windmills by fy

05/10/2011

Control

Filed under: Uncategorized — Fy @ 1:04 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quem teve a oportunidade de assistir sabe que é impossível não fazer uma conexão imediata com Minority Report de Philip K. Dick

ou vivenciar uma versão ainda mais punk do  panóptico de Jeremy Bentham .

A punição e a vigilância são poderes  destinados a educar (adestrar) as pessoas

 para que essas cumpram normas , leis e  exercícios de acordo com a vontade de quem detêm o poder .

A vigilância é uma  maneira de se observar à pessoa ,

se esta está realmente cumprindo com todos  seus deveres  –

  é um poder que atinge os corpos dos indivíduos , seus gestos , 

  seus discursos , suas atividades , sua aprendizagem , sua vida cotidiana .

  A  vigilância tem como função evitar que algo contrário ao poder aconteça

  e busca  regulamentar a vida das pessoas para que estas exerçam suas atividades .

Já a punição é o meio encontrado pelo poder para tentar corrigir as pessoas que infligem as regras ditadas pelo poder

e  também é o meio de fazer com  que essas pessoas cometam condutas puníveis

[ testemunhando  a punição as pessoas terão receio  de cometer algo contrário às normas do poder ] .

A  vigilância e a punição podem ser encontradas em várias entidades estatais ,

como hospitais , prisões , escolas , em entidades religiosas , regimes políticos , etc

“ O panóptico de Jeremy Bentham é uma composição  arquitetônica de cunho coercitivo e disciplinatório :

possui o formato de um  anel onde fica a construção à periferia ,

dividida em celas tendo ao centro uma  torre com duas vastas janelas que se abrem ao seu interior

e outra única para o  exterior permitindo que a luz atravesse a cela de lado . . . ”  

( Michel Foucault – Micro-Física do Poder )

 

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A  relação entre vigiar e punir está no fato de que com ela seria possível  “ adestrar ”  as pessoas

para que estas exercessem suas tarefas como bons cidadãos ,

evitar o  máximo que as pessoas infringissem as normas estabelecidas pelo poder ,

estas  idéias podem ser retiradas do livro  “ Vigiar e Punir ” .  –  Michel Foucault  –

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Michael Suk-Young Chwe  escreveu um livro muito bom ,

 “ Rational Ritual ”  , que pega um monte de temas de teoria social

e lhes aplica uma dose de teoria dos jogos .

Um deles é o Panopticon , do Bentham , citado por  Foucault .

O Panopticon é um modelo de prisão

em que as celas estão dispostas circularmente ,

de maneira que os guardas em uma torre central

têm visão perfeita de todas elas ao mesmo tempo .

 

 

 

Os presos não vêem os guardas na torre , de modo que ,

 

em princípio , os guardas poderiam mesmo sair pra dar

 

uma volta de vez em quando sem que ninguém soubesse .

 

O Panopticon permitiria total visibilidade , e ,

 

portanto , controle , dos prisioneiros ,

e por isso foi escolhido por Foucault como símbolo da sociedade de controle .

 

O que o Chwe faz é discutir se o Panopticon seria mesmo eficiente ,

e. . .  aparentemente , não é , não .

Poucas prisões foram construídas segundo o modelo ,

mas , se lembro bem , elas têm um problema sério :

se alguém conseguir, de alguma forma , começar uma rebelião ,

todo mundo fica sabendo ,

[ porque os presos também vêem quase todos os outros o tempo todo ] ,

 

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o que aumenta em muito a chance de sucesso da rebelião .

 

 

Daí que o controle  sempre gera instabilidade e nunca é perfeito .

E  instabilidade  é  só o que temos visto .

[ nem  mesmo no “ panopticon ”  cyberpunk  do J.J. Abrams  / … mas aí … vira spoiler ]

– continua …

 

 

 

 

Fy

 

18 Comments »

  1. Assisti dois capítulos, muito bom. Tomara que não desgringole. O cara é o novo Jack Bauer, hehehe
    Belo post, ótima analogia.
    Abraço
    Rodrigo

    Comment by Rodrigo — 06/10/2011 @ 4:00 AM

  2. Fy, é importante lembrar que a idéia supõe um vortex em torno das idéias de Foucault. Alguma coisa como um redemoinho absorvendo tudo.
    O estilo foucaultiano recusa o conceito clássico de poder centralizador e localizado no Estado.
    O seu modo inverso de pensar, ao demolir o conceito e as formas tradicionais do poder, gera efeitos de opinião, levando muitos comentadores a pensarem num anarquismo.
    A espacialização institucional vai produzir os personagens; os dispositivos
    sociais são os lugares do poder, no interior dos quais os sujeitos se
    tornam visíveis, como o negativo da ordem.
    A História da loucura e o nascimento da clínica analisam, em diferentes épocas, os dispositivos do poder produtores do sujeito ocidental, como o OUTRO – o louco, o doente.
    O poder não possui uma essência determinada, mas pode ser definido como “constelação”.
    Rudimentos de uma política podem ser encontrados, quando surge a preocupação em indicar as máquinas de poderes, sua produção e os lugares onde se sente sua luz.
    Um dos alvos de Foucault é o pensamento marxista, cuja idéia de poder está ligada à de centralização do poder nas mãos da classe dominante.
    Como forma diferente de pensar o poder, Foucault o define como dispersão, localização em lugares particulares – o asilo e a prisão, em suas diversas formas .
    Existem saídas de poder que circulam no interior da sociedade, lugares, máquinas
    produtoras de sujeitos, uma vez que o poder está em todo lugar e em todas as coisas.
    É preciso ressaltar que a preocupação de Foucault está mais voltada para o caráter da produção singular do sujeito do que para a questão ontológica do poder.
    O “dispositivo” resumirá a topografia da problemática do poder.
    A evidência do Estado, como lugar do poder, tende a desaparecer nas investigações foucaultianas, porque o poder como multiplicidade apresenta caráter regional.Não assisti o filme mas parece ser uma visão intrigante. Adorei o post.
    bj
    Bel

    Comment by Isabel — 06/10/2011 @ 4:30 AM

  3. OI Fy,

    o JJ abrams era roteirista de Lost ou só produtor?

    bj.

    Comment by caio — 06/10/2011 @ 5:16 AM

    • Nossa este lance do comentário tá cada dia pior no wordpress, – Caio te respondi lá embaixo e colei de novo, não saiu no reply.

      Lost (2004-2010) (co-criador, roteirista, produtor executivo, diretor)- Wikipédia

      O cara é foda, Caio.
      Tá muito boa esta série, voce já deu uma olhada?
      (sei que voce gostou de Lost hahuah)

      A Fy deve estar na estrada, voltando de Sampa.
      Aloha

      Comment by TocaYo — 06/10/2011 @ 7:19 AM

  4. Brilhante Bel!

    Arrematando e fazendo coro com o dog : trazendo a historia e contemporizando Foucault:

    Foucault, todavia, deu um novo sentido às suas interrogações, a partir de 1978, ao deparar com uma série de fatos muito marcantes à época, tais como o movimento iniciado pelo Sindicato Solidariedade (Polônia) e, sobretudo, a revolução iraniana.

    Nesse momento, Foucault entrevê que, sob certas condições, a força dos grupos tem o potencial de contestar os sistemas hegemônicos de poder e de ter êxito em modificálos, quando opera e age segundo métodos e motivos inusitados, como foi o caso da revolução iraniana.

    Os mais atentos à biografia de Foucault sabem que, durante um bom tempo, o pensador francês esteve no Irã e escreveu uma série de matérias sobre os acontecimentos que levaram à queda do regime do Xá Reza Pahlevi. Numa de suas reportagens, de 1978, Foucault (1994, v.3, p.716) lembra que a luta no Irã não se dirigiu nem afetou apenas ao inimigo direto, isto é, à ditadura do Xá, mas também a todo o jogo de forças externo ligado ao caso iraniano:

    “não se trata de uma sublevação espontânea à qual falta uma organização política: é um movimento para se livrar, ao mesmo tempo, da dominação vinda do exterior e da política interna”.

    Foucault vai além e afirma, categoricamente, que o movimento de libertação iraniano tinha a força de pôr em xeque a lógica interna das estruturas de poder mundiais:

    “é a insurreição dos homens de mãos nuas que querem levantar o formidável fardo que pesa sobre cada um de nós, mas mais particularmente sobre eles, os trabalhadores de petróleo, os camponeses nas fronteiras dos impérios: o fardo da ordem do mundo inteiro.

    Ela é, talvez, a primeira grande insurreição contra os sistemas planetários, a forma mais moderna de revolta e a mais louca” (Foucault, 1994).

    Os impasses e a perplexidade gerados pela insurreição iraniana vieram do fato de ela pôr em questão todo o jogo estratégico e todo o modo de vida da nova ordem econômica mundial. Deixemos de lado a pertinência ou não na análise foucaultiana no caso do Irã, se sua avaliação era correta ou incorreta; o que deve ser ressaltado é a guinada no espírito que anima seu trabalho teórico: a possibilidade de transformação do mundo por intermédio de práticas contestadoras.

    Volto depois,
    beijo a todos
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 06/10/2011 @ 5:58 AM

  5. O poder não é uma coisa, algo que se toma ou se dá, se ganha ou se perde. É uma relação de forças. Circula em rede e perpassa por todos os indivíduos. Neste sentido não existe o “fora” do poder. Trata-se de um jogo de forças, de luta transversais presentes em toda sociedade.

    Comment by Rodrigo — 06/10/2011 @ 7:09 AM

  6. Lost (2004-2010) (co-criador, roteirista, produtor executivo, diretor)
    O cara é foda, Caio.
    Tá muito boa esta série, voce já deu uma olhada?
    (sei que voce gostou de Lost hahuah)

    A Fy deve estar na estrada, voltando de Sampa.
    Aloha

    Comment by TocaYo — 06/10/2011 @ 7:16 AM

  7. Fuckyou men!Mais ainda?

    duc@

    Comment by duk@ — 06/10/2011 @ 7:22 AM

  8. mais ainda?

    é mesmo duc@.Parece uma tendência, irmão. huahHua

    Foucault foi um cara controverso. Inteligente pra caramba, e não é fácil compreender suas idéias.
    Quando assisti Clube da Luta, tive a impressão de que ele era o roteirista.

    A sacanagem de Foucault é desmoralizar a noção de poder. Poder como a maioria dos anarquistas pressupoem. Ele deixa claro, pelo menos entendo assim – que pra que exista a Liberdade, pra que ela estruture seu campo de ação é preciso que haja o poder.

    Mesmo porque o “poder” só pode ser exercido sobre sujeitos “livres”, enquanto “livres”.

    E é aí que ele expõe sua teoria de que não há confronto entre “poder” e “liberdade”, mas uma jogada bem mais complexa, onde a Liberdade aparece como condição de existência para o poder, ao mesmo tempo em que aparece como seu oposto.

    Para que isso ocorra, para agir sobre a possibilidade de ação dos outros, para estruturar seu campo de ação, a liberdade surge como elemento fundamental da sociedade humana, uma vez que o poder só pode se exercer sobre sujeitos “livres”, enquanto “livres”. Não há, então, um confronto entre poder e liberdade, mas um jogo complexo em que liberdade aparece como condição de existência para o poder, ao mesmo tempo em que aparece como seu oposto na sua tentativa de determiná-la inteiramente. Como determinar a liberdade se não houver sua coerção por algum poder ?

    Desse modo, liberdade e resistência são pressupostos fundamentais para a ação do poder.

    Não fui mais confuso que Foucault ?

    beijo aê
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 06/10/2011 @ 9:14 AM

  9. fala tocayo!
    hehe …é vero, gostei muito de lost…
    ainda nao vi nada da nova serie,,. só esse trailer que a fy postou…
    Abrs!

    Comment by caio — 06/10/2011 @ 9:15 AM

  10. Não Caíto, Foucault pra mim é confuso. Eu acho que ele faz uma confusão entre poder e despoder. Gosto mais de Deleuze. Mais poesia, e mais verdade.
    É óbvio que se não existisse “poder” não haveria de precisar existir Liberdade. Por outro lado, por causa do Poder e da falta de liberdade acontece a Resistência, que por sua vez também é Poder.

    Quando ele fala do corpo tambem faz uma analogia política com o tal… adivinha… poder. Eu acho mais é que ele dá uma bela brincada com esta palavra.
    Melhorzinho, melhorzinho (bem parecido com Deleuze) táqui:

    (o Corpo) … Passou a ser produtor, incitador, reforçador, capaz de majorar e organizar as forças que lhe estavam submetidas; ele passa a produzir forças, fazendo-as crescer. O velho direito de causar a morte e deixar viver foi sendo gradativamente substituído por um poder capaz de de causar a vida ou devolver à morte.

    Ela significava, assim, uma outra política a respeito dessa multiplicidade de corpos e forças que uma população passou a representar conforme se estabelecia nas cidades. As interações nesses novos espaços Constituíram-se enquanto uma nova economia e uma nova tecnologia do poder, através da “descoberta do corpo como objeto e alvo do poder”. Um corpo que se manipula, se modela, se treina, que obedece, responde, se torna hábil ou cujas forças se multiplicam, por meio de um conjunto de métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade, através de uma codificação que esquadrinha ao máximo o tempo, o espaço e os movimentos.

    Eu acho que é só trocar as palavras-chaves.

    bjitos da Carol filosofa

    Comment by Carol — 06/10/2011 @ 10:07 AM

    • Carol,

      Os processos de especificação e direcionamento que marcaram os Jogos de Poder, como afirma Foucault sobre a transformações nos mecanismos punitivos, atingiram os corpos, claro, mas nada mais e nada menos do que para modificar as almas, o coração, o intelecto, a vontade, as disposições , produzindo-as, “ convenientemente” em cada esfera de ação, um exemplo é o budismo e a insistente anulação do corpo (óbviamente ignorando as “imbecilidades interpretatórias”), seguida pela flagelação, mutilação, moralismos cômicos embutidos no cristianismo, a “entrega absoluta” do corpo (vida) à favor do islamismo, e, sem esquecer da doutrina militar, que o incita a um oferecimento integral à disposição de ideais absurdos como “patriotismo”… econômico… etc , Foucault apenas reconhece este longo, bem longo processo de disciplinação desenvolvido pelos tempos e que incidiu radialmente sobre os corpos, moldando-os e determinando-os.

      Claro que isto forma identidades, auto-percepções condicionadas; e a ÚNICA saída defensiva destes mecanismos é que fez emergir a reafirmação dessas enumerações e, como vimos acima, a mutação das formas de dominação e assujeitamento. Sim, Carol, voce tem razão, esta transformação nada mais é do que uma Consequência.

      Essa resistência não é capaz de abandonar os pressupostos interativos hierárquicos vigentes. Ou seja, ela se produz respeitando os mesmos princípios. Dessa maneira, não se abandonam as “historicamente estabelecidas estratégias de controle dos corpos” . O Tocayo expôs isto claramente quando citou o Clube da Luta.

      A liberação desse controle está, para Foucault, para além dessas determinações estaticizadas, já que, como vimos, o poder analisado não age de maneira unilateral; ele reconhece os corpos enquanto agentes, pois é dessa maneira que ele é capaz de torná-los produtivos de acordo com seus interesses. Sempre de acordo com seus interesses : seja Oprimindo , seja: Resistindo à Opressão.

      A auto-identificação implica no reconhecimento da “validade dos mecanismos históricos de ordenação e classificação” empreendidos nas teias relacionais.
      Aí estamos, ainda, presos às determinações dos jogos de poder. É uma conclusão óbvia, mas também é uma conclusão inerente à nossa sobrevivência. É uma droga, mas a conclusão é límpida e inevitável.

      Os corpos se libertam do poder não quando afirmam sua generalidade ou sua especificidade, nem quando “tomam” para si esse poder.
      Interromper a continuidade da produção de significados hierarquizantes é abandonar esses dispositivos de controle e negar a naturalização de essências que eles, necessariamente, produzem para existir.
      A radicalidade do ato proposto pelo pensador francês está na negação das dicotomizações, que produzem assimetrias, e disputas por sentidos de verdade, que implicam na reprodução de toda a lógica de sujeição que constituiu a modernidade.

      E, me parece que o ser-humano aos poucos está se aproximando de uma situação-limite e arregaçando as mangas em prol desta libertação. É aqui, é alí, e, cada vez mais alto se ouve este Não à Opressão. Concluindo : É o Poder da Liberdade, do não-sujeitamento : se fazendo sentir, transbordando.
      Explicar tudo isto, revirar o conceito de Poder, seguindo o raciocínio de Foucault, não é negativa-lo naquilo que ele tem de positivo.

      beijo a todos
      tio Guz

      Comment by Gustavo — 07/10/2011 @ 1:21 AM

      • êeeeeeeta véio! Fucked Guz!
        abraço aê
        Gabriel

        Comment by Gabriel — 07/10/2011 @ 1:27 AM

  11. Fucked Dog! Adorei ele!

    Carolzinha, Foucault é um demolidor, na mesma linha que Nietzsche.Num sobra espaço pra Totalitarismo nem na brincadeira com as palavras.Ele faz filosofia meio que nos entremeios entre relações de poder e resistências; é um escritor que não se deixa capturar por identidades ou especialização, é despreocupado com a linearidade conceitual que agente tá acostumada. Jamais se acomoda no “sábio” patamar reservado aos condutores de consciência; e também é um libertário radical. Mas é tinhoso, aposta nas estratégias da inteligência, casa o Poder com o Saber. Além do que, é um gato.
    Vixe, falei difirce!

    bjocas
    Ju

    Comment by Juliana — 06/10/2011 @ 10:28 AM

  12. (tio) Renato

    Comment by Renato — 07/10/2011 @ 3:05 AM

  13. (tio) Renato (de novo)

    Comment by Renato — 07/10/2011 @ 3:06 AM

  14. Achei legal esta reflexão sobre a Finitude, e a colocação sobre a filosofia.
    Muito interessante também a conexão que ele fez entre a Psicologia e o cristianismo. Boa reflexão.

    (tio) Renato

    Comment by Renato — 07/10/2011 @ 3:08 AM

  15. Também acompanhei Lost – vi todos os episódios – foi um marco na TV americana, apesar do final que pra mim foi decepcionante; parece que criaram tanto mistério, que no fim não souberam desatar os nós., mas…valeu assim mesmo, como entretenimento inteligente.

    Sobre o Michael Emerson, o cara deu show de interpretação, entrou para fazer um personagem temporário e acabou se tornando um dos principais. O James Caviezel também é um excelente ator e não foi devidamente reconhecido pelo seu trabalho na Paixão de Cristo e no Conde de Monte Cristo – 2 filmaços.

    Se esse recurso da série fosse utilizado – colocando-se, por exemplo um microfone no chuveiro do banheiro do Axl Rose – bem que poderia servir para mostrar com antecedência à organização do Rock in Rio o crime que ele iria cometer ao subir no palco: assassinou, sem dó nem piedade as músicas do bom e velho Guns….hehehehe – enquanto digito, vou ouvindo aqui as versões de estúdio…bem melhor…Night traaaiiinnnn…..rsrs

    Acho que a vigilância é um mal necessário; dentro dos limites legais é a forma que a sociedade organizada, através do Estado, tem para fornecer segurança para os cidadãos. O tema é bastante polêmico, tendo em vista que o limite entre liberdade e controle é bastante tênue, mas a democracia está aí pra isso mesmo, quando as coisas passam do limite, cabe aos cidadãos debaterem a respeito, a fim de que o sistema se aprimore.

    Comment by billy shears — 08/10/2011 @ 10:41 AM


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