sendo então um Instrumento de Poder, de Hegemonia no bom e relacionado sentido, a LINGUAGEM não pode ficar de fora de nenhuma análise que se diga humana e/ou social.

    No nosso entender, visualizamos dois grandes grupos de linguagem :

    1- Linguagens Universais: a simbólica-visual ou imagética no que toca a sua compreensão (indo desde uma obra de arte, passando pelos mais variados rituais), a Musical, a Fala e a Mímica (exceto as gestuais sistematizadas, como a dos surdo-mudos)

    2- Linguagens Potencialmente Universais ou Restringidas: a Imagética, no que toca a sua realização, a linguagem dos surdo-mudos, a escrita e a matemática.

    A diferença que aqui estabelecemos entre Linguagens Universais e Linguagens Potencialmente Universais é simples:

    as primeiras são basicamente intuitivas e, muitas vezes, dependentes do ambiente cultural em que foram geradas e atuam, mesmo que sejam passíveis de sistematização.

    Por exemplo, em algumas partes da Europa do Norte, tal como na Romênia, se quisermos dizer SIM: devemos balançar a cabeça para os lados e dizer NÂO, a cabeça deve ir para cima e para baixo. Enquanto isso, na nossa cultura brasileira e latina, ocorre justamente o oposto.

    Já as Potencialmente Universais ou Restringidas uma vez que, para sua apreensão, emissor e receptor têm, necessariamente, de possuir a chave de seus códigos – pedem certo grau de instrução e conhecimento sistematizado ou, são restritas a um pequeno grupo de pessoas, como no caso da Linguagem dos surdo-mudos. A fala é intuitiva e, por isso, é classificada aqui como universal.

    Já a ESCRITA é um conjunto sígnico SISTEMATIZADO , assim, é classificada como potencialmente universal, pois o receptor necessita do entendimento do código para interpretar a mensagem enviada. Vale ressaltar que a sistematização exigida pelas linguagens potencialmente universais não as impede de se tornarem universais, pois elas se mantém passíveis de apreensão por todo e qualquer indivíduo minimamente instruído.

    É, efetivamente, através das LINGUAGENS POTENCIALMENTE UNIVERSAIS que podemos transmitir com maior eficácia os conhecimentos acumulados por gerações.

    Bom Dia por aí, porque aqui a coisa tá linda,
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 26/05/2011 @ 12:35 AM

  16. Já tem mais demais não tem ?

    Mas o meu é pequenininho e pra mim já basta:

    apartheid linguístico

    Ex-ministro da Educação, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou ao Poder Online que é contra a publicação e distribuição do livro didático de português Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, adotado pelo Ministério da Educação para o ensino de jovens e adultos.
    Em um capítulo dedicado ao uso popular da língua, os autores defendem que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.
    Para Cristovam, o livro “mantém o apartheid linguístico”. “Essas pessoas, falando errado, não vão passar em concurso, não vão entrar na universidade, não vão conseguir emprego”, conclui.

    bjs bjinhos e bjões

    Juju

    Comment by Juliana — 26/05/2011 @ 12:52 AM

  17. O populismo pedagógico que estamos denunciando é mais grave, e também de percepção restrita, porque ele se mascara sob as vestes de uma ideologia aparentemente muito louvável.

    Ele supostamente se põe em defesa dos oprimidos, das camadas socialmente subordinadas ou ainda das classes desprivilegiadas, como reza outro lugar comum.
    Por isso é proposto por pessoas que se identificam como de esquerda.
    Tenhamos no entanto a coragem de afirmar que serve em termos efetivos apenas para manter o estudante pobre no estado de subordinação social que a educação deveria concorrer para transformar.
    Um dos meios de se alcançar tal ideal consiste precisamente no acesso ao código elaborado da língua, ou na assimilação da norma culta que conduz à consciência crítica da sociedade, à capacidade cognitiva de propor alternativas para a ordem social existente, para o estado de desigualdade e exploração corrente na sociedade brasileira.
    Introduzir o aluno no universo da norma culta significa, noutros termos, abrir os horizontes da sua consciência para a crítica dos preconceitos e ideias feitas enraizadas no solo social onde domina a consciência espontânea.
    Parabéns pelos comentários
    Bel

    Comment by Isabel — 26/05/2011 @ 9:20 AM

  18. Fomos educados com mentalidade da gramática tradicional que já tem alguns milênios,daí a dificuldade que temos de vencer essa barreira, a semiliguística tem apenas uns cento e poucos anos.

    O que admiro na semilinguística é que devemos ser poliglota na mesma língua e que isso levará um aprofundamento na própria cultura; que existe uma diversidade de formas de se expressar e que não devemos aniquilar os meios e as formas de expressão. Nenhuma forma deve ser considerada superior a outra, diferente do faz a gramática. Quanto mais formas aprendermos a expressar, maior será nosso conhecimento linguístico e maior será nossa capacidade de interpretação e expressão.

    O que seria da literatura de cordel, da nossa música, de Guimarães Rosa e tantos outros se tivéssemos apenas a lente da gramática tradicional? O que seria dos dialetos, gírias, expressões idiomáticas, literatura contemporânea etc se gramática tradicional prevalecesse? Estaríamos falando latim até hoje e nosso português nem iria existir, mas graças aos faladores “errados” o português pôde nascer e se modificar. Ou quem sabe estaríamos falando português de Portugal do sec XIII, e não um português brasileiro que se modifica a cada geração para o terror da gramática que sempre é obrigada a mudar suas regras graças a vivicidade da linguagem que ela tem dificuldade de considerar.

    A gramática tradicional é tão limitada que apenas consegue ter como objeto de estudo uma forma de se expressar, enquanto para a semilisguística todas as formas podem produzir conhecimento e devem ser interpretadas. Apesar disso a gramática também tem a importância de ser mais uma forma de expressão da riqueza da linguagens.

    Claro que não devemos abolir a gramática, mas sim aprender a nossa língua de modo mais amplo possível. Ensinar apenas uma linguagem é tão ruim quanto cultivar uma monocultura de soja. A natureza se comporta melhor quando há diversidade. Talvez produziríamos mais conhecimento, tolerância, respeito se rompêssemos as barreiras da monocultural gramática. A gramática não é ruim por ela em si, mas quando ela tenta reprimir o ensinamento da diversidade da comunicação.

    Viva as ciências semilinguínsticas que também consideram a gramática em seu universo.

    Comment by Daniel Pereira — 03/06/2011 @ 5:51 AM

    • Oi Daniel, seja bem vindo!

      Adorei teu blog – qdo vc vai publicar teu trabalho , tuas musicas ?

      Eu não concordo com vc pq não considero o ensino da Gramática tradicional como uma forma de restringir ou desconsiderar ou aniquilar qualquer forma de expressão regional .
      E acho que negá-la , desconsiderar sua importância , aí sim perderíamos totalmente a capacidade de interpretação e expressão , e só estaríamos confinando o regional ao regional.

      Ah mas vou complementar minha resposta com este vídeo incrível q vc publicou :

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 03/06/2011 @ 10:49 AM

  19. Oi moçada,

    Há um ditado que diz: “A única coisa constante na vida é a mudança.”

    A maioria das pessoas acredita que isto é verdade e as que não acreditam, empacam.
    À medida que avançamos com a nossa vida, as pessoas que conhecemos, as coisas que vemos, e as emoções que sentimos nunca permanecem as mesmas. Impreterivelmente, as pessoas que conhecemos hoje, não serão o mesmo amanhã por causa do simples fato de que elas cresceram e ficaram um dia mais velhas, as coisas que conquistamos, que adquirimos ou que ajudamos a construir podem ser retiradas apenas num piscar de olhos. Até mesmo as nossas emoções são muitas das vezes imprevisíveis. Aquilo que sentimos exatamente de uma determinada forma hoje, muito provavelmente não poderá ser sentida da mesma forma novamente. Neste mundo confuso, nada é permanente a não ser a própria mudança.
    Ou voce acompanha a melodia, ou sai do ritmo.

    Talvez isto faça desta experiência que é a vida, algo tão interessante.

    beijo
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 03/06/2011 @ 9:19 PM

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