windmills by fy

24/10/2011

Paris for your sunday night

Filed under: Uncategorized — Fy @ 6:18 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                                        

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Outro dia , comentei num post do Anarco , sobre a Felicidade .

Pois é ,  … Wonder/Land  –  Nowhere/Land …  –  In- a- Moment/Land  … Impossible/Land… 

– cada um : cada um .

 

 

Talvez …  , “feliz”  seja  território paradoxal , que vai revelando camadas sucessivas de interpretação ,

abrigando  metamorfoses  que se desdobram e ondeiam na eloquência do dizível ,

aquele …  que nunca morre  de frio ou em uma história que não existe .

Talvez…  seja feita pra quem abre mão de super-poderes . . .

pra quem abre mão do adiado e fantástico   fascínio de viver em histórias que não existem .

Ou percebam que o eterno e a ficção não precisam tanto  de amigos . Nem as paredes .

 

 

Eu penso que a felicidade exige um certo treino .

Uma tremenda coragem e alguma coisa assim . . .   como  uma   curiosidade sem-fim .

Uma importância urgente de estar no mundo e perceber o que é que o mundo tem .

 

 

Vôos , mergulhos , alegrias , tristezas , esperas , abraços , amores ,

perguntas , saudades ,  entregas , exigências, opiniões e ar . Muito ar.

 

 

Felicidade é ser .   Estar . A ousadia de estar  . Em cada busca , em cada encontro , em cada dúvida .

Não é rir à toa .      É rir : É emocionar-se .

Talvez… seja simplesmente :    perceber  .

 

Poizé,

e eu ,  – que já me conformei com o amor , que derepente ,  a chuva passou a sentir pelos meus finais de semana ,

resolvi retribuir-lhe  toooodo este carinho  , com todos os filmes, acolchoados , bis ,  

salgadinhos  e boas companhias ,  

… e nós duas , unidas por esta paixão insisteeeeeente  não podíamos deixar de recomendar ,  ah . . .  o melhor  ,

ou um dos melhores  momentos do Woody Allen e , claro . . . o melhor vinho .

 

 

Gênio , gênio e mais gênio , que  , com toda a simplicidade sofisticada dos gênios  ,

” genialmente ”  desprovida de apelações escalafobéticas ,  clichês apocalípticos ,

efeitos esquizofrêncios , ou defasados  espantos cósmicos . . .  ,  

traz  uma mensagem fascinante , verdadeira , sobre a importância dos nossos sonhos ,

nossas singularidades  e a  força de nossas atitudes em direção à Felicidade .

 

 

Uma angústia inexplicável , –  uma esquina  [ em Paris ,  in its total & bewitching  of course…  ] ,

 um convite

e um táxi  que brinca com o tempo , com as imagens ,  com a metade da noite ,

 com os sonhos e com a distância inexistente entre o que somos , o que desejamos . . . e nossa realidade .

Tudo isso em um  conto de fadas . . . pra pessoas de bom gosto .

Se ainda não viu , – ah … não perca  não !

 

– be my guest … –  and  Voilà :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

por  Vinicius Carlos Vieira :

 

 

 

Woody Allen é um cara apaixonado .

 

 

Por seus filmes , por suas mulheres ,

pelas cidades em que passa e , mais que tudo , pelo cinema ,

só isso explica o quanto Meia Noite em Paris é deliciosamente apaixonante .

 

 

 

 

 

E talvez seja essa mesma paixão que mova o cineasta novaiorquino

a começar seu novo filme deslumbrado pelas belezas da capital francesa ,

trocando o fundo preto e os créditos iniciais por um verdadeiro tour pela Cidade Luz ,

como se tivesse a necessidade de se redimir da injustiça

de não conseguir mostrar tudo aquilo durante seu filme .

Ou simplesmente para convidar seu espectador a se apaixonar por aquela cidade ,

como ele parece ter se apaixonado e , consequentemente , seu protagonista .

 

 

A bola da vez agora de interpretar a  “ persona ”  de Allen é responsabilidade de Owen Wilson , que vive Gil ,

um roteirista de Hollywood que vai à Paris com a noiva e os sogros e acaba descobrindo uma nova cidade . . .

depois … das badaladas do início da madrugada.

 

 

Na verdade , é esse casal que Woody  prefere apresentar durante os créditos iniciais , ao invés de seu jazz tradicional .

Ele romântico , . . . tentando escapar do marasmo artístico dos roteiros descartáveis e escrever seu primeiro romance ,

inspirado por tudo que Paris representa  ( e representou ) , –

enquanto ela , vivida por Rachel McAdams , prefere não enxergar nada disso ,

sem conseguir entender qual a obsessão do namorado  por aquela cidade  ( e  pela . . . chuva ) .

 

 

Meia Noite em Paris é então uma história de amor ,-  entre Gil , Woody Allen  ( – o espectador )   . . . e Paris ,

talvez no sentido figurado ,   – e o mais provavel é que  não :

 já que o diretor não se esconde por trás de nenhum simbolismo ou metáfora

para levar seu personagem em uma viagem no tempo de volta à Idade de Ouro dessa cidade ,

durante a década de 20 , cheia de escritores , artistas e personalidades  que , 

não sem exagero , deram o ponta-pé inicial

para muito do que hoje existe em termos de arte .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Woody Allen então convida seu espectador a participar dessa deliciosa viagem , 

pela boemia da Cidade Luz na companhia dessa grande festa onde  personagens  famosos

e verdadeiras homenagens  dão uma vida enorme a seu filme

e parecem dar as caras :  como um enorme playground de referências .

 

 

É impossível não saborear cada linha de diálogo entre Gil e um Ernest Hemingway  –

[ ha ha ha : simplesmente genial ! ]    :

                                                                                                                                                                                                                                                                             Vodpod videos no longer available.

 

 

 

 

 

 

Carey Stoll , que na TV é um dos protagonistas da série Lei e Ordem LA  – 

com cara de bêbado suicida ,

pessimista , galanteador , tétrico e obcecado por sua espingarda de caça .

 

 

 

 

 

 

Meia Noite em Paris não se esconde porá trás de um lado  “ pseudo-intelectual ” ,

que nesse caso é irritantemente representado pelo personagem de Michael Sheen  ( sempre ótimo ) ,

amigo de faculdade da noiva de Gil e ,  aparentemente . . .   

capaz de ser expert em todo e qualquer assunto que exista no mundo .

Na realidade Sheen é talvez a mola central dessa artimanha de Allen

para criar mais ainda esse protagonista simpático ,  já que todos a sua volta , aos poucos , . . . se tornam insuportáveis ,

. . . vazios e céticos , incapazes de viver essas experiências   (  ou se deixarem viver por elas )  .

 

 

É   lógico que Woody Allen faz disso um instrumento , uma arma até ,

contra todos que ainda dão mais valor a uma enciclopédia

do que a vontade de viver essas novas experiências .

 

 

Mais ainda . . .  –  reafirmando-se  nesse   “ tour mundial ”   que vem fazendo ,

saindo de seu habitat em Manhattan , para que seu cinema experimente novos ares ,

da misteriosa Londres em : “Match-Point” ,

da  “ caliente ”   Espanha em :   “ Vicky Christina Barcelona ”  [ inesquecível ! ]  

e agora . . .   toda a poesia de Paris .

 

 

Assim como seu protagonista   ( ou o contrário )  Woody  Allen parece à procura de viver essas experiências

e não de falar sobre elas como se as tivesse lido em um livro ,

e isso é imprescindível para que   “  Midnight in Paris   ”   seja essa experiência tão apaixonante ,

já que é  tão  fácil se sentir como um companheiro de viagem do diretor ,  nessa  louca viagem .

 

 

Mas Allen não se perde nessa paixão ,

Meia Noite em Paris   ainda é ,  sobretudo ,   um   “ filme de Woody Allen ”  ,

com um protagonista frágil , pragmático , preso em um mundo que parece não aceitá-lo ,

mas sem medo de deixar suas opiniões ácidas vazarem por grandes planos de diálogos .

 

 

Também  permite que ele viva essa história de amor fora de época

com uma espécie de  “ musa inspiradora ”   ( a linda Marion Cotillard )  

de um trio de pintores   ( Modigliani , Braque e Picasso ) dos quais foi amante .

 

 

Por outro lado ,   essa   “ viagem no tempo ”   dá ainda a chance de  Woody Allen zombar

da cadeira de vinte mil dólares no presente , ao mesmo tempo em que

se permite ver um quadro de Matisse sendo vendido por quinhentos francos ,

– esse tipo único de ironia que sempre se perpetua pela filmografia do diretor

e acaba sendo uma verdadeira válvula de escape

para que ele possa remexer em mais um monte de assuntos pertinentes .

 

 

 

 

. . .   Ou você não percebeu que a família da noiva vai , em plena Paris ,

ver uma comédia descartável de Hollywood ,

cujos nomes dos atores nem ao menos são lembrados .

E talvez seja isso que Allen mais tenta em sua carreira : 

mostrar que nem tudo precisa ser descartável para fazer sucesso e ser popular .

 

 

Infelizmente , uma discussão que Woody Allen talvez perca ,

já que na maioria das vezes seus filmes

ainda acabem caminhando apenas na borda deste sucesso ,

o que talvez o faça se sentir como seu personagem , 

na divertida conversa com o trio formado por Man Ray ,

Salvador Dali  : um Adrian Brody incrivelmente interessante ,

como todo resto do elenco , –  e Luis Buñuel   ( que depois … , em outro momento ,

ainda ganha  “ de brinde ”  o ponto de partida para seu Anjo Exterminador ,

mesmo sem entender :  –  “ por que eles não conseguem sair daquele lugar ! ”  ) – ,

onde a verdade acaba se perdendo de modo surrealista

entre significados existenciais e rinocerontes .

Como se : mesmo tentando mostrar o que fazer ,     . . . sempre alguém acabe  “ lendo demais ”  algo , 

 . . . que é só feito para ser sentido . [ ! ]

 

 

 

 

E é  então que se percebe que Meia Noite em Paris não quer ser simbólico , metafórico , surrealista  

ou   . . .   cheio de leituras   ( como eu já citei )  ,

mas sim :  só  quer   contar   essa   história ,

juntar esses personagens nessa história de amor e , no final das contas ,

ter a certeza de que o presente sempre parece insuficiente para quem não tem limites para sonhar

e às vezes perceber   . . .  que a única coisa necessária é :   esse momento de chuva sobre Paris .

que . . .   ( realmente )  acaba deixando-a muito mais bonita .

 

 

 

 

E essa impressão . . . , só consegue ser passada realmente por um gênio como Woody Allen que ,

decididamente , é um cara apaixonado , … e  mais que qualquer coisa , apaixonado  pelo cinema .

 

 

 

 

 

 

Escolhi a crítica do Vinicius Carlos Vieira – mas a do Pablo  está genial  e a do Omelete também.

E mais um achado , uma coisa incrível que o Renato achou pra nós :

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Fy

 

 

 

65 Comments »

  1. To a fim de ver esse filme, porém aqui nas bandas amazônicas onde ora habito ainda não passou. Já tinha lido algo a respeito sobre o filme, parece mais uma obra-prima do Woody Allen, de quem sou fã de carteirinha, a ironia com que ele trata vários temas e o cinismo diante de algumas situações fazem com que ele seja genial. Um dos meus favoritos é ” A era do Rádio”, mas Bananas, Tudo que vc queria saber sobre sexo e A Última Noite de Boris Grushenko são também inesquecíveis.

    Valeu, Fy!

    Bjs

    Comment by billy shears — 24/10/2011 @ 7:23 AM

    • Billy! Amazonas? – ainda não conheço, acredita? um dos meus sonhos!

      Péra q eu te passo o site pra vc baixar. [ é q não chega ninguém aqui, e eu não sei – já já te passo ]

      Não perca, vc vai adorar.

      Teu post já tá a caminho. Excelenteeee.

      bj
      Fy [ onde vc morava antes, no sul ?]

      Comment by Fy — 25/10/2011 @ 3:04 AM

      • o nome do site é:

        thepiratebay.org

        e se vc quiser as legendas é aqui :

        legendas.tv

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 25/10/2011 @ 3:51 AM

        • Oi Fy!

          Já tive 3 vezes no Amazonas e conheci Manaus, que é uma cidade que gostei muito, tenho boas recordações de lá. Recomendo o passeio pelo Rio Negro até o encontro com o Rio Solimões. Mas as “bandas amazônicas onde ora habito” é o Acre – sim, ele existe…hehe

          Ah….não sou do Sul não; sou nascido e criado no Rio, morei alguns anos em Minas, antes de vir para o Acre; mas pretendo regressar para a minha Terra Noxtra…rsrsrs

          Vi o filme ontem. O personagem principal é o próprio Woody Allen, excelente trabalho do Owen Wilson; de cara me identifiquei com ele, naquilo que ele tem de saudosista e sonhador. Por exemplo: falei aqui em Manaus; pois bem, ao vagar pelo centro da cidade e observar o seu casario antigo, fiquei imaginando as pessoas vivendo lá em épocas passadas, fatos que podem ter ocorrido e etc. Em quase todo lugar que vou sinto isso, gosto de imaginar estas coisas.

          No caso da estória do filme, ele consegue fazer uma descrição genial não só sobre a cidade e seus célebres personagens, mas também sobre a maneira como nós tendemos a achar que o passado ou determinada época foi mais interessante que a nossa; o problema não é a época presente ou passada e sim como vivemos o nosso presente.

          Valeu!
          🙂

          Comment by billy shears — 26/10/2011 @ 1:41 PM

          • – mas também sobre a maneira como nós tendemos a achar que o passado ou determinada época foi mais interessante que a nossa; o problema não é a época presente ou passada e sim como vivemos o nosso presente.-

            Ah… sem dúvida.

            Eu senti esta metáfora de “passeio pela idéia de um Paris – anos – 20 : por aí… ” e tudo o q esta fase representou em relação à mudanças de paradigmas em filosofia, arte, literatura, etc como uma tomada de consciência, um “encontro” [ ilustrado ] consigo mesmo e suas verdadeiras inclinações.

            E , me encanta a forma como o Woody Allen relacionou esta fase, tão reveladora e marcante com as necessárias mudanças do personagem em favor de suas verdadeiras aspirações. Tipo: uma revolução em torno de sua vida, tal qual as revoluções características daquela época que tiveram como fonte e refúgio o charme todo de Paris .

            bj
            Fy

            Comment by Fy — 28/10/2011 @ 1:20 AM

  2. Boa Noite Windmills, Fy,
    Vou ver agora! Até comprei um vinho!
    Como não gostar do Wood Allen? ou de todos voces? (tenho bom gosto!)
    um beijo, Fy
    Sofia

    Comment by Sofia — 24/10/2011 @ 12:11 PM

    • Então hj me conta, se gostou !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/10/2011 @ 3:05 AM

  3. Bom dia moçada, bem vindos à 2ª feira de todos nós.

    Ainda na madruga. Fy, adorei o post.Adorei teu comentário no Anarco. Que vídeo beleza.
    Quanto ao Woody Allen, sem comentários. O máximo é: Woody Allen.
    Mas, me revirando aqui nesta falta de sono, e me identificando com o autor da crítica, como é extraordinário poder simplesmente sonhar.
    Levar isto a sério sem as pentelhíssimas explicações psicológicas.
    Precisamos resgatar isto. Levar a sério nossos sonhos pelo que simplesmente eles representam, nossos desejos, nossas formas ideais de encarar a vida. Ou o nosso lixeiro particular. Aquele que despeja no lixão tudo aquilo que não nos cai bem.

    Quando nos tornamos capazes de pensar simplesmente assim, sem aquela coleção absurda de significados e conversa fiada, que nos emprestam significados com os quais jamais nos identificamos e que não fazem nenhum sentido real em nossas vidas ou quotidiano, nos tornamos capazes de encarar o que realmente queremos e nos enfrentar, economizando tempo, angústias (que às vezes nem temos) e covardias.

    Pra mim, este rolê que o cara deu em Paris nada mais foi que a projeção dos seus pensamentos mais temidos. Explicando, aquele momento X em que voce se enxerga bem diferente daquilo que voce realmente é. Ou vai ou racha.

    beijo, Fy
    Abraço aí, boa semana.
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 24/10/2011 @ 11:13 PM

    • Jonas, eu penso da mesma forma.

      Sometimes… a cigar is just a cigar … – disse Freud – hahaha, –

      o Vídeo ? ma-ra-vi-lho-so! merece um post!

      taí :

      amazing! … for me.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 25/10/2011 @ 3:16 AM

    • Lendo teu comentário, lembrei da minha terapeuta. Ela diz que sou muito sonhadora, idealizo muito as coisas. E que a realidade nunca vai superar minhas expectativas.

      Mas acho que prefiro concordar contigo. Não quero ter uma vida mais ou menos. Quero ser feliz. BJ

      Comment by Lu — 25/10/2011 @ 5:18 AM

      • Oi de novo Lu,

        Ter uma vida mais ou menos, também é felicidade pra quem é : mais ou menos.

        Pra quem é “quase” .

        É uma questão se ser o que agente é.

        E, cada um é feliz à sua maneira.

        O fato de vc querer mais, – pra mim, é um gde início. Dizem que o melhor remédio pra um sonhador é sonhar mais ainda.

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 28/10/2011 @ 1:26 AM

  4. Oi pessoas, SOL… enfim!

    Lu, não vá mais à terapeuta!
    Supere!

    hehehe

    Voces lembram de:

    Espetacular, e não percam também Woody Allen em “Whatever Works” (“Tudo pode dar certo”, numa tradução ruim pra caramba) é muito rico na reflexão sobre as expectativas que criamos em relação ao mundo.
    Acho melhor não contar a história do filme, pois o que realmente interessa nesta reflexão é a visão de mundo que o filme traz.
    Todas as vidas dos personagens, até a do personagem-narrador (Larry David fazendo o papel de Woody Allen,hehe, sarcástico, infeliz e observador da vida que passa ao largo) mudam radicalmente durante o filme. Suas vidas se transformam, seus caminhos cruzam e descruzam, mas a mudança não acontece de maneira traumática, nem eles carregam o peso das mudanças como um fardo para suas novas vidas. Eles simplesmente mudam.

    Não há arrependimento, não há culpa, há apenas a mudança.
    Daí a infelicidade do título em português, que poderia ser, numa tradução livre, “Qualquer coisa está valendo”.

    Lembrando do “Don’t worry, be happy”. Há uma aceitação da mudança, do que é, do que foi e do que poderia ser.

    [ Para os eternos e, assim felizes, bom lembrar , Pessimistas, seria possível interpretar de outro ponto de vista, talvez o de que nossas expectativas nos fazem mal, que elas são parte de um problema, e não de uma solução para nossas vidas. E que Woody Allen descarta a Angústia e a Felicidade ao mesmo tempo, numa aparente apatia perante a vida. Afinal de contas, se descartarmos a possibilidade de ser feliz não ficaremos frustrados se o futuro não for como esperávamos…. ( hehehe)

    Por outro lado, Woddy Allen nos apresenta um mundo maravilhoso onde o acaso acontece, e que as coisas acabam se encaixando de alguma maneira que não esperávamos, e que não é ruim, simplesmente é diferente do imaginado.

    E este é o point interessante:- interessante, pois num mundo onde temos de cumprir tantas exigências para sermos felizes, melhor não esperar muita coisa… assim estaremos em paz conosco.
    É um filme de grande maturidade de Woody Allen. Não é sempre que temos a possibilidade de observar a aceitação da vida de uma maneira simples e fluida. E sendo do Woody Allen, não é pouca coisa.

    Tambem pra se pensar.

    (tio) Renato

    Comment by Renato — 25/10/2011 @ 5:30 AM

  5. Renato eu quase morri de rir nesse filme! É muitíssimo bom!

    Eu tambem gostei demais do “Você vai conhecer o Homem dos Seus Sonhos”, que foi super criticado.
    Acho que todo mundo gosta de ver carro voando, capotando, prédio explodindo, e sanguera. Eu adorei mesmo. Super diálogos, humanos, verdadeiros, reais. Muito de amor, perda, solidão, encontro e felicidade.
    Super dica da Carol, hein!
    bjitos

    Comment by Carol — 25/10/2011 @ 5:55 AM

    • Eu tb, Carol! adorei.
      bj
      Fy

      Comment by Fy — 28/10/2011 @ 1:33 AM

  6. êta… esqueci o trailer.

    Comment by Carol — 25/10/2011 @ 5:57 AM

  7. Bons comentários.

    Luisa, pra voce: os terapeutas, psicólogos, em sua maioria adoram “trazer” as pessoas de volta ao “normal”.
    Não tenha dúvidas, ao politicamente “normal”. E se fôssemos falar sobre a célebre apatia do idiota que busca a felicidade significada pela ausência de desejos, ausência de angustias, ausência de sonhos, etc… não precisaríamos ir longe, basta consultar a verdadeira filosofia budista, repito, a verdadeira. Uma produção de robos felizes, construidos para trabalhar, doar e não sentir nada a não ser alegria em antecipar a morte e sua possível ausência de emoções. Prozac em doses de safadeza política:
    1. Tudo é sofrimento.
    2.Tudo é impermanente.
    3.Tudo é insubstancial.
    4.O Nirvana é plenamente sereno.

    Uma parafernalha mais ou menos assim :Segundo o Budismo, o homem está sujeito à lei do incessante fluir da vida, que o leva de desejo em desejo, de dor em dor, de encarnação em encarnação. Enquanto o homem não se libertar do desejo, estará submetido ao ciclo de renascimentos. A libertação do desejo, obtida por meio das regras morais acima e da disciplina ascética que o Budismo compartilhava com o Bramanismo e com a prática ioga, obtém-se somente com a dissolução da ilusão produzida pelo desejo, com a eliminação do próprio desejo e a destruição do apego à vida, que é o nirvana.

    o resto é palhaçada interpretativa e bizarrices ocidentais.

    Ultimamente, a Psicanálise tem estado muito parecida com esta safadeza. – Mas isto é assunto pra muitas linhas.

    Por outro lado, temos que tomar um cuidado danado pra não cair no extremo oposto.

    Vou explicar minha opinião usando uma frase da Fy e um outro post:

    ‘Mas , a verdade , de qualquer modo , é uma quimera ,
    um monstro com mil cabeças , é impossível ocuparmo-nos de todas ao mesmo tempo .’

    É preciso cuidar pra a tal Felicidade não se transforme também em uma Hidra. Uma obsessão inatingível. E sempre além de nossa capacidade (ou da do ‘outro’). Isto é religião. É papo pra otário.

    O Normótico letárgico, é o ideal da psicanalise, quando obtusamente cai nas malhas do religiosismo, é o ideal dos países socialistas, o refrão dos condutores de rebanhos.

    Mesmo Jung, em sua incessante cascata de contradições, afirmou que ‘todos nós nascemos originais e morremos cópias.’ – frase que em pleno e explorado significado derrubaria sua tese de “inconsciente coletivo”.

    Por isto, batalhe muito e sem medo pela sua Felicidade. Analise, voce mesma suas expectativas. Considere, não suas fraquezas, quando analizá-las, mas as possíveis fraquezas alheias.

    Fy, copiei seu comentário lá do Anarco. Muito bom. E acho que voce quiz dizer mais ou menos isto, com estas palavras:

    ‘People that only “walk” usually think they’re anything similar to being happy .
    But there are people searching for more than an impression.
    Those, fly and dive when necessary or when their hearts tell them to do so.
    And art, the gift, is doing it happily.’

    E é por aí : more than an impression.

    Mas, isto não é pra muitos. Infelizmente.

    beijo a todos,
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 25/10/2011 @ 7:04 AM

    • “Ultimamente, a Psicanálise tem estado muito parecida com esta safadeza. – Mas isto é assunto pra muitas linhas.”

      Gus, quando for possível, tu desenvolve essas linhas pra nós? Assunto interessantíssimo.

      Comment by Luisa — 25/10/2011 @ 7:37 AM

      • Luisa, não tinha visto este comentário, hahahaha

        Uai, vamos desenvolver juntos!

        Me diga porque voce acha o assunto interessante.Partimos daí.

        beijo
        tio Guz

        Comment by Gustavo — 25/10/2011 @ 11:06 AM

        • Gus, sou apaixonada por psiquiatria, Fiz vestibular várias vezes para medicina na federal do RS, pois faculdade particular de medicina não teria como pagar. Quase passei, mas quando o governo Lula adotou as cotas na Universidade, acabei desistindo. Estudei em escola particular não teria benefício da cota e as médias ficaram muito alta.Eu já tava esgotada de estudar. Então estou fazendo Direito, me formo ano que vem na UFRGS. Não sei, mas o direito não me empolga tanto. Esse ano fiquei muito estressada com a facul, então fui fazer terapia com uma psiquiatra, não sei qual a linha que ela adota, mas acabei trocando por uma psicóloga cognitiva. Na verdade de psicanálise eu não entendo muito.

          Meu irmão é médico, então acabo “devorando”os livros que ele tem de psiquiatria. Ele não fez residência nessa área, não gosta. Ele costuma dizer que psiquiatra é uma médico que não cura ninguém heheh. Mas eu adoro!! Bj

          Comment by Luisa — 25/10/2011 @ 11:38 AM

          • Luisa, eu, no caso, vou me abster ao máximo, de opiniões demasiadamente particulares quanto à Psicologia , embora me arrepie a crescente formação de pessoas nesta profissão.
            Que virou a ‘profissão da hora’. Não só à formação acadêmica mas como a formação de palpites, tão doloroso quanto.
            Sem grandes polêmicas, eu jamais admitiria um psicólogo que não fôsse também diplomado em Psiquiatria, ou seja, depois de cumprir 6 anos de formação médica, especializando-se no funcionamento do corpo e suas funções, passando então ao complicadíssimo estudo das emoções. Sendo que um diplominha de Sociologia também não faria nenhum mal.
            Tudo isso sem contar com uma bagagem caprichadíssima da imprescindível Filosofia.
            Mas venho te responder com mais calma, logo mais.

            beijo
            tio Guz

            Comment by Gustavo — 26/10/2011 @ 2:51 AM

            • Fy, eu prefiro escrever no word quando a resposta é mais elaborada, porque não me encontro com este espaço novo de comentário, mas a letra sai mmenor, me desculpem por isto.

              tio Guz

              Comment by Gustavo — 26/10/2011 @ 2:54 AM

            • Gus, pra ser sincera, eu tinha um certo preconceito com psicologia, tanto que optei por Direito e não Psicologia, o que deixa muita gente sem entender minha escolha, afinal amo psiquiatria e muitas pessoas acham erroneamente que são profissões parecidas.

              Gus, já ouviu falar na a TCC terapia cognitiva comportamental? Minha psiquiatra que falou sobre ela e é muito interessante, mas geralmente desenvolvido por psicólogos.
              Não tenho mais preconceito em relação a eles. Faço toda segunda terapia com uma. Sou super ansiosa, perfeccionista e, como ela diz, idealizadora demais. Isso acaba me prejudicando. Bj

              Comment by Luisa — 26/10/2011 @ 7:52 AM

              • Gus, já ouviu falar na a TCC terapia cognitiva comportamental?

                Luisa, antes de mais nada vamos tocar em um ponto de relevância máxima… Qualquer coisa neste mundo que esteja te fazendo bem, é completamente válida.
                Se voce está se sentindo melhor, deve ser uma maravilha para você. Como a Fy disse lá em cima, cada um de nós é um, e com certeza diferente do outro.

                Eu, por algum descuido ou até mesmo desastrado palpite, tive a decepcionante experiência de clicar num site, em busca de alguma explicação pra esta terapia, porque existem atualmente milhares de tipos de terapia…e me aconteceu este desastre :http://www.niveamelo.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=3
                que mais me pareceu um daqueles ‘artigos’ da Revista Capricho, que, aliás eu nem sei se ainda existe.

                Na minha opinião, inclusive, uma ansiedade normal, não faz mal a ninguem. Pelo contrário, faz bem.
                E, se esta terapia que voce escolheu tem a finalidade de ‘formatar’ pensamentos, hauhauaha, como sugere este artigo que eu lí, sinto dizer que a mim, parece ou piada ou mais alguma seita. Só espero que voce não esteja pagando por isto, se for o caso, bons livros, poderiam fazer um efeito bem mais consistente e real.

                Mas insisto no ponto de que caso esteja te fazendo bem, seja T:o que for: é só o que interessa.

                beijo
                tio Guz

                Comment by Gustavo — 26/10/2011 @ 12:04 PM

                • HAHAHAHAH Gus, tu é muito inteligente e divertido.Pior que pago e pago caro.

                  Só fiz quatro sessões com ela, então não posso dizer que houve melhora nem piora.
                  Ansiedade é ruim, Gus. Eu quero tudo pra ontem hahaha.
                  Bj

                  Comment by Luisa — 26/10/2011 @ 1:15 PM

                • “Num prédio grande todos os 4 elevadores param, pifam entre andares, e há apenas uma pessoa dentro de cada um.

                  Elevador 1 – Maria:

                  Pensamentos: “Essa não! Parou! Vou ficar sem ar! Ninguém vai me escutar! Vou morrer!”
                  Sentimentos ao pensar estas coisas: medo, desespero, angústia.
                  Comportamentos ao pensar e sentir isso tudo: gritar, chorar tentar chamar o porteiro, bater na porta do elevador.
                  O que sentiu em seu corpo: suor, taquicardia, tontura, falta de ar.”

                  Gus, nessa situação hipotética, um caso de transtorno de ansiedade. O que tu indicaria a essa pessoa para resolver esse transtorno mental?

                  Comment by Luisa — 26/10/2011 @ 2:18 PM

                  • O que foi que te sugeriram, Luisa?
                    Fiquei curiosa.

                    bj
                    Fy

                    Comment by Fy — 28/10/2011 @ 1:35 AM

                • Gus, eu tive a feliz experiência de clicar em um Blog chamado PENSO, LOGO SINTO, da psicóloga Nina Taboada. Ela explica o que é a TCC:

                  “Então, para quê a Terapia Cognitiva?

                  Para ensinar você a identificar os seus pensamentos e fazer com que reflita sobre eles. Aceite-os como hipóteses que podem ser confirmadas, ou não, e busque evidências. Para que você adquira maior flexibilidade mental (cognitiva) e consiga ver os dois (três, quatro) lados de uma mesma moeda. Essa são habilidades perfeitamente treináveis, e esse treino costuma ser muito prazeroso.

                  A Terapia Cognitiva serve como um aprendizado de reatribuição de significados. É a versatilidade do próprio pensamento sobre si, sobre os outros e sobre o mundo. ”

                  Agora estou com a esperança de me tornar uma pessoa,menos ansiosa, mais calma, mais serena, mais satisfeita com a vida, como um monge Budista ; )

                  Bj, Guz!

                  Comment by Luisa — 27/10/2011 @ 4:41 AM

                  • Luiza, voce é ótima.
                    Eu me alegro muito com sua cura, clicando no blog Nina Tabuada e se tornando uma monja budista. Problema resolvido, querida.
                    beijo
                    tio Guz

                    Comment by Gustavo — 27/10/2011 @ 8:15 AM

                  • Luisa, (etc…) , finalmente voce revelou sua procedência.

                    Mas vamos lá, vou tentar te explicar uma coisa.

                    O Wind não é um blog fechado.
                    Existem blogs fechados.

                    Quando alguem decide fazer um blog aberto ao público, é de se esperar que comentários diversos ocupem o espaço de discussão.Diversos entre si, opiniões diferentes, pontos de vista impensados, – nada contra, pelo contrário, aqui ninguem sugere um assunto pra mantê-lo como discurso ou doutrina.

                    Vários posts anteriores traduzem minha opinião sobre discurso ou doutrina.

                    Mas, presume-se que um espaço se caracterize por possuir Personalidade.
                    Independente de ser apreciado ou não.

                    Presume-se também, que ao se decidir por um espaço aberto ao público, respeite-se esta decisão através do respeito, da gentileza, sem esquecer do interesse dedicado às opiniões.

                    Caso isto não exista, um blog ou qualquer outro veículo de comunicação , perde o sentido , transforma-se num palco, onde alguem expõe suas opiniões com a única finalidade de ouvir palminhas ou améns, ou insultos. Resumindo: aplausos, não importando o nível ou a qualidade .
                    Não é o caso aqui.

                    O caso aqui é que opiniões enriqueçam o assunto abordado, independente de concordâncias.
                    Mas, existe um Assunto.
                    E, o espaço possui uma determinada Personalidade, uma determinada linha de Pensamento.

                    Por mais que gentileza e educação estejam natural e óbviamente inseridas na proposta de se inaugurar um espaço aberto, é preciso que estas premissas funcionem mútuamente .
                    E é preciso que o comentarista se identifique com a personalidade do blog , mesmo discordando, claro.

                    Fofocas , ironias babacas , limitações , sarcasmo, estupidez , gozação – veja bem : gozação é diferente de brincadeira – sarcasmo é diferente de opinião – são agressões que eu gostaria de manter afastadas do Wind , não são compatíveis com a personalidade e finalidade dele.

                    O tal blog ‘ nina taboada ’, deve ter endereço , autor e personalidade própria . Se corresponde à suas aspirações, qual a intenção das dúvidas levantadas por voce ou sua finalidade ao expô-las ? Desmerecer a eficácia dos métodos de “ nina taboada ” ?
                    Eu penso cácomigo, q isto deveria ser feito por lá.

                    O Wind não tem como finalidade “criar ” ou “promover” monges budistas, ou monges de qualquer outra religião ou “ filosofia ” .

                    Ao contrário : e o Gustavo deixou isto claro em sua resposta .

                    Take a look:

                    … não é o que me interessa .

                    Aqui celebra-se a Diferença, jamais a Igualdade “ reguladora ” .

                    Aqui celebra-se o Desejo, jamais a Tranquilidade Alienada .

                    Aqui interessa-se pela Emoção e não por oferece-la “ condicionada ” , “ dissecada ” , amaciada ou “ analisada ” .

                    Aqui não se acredita em soluções pre-fabricadas e nem em coaching psicológico.

                    Aqui interessa-se por Idéias a serem sugeridas ou/e trabalhadas , não nirvanas , verdades, ou iluminações inúteis .

                    Aqui busca-se a Imaginação : sempre. A Imaginação estimulada pelo Conhecimento e pela Diversidade : não condicionada.

                    É só uma questão de Personalidade: e é preciso verificar se esta proposta te é interessante ou não.

                    bj
                    Fy

                    Comment by Fy — 28/10/2011 @ 12:56 AM

                  • Fantástico comentário, Fy.

                    Esta alusão ao desmerecimento do blog ‘nina taboada’ tão evidenciado pela letra maiúscula, caso tenha sido alguma provocação premeditada, foi um belo tiro pela culatra.

                    Nada como a Intenção. Não raro ela é uma assinatura.

                    beijo a todos
                    tio Guz

                    Comment by Gustavo — 28/10/2011 @ 2:20 AM

                  • “Esta alusão ao desmerecimento do blog ‘nina taboada’ tão evidenciado pela letra maiúscula, caso tenha sido alguma”

                    Gus, não acredito que uma pessoa tão inteligente e sensível como tu tenha escrito isso.

                    ADORO o blog da Nina. Foi no blog dela que aprendi muita coisa sobre a terapia TCC, a qual foi indicada pela minha ex-psiquiatra. Aliás acredito nessa terapia, adoro fazer terapia toda segunda com minha terapeuta cognitiva.

                    Só quis trocar uma idéia com o Guz, jamais ofender ou expor alguém.

                    “O que foi que te sugeriram, Luisa?
                    Fiquei curiosa.”

                    Esse exemplo do elevador tirei do site indicado pelo Guz. Eu que fiquei curiosa pra saber o que ele indicaria naquela circunstância.
                    Sou ansiosa dentro de um parâmetro de normalidade. Graças a Deus nunca desenvolvi nenhum transtorno desse tipo.

                    Comment by Luisa — 28/10/2011 @ 3:54 AM

                  • Outra coisa, só visito esse Blog porque gosto da mensagem transmitida por ele.
                    Gosto de Filosofia, gosto do nietzsche, gosto do Deleuze e com frequência vcs expõem os pensamentos deles. Com certeza, haverá discordância de idéias e pensamentos, mas isso não me levaria a ofender, ou ironizar, ou ser sarcástica com ninguém. Em relação ao Budismo, sou uma perdida, tem coisas que eu admiro, outras que não gosto.

                    Comment by Luisa — 28/10/2011 @ 4:09 AM

                  • Guz, tu gosta muito do Michel Foucault, né?

                    Comment by Luisa — 28/10/2011 @ 5:20 AM

                  • Bom dia moçada, a fila andou e eu ainda estou em Paris. ‘Mais’ situacionista, impossível. Aliás eu adoraria levar um papo sobre Foucault com nosso amigo Woody Allen.

                    Luisa,
                    Antes de ouvir alguma pergunta trollianamente elaborada pelo pretencioso e engraçadíssimo ‘conhecimento’ desta turminha que está elaborando seus comentários, juntamente com a imaginativa construção dos seus inúmeros emails, francamente não estou disposto a responder a nenhuma frase ‘roubada’ de algum contexto, por alguem que não tem o menor conhecimento sobre Foucault.
                    Então discutiremos primeiro seu nível de conhecimento sobre a obra do filósofo, antes de discutir sua provável e errônea ‘tiradinha’ sobre Foucault e a Psiquiatria.
                    Te aguardo querida, faça um prólogo sobre seu conhecimento foucaultiano, e saberei em que nível abordaremos suas questões, tenho certeza que será uma agradável troca.

                    beijo a todos e excelente final de semana.
                    tio Guz

                    PS : Avise a ‘intelectualizada’ turminha que trollar é uma arte. E que “TU GOSTA” é um dialeto proveniente do NORTE do país. Uma das características dos sulistas brasileiros é o uso CORRETÍSSIMO de nosso idioma. Lá no sul, Luisa, pergunta-se: TU GOSTAS?

                    Comment by Gustavo — 29/10/2011 @ 12:04 AM

                  • De que “turminha” tu estáS(Eu moro no RS e posso te afirmar que muitas vezes nós usamos a conjugação do Tu dessa forma errônea, nos perdoe) falando ,Gustavo?

                    Tu estás sendo injusto, nunca quis “trollar’ contigo. Quem parece fazer isso és tu, me chamando de “querida” e sendo extremamente irônico com minhas perguntas e nível de conhecimento.

                    Comecei estudar Foucault no início da Faculdade pra Direito Penal, mas parece que o teu nível de conhecimento está muito acima do meu, por isso não irei te fazer mais perguntas. Gustavo, ás vezes, a maldade esta nos olhos de quem vê. E um pingo de humildade sempre cai bem.

                    Fy, desculpa usar teu blog pra esse tipo de discussão, sinceramente não foi minha intenção não vai ser repetir. Um beijo pra ti.

                    Comment by Luisa — 29/10/2011 @ 10:40 AM

                  • Oi Luisa,

                    Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra”. Uma expressão imbecil e tendenciosa, e na minha opinião existem tratamentos para se livrar dela.

                    Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A Humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa modéstia, cordialidade, respeito, simplicidade, honestidade e passividade. A humildade dos que vivem na pobreza, pode ser vista, pelos ricos, como uma fraqueza ou maneira de promover reverência e submissão das classes populares.

                    Diz-se que a humildade é uma virtude de quem é humilde; quem se vangloria mostra simplesmente que humildade lhe falta.

                    Por humilde também se pode entender a personalidade que assume seus deveres, obrigações, erros e culpas sem resistência. Assim, se pode dizer que a pessoa ou indivíduo “assume humildemente”.

                    ——————————-

                    Como voce pode ver Humildade é uma palavra de significados dúbios e, a meu ver, perniciosos.
                    Duvido que voce encontre qualquer um deles por aqui.
                    Talvez porque, entre os que conheço pessoalmente e convivo, ou tenho convivido virtualmente através desta possibilidade que é o blog, não se acredite em Superioridade, por não se acreditar em Inferioridade. E por isto jamais poderia estar exercendo-a sobre voce. Quanto ao querida, é apenas um costume bastante comum e usual entre nós. Mas, se te ofende, nada como viver e aprender.

                    Mas vamos salientar o seguinte, ou melhor ainda, vamos salientar uma Virtude bem mais bonita , autêntica e útil do que a tal humildade, vamos falar de Gentileza, por exemplo. Quem sabe até de Coerência e nos estender até mesmo, pelas acolhedoras paisagens da Educação.

                    Aqui no Wind, gostamos muito do Anarcoplyba e do seu blog.
                    Gostamos porque suas opiniões são relevantes, seus posts interessantes , aliás há vários dele por aqui e gostamos muito quando ele vem deixar seu recado, seja ele qual for. Isto se chama : Respeito. E Respeito por relevância.
                    Da mesma forma, deixemos claro e por nenhuma razão mal-esclarecido que, apesar de não termos tido o mesmo retorno de seus comentaristas, voce não consiguirá criar o mal-estar pretendido que tão gratuita e comicamente foi criado pelos comentários da Fy, por lá.

                    Em seguida repito não entender a inclusão de Foucault em nossa discussão sobre Terapias.

                    beijo a todos
                    tio Guz

                    Comment by Gustavo — 30/10/2011 @ 4:25 AM

                  • “Aqui no Wind, gostamos muito do Anarcoplyba e do seu blog.
                    Gostamos porque suas opiniões são relevantes, seus posts interessantes , aliás há vários dele por aqui e gostamos muito quando ele vem deixar seu recado, seja ele qual for. Isto se chama : Respeito. E Respeito por relevância.
                    Da mesma forma, deixemos claro e por nenhuma razão mal-esclarecido que, apesar de não termos tido o mesmo retorno de seus comentaristas, voce não consiguirá criar o mal-estar pretendido que tão gratuita e comicamente foi criado pelos comentários da Fy, por lá.”

                    Não entendi NADA. O que que tem a ver o Anarcoplyba com os nossos comentários? Desisto,nem quero entender.

                    Não me ofendo que me chame de querida(quando é sincero), mas acho estranho que me chame de querida, me mande bj e depois seja extremamente irônico comigo e com minhas perguntas. Se pergunto, é porque tenho dúvidas e gosto de aprender. Não tenho nenhuma pretensão de ser professora, intelectual em filosofia. Leio sobre isso simplesmente porque gosto. Minhas obrigações são com o direito penal, constitucional, financeiro, empresarial etc…

                    Vai me desculpar, mas trollar pra mim não é arte, mas sim idiotice de desocupado.

                    Bom, apesar de tudo o que tu citaste sobre humildade, ainda prefiro ela do que a arrogância.

                    Comment by Luisa — 30/10/2011 @ 2:34 PM

                  • Luisa,
                    Vamos entender melhor isto.
                    Vou fazer algumas correlações entre seus enunciados e com isto ressaltar nossas diferenças de opinião.

                    1-‘Bom, apesar de tudo o que tu citaste sobre humildade, ainda prefiro ela do que a arrogância.’
                    Luiza etc e tal…

                    2- “A Terapia Cognitiva serve como um aprendizado de reatribuição de significados. É a versatilidade do próprio pensamento sobre si, sobre os outros e sobre o mundo. ”
                    blog da Nina Taboada

                    3- ‘Agora estou com a esperança de me tornar uma pessoa,menos ansiosa, mais calma, mais serena, mais satisfeita com a vida, como um monge Budista’
                    Luisa etc e tal…

                    ———————————————————————————————-

                    – Perfeita candidata às TCCs e derivados.
                    Afirmei isto em vários comentários acima. Cada um de nós possui uma determinada tendência adaptativa.
                    Há os que buscam. Há os que aceitam.
                    Há os que transformam, há os que ‘reciclam’ e reutilizam.
                    Há os que significam.
                    Há os que ‘aprendem’ a ‘re’-atribuir significados.(e ainda pagam por isto). Nada contra, e também repeti isto em algum dos meus comentários: qualquer coisa que lhe faça bem é válida.
                    /
                    /

                    Quanto à sua busca pela ‘resignação’ de um monge budista, tão bem retratada pela diversidade de classes, dentro do panorama social indiano, terra natal do obeso Siddhartha Gautama , onde a população de pobres consegue ser maior do que a existente nos 26 países mais miseráveis da África, celebrando uma séria preocupação mundial, reservada à mentes que não se renderam à “re-atribuição de significados e nem à humildade”. Mentes com certeza ‘não-satisfatórias’.

                    Em Mil Platôs, Deleuze e Guattari , se não me falha, temos um excelente parágrafo sobre isto:

                    ‘Os psicanalistas ensinam a resignação infinita , são os últimos padres (não, haverá outros depois…) .

                    Acrescento: os últimos monges…os últimos políticos… aqueles que formatam sua mente oferecendo-lhe (e ensinando-lhe) ‘significados’… ‘satisfatórios’. Criando assim um tremendo rebanho, uma porção de ‘boas pessoas’.

                    Alguns filmes indicados:
                    Dogville do Lars Von Trier, Fita Branca do Michael Haneke e outros do gênero, que demonstram a ineficácia de se re-atribuir significados . Nem mesmo: ‘atribuir”. hehehe
                    /
                    /
                    /

                    – Estamos aqui para des-cobrir o mundo, e não cobri-lo com camadas de significado (Ingold, 2000: 208). –
                    /
                    /
                    /

                    Em seus parágrafos nítidamente nota-se uma deplorável inversão, Luisa: a significância substituiu a interpretação, o significante substituiu o significado.
                    Fazendo uma analogia talvez mais holística, eu acredito que será preciso renovar estes e mais uma penca de paradigmas diante das últimas manifestações de protesto ao redor do mundo.

                    Me parece que as pessoas estão reinvidicando seus direitos de significação.
                    /
                    /
                    /

                    4- ‘ Não entendi NADA. O que que tem a ver o Anarcoplyba com os nossos comentários? Desisto,nem quero entender.’
                    Luisa etc e tal…

                    hehe, não é a primeira vez que leio isto. Veja como a Originalidade é imprescindível, Luisa.
                    A tal ‘re’-atribuição é seu feroz carrasco .

                    5- ‘Minhas obrigações são com o direito penal, constitucional, financeiro, empresarial etc…’
                    Luisa etc e tal…

                    uma questão de diversidade cultural.

                    Bom domingo,
                    beijo a todos
                    tio Guz

                    Com este devem somar uns 16 a 20 endereços diferentes de email. Parabéns. É assim mesmo que ‘não’ se sugere a trollagem .

                    Comment by Gustavo — 31/10/2011 @ 1:51 AM

                  • Gustavo, não gosto de usar o meu Email pessoal para fazer comentários em Blog.
                    Me diga o que que tem de mal nisso? Estou prejudicando alguém com isso? Qual é o problema?

                    Tu não me explicou o que tem a ver o Anarcoplyba com meus comentários.

                    “Em seus parágrafos nítidamente nota-se uma deplorável inversão, “. Nossa, obrigado pelo deplorável.

                    Comment by Luisa — 31/10/2011 @ 2:21 AM

              • Luisa, voce é divertida!

                Este reply está deslocado, mas talvez voce leia.
                Existe uma frase deveras sábia que diz assim: Sou responsável pelo que digo, não sou responsável pelo que voce entende.

                Pelo visto este nosso diálogo está sendo um programão de domingo pra quem não tem o que fazer. Mas já não está mais me entretendo e acredito que a ninguem por aqui.
                Consulte sua terapeuta, desenvolva suas dúvidas e problemas com ela, discuta suas preferências nos blogs com os quais melhor se identificou e adora. Diante da profundidade dos temas mencionados por voce, percebi que não há ninguem ou lugar mais indicado.

                Desta forma encerro a brincadeira por aqui.

                Quanto ao ‘Tu não me explicou o que tem a ver o Anarcoplyba com meus comentários’, eu lamento pela pergunta . Mas deve existir resposta na tal TCC. Procure… ou melhor, procurem… é um bom conselho.

                beijo a todos
                tio Guz

                Comment by Gustavo — 31/10/2011 @ 11:02 AM

                • Guz, foi realmente um baita domingo. Passei o dia estudando Processo Penal (tenho prova amanhã) e respondendo teus comentários.

                  “Quanto ao ‘Tu não me explicou o que tem a ver o Anarcoplyba com meus comentários’, eu lamento pela pergunta . Mas deve existir resposta na tal TCC. Procure… ou melhor, procurem… é um bom conselho.” Não lamente, certamente isso tudo deve ser uma grande bobagem.

                  Guz, só te peço uma coisa: Se algum familiar teu, ou amigo, vizinho, colega de trabalho, um dia, estiver com algum transtorno de ansiedade ( depressão, síndrome do pânico, fobia social, agarofobia), por favor, o mande para um psiquiatra, peça para fazer um tratamento, peça para tomar algum ansiolítico, algum antidepressivo. Não o mande para casa para ler Friedrich Nietzsche, Gilles Deleuze …. nesses casos não vai funcionar, ele não vai melhorar. Depois de curado, seria ótimo que mergulhasse no mundo das idéias, na deliciosa filosofia.
                  Guz, tu és um adorável irônico🙂

                  Ps. Fy, desculpa, desculpa. Bj

                  Comment by Luisa — 31/10/2011 @ 12:27 PM

    • ” Considere, não suas fraquezas, quando analizá-las, mas as possíveis fraquezas alheias.”

      Gus, não entendi o que tu quis dizer aqui. O certo não seria eu perceber minhas próprias fraquezas e, assim, tentar melhorar? Por que tenho que analisar a fraqueza do outro?
      Bj

      Comment by Luisa — 25/10/2011 @ 7:47 AM

  8. ‘Gus, não entendi o que tu quis dizer aqui.

    O certo não seria eu perceber minhas próprias fraquezas e, assim, tentar melhorar?’

    Claro que sim Luísa. E voce vai percebê-las pela vida afora.
    Mas estamos falando de Psicanálise, não estamos?

    ‘ Por que tenho que analisar a fraqueza do outro?’

    Uma resposta só, para as duas perguntas:

    Eu acredito que seja impossível parar derepente e fazer um levantamento preciso de nossas fraquezas, Luísa.
    Porque creio que elas surjam a medida que nos descobrimos realizando nossos planos ou trajetos em direção a algo que ansiamos.

    Seria incômodo, ou sem cabimento, carregarmos um ‘avaliador’ contínuamente envolvido em nossos anseios e portanto capaz de apontar nossas fraquezas ou receios antes que a propria vida nos mostre-os. Pior ainda, ou mais perigoso seria contar com um ‘avaliador’ que nos definisse. Ou definisse nossa capacidade de superá-los ou não.

    Em contra partida, vivendo-os na medida em que as experiências no-los apontem, teremos a única verdadeira chance de superá-los.

    O que eu quis dizer, é que quando partimos para a realização de nossos ideais, e acredito que o que chamamos de felicidade esteja distribuido em diversos deles, devemos observar com bastante atenção a fraqueza alheia. Isto porque muitas vezes tentamos a cooperação de terceiros que, absolutamente não possuem o potencial agregador de que necessitamos.

    E, incapazes de compreender isto, nos frustramos e em consequência, frustramos nossos ideais.

    A não ser que ainda exista em terapia aquela teoria do ‘voce se basta’ ou outro absurdo como ‘transforme-se e transformará o mundo’,tipo ‘vire uma banana e o mundo se tornará uma bananeira’, chargões deste tipo, que promoveram o Segredo, por exemplo.

    Claro que a vida impõe o contínuo conhecimento de si mesmo. E claro que isto só é possível quando se desenvolve a ‘atenção’. Mas tão imprescindível quanto desenvolver a ‘atenção’ sobre si mesmo é desenvolvê-la sobre o ‘outro’ que contínuamente está envolvido em nossas diversas buscas e empreendimentos.Isto ajuda muito a não nos frustarmos, não frustarmos nossos ideais e não frustarmos o ‘outro’,inclusive.

    beijo a todos
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 25/10/2011 @ 10:40 AM

    • Perfeito, agora eu entendi!

      Comment by Luisa — 25/10/2011 @ 10:51 AM

    • êba Gustavo, gostei do teu papo com a Luisa.
      Mas voce não está falando dos limites do outro, aí no caso ?

      abração. Gabriel

      Comment by Gabriel — 25/10/2011 @ 11:08 AM

      • Oi Gab! Aloha!

        Não, eu não estava falando sobre limites. Mas sua lembrança é relevante.
        Não sei se minha resposta ‘viciada’ em um aprendizado contínuo sobre superação de limites devido à Biologia e a Arqueologia,no eterno swing com a Arqueologia, que já já comemorarão bodas de prata em minha vida, será pertinente às intrínsicas complexidades de sua pergunta.
        Penso que limites tem que ser respeitados.
        Também penso em fatores como: formas de linguagem, engenhosidade e inteligência , que nos classificam como ‘humanos’ e que nos levam a superá-los.
        E isto torna difícel responder sem ser parcial.

        Limites talvez não definam sua dúvida.

        Que tal ‘diferenças’?

        tio Guz

        Comment by Gustavo — 26/10/2011 @ 6:23 AM

        • Gab, me perdoe pela distração:
          onde escreví: …devido à Biologia e a Arqueologia,no eterno swing com a Arqueologia, que já já comemorarão bodas de prata em minha vida,
          leia-se:…devido à Biologia e a Arqueologia,no eterno swing com a Antropologia, que já já comemorarão bodas de prata em minha vida,

          Tô ficando véio.

          Abraço
          tio Guz

          Comment by Gustavo — 28/10/2011 @ 2:23 AM

  9. But remember this, for that moment when you are making love with a woman of true greatness you will feel immortal.

    great!!!! Hemingway!

    Comment by duk@ — 25/10/2011 @ 11:17 AM

  10. great!!!! Hemingway!

    New religion, amigo, new religion!

    Comment by TocaYo — 25/10/2011 @ 11:19 AM

  11. BEIJO
    Marianne

    Comment by Marianne — 26/10/2011 @ 6:04 AM

  12. Fy, se tu tiveres tempo, poderia fazer a gentileza de dar a tua opinião sobre esse mundo da psicologia, da psiquiatria, da psicanálise, das terapias?

    Tu pensas como o Gustavo?
    Bj

    Comment by Luisa — 01/11/2011 @ 9:58 AM

  13. Oi Luisa,

    Claro, que sim.
    Mas antes, eu acho q vc pulou muita coisa nos comentários do Gustavo. Em tudo o q ele te disse, por diversas vzs eu lí que seja lá o q for q esteja te fazendo bem, go ahead!
    Independente da minha opinião sobre isto ou aquilo,[ que está espalhada pelo blog inteiro ], se vc me disser q pular 7 ondas exorciza ou melhora sua ansiedade, eu vou achar incrível.

    Eu comecei este post ondeando nas diferenças, qdo escreví: cada um : cada um .

    Quanto ao Gustavo, eu nem poderia pensar como ele, mas estou a caminho, hahaha, porque é uma das pessoas mais inteligentes e incríveis que eu já conhecí.E o mais importante, Luisa, ele vive muito bem. E eu acho que é isto que me atrai nas pessoas: o viver bem.

    O Tocayo, uma vez escreveu uma frase aqui, q eu nunca mais esqueci. Vou buscar e coloco no próximo comment, tá bem ?

    Comment by Fy — 01/11/2011 @ 12:43 PM

    • táqui:

      Existe um other side, importante, também existente neste tema, e que é o “NOSSO ” olhar.

      Este mesmo aí, que como texto explicou tão bem, identifica, desidentifica, significa ou resignifica. O “nosso olhar” talvez seja uma das razões mais poderosas, além de identificar o mundo através da sua singularidade.

      O olhar acaricia as coisas, se detém sobre elas, perambula, ondeia, exclui, liberta, escorrega entre seus espaços, e delas, (pensa comigo) se apropria.

      É neste “nosso olhar” o lugar onde elas permanecem vivas, livres. O “nosso olhar” reclama para si os direitos de autor e, caraca, OS TEM.

      Justamente por possuir estes direitos que constituem juntos o direito máximo que é significar, o “meu olhar” estabelece o ritmo do meu existir.
      E do existir do mundo.

      E é o convite único pra sair de mim, ir em busca do você, do que há ou não há, do que ele pode ou não, através de seu alcance, refletir e vivificar, aqui, no continente da minha individualidade.

      Todos estes significados que “o olhar do outro” define em qualquer arte, transferem, neste texto um poder inigualável pra o “nosso olhar”.

      E é só no sentido que este “meu olhar” confere ao mundo que posso me reconhecer.

      Do desespero ao abraço de fogo, sister, do anjo ao demônio, de dionísios à torquemadas, cada um escorrega nesta vida a onda do próprio olhar.

      TocaYo

      Não é por aí?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 01/11/2011 @ 12:50 PM

      • Não conheço o Guz, mas também o acho muito inteligente (vou confessar: ele é meu comentarista favorito😉. Mas, como tu mesmo falaste, se a terapia está me fazendo bem, então continue. Gosto de ir bater um papo com a psicóloga hahhaha.

        “Não é por aí?” Com certeza.

        “E é só no sentido que este “meu olhar” confere ao mundo que posso me reconhecer.”

        Que Lindo!

        Bj

        Comment by Luisa — 01/11/2011 @ 1:10 PM

    • .”E o mais importante, Luisa, ele vive muito bem. E eu acho que é isto que me atrai nas pessoas: o viver bem.”

      Fy, pra ti o que é viver bem? Existiria um viver bem universal ou cada um, cada um?

      Comment by Luisa — 01/11/2011 @ 1:28 PM

      • Luisa,

        Acabei de sair do Anarco e ler suas perguntas no formspring.
        As respostas dele não foram suficientes?

        ———-

        Vc concorda que ler e entender Friedrich Nietzsche ,Gilles Deleuze,Michel Foucault é mais proveitoso que Terapia? Acha também que os terapeutas querem moldar nossos pensamento?

        + follow
        ask a ? Paulo Tarso R. de C. Vasconcellos anarcoplayba
        Não concordo.

        Isso é um dos mitos mais estúpidos da humanidade: a idéia de que pensar resolve sentimentos.

        Felicidade vem da integração do que se pensa com o que se sente.

        Agora vc me pergunta se os terapeutas querem moldar nossos pensamentos…

        Bom, inicialmente, eu diria que bons terapeutas não fazem isso, eles apenas mostram a razão por trás das suas razões.

        Mas isso não responde, porque sempre vão existir maus terapeutas, que simplesmente falam que isso é certo, aquilo errado, e que você tem que sentir X.

        Eu diria, por outro lado, que todo mundo quer moldar seus pensamentos. Get used to it.

        Mas no fim, eu só te pergunto uma coisa: tudo isso é medo? Você é tão inseguro(a) da sua personalidade que tem medo que as pessoas fiquem te moldando?

        Ou pior: tem tanto medo de não se segurar que tem medo de abandonar sua zona de conforto?

        Que coisa feia, anonyma…

        —————————————-

        Não resolve. Você pode ler Nietzsche, Deleuze, Foucault, Sartre, Kant e mais quem pirocas voadoras vc quiser, a única coisa que vc vai conseguir é ser uma pessoa muito inteligente frustrada.

        Eu não tenho formspring…. e nem meu blog é qualquer coisa parecida, tá bem?

        Mas vou te responder esta pergunta do meu jeito, até pq vc fez ela aqui tb.

        Pessoas inteligentes raramente são frustradas.

        Quando acontece, na maioria das vzs é por motivos que superam sua capacidade. Não é difícel imaginar quais.

        Pensar é a tremenda e única forma de ser e realizar. Em todo o processo de criação de um pensamento que começou como idéia, com alguma imagem mental, até sua manifestação neste mundo material, entrou em jogo essa função: a de Pensar.

        Adquirir matéria prima que alimente este processo, que o enriqueça, que lhe permita maior liberdade e elasticidade, só não faz falta a quem não sabe muito bem o que significa Pensar.

        Atributo que não só nos identifica como humanos mas nos confere a grandiosidade de sermos livres.

        Mas sem dúvida, pensam melhor aqueles a quem chamamos: inteligentes.

        Estes , vem transformando o mundo, mantendo-o, e ‘nos’ garantindo.

        Nietzsche, Deleuze, Foucault, Sartre, Kant e mais quem pirocas voadoras vc quiser…

        Imagine então, se , pudermos entender estes cérebros como pirocas voadoras, o que responder a vc sobre ‘ninas taboadas’ ?

        Vc ouviu isto por aqui? Ou qq coisa assim?

        ah… acredito q não.

        Ouça, tenho inúmeros posts sobre psicologia aqui no Wind. Mas, como já te falei: não tenho formspring.

        Se aqui eu te disse claramente que não acredito em personal-training resignificando meus pensamentos ou emoções é pq acredito nelas, e tenho , além de pretender ter cada vez mais, a habilidade de pensar por mim mesma e de buscar cada vez mais o q me permita fazê-lo, e de tomar as decisões sobre em que acreditar e o que fazer, de forma racional, confiável e responsável.Sem esquecer também a habilidade de questionar ideias e opiniões, minhas e de terceiros, de forma objetiva; descobrir em que fatos, suposições, crenças ou preconceitos elas se baseiam; avaliar as fontes e as qualificações de quem opina; avaliar as conseqüências de adotar ou não essas ideias e opiniões.

        E, no MEU entender a única fonte em q minha inteligência realmente terá chances de se enriquecer e se diversificar é o Conhecimento.

        O Gustavo foi brilhante na resposta em que enumerou as qualificações de um profissional que se proponha a lidar com mentes, bem lá em cima, voce deve ter lido.
        Eu poderia enumerar mais uma porção. Vc tem idéia do q buscou Jung pra “ousar” um enunciado ? Ou em q fontes mergulharam qq um dos pensadores citados acima ?
        Com certeza… não eram inseguros. Tanto q, não me consta q tenham se frustrado no que elaboraram.
        E só o Conhecimento, amplo e diversificado oferece material necessário a um processo de avaliação da validade dos argumentos que apóiam uma opinião, uma atitude,uma postura.

        A falta dele sim permite às pessoas uma “crise” ou “curto-circuito’ na hora de opinar ou emitir ‘avaliações’.

        Mais um engano…, na Minha opinião: é óbvio que somos seres moldáveis.

        Não existem personalidades que nasçam ou “surjam” prontas, absolutas e rígidas.

        E agora sim poderemos enfatizar os inteligentes.

        Estes, buscam o tal Conhecimento ‘amplo, diversificado, des-limitado’ como a fonte capaz de lhes desenvolver a mais poderosa e mágica alternativa humana: o Discernimento.

        Felicidade vem da integração do que se pensa com o que se sente. > isto é tão óbvio quanto é óbvio, à partir desta afirmação , que Pensar é um dos componentes indispensáveis à felicidade…. penso …

        bons terapeutas não fazem isso, eles apenas mostram a razão por trás das suas razões. > ah… Anarco… isto é bíblico ! e é um perigo. Eu chamaria de “indução” , “treinamento”…. – acho que até de “adivinhação” em circunstâncias não menos perigosas. *** Fy

        Quanto à Filosofia:

        Voce tem idéia do que significa Filosofia? Claro que já ouviu que Filosofia significa amor ao Conhecimento.
        Se alguem “é” alguma coisa , como pode se desfazer da Filosofia?

        Na verdade, Filosofia é a decisão [ ou “poder” ter a decisão] de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido.
        É ter ski na neve. É difícel… caminhar na neve, descalça ou de tenis. No mínimo… é mais sofrido.

        Até pra ter fé, my friend, é preciso ter… conhecimento. Pelo menos algum… Caso contrário, reza-se ou trata-se pra e com rinocerontes… diria Dalí. O q tb deve ter validade, não discuto.

        Agora, eu insisto em minha primeira posição: cada um é um. E a avaliação de seus próprios resultados também é única.

        Por isto, Luisa e cia, eu prefiro que vc/s busque/m suas respostas em algum outro lugar. Talvez combine melhor com o q vc realmente deseja saber.

        Aqui… as pessoas falam sobre: Nietzsche, Deleuze, Foucault, Sartre, Kant etc e bastante talz. … ah… tudo frustrado…. tudinho. Não vai te fazer bem. penso. Não é o fast-food mais recomendável. Não vende fórmulas … nem receitas… e nem oráculos…

        Como eu disse antes e repito: cada um de nós é cada um de nós.

        Fy

        Comment by Fy — 01/11/2011 @ 3:02 PM

        • Ah… esqueci … também não se vende sapatos…. aqui no WIND … o blog da Fy.

          Comment by Fy — 01/11/2011 @ 3:28 PM

          • Fy, primeiro lugar, apenas EU faço perguntas e comentários no teu blog. Não existe Cia. Se tu pensares assim, ficando ofendida com “nós”, estará sendo injusta com outras pessoas. Não entendi porque tu te ofendeste com meus comentários.

            Vou ser muito sincera. Anos atrás eu odiava filosofia(matava aula no colégio), sociologia, achava que era bla, bla, bla e que na prática e na vida isso não interferia em nada. Hoje eu gosto, fico em cantada com tudo que leio, mesmo que muitas vezes não entenda nada, principalmente Nietzsche. Aliás tive a arrogância de querer discutir com o Guz sobre isso.

            Em relação ao Anarco, gosto do blog dele, acho ele inteligente, divertido. Da mesma forma que gosto muito do teu blog. Como não tenho conhecimento suficiente, atuo como uma juíza: ouço as partes ( anarco & fy), e tiro minhas conclusões; aliás, ás vezes não chego á conclusão alguma. Pensando melhor sobre a resposta do Anarco, cheguei a conclusão que não é possível separar emoção de pensamento. Não sei, pra mim, o sentimento é consequência de um pensamento.

            Sei que teu Blog não é FS, então desculpa não farei mais perguntas. Nem comentários.

            Comment by Luisa — 02/11/2011 @ 2:03 AM

  14. Luisa, voce não gosta nem daqui e nem de lá.
    Injusta e anti-ética foi sua colocação. Mas…
    Se gostasse, ou apreciasse, que é o termo mais correto, “leria” ambos e capricharia melhor nas observações com as quais criou este mal-estar.

    Fy, eu acho que daqui pra frente qualquer argumento com o qual possamos dar continuidade a esta discussão torna-se inútil.
    Justamente baseando-se na frase do Anarco em relação à pirocas voadoras é que se desenvolveu esta discussão. – huahuahua, é um pensamento que reduz a Filosofia ou grandes pensadores a meros idiotas, isto porque grandes pensadores de qualquer área são exímios propagadores de fantásticas Filosofias, vou até citar como exemplo nossas recentes grandes perdas : Steve Jobs e James Hillman.

    Sim, porque esta discussão ou estes comentários, só poderiam se desenvolver numa completa ignorância da Ética, o que, como sabemos, é uma das filhas diletas da Filosofia.

    E, diante da apreciação da Luísa ora aqui, ora alí, , constata-se outro fator que também originou esta discussão : a Cultura do Facilitismo .
    Nada menos original do que comprar razões que justifiquem ou expliquem nossas razões, e claro, sem ignorar uma boa pesquisa de mercado, como prega o manual do bom consumidor.

    Buscá-las, nem sempre é tão simples, diante de uma melhor compreensão filosófica e mesmo orgânica. Mas, é uma escolha. E em tempo algum, por aqui, qualquer uma delas (escolhas) foi tratada com desmerecimento, mesmo depois de voce ter todos os seus comentários desmerecidos e escarnecidos no blog do Anarco. Aliás, voce se saiu muito bem, se me permite.

    Como a maioria por aqui se interessa mais pela compreensão e sua versatilidade contínua, acreditando em sua prolífera criatividade e evoluções, devemos ser frustrados. Embora não saibamos bem o que significa ‘sermos frustrados’ nesta explicação que a Luisa ‘adorou’.

    Mas, é bom lembrar que sermos frustrados não nos incomoda, talvez nos estimule. E isto parece mais um fator de diversidade, talvez, cultural.

    Outro fator relevante, Luisa, mesmo que tenhamos perguntas, (todos temos), ou sejamos questionados, não temos a menor pretensão de oferecer respostas. Muito menos a pretensão de tê-las em pronta entrega, ou julgá-las ou sermos julgados. Ao contrário. Tal posicionamento caminharia inversamente ao que a Filosofia do Windmills apresenta desde o seu início, caso voce se desse ao prazer de ‘lê-lo”. Bom, eu considero um prazer, caso contrário não estaria aqui. ( Lógica, tambem em Filosofia.)

    E, filosofando com prazer, sem nenhum restício de humildade e com total porem despretenciosa propriedade, eu diria que o Facilitismo no Varejo, diz unicamente respeito à cômoda apropriação das soluções na dominação maquinal do espaço.

    Não é o que aqui nos interessa, o Homem possui uma enorme capacidade e força psíquica que está para muito para além de toda a Inteligência, ou de ‘razões’ por detrás de razões, tal como o – grande – ‘filósofo’ Henri Bergson (1859-1941) no seu livro A EVOLUÇÃO CRIADORA nos demonstra.

    Ele nos lembra que essa «força da natureza» que existe em nós, é completamente livre, sutil e imponderável.
    E muito menos poderá ser quantificável, ou localizavel, exatamente porque está fora do âmbito de qualquer domínio mecanicista.
    É que essa «força da natureza» em sua Evolução Criadora sempre esteve ao nosso dispor para um novo e futuro : compreensível, em tudo o que é relativo ao Humano, à sua Natureza e em seu respectivo aperfeiçoamento da vida em Devir, numa evolução que é criadora, enquanto eleonomia ou vivificadora de um impulso inalterável e vital em si mesmo.

    ( isto significa que também não há razões estáticas que possam ser ‘localizadas’ . A cada vez que seu mapeamento for efetuado, terão diferentes características. Causas e consequências são processos em constante mutação, caso contrário todos iríamos periódicamente à mais próxima Fábrica e Oficina de Brinquedos.)

    Também lamento que a Luisa não tenha lido o post. Mas caso o tenha feito, como entendê-lo? Está repleto de filósofos, pensadores questionadores e ‘buscadores’ famosos? …gente que transformou ideologias e jamais barganhou o preço de suas razões. Tambem um impasse de diversidade cultural.

    beijo a todos
    (tio Guz)

    Comment by Gustavo — 02/11/2011 @ 4:53 AM

    • “Luisa, voce não gosta nem daqui e nem de lá.
      Injusta e anti-ética foi sua colocação. Mas…
      Se gostasse, ou apreciasse, que é o termo mais correto, “leria” ambos e capricharia melhor nas observações com as quais criou este mal-estar.”

      Eu gosto SIM. Tu sabes o que passa no meu coração e na minha cabeça? Se escrevi um monte de bobagem, me desculpa, não foi com a intenção de criar mal-estar.
      Por favor, pára de lamentar, pois Eu leio sempre os posts da Fy.

      “E em tempo algum, por aqui, qualquer uma delas (escolhas) foi tratada com desmerecimento, mesmo depois de voce ter todos os seus comentários desmerecidos e escarnecidos no blog do Anarco.”
      Gustavo, eu nem fiz comentário no blog do Anarco.

      Bom, chega. Só não tenha a pretensão de dizer o que eu gosto ou não, Dr. Gustavo.

      Comment by Luisa — 02/11/2011 @ 5:20 AM

    • Perdão, só mais uma coisa:

      As pessoas pesam de forma diferente, vivem de forma diferente. Não acredito que ninguém seja o dono total da verdade..

      Deixa o Anarco falar em pirocas voadoras hahah (ele é uma figura). O importante é que observo que o Anarco tanto fazendo comentário aqui, como recebendo a Fy lá sempre a trata com muito respeito. Nunca li nenhum comentário do Anarco, no qual ele desmerecesse, ofendesse, ironizasse qualquer comentário da FY.

      Comment by Luisa — 02/11/2011 @ 5:35 AM

  15. Luisa, quem fez comentários e os teve desmerecidos e escarnecidos foi a Fy. Leia novamente, voce não compreendeu.

    Bom, chega. Só não tenha a pretensão de dizer o que eu gosto ou não, Dr. Gustavo.

    Não é um caso de pretensão, é uma questão de leitura. Voce escreveu isto, aqui e lá. Como, no caso, os dois enunciamentos foram antagônicos, um obrigatóriamente excluiria o outro. Talvez seja o caso de Pensar. (…) ou algum outro antagonismo qualquer.

    tio Guz

    Comment by Gustavo — 02/11/2011 @ 5:39 AM

  16. “O importante é que observo que o Anarco tanto fazendo comentário aqui, como recebendo a Fy lá sempre a trata com muito respeito.”

    Eu não imagino o porque de um possível contrário.

    Caso isto fosse algo surpreendente , ou o desagradasse , eu jamais teria escrito alguma coisa em seu espaço.

    Pelo contrário , até então , não só suas opiniões e comentários foram prazeirozamente respeitados por aqui , como diversos de seus posts já ilustraram o Wind .

    Estranhamente , isto agride algumas pessoas , capacitadissimas , que comentam por lá . Que além de extremamente capazes e diversificadamente cultas ,eu diria até: “impressionantemente” cultas, também o são em algum tipo de educação e gentileza alienígena. “Inteligenciam” por códigos: “. . .” .

    Stunning people… sister / they have a highly refined type of education that you do not find between us, common people, the common and frustrated citizens, as we : ‘ordinary people ‘ . You Know ?

    sad…. so sad!

    to the next!

    Fy

    Comment by Fy — 02/11/2011 @ 7:08 AM

    • “Buscá-las, nem sempre é tão simples, diante de uma melhor compreensão filosófica e mesmo orgânica. Mas, é uma escolha. E em tempo algum, por aqui, qualquer uma delas (escolhas) foi tratada com desmerecimento, mesmo depois de voce ter todos os seus comentários desmerecidos e escarnecidos no blog do Anarco. Aliás, voce se saiu muito bem, se me permite.”

      Então porque o Guz disse isso?

      Comment by Luisa — 02/11/2011 @ 10:20 AM

    • “Ah… esqueci … também não se vende sapatos…. aqui no WIND … o blog da Fy.”

      Agora lembrei desse episódio lá no Anarco. Desculpa, posso estar sendo muito ingênua ou burra, mas acho que tu interpretaste mal a Nina.
      Tenho a impressão que teus comentários são muito respeitados por todos que comentam por lá, Não teria porque ser diferente.

      Comment by Luisa — 02/11/2011 @ 10:34 AM


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