windmills by fy

23/06/2011

SHY !

Filed under: Uncategorized — Fy @ 4:55 AM

under the moon we dance

 

The longest night is approaching

The end of darkness is near

we celebrate the new year

 

under the moon we sing

 

the sunlight is growing brighter

the new seeds of life we sow

letting our new hopes grow

 There I see it burning bright

There I see it in flaming might

The rising of the Sun

The setting of the Sun

https://windmillsbyfy.wordpress.com/2010/12/22/6009/

Fy

24 Comments »

  1. Thrill with lissome lust of the light,
    O man! My man!
    Come careering out of the night
    Of Pan! Io Pan!
    Io Pan! Io Pan! Come over the sea

    From Sicily and from Arcady!
    Roaming as Bacchus, with fauns and pards
    And nymphs and satyrs for thy guards,
    On a milk-white ass, come over the sea
    To me, to me,

    Come with Apollo in bridal dress
    (Shepherdess and pythoness)
    Come with Artemis, silken shod,
    And wash thy white thigh, beautiful God,
    In the moon of the woods, on the marble mount,

    The dimpled dawn of the amber fount!
    Dip the purple of passionate prayer
    In the crimson shrine, the scarlet snare,
    The soul that startles in eyes of blue
    To watch thy wantonness weeping through

    The tangled grove, the gnarled bole
    Of the living tree that is spirit and soul
    And body and brain – come over the sea,
    (Io Pan! Io Pan!)
    Devil or god, to me, to me,

    My man! my man!
    Come with trumpets sounding shrill
    Over the hill!
    Come with drums low muttering
    From the spring!

    Come with flute and come with pipe!
    Am I not ripe?
    I, who wait and writhe and wrestle
    With air that hath no boughs to nestle
    My body, weary of empty clasp,

    Strong as a lion and sharp as an asp –
    Come, O come!
    I am numb
    With the lonely lust of devildom.
    Thrust the sword through the galling fetter,

    All-devourer, all-begetter;
    Give me the sign of the Open Eye,
    And the token erect of thorny thigh,
    And the word of madness and mystery,
    O Pan! Io Pan!

    Io Pan! Io Pan Pan! Pan Pan! Pan,
    I am a man:
    Do as thou wilt, as a great god can,
    O Pan! Io Pan!
    Io Pan! Io Pan Pan! I am awake

    In the grip of the snake.
    The eagle slashes with beak and claw;
    The gods withdraw:
    The great beasts come, Io Pan! I am borne
    To death on the horn

    Of the Unicorn.
    I am Pan! Io Pan! Io Pan Pan! Pan!
    I am thy mate, I am thy man,
    Goat of thy flock, I am gold, I am god,
    Flesh to thy bone, flower to thy rod.

    With hoofs of steel I race on the rocks
    Through solstice stubborn to equinox.
    And I rave; and I rape and I rip and I rend
    Everlasting, world without end,
    Mannikin, maiden, Maenad, man,

    In the might of Pan.
    Io Pan! Io Pan Pan! Pan! Io Pan!

    MAY THE LONG SUNNY DAYS BLESS YOU TOO !

    Marianne

    Comment by Marianne — 23/06/2011 @ 9:35 AM

    • Io Marianne !

      Eu estremeço em êxtase;
      Plano nas asas da alegria súbita!
      Oh Pã, oh Pã, aparece-nos, pirata do mar,
      Do abismo de pedra de Cilene batida pela neve.
      Rei, criador da dança para os deuses, vem,
      A fim de que juntando-te a nós possas fixar nos
      Passos de Nísia e Cnósia, as tuas danças
      Que aprendeste sozinho. Agora eu quero dançar.
      E possa Apolo, senhor de Delos, caminhar
      Sobre o Mar Ícaro e juntar-se a mim sob a sua forma
      Divina, em benevolência eterna.

      Vibra do cio sutil da luz,
      Meu homem e afã
      Vem turbulento da noite a flux
      De Pã! Iô Pã!

      Iô Pã! Iô Pã! Do mar de além
      Vem da Sicília e da Arcádia vem!
      Vem como Baco, com fauno e fera
      E ninfa e sátiro à tua beira,
      Num asno lácteo, do mar sem fim,
      A mim, a mim!

      Vem com Apolo, nupcial na brisa
      (Pegureira e pitonisa),
      Vem com Artêmis, leve e estranha,
      E a coxa branca, Deus lindo, banha
      Ao luar do bosque, em marmóreo monte,
      Manhã malhada da âmbrea fonte!

      Mergulha o roxo da prece ardente
      No ádito rubro, no laço quente,
      A alma que aterra em olhos de azul
      O ver errar teu capricho exul
      No bosque enredo, nos nás que espalma
      A árvore viva que é espírito e alma
      E corpo e mente – do mar sem fim

      Iô Pã! Iô Pã!

      Diabo ou deus, vem a mim, a mim!
      Meu homem e afã!
      Vem com trombeta estridente e fina
      Pela colina!
      Vem com tambor a rufar à beira
      Da primavera!
      Com flautas e avenas vem sem conto!
      Não estou eu pronto?

      Eu, que espero e me estorço e luto
      Com ar sem ramos onde não nutro
      Meu corpo, lasso do abraço em vão,
      Áspide aguda, forte leão –
      Vem, está vazia
      Minha carne, fria
      Do cio sozinho da demonia.

      À espada corta o que ata e dói,
      Ó Tudo-Cria, Tudo-Destrói!
      Dá-me o sinal do Olho Aberto,
      E da coxa áspera o Toque ereto,
      E a palavra do louco e do secreto
      Ó Pã! Iô Pã!

      Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã Pã! Pã.

      Sou homem e afã:
      Faze o teu querer sem vontade vã,
      Deus grande! Meu Pã!
      Iô Pã! Iô Pã! Despertei na dobra
      Do aperto da cobra.
      A águia rasga com garra e fauce;
      Os deuses vão-se;
      As feras vêm. Iô Pã! A matado,
      Vou no corno levado
      Do Unicornado.
      Sou Pã! Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã!
      Sou teu, teu homem e teu afã,
      Cabra das tuas, ouro, deus, clara
      Carne em teu osso, flor na tua vara.
      Com patas de aço os rochedos roço
      De solstício severo a equinócio.
      E raivo, e rasgo, e roussando fremo,
      Sempiterno, mundo sem termo,
      Homem, homúnculo, ménade, afã,
      Na força de Pã.

      Iô Pã! Iô Pã Pã! Pã!

      Tradução de Fernando Pessoa

      Té parece que alguem não sabe, mas fica registrado, é uma obra prima!

      Que longos e ensolarados dias te abençoem sempre, Fy.
      Obrigado,
      beijo
      (tio) Renato

      Comment by Renato — 23/06/2011 @ 10:21 AM

      • Io,(tio) Renato!

        Comment by Marianne — 23/06/2011 @ 10:52 AM

    • Io Pã !

      In the might of Pan.

      —————–

      a child of the night, born to sorrow

      ever longing for tomorrow

      not ordained since shadows embrace

      this golden orb’s majestic grace

      who sheds the tears of broken dreams

      in the night on its moonbeams

      to form a pearl as angels fly

      down to you to keep you shy

      of this lake of captured tears

      so to you the joy adheres

      [ não sei de quem é…]

      Super semana, Mariannelf!

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 2:02 AM

  2. Teu blog é lindo! Curto tudo.

    Feliz Yule pra todos!

    Comment by Marília — 23/06/2011 @ 9:46 AM

    • Teu blog é lindo

      Meu nada – hahaha > é nosso !

      Super semana, Marília

      Bj
      Fy

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 2:04 AM

  3. Feliz Yule, Marianne, Marília, todos

    Neste Yule estamos contando a história do Cernunos ?

    Um deus tão útil para a Igreja e sua implantação do pavor e do mal.

    Lá vai o verdadeiro Cernunos, a versão celta de Pã:

    Para os Celtas, o Deus Cornífero

    O Deus Cornífero é representado por um ser com cabeça humana, chifres e pernas de cabra ou cervo. Ele é o guardião das entradas e do círculo mágico que é traçado para se começar o ritual.

    É o deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas.

    É o deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.

    O chifre apresentava conotação sagrada, como um sinal “divino”, desde dez mil anos a.C., no período Paleolítico, representando também fertilidade e vitalidade. Acreditava-se que os chifres recebiam poderes especiais vindos das estrelas e dos céus.

    Existem várias versões do Deus Cornífero, como o Deus Cernunnos (versão celta e galo-romana), Pan “Grécia”, Osíris e outros. Na religião pagã Wicca, criada por Gerald Gardner, acredita-se que o Deus Cornífero seja o guardião das entradas e do círculo dos ritos.

    Confundido no Cristianismo (propositalmente) com o “Diabo”, por sua estranha aparência, o Deus Cornífero nasce e morre todos os dias, tentando ensinar os segredos da morte e da vida.

    Segundo a Wicca, o Deus Cornífero nasceu da grande Deusa, divindade suprema para os wiccanianos, representada por várias faces.

    Acredita-se que a Deusa começou a ser cultuada entre 35 a 10 mil anos antes de Cristo, pois arqueólogos encontraram várias estatuetas de figuras humanas representando mulheres grávidas.

    Uma das versões do Deus Cornífero é a que o considera protetor dos pastores e dos rebanhos. Deus Osíris – considerado pelos egípcios o deus da agricultura e da vida para além da morte.

    Em algumas cavernas da França, foram encontradas pinturas do período Paleolítico, com homens fantasiados de veado, alces, representando o Deus Cernunnos.

    Muitas vezes, ele era representado em imagens, acompanhado de uma serpente, e em tempos mais modernos, com uma bolsa cheia de moedas.

    Nada foi relacionado a um ser infernal.

    Nos dias atuais, em que imaginamos o Diabo ou um ser infernal, o que nos vem à mente é uma imagem demoníaca, um ser com chifres e pernas de cabra, huahuahuah, plantada pela conspiração religiosa que caçava outras formas de crença, demonizando-as.

    Geralmente, ele é representado sentado e de pernas cruzadas, talvez assumindo a posição de um xamã. Que também foram demonizados.

    Considerado também o deus da caça e da floresta, hoje é um deus ou ser divino quase esquecido, lembrado apenas nas religiões pagãs.

    Da mesma forma que a Natureza.

    beijo a todos

    Que dias ensolarados e longos iluminem o caminho de cada um!

    Io Pan!

    tio Guz

    Comment by Gustavo — 23/06/2011 @ 11:35 AM

    • Que dias ensolarados e longos iluminem o caminho de cada um!

      um bj no coração

      Io lovely Pan!

      Fy

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 2:07 AM

  4. Aloha Gustavo,

    do del Debbio :

    Compreende o senhor melhor agora, Dr. G., por que razão a Sala dos Maçons é chamada a Sala do Bode Preto?

    O Olho no Abismo é o Olho do Sol, o Olho de Hoor, que, por certas razões ocultas, é identificado com o anus.

    É por isto que se dizia, dos iniciados de Satã, que eles “beijavam o anus de um bode preto”….

    No Egito antigo, em certo ritual onde cada parte do corpo do Iniciado era colocada em relação com cada parte correspondente de algum ser divino, o Iniciado dizia em dado momento: “Minhas nádegas são as Nádegas do Olho de Hoor.”

    Mas quem diabo — perdoe o trocadilho — é na verdade este notório Satã que os padres romanos nos acusam de adorar, e a quem eles culpam por seus fracassos (ao invés de culparem a sua estupidez preconceituosa)?

    Quando a Igreja Romana começou a “catequização” das províncias, encontrou continuamente deuses locais.

    Aprendendo as peripécias lendárias de tais deuses, os engenhosos padres romanos fabricavam um “santo” com as mesmas proezas, e diziam aos ignorantes pagãos:

    “Esse seu deus não é mais que um demônio que tenta lhes desviar de Nosso Senhor Jesús Cristo, e para este fim imita as façanhas de nosso amado mártir Fulano. E se vocês não me acreditam, ouçam a história da vida de nosso santo mártir…”

    Desta forma, a Igreja Romana assimilou em sua liturgia um panteão inteiro de deuses pagãos que eram transformados em santos e santas e mártires imaginários — os únicos mártires cristãos do início do cristianismo foram os essênios e os gnósticos, a quem os romanos- alexandrinos acusaram, caluniaram, e denunciaram aos imperadores.

    Exemplos: aqueles que adoravam o Cristo sob a forma de um asno ( Príapus ), os que adoravam o Cristo sob a forma de um peixe ( Oannes ); os que adoravam o Cristo sob seu nome de Baco ou Diôniso…

    Mas houve um deus pagão que os romanos não conseguiram absorver, porque suas peripécias eram por demais virís para serem atribuídas a um “santo romano”, que era necessariamente um castrado, no corpo ou no espírito. Por outro lado, seus ritos eram tão vitais, tão universalmente populares nas províncias, que era impossível esperar que o povo o esquecesse: depois de seis séculos de tirania romano- alexandrina, ele ainda era conhecido e adorado: o deus PÃ, o deus de chifres e de cascos de bode…

    Portanto, não podendo fazer dele um santo, Dr.G.’fizeram dele o diabo.

    ———————

    beijo, menina
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 23/06/2011 @ 12:07 PM

    • Mas houve um deus pagão que os romanos não conseguiram absorver, porque suas peripécias eram por demais virís para serem atribuídas a um “santo romano”, que era necessariamente um castrado, no corpo ou no espírito. Por outro lado, seus ritos eram tão vitais, tão universalmente populares nas províncias, que era impossível esperar que o povo o esquecesse: depois de seis séculos de tirania romano- alexandrina, ele ainda era conhecido e adorado: o deus PÃ, o deus de chifres e de cascos de bode…

      Portanto, não podendo fazer dele um santo, Dr.G.’fizeram dele o diabo.

      Ei-lo dançando ao sol do meio-dia, a mais frenética canção, pouco ligando se o tempo o sabe ou não, Eis-me aqui na folha caída do carvalho, no musgo sob a rocha, na gota de orvalho, nas escamas da asa do dragão. Os olhos esgazeados das mulheres lembram Pan quando na ânsia do amor eles brilham e parecem dizer, sou tudo, sou tua. Pan não morreu: nas encostas, nas escarpadas sendas dos grandes solitários, sua voz expande-se do pó das estrelas às cavernas mais distantes, sua voz ressoa na onda que bate na praia e diz – Pan.

      O Grande Pan não morreu !

      *
      *
      *

      **

      ***
      ***
      ***

      bj, menino
      Fy

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 2:11 AM

  5. Super legal Fy, todo o paganismo é rico e alegre.Mesmo quando fala sobre o mal, ele é lúdico, sem aquele peso e culpas.
    Merry Yule for all!

    O problema do amigo é o nome, Cornudo, é foda, HuahHuahHauhau

    Abraço
    Alexandre

    Comment by Alexandre Golaiv — 23/06/2011 @ 1:29 PM

    • Super legal Fy, todo o paganismo é rico e alegre.Mesmo quando fala sobre o mal, ele é lúdico, sem aquele peso e culpas.

      do paganismo :

      Paganismo é o termo usado para definir as religiões oriundas do período pré-cristão. Assim, as práticas pagãs se desenvolveram durante séculos. Até que em 330 d.C, o cristianismo passou a ser imposto aos povos de todo o mundo. As práticas pagãs foram consideradas heréticas e toda a religiosidade pré-cristã, bem como seus adeptos, tornaram-se alvos da intolerância católica.

      A Igreja deturpou a real significação da crença pagã e a propagou como um culto demoníaco. Por exemplo, a imagem do demônio comum entre os cristãos, é um homem com chifres e patas de bode; muito semelhante à imagem do Deus Cornífero. Este é um forte indício de que a Igreja católica transformou a imagem de divindades anteriores ao cristianismo em símbolos maléficos. Assim, o sentido original assumiu um caráter negativista e destrutivo. Infelizmente, esta conotação se fortaleceu ao longo do tempo, e tudo que estivesse relacionado à bruxaria e Wicca, era visto como uma forma de anticristianismo. Este conceito errôneo foi se diluindo recentemente, à medida que estudos sérios e imparciais sobre as culturas pré-cristãs foram sendo divulgados.

      Nesse período, certa de 5 milhões de mulheres foram queimadas, acusadas de bruxaria. Com isso a Igreja conseguiu conter o crescente poder que a imagem feminina estava adquirindo ao longo dos séculos, diante da chamada Deusa. Por conseqüência disso, foi gerada essa nossa sociedade masculinizada em quase todos os segmentos. Isso só veio a se alterar nos últimos anos, mesmo assim muito lentamente.

      dos chifres :

      Os chifres sempre foram representações da luz, da sabedoria e do conhecimento entre os povos antigos. Portanto, como podemos perceber, desde tempos imemoráveis os chifres foram considerados símbolos de realeza, divindade, fartura, e não símbolos do mal como muitos associaram e ainda associam. O chifre sempre simbolizou a força de um animal, ou o poder de uma pessoa ou nação.

      bj
      Fy

      Merry Yule, man!

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 3:32 AM

  6. Em relação aos comentários do Guz e TocaYo sobre as distorções de Cernnunos… lembro de ter lido sobre pela primeira vez na 5º série, em As Brumas de Avalon, e ter sido tipo *click* “esse Cornudo é a fuça do tinhoso… será que?!”. Ainda mais porque, apesar de ter se convertido em algum ponto da vida, tia Bradley não era diplomática sobre a sanha conquistadora da Igreja e deixava pouco à imaginação =P

    Mas seria legal se o Yule fosse mais Yule no Brasil. Pelo menos aqui no Sudeste, nem gelou. Eu tenho lãs esperando e quero tomar litros de chocolate quente, bolas. Cadê o frio?

    Comment by Lotus Eater — 23/06/2011 @ 4:21 PM

    • não era diplomática sobre a sanha conquistadora da Igreja e deixava pouco à imaginação =P

      – hahaha !!!

      complementando com uma novidade :

      Paradise Lost, adaptação ao cinema de Paraíso Perdido, o poema épico mais famoso do londrino John Milton (1608-1674), pode ter Bradley Cooper como Lúcifer. O ator ainda não recebeu uma proposta mas está ansioso para pegar o papel, diz a Variety.

      As negociação com a Legendary Pictures – que ajudou a transformar Cooper em astro com Se Beber, Não Case! – devem começar em breve.

      Publicado em 1667, o poema aborda a desgraça de Adão e Eva no paraíso e pinta um retrato complexo e simpático a Lúcifer, o anjo caído de Deus, numa época em que Milton desacreditava da política aristocrática inglesa. Um de seus versos mais célebres:

      “Melhor reinar no Inferno que servir no Céu”.

      A ideia dos produtores da Legendary é desenvolver o projeto como um filme de ação, incluindo combates aéreos, e possivelmente filmar em 3-D. A primeira versão do roteiro foi escrito por Phil DiBlasi e Byron Willinger, e passou pelas mãos de Lawrence Kasdan (O apanhador de sonhos) e Ryan Condal.

      Ainda não há datas definidas para o projeto, que está em desenvolvimento desde 2005.

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 1:33 AM

      • Poxa Fy, que novidade tenebrosa! haha
        Um filme de ação em 3D de Milton com Bradley Cooper como Lúcifer. Medão disso aí.
        Tá que eu não vou com a cara do ator (medão² por ele querer fazer o reboot do Corvo também o0), mas esperar que roteiristas do calibre do Kasdan façam uma sombra de uma idéia de uma tentativa de fazer um mínimo de justiça ao poema é ter fé demais em santo de menos =P /nerdraivosa

        Se não sair pior que a “adaptação” de Brumas já é lucro, for all I care.

        Quero o pessoal de Senhor dos Anéis fazendo todas as adaptações agora =)

        Comment by Lotus Eater — 28/06/2011 @ 11:16 AM

        • hahahahHHaaa !

          Lotus … pensei uma coisa tão engraçada! Mas não daria certo… pq o lance é um Lúcifer simpático… normal… agradável … > caso contrário > era só convidar o tal do Solius …. hahahahahaha!

          – Sabe, pra mim a “pior” das adaptações … pior de chorar > pq é um livro inesquecível e q me influenciou demais , foi a adaptação de Duna. aiaiai > aquilo foi uma disgramera … um insulto!

          Mas qto ao Senhor dos Anéis > somos duas.

          bj
          Fy

          Comment by Fy — 28/06/2011 @ 12:17 PM

          • Mas qto ao Senhor dos Anéis > somos tres.

            Mais que tenebroso, Lotus, mais que tenebroso.

            Muito legal, Carol!

            O problema do amigo é o nome, Cornudo, é foda, HuahHuahHauhau

            Feliz Yule pra todos

            Abraço

            TocaYo

            Comment by TocaYo — 28/06/2011 @ 12:25 PM

            • Somos 4, amigos.

              Pra mim, além do Senhor dos Anéis, outra obra prima foi a adaptação de Jean-Jacques Annaud do fantástico O Nome da Rosa do Humberto Eco, voce viu Lotus?
              A Fy, TocaYo, eu sei que viram, e reviram aqui comigo e com Renato. Mas caso voce não tenha visto, não perca.

              beijo a todos,
              tio Guz

              Comment by Gustavo — 28/06/2011 @ 12:44 PM

              • @ Fy

                Hahaha, Solius é simpático, mas é bem mais aterrorizante que Lúcifer. Pedi pra sair daquela discussão. Que posso eu contra Deus? =P
                Eu vi uma resenha de Duna há aaaaanos numa revista de scifi, nunca cheguei perto o0.

                @ Guz, eu vi o filme, mas não li o livro, pode? Nem sei em que acre da fila está Humberto Eco, na lista dos livros-que-um-dia-lerei…

                E olha, eu acho que cairia de “tenebroso” pra “hmm” se ao menos o Del Toro estivesse pra dirigir esse Paraíso-Tela-Quente. Mas ainda sem o Cooper =P

                Comment by Lotus Eater — 28/06/2011 @ 4:44 PM

  7. Oi pessoas, “aquele Yule” pra cada um de voces que acreditam na força da vida, e no verdadeiro poder de regeneração da Natureza. Pra mim, isto é Yule, este é o significado simples e total da Grande Mãe.
    Vou deixar o trechinho de um filme da Disney, onde é retratado o milagre da vida e a personificação da força vital da terra. Me chamou atenção por causa da aproximação do desenho com os mitos celtas, onde a rena é a personificação de Cernunnos ou Arddhu, o deus dos bosques, que ressuscita Danna, a grande Mãe: a equivalente à deusa Gaia grega, para que ela faça surgir novamente a primavera e a vida.

    O vulcão, a montanha estéril, o monstro de fogo e sua força destruidora ficam como um convite à interpretação de cada um.

    bjnhos da Carol pra o povo todo.

    …deldebbio, Bunitão?

    Comment by Carol — 24/06/2011 @ 1:09 PM

    • Ca, que coisa mais linda!

      Vou assistir inteiro!

      bj
      Fy

      Que dias longos te abençoem !

      Comment by Fy — 28/06/2011 @ 3:34 AM

    • Hey man > I love your face … but talk to us !

      Fy

      Comment by Fy — 09/07/2011 @ 1:18 AM


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