windmills by fy

11/06/2011

in London – because London , … tonight .

Filed under: Uncategorized — Fy @ 1:13 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“ The midnight trains are boarding / All wrap up 8s /

I pick my load and I fill my truck / before it`s too late

I leave the stars to judge / my every move /

I’m not going to think of you, oh / I’d get the blues ”

Duffy ( Rockferry )

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 http://ontheroadsince72.wordpress.com/2009/07/31/come-live-with-me/

 

 

 

 

Fy

 

 

33 Comments »

  1. Oi Fy! Acabo de receber um pingback no meu email, vou checar e eis que acho este novo post. Bom, pelo menos London London foi amada e odiada… hehe Quanto à Usti, se não tivesse prometido à Milena voltar para visitá-la, acho que nunca mais colocaria meus pés naquele buraco. Não que a cidade seja de todo má. O problema foram as péssimas lembranças que ficaram. Anyway, foi engraçado ler estes textos de novo! hehe Beijocas!! Miriam Waltrick

    Comment by Miriam Waltrick — 11/06/2011 @ 4:12 PM

    • Míriam , eu já tô fazendo parte daquela turminha dos teus amigos… q “querem o livro” …. hahahahaha

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 15/06/2011 @ 3:17 AM

  2. Moçada, Míriam, bom dia,

    Eu estou tomando café e lendo London… , depois de uma caminhada neste frio maravilhoso, saudando um dia que amanheceu magnífico.
    Parabéns, Míriam, comecei por aqui e terminei por lá no On the Road: excelente “viagem”. Muito bom este “relato” sobre Usti, sensacional! Quem já não esteve em algum lugar do qual não queira nem lembrar? E depois de algum tempo, ao lembrar ou ao contar percebe o quanto é engraçado, ou quantos lances hilários ilustram determinadas situações que nos pegam desprevenidos e fragilizados pelo contorno estrangeiro.

    Eu não sei se inspirado por este teu momento neste “canto” do mundo eu me lembrei de situações prosaicas… e ridículas em que me vi envolvido por este mundão afora. Sózinho, duro, estudando, deprimido, longe de tudo, de todos… é … Os primeiros meses destas experiências geralmente são penosos…

    Insistentemente me lembrei de uma vizinha, quando morei em Paris, em um ap sem número (por lá os apts não tem número…) uma velha completamente louca que me provocou uma neurose.

    Nesta época, recém chegado, eu não demorei a perceber que morava num prédio onde não havia “um” único ruído. Bizarríssimo! Não ouvia-se nada, nenhum sinal de vida inteligente por perto. E eu ficava na duvida se não ouvia os vizinhos porque, huahuahau, eles não falavam, talvez… ou um prédio especial pra mudos, e eu não havia sido avisado, ou se cochichavam, por alguma razão mais bizarra ainda, ou se as paredes eram hiper competentes.

    Aquilo me intrigava. E passei a colocar o som cada vez mais alto, até pra preencher o espaço daquela solidão, ainda por cima,tão silenciosa. Jamais houve alguma reclamação, ou algum sinal de que eu poderia estar incomodando.

    E, neste meio tempo devo contar que a porta do ap tinha alguma falha na fechadura que me obrigava a batê-la com mais força do que o ususal e isto fazia “algum” barulho.

    Um dia, em meio aquele silencio, bati a porta, e de repente surge uma velha completamente alucinada, aos berros, reclamando e urrando, uma cena, sinceramente grotesca e que, mais que “súbitamente”,naquelas circunstâncias habitualmente silenciosas, ocasionou um distúrbio sinistramente sonoro, uma reação em cadeia nas 2 outras portas restantes daquele andar.

    Tirando o susto e o tempo em q eu tentava aturdido, elaborar alguma frase em frances que explicasse o defeito,minha expressão deve ter sido pra lá de patética. Bom,aquilo foi se tornando um problema. Eu me pegava andando nas pontas dos pés e elaborando teoremas e cálculos pra fechar a porta sem nenhum ruído, quando saía pra faculdade. Uma neura.

    Acabei mudando dalí, e era um canto confortável e bem localizado. Hoje, me parece ridículo, mas na época foi uma coisa sofrida, meu estômago doía quando tinha que encarar a porta. Bem Kafkiano huahhauuhauhau!

    Claro que superei a porta e zilhões de outras portas que pareciam imensas diante do meu “savoir-faire” aos 20 anos. Tempos que deixaram saudades, se bem que toda a primeira vez deixa, no mínimo, fortes recordações!
    Sei lá porque, me lembrei disto.

    beijo a todos
    tio Guz

    Lembrei também:

    Bom Dia!

    Comment by Gustavo — 12/06/2011 @ 2:28 AM

    • Oi Guz, mas que história doida desta véia… huahuahuahuahua Só que tu tens razão. Tem episódios na nossa vida que, quando os atravessamos, parecem o fim do mundo. Só que, quando olhamos para trás, parece filme de comédia. O melhor de tudo é saber que não estamos sozinhos e que, se passamos por estas situações, muitos também passaram e ainda passarão. O negócio é conseguir lembrar disto quando estamos no olho do furacão, certo?

      Abração a todos! Miriam Waltrick

      Obs: prestem atenção à letra desta música do The Verve – Lucky Man, porque acho que serve para todo mundo. É algo que devemos nos lembrar sempre… principalmente quando estamos meio para baixo.

      Comment by Miriam Waltrick — 12/06/2011 @ 10:26 AM

  3. Gustavo, eu precisei ir pra Londres pra conhecer a Karina.

    Olha que destino mais louco. 2 brasilians que talvez nunca se encontrassem, eu paulista, ela gaúcha, que se cruzaram in London num frio ##### e, que nunca mais se largaram.
    Taí meu gurí, mais pra mar do que pra fog, mas que nem existiria se não fôsse… aquele friozão doido.

    Vou deixar uma lembrança meio que usual, huahhauuah, mas que só me lembra coisa boa:

    Fy, vê se eu acertei o código desta vez, sen~~ao conserta aê.

    abraço
    Gabriel

    Comment by Gabriel — 12/06/2011 @ 3:58 AM

    • Ahahahahah – friozinho bom não ?

      bj Fy

      Comment by Fy — 15/06/2011 @ 3:15 AM

  4. Míriam! Passei a tarde debaixo do alcochoado sentada na beira do Thames WiThYou!Até ofereci uma tequila pra nós duas!hahaha!
    Kd o MicK? AhhhhHHhhh vc não vai me deixar nesta curiosidade! Eu lí o link que vc deixou p/o Renato.
    Me ví tãaaao bem….- nos outros também.
    Olha, que coisa mais complicada que é o amor!
    As prezepadas que agente apronta por aí, marinheiro de 1ª ou não, são loucas sim, principalmente sózinhos, sei lá, eu já me enfiei em cada encrenca, até descobri uns botões no meu cérebro que eu desconhecia , ahahahaha – nas hs de sufoco aparece um monte: high speed/slow motion/autopilot/GPS ¨¨ mas… pra o amor… é dose.:( Não aparece nenhum button!
    Me avisa qdo vc contar o resto! E ó, este livro vai ser bestseller.

    Guz,
    Um monte de véia, english véias, solitárias, as pobrezinhas tiveram um surto, com um garotão de 20 por perto!hahahahahahahaha
    bizarro mesmo.

    Vou pq tb não quero ficar sózinha também… tonight…. neste friiiiio. Amanhã eu volto!
    Boa véspera de dia dos namorados hem!!!!!!! Curtam-se muiiiiito,

    bj Gab, Ka, e Lucas

    bjinhos
    Ju

    Comment by juliana — 12/06/2011 @ 1:00 PM

    • Oi Jú, aqui no sul tá tããão frio também Puxa, e obrigada pela tequila. Tô mesmo precisando de uma. Mas um dia ainda te apresento o meu famoso Lambrini. Este sim, velho companheiro de solidão naquelas noites friorentas de London London. hahahahah Aliás, quem sabe eu, tu e a Fy não combinamos de tomar um Lambrini naquele mesmo banco em frente ao Thames? Mas sem aquele bêbado chaaaato pra nos encher a paciência, caso um dos nossos celulares toquem hahahahah Seria De-mais.

      Quanto ao Mick, 5 anos depois, continua me assombrando. Mas como esta história vai terminar, I have no idea. Cenas dos próximos capitulos… hehe

      É uma história meio complicada, a minha e a dele. Quando eu terminar de escrever este bendito livro, vai todo mundo entender o porquê (uma agente literária portuguesa já “encampou” a batalha).

      Mas amor é assim mesmo, né Jú? No final das contas, o que houve foi uma falta de sincronia por conta do que eu costumo chamar de “choque de culturas”. Por exemplo, os homens britânicos na faixa dos 40, como é o caso dele, ainda estão curtindo a vida adoidado – são solteiros, independentes e não estão muito aí para compromisso. Já o homem latino, a essas alturas, já está casado há muito tempo, e com filhos.

      Para quem acha que basta aprender o inglês para entender uma pessoa que cresceu sob a influência de uma cultura completamente diferente da nossa, está muito enganado. Os sinais são diferentes, as maneiras de encarar a vida são muito diversas. E foi este o nosso maior “pecado”. Eu não o entendi e ele não me entendeu.

      Engraçado é que, quando decidi me mudar para Londres e reiniciar minha vida por lá, nem sei o que procurava direito. Só senti uma urgência louca de mudança. Não aguentava mais a vida que estava levando aqui em Floripa. Mas também nunca imaginei tudo o que estava prestes a viver. Mas quer saber de uma coisa? Pelo menos, e pela primeira vez na minha vida, vivi de verdade. Quem me conheceu na fase “pré-Inglaterra”, não me reconhece mais. O pior é que a gente só vai perceber o impacto que todas estas experiências tiveram na nossa vida muuuito mais tarde.

      E olha, tomara que os “anjos” tenham dito amém pro “teu livro vai ser um best seller” hahahahahah Valeu pela força!!!

      Abraços a todos!

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 12/06/2011 @ 4:01 PM

  5. Oi Jú, aqui no sul tá tããão frio também Puxa, e obrigada pela tequila. Tô mesmo precisando de uma. Mas um dia ainda te apresento o meu famoso Lambrini. Este sim, velho companheiro de solidão naquelas noites friorentas de London London. hahahahah Aliás, quem sabe eu, tu e a Fy não combinamos de tomar um Lambrini naquele mesmo banco em frente ao Thames?

    Ehehehei meninas, que festa da Lulu é esta, na beira do Thames, tequilla , Lambrini… Miriam, Ju, Fy … vcs acabaram de adquirir os direitos da Insônia e –Huaahahahah – vim cobrar roialties!
    Já que voces não me convidaram, vou de penetra e acabo convencendo a portaria com um, (dois, tres) Montalcino, enduendado pelas uvas de Toscana. Intenso, quente, envolvente, mágico, e aí… dá pra ser bem recebido?

    E, Míriam, se tem alguma coisa irresistível nestes teus capítulos, é justamente esta certa melancolia, uma tristeza que se libera num bem humorado balanço entre o reconhecimento e a expectativa.

    Vou levar também esta obra-prima, pra nossa festa, caramba… estes momentos também fazem do amor este dom multifacetado, imprevisto, incontrolável:

    To Build A Home

    Há uma casa construída nas pedras
    Com chão de madeira, paredes e janelas
    Mesas e cadeiras vestidas todas de poeira
    Esse é um lugar em que eu não me sinto sozinho
    Esse é um lugar onde eu me sinto em casa

    Porque eu construí uma casa
    Pra você
    Pra mim
    Até ela desaparecer
    De mim
    De você
    E agora, é hora de ir e deixar ao pó

    Lá fora nos jardins onde plantamos as sementes
    Há uma árvore tão velha quanto eu
    Galhos foram invadidos pela cor do verde
    A grama cresceu e já passou dos joelhos

    Pelas rachaduras do tronco, eu subi ao topo
    Escalei a árvore pra ver o mundo
    Quando os ventos vieram e me derrubaram
    Eu me segurei tão firme como quando você segurou em mim
    Eu me segurei tão firme como quando você segurou em mim

    Porque eu construí uma casa
    Pra você
    Pra mim
    Até ela desaparecer
    De mim
    De você
    E agora, é hora de ir e deixar ao pó

    There is a house built out of stone
    Wooden floors, walls and window sills…
    Tables and chairs worn by all of the dust…
    This is a place where I don’t feel alone
    This is a place where I feel at home…

    Cause, I built a home
    for you
    for me

    Until it disappeared
    from me
    from you

    And now, it’s time to leave and turn to dust…

    Out in the garden where we planted the seeds
    There is a tree as old as me
    Branches were sewn by the color of green
    Ground had arose and passed it’s knees

    By the cracks of the skin I climbed to the top
    I climbed the tree to see the world
    When the gusts came around to blow me down
    I held on as tightly as you held onto me
    I held on as tightly as you held onto me…

    Cause, I built a home
    for you
    for me

    Until it disappeared
    from me
    from you

    And now, it’s time to leave and turn to dust…

    beijos aê
    Renato

    Comment by Renato — 13/06/2011 @ 4:44 AM

    • Oi Renato, só por conta desta música de fundo, já estás convidado a participar do meeting hahahahahah Mas é claro que não custa nada também trazeres o Montalcino produzido na Toscana!

      Bom, não sei o que vai acontecer até lá, mas estou planejando voltar para London London em 2 anos. E, com certeza, o primeiro lugar que quero rever é o Thames e meu banquinho favorito hahahahah Juro que espero ter a companhia de vocês. Mas, se não tiver, com certeza sozinha não vou. Afinal, se tem “alguém” que nunca me abandonará é meu Lambrini e, de preferência, comprado no mesmo Cost Cutter que costumava comprar, em pleno East London.

      Tá, já sei que todo do fala mal do East London. Mas isso é para quem não sabe viajar no tempo, naquelas ruelas que foram pano de fundo para tantas estórias do meu idolatrado Charles Dickens e onde Jack, o stripper de víceras alheias, fez a festa e que, ainda hoje, guardam os mesmos contornos de uma Inglaterra Vitoriana. É DE-MAIS!

      Abraços!

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 13/06/2011 @ 3:08 PM

      • Mas isso é para quem não sabe viajar no tempo, naquelas ruelas que foram pano de fundo para tantas estórias do meu idolatrado Charles Dickens e onde Jack, o stripper de víceras alheias, fez a festa e que, ainda hoje, guardam os mesmos contornos de uma Inglaterra Vitoriana. É DE-MAIS!

        Ah… eu adoro isto!
        Aiaiai, agente até dá uma esticadinha e termina a noite naquele barzinho > tb aproveitando as margens do Thames… Prospect … ñaseiqlá , famoso por causa do Dickens… Yeats – e aquele do Sherlock Holmes… e … – … é melhor agente esticar esta noite pra uns dias…. – em boa compania!
        bjs
        Fy

        Esqueci da Aghata! xiiii, – 1 mês?

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 15/06/2011 @ 3:13 AM

  6. Esta letra é um diálogo perfeito entre as memórias de uma Noite de insônia e, as saudades que agente sente, quando, dentro dela…não conseguimos dormir!

    Do me wrong, do me right,
    Tell me lies but hold me tight,
    Save your goodbyes for the morning light,
    But don’t let me be lonely tonight.

    Say goodbye and say hello,
    Sure enough good to see you, but it’s time to go,
    Don’t say yes but please don’t say no,
    I don’t want to be lonely tonight.

    Go away then, damn you,
    Go on and do as you please,
    You ain’t gonna see me gettin’ down on my knees.
    I’m undecided, and your heart’s been divided,
    You’ve been turning my world upside down.

    Do me wrong, do me right (right now baby),
    Go on and tell me lies but hold me tight.
    Save your goodbyes for the morning light (morning light),
    But don’t let me be lonely tonight.
    I don’t want to be lonely tonight.
    No, no, I don’t want to be lonely tonight

    Tradução aqui :http://www.vagalume.com.br/james-taylor/dont-let-me-be-lonely-tonight-traducao.html

    BEIJO
    Marianne

    Miriam, Parabéns!

    Comment by Marianne — 13/06/2011 @ 7:15 AM

    • Oi Marianne, achei a música fantástica e perfeita para uma noite insônia… como a de hoje, só para variar hehe

      Abraços!

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 13/06/2011 @ 3:14 PM

      • Nossa, Marianne, Míriam… incrivel isto!

        è direitinho o q agente diz e “pede” pra tal da Insonia…. > êta sabotagem …gostosa!

        Mto bom, Marianne.

        bjs pras duas.
        Fy

        Comment by Fy — 15/06/2011 @ 2:51 AM

  7. Uau!

    Eu tenho q ler todos! E, tenho um aniver daqui a pouco > vou, volto, leio e participo tb,

    bjs bjs e Feliz Noite dos namorados!
    Fy

    Comment by Fy — 13/06/2011 @ 9:46 AM

    • Oi Fy, já estás convidada para um encontro às margens do Thames e nem fostes informada ainda hahahahah Feliz dia dos namorados pra ti também!

      Beijocas

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 13/06/2011 @ 4:22 PM

      • Ah…. imagine se não!!!!!

        Olha > seria inesquecível!

        Claro…. q nós teríamos que levar roupa de mergullho… pra resgatar a Ju de um ou outro mergulho hahahahahah > mas ah, seria completamente inesquecível > uma daquelas coisas q agente não deve deixar “não acontecer” !

        Com o Re, então! um dos meus poetas preferidos! Arquiteto de sonhos e de casas assim… acho q …musicais!

        E claro, Lambrini!

        bjs
        Fy

        Comment by Fy — 15/06/2011 @ 2:41 AM

        • Caramba, eu não sabia que a Jú era chegada a um mergulho, Fy! Tadinha, vai congelar. Mas tu tens razão – seria uma cena i-nes-que-cí-vel. Ela se atirando e a gente se jogando atrás metidas num escafandro e pés de pato. Nesse meio tempo o Renato estaria bebendo o vinho Toscano e cantando To Build a Home, só pra dar um clima! hahahahahahha

          Beijos

          Miriam Waltrick

          Comment by Miriam Waltrick — 15/06/2011 @ 4:57 PM

  8. Boa Noite, Windmills, Fy, Miriam,
    Também fui passear “On The Road”!

    ” Queria ter te visto chorar antes. Uma lagriminha que fosse. Só como prova de que realmente havia um ser humano escondido ali dentro. Mas homem não chora, não é mesmo? Ainda mais um englishman que mal tinha a noção do que é ser abraçado e beijado e amado porque nunca teve isso da própria família. Triste isso. Mas mais triste ainda é dizer que sentia falta disso tudo, mas nunca soube retribuir. Só aprendeu a receber. Te dei demais. Te dei demais em todos os sentidos. Eu `tava morrendo e secando e você, do alto de sua fleuma britânica, não percebia. Ou se percebeu, “respeitou”. E nesse seu “respeito” pelo meu silêncio, você estava me perdendo e não se dava conta disso. Eu sou brasileira. Não tenho sangue frio e nem coração gelado.”

    Verdade Míriam, quantas e quantas mulheres poderiam dizer o mesmo! Eu já disse, ou pensei, talvez nem tenha dito. Mas ouço o mesmo das minhas filhas…
    Uma pergunta, será que as inglesas também sofrem com esta “fleuma”… será britânica?
    Outra coisa, também “preciso” ir a este encontro! Convidem-me! Ju, Miriam,Fy, Renato! Ó eu aqui!
    Boa noite,”Terra Encantada”, como diz a Ju.
    Sofia

    Comment by Sofia — 13/06/2011 @ 2:26 PM

    • Olá Sofia, mas já estás convidada desde já! E olha que já estou quase começando a acreditar que a brincadeira inicial vai acabar se realizando. Como eu sempre digo, é sempre muito bom tomar cuidado com aquilo que desejamos, pois este desejo pode ser atendido :))

      Mas sabe que é engraçado ler partes do que escrevi já faz tanto tempo? E sabe o que é mais interessante? Este último relacionamento que tive sequer foi com aquele primeiro inglês de quem falei (o Mick). Foi com um outro (chama-se Gary) e que trabalha como professor de inglês na República Tcheca, naquele buraco chamado Usti nad Labem.

      Sobre as britânicas, não vou generalizar, mas as londrinas, em particular, até entrarem na casa dos 40 apenas se importam com suas carreiras, serem bem sucedidas financeiramente, um parceiro por semana, para só depois se “aquietarem”. Elas não chegam a ser “frias” como muitos homens britânicos. São práticas. Por exemplo, se um relacionamento não está dando muito certo, elas não vão curtir a fossa em frente ao Rio Thames, num típico arroubo latino :)) Elas ligam para as amigas e Let`s have fun! Preferem se anestesiar com festas. Pelo menos não parecem se importar taaanto quanto a gente…

      Só que tem um detalhe – um homem britânico, depois que conhece uma latina, e como eu costumo dizer, fica “estragado” para sempre. Como não estão muito acostumados a demonstrações de afeto, muitas vezes não sabem como retribuir, mas também acabam criando uma espécie de “vício” por mulheres latinas, e não conseguem mais se livrar. A comparação que eles começam a fazer com o “jeito” das britânicas é inevitável. Acho que é como fumar. Depois que vicia, fica difícil largar…. hehe

      Mas quer saber de uma coisa? No final das contas, tendo a capacidade de demonstrar ou não, e independente da forma como decidimos “curtir nossas fossas”, por dentro todos sentimos do mesmo jeito. E assim caminha a humanidade…. :))

      Abraços e te encontro no Thames em data e hora à combinar! hehe

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 13/06/2011 @ 4:16 PM

    • Só como prova de que realmente havia um ser humano escondido ali dentro. Mas homem não chora, não é mesmo?

      Olha…isto merecia um post.

      Míriam… pq vc não desenvolve ? – Tantas coisas os homens teriam q saber…. em relação à sensibilidade… e de como isto afeta as mulheres… nãoénão? nada a ver com qq sensibilidade babaca, q é enjoativo até em mulheres… como aquelas gravura cheinhas de rímel preto derretido.. bragh… – ninguem devia chorar de rímel… ahahahaah > é pra sair correndo, aquilo! – mas uma sensibilidade verdadeira, sem armaduras…. – não é o q todos procuram? alguem com quem se possa estar … sem fantasia ou kls daquele pretenso charme fabricadinho em cima de conceitos, modismos… e sei lá mais q ? alguem assim tipo “como chegar em casa” ?

      – até lembrei… pq eu adoro :

      Eu já disse, ou pensei, talvez nem tenha dito ….

      aiaiai > eu devo ser uma escandalosa , Sofia!

      Mas quer saber de uma coisa? No final das contas, tendo a capacidade de demonstrar ou não, e independente da forma como decidimos “curtir nossas fossas”, por dentro todos sentimos do mesmo jeito. E assim caminha a humanidade…. )

      Abraços e te encontro no Thames em data e hora à combinar! hehe

      Com certeza, Míriam !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 15/06/2011 @ 2:35 AM

      • Oi Fy! Desenvolver um post a partir desta premissa é de se pensar… hehe Mas deixa eu só te falar uma coisa. Este post aí não foi escrito pensando no Mick e, sim, no Gary (o inglês da República Tcheca). E sobre este último, ele só será citado no livro por conta de uma “mensagem” que quero deixar. Dele eu só guardo muitas mágoas e estas são, definitivamente, insuperáveis. Sequer o nome real desta criatura eu vou citar para não ter problemas. Apesar de que aqui, para vocês, eu estou citando o nome real dele… Tudo o que senti, quando estava embarcando no avião no aeroporto de Praga, foi um imenso alívio. Finalmente LI-VRE.
        Mas, assim como tu dissestes, não tem nada pior do que um texto piegas, com direito a muito rímel borrado e batom fazendo um grande círculo em torno da boca no mais puro estilo “Coringa” (aquele do Batman) hahahahahahah
        E, por isso, toda vez que tenho a oportunidade, tento rir de mim mesma e das situações, como foi no caso do “Thames”. Uma coisa tipo melancólico-cômica. Aliás, esse tipo de humor combina bem com o “humor” britânico, apesar de não conseguir ser tão “ácida” quanto eles.

        Abraços e não se esquece do nosso encontro! :))

        Miriam Waltrick

        Comment by Miriam Waltrick — 15/06/2011 @ 4:41 PM

  9. e eu ?

    duda

    Comment by duda — 13/06/2011 @ 4:47 PM

    • Hahahahaha > claro q vc tá incluída!
      bj
      Fy

      Comment by duda — 15/06/2011 @ 1:45 AM

    • hahaha < claro q vc tá incluída!
      bj
      Fy

      Comment by Fy — 15/06/2011 @ 1:49 AM

    • Oi Duda! Acho que a Fy já te respondeu, né? A gente se vê por lá!

      Abraços!

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 15/06/2011 @ 4:13 PM

  10. Aloha pessoal, vou fazer uma consideração importante – hauhauah – depois de ler a autora Míriam neste vernissage bloguiado tão bacana, pena não ser uma tarde de autógrafos, mas estarei na fila quando acontecer.

    Queridas mulheres latinas, saibam que estou me confraternizando com o amigo ingles.

    Voces, mulheres latinas são ‘tão’ uma eterna sucessão de surpresas, ‘tão’ desconcertantes, aleatórias e imprevisíveis, pra qualquer homem de qualquer lugar deste universo. E qualquer homem, de qualquer lugar jamais estará preparado pra reagir “a altura” de imediato. Por esta razão e todas as outras deliciosamente identificáveis por também qualquer um de nós homens, de um polo a outro, eu acredito que o heróico amigo deve estar se perguntando até hoje de que forma, com qual idioma, e com qual espécie de amor teço esta teia capaz de envolver esta mulher e fazer ela ficar ‘quieta’ aqui, em mim , huahuah.

    Voces não são fáceis.não mesmo.não pensem que são.
    beijo pra todas
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 15/06/2011 @ 4:45 AM

    • Olá Tocayo, então, quer dizer que estás te confraternizando com o Mick? hahahahaha Sabe que às vezes, até eu fico com peninha dele? Mas só um pouquinho…. E sabe por que? Os dois foram vítimas e vilões ao mesmo tempo. Vítimas de nossas próprias culturas e vilões de nós mesmos. Uma cofusão geral… hehe mas sabe de uma coisa? Tiveram episódios hi-lá-ri-os. De chorar de rir mesmo. Acho que estas foram algumas das melhores recordações daquela época. No último domingo, quando ele me ligou, tive que pedir autorização à ele POR ESCRITO para que eu pudesse citar seu nome verdadeiro. Afinal de contas, ele faz parte do comitê que está planejando a vila olímpica para as Olimpíadas de Londres de 2012. Homem sééério hahahahahah
      Sou jornalista, mas tenho ética (muitos não tem). Como não entendo muito bem o que é de “bom tom” ou não pra esse pessoal, não vou querer prejudicá-lo. E sabe o que ele disse pra mim? ARE YOU MAD? CRAZY BRAZILIAN WOMAN!!! E eu respondo I`M NOT MAAAAAD, I`M JUST A WRITEEEER. Aí, como sempre, ele desata a rir e eu também. Resumindo, como o contrato dele para as Olimpíadas termina ano que vem, a partir daí eu posso fazer o que bem entender! Obaaaaa! Antes do ano que vem o livro não vai sair mesmo. Então, está tudo ok.
      Abraços!

      Miriam Waltrick

      Comment by Miriam Waltrick — 15/06/2011 @ 4:11 PM

      • Míriam ela tá falando isso por causa de um fogo q agente tomou no Canadá kuakuakauakau kua
        Acho q agente tinha uns 18, no máximo 19, por aí. Eu, ela e uma outra amiga assim também, super querida, e índia mesmo, blackfoot que hoje é médica e se ler vai se matar de rir e examinar o fígado pra ver se não lesou!
        Eu tava afogando as mágoas porque tinha levado um senhor pé de um idiotinha que, na época era o amor total da minha vida e a Fy falava pra mim não beber tanto, a Kan quietinha só ouvia meu aluguel bêbado de ouvido alheio… O que salvou a situação foi o Max, lembra Fy? que chegou e enfiou as 3 na ducha, eu tava virando os zóio, a Fy chorava de saudade do “meu” ex, que ela nem conheceu, nem deu tempo, e a Kan que era índia tava com um carvão da lareira matando “djins” pelo quarto da Fy… Kuakuakuakauaaa .
        Inesquecível!
        bjinhos da Ju

        Comment by juliana — 16/06/2011 @ 10:14 AM

        • hahahaha > claro q eu lembro!

          Esta foi uma… das mts reuniões malucas … – agente muda o papo > mas não muda nunca !
          bjs Ju > bom lembrar!

          Comment by Fy — 16/06/2011 @ 12:56 PM

        • Caramba, logo vi que tinha alguma coisa a mais naquela história de que gostavas de uns mergulhos hahahahahah Bom, então, a gente fica assim. Tu mergulhas, a gente te salva, depois saímos pra caçar uns djins que, com certeza, vão nos assombrar a noite toda, pois vão tomar a forma dos nossos ex! Se tivermos a sorte, e não formos engolidas por estes djins, a gente termina num pub tomando muuuuitas pints hahahaha

          Beijocas

          Miriam Waltrick

          Comment by Miriam Waltrick — 16/06/2011 @ 3:16 PM

  11. Já q agente tá em London … eu achei um lance super legal >

    clica aqui :

    http://bak.spc.org/concretemyrth/index.html

    em seguida em :

    concrete mirth >>> à esquerda .

    Vai aparecer outra pg > com um mapa e umas garrafinhas > clica nas garrafinhas e depois na foto q aparecer > muito legal .

    ahahah > expliquei… pq demorei … pra entender o lance ….

    bjs
    Fy

    Comment by Fy — 16/06/2011 @ 1:00 PM

  12. hello, people, i’m not died, i’m alive….rs

    mas deixo o inglês and livre associations para a miriam…

    (eêta- this is my bad english)

    um abraço atrasado aqui on the fy’s blog…

    kisses….

    Comment by caio — 02/07/2011 @ 5:31 AM


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