windmills by fy

16/04/2012

Mind X Body ? … – I –

Filed under: Uncategorized — Fy @ 2:19 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há muito tempo discute-se o pensamento : seus prolegômenos , suas formas e funções ,

seus princípios e orientações , suas geografias e territorialidades , suas organizações e

fundações .

 

 

Muitas imagens remetem a um pensamento como estrato , imobilidade ,

doutrina .

O presente artigo tem como objetivo experimentar um pensar livre , leve , alegre

e afirmativo , colocando para dançar todo o corpo adestrado , educado e enrijecido pelo

sensório motor – etc …

 

 

Uma subversão em torno do pensamento da representação , –  da imagem

dogmática do pensamento .

 

 

Busco tratar aqui do pensamento de Nietzsche e Deleuze ,

dos desdobramentos feitos por Badiou e das reflexões de Mallarmé e Valery a respeito

de um pensamento-dança .

 

 

Trata-se , pois , de um pensamento que vem se apresentar sob

a forma de dança e que faz viver o corpo em pensamento .

 

 

De um pensamento-dança que

se encontra na fluidez dos movimentos .

 

 

Dançar o corpo , o pensamento , a escrita .

Dançar a vida .

Um pensamento corporal e dançante escapa a rigidez do pensamento estratificado ,

linear , arbóreo .

 

 

 

Ah… – Feito de pausas , ritmos , imagens , silêncios , gestos , vozes , –  pensamento que se ex-pe-ri-men-ta .

 

 

A cada passo , um novo pensamento .

A cada gesto , uma nova imagem .

E . . .  no entrelaçamento entre a dança , o corpo e a escrita , o pensamento se desnaturaliza .

 

 

A escrita possui um corpo , este corpo dança , este corpo que dança pensa , aquilo que pensa é um corpo ,

. . .  a vida dança .

 

 

A própria variação posta em variação produz outros sentidos , expondo

o conceito à sua própria exterioridade , variando no seu outro , na relação com algum

paradoxo , alguma imagem , alguma cintilação .

 

 

São corpos-pensamentos que se lançam para fora da gravidade

e vão criar linhas de fuga para liberar-se da forma .

 

 

Misturam- se ,

movimentam-se ,

relacionam-se ,

são afetados por ações e paixões ,

são interceptados por fluxo .

Nessa possibilidade de pensamento , criam-se espaços , inventam-se planos ,

perfuram-se certas espacialidades .

 

 

Explicar uma coisa é quase deformá-la ou estratificá-la e muito pouco tem a ver com o pensar.

Pensar é substituir o arbitrário ao desconhecimento verdadeiro .

 

Contrariamente a toda ontologia metafísica baseada no pensamento da representação ,

podemos pensar com Nietzsche e Deleuze , que o pensamento é da ordem da Vida ,

sendo , portanto somente :  movimento .

 

 

 

O objeto do pensamento para Nietzsche  – 1998 –  é o sentido e o valor

e  não a verdade .

O sentido e o valor não se opõem ao erro , mas à tolice , à besteira , à baixeza .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Nesse sentido , pensar  para Nietzsche não é ver objetos no mundo ou fenômenos neutros ,

mas ver o objeto ou o fenômeno como sintomas das forças que geram esse efeito ,

já que é na relação de forças que o sentido emerge .

 

 

Então quem dá o valor é o criador de valores ,

pois , ele cria modos de viver e maneiras de pensar .

 

 

Nietzsche descreve  em Zaratustra a metamorfose do espírito que se transforma em camelo , leão e criança .

 

 

O espírito se torna camelo quando carrega os valores  “superiores”   

[ divinos ou humanos ] –

mas acaba no deserto e se torna leão .

O leão devora os valores superiores estabelecidos dizendo não a esses valores

e esse não libera o espírito [ mente ]  para criar ou inventar .

 

 

 

 

                                                               O espírito torna-se então criança , – “ inocência ,

                                                – é a criança e esquecimento ; – um novo começo , um jogo ,

                         uma roda que gira por si mesma , um movimento inicial , um sagrado dizer  SIM ”

                                                                                  – NIETZSCHE , 2006 , p. 53 – 

 

 

 

 

A metamorfose é um meio para liberar o corpo , o

pensamento e os devires , para a transvaloração de todos os valores .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste trecho, parafraseando Pelbart em seu prefàcio à  Maura Baiocchi , 

e explorando ao máximo a metáfora da dança nesta idéia de um corpo-pensamento

e que invoca o sentido do múltiplo :

corpo-mente ,   nas suas relações com a dança , com o ritual , com a música ,

com a textualidade , com a corporeidade ,

com a materialidade  , com o cosmos , com a Vida , com a filosofia ,

percebemos uma tendência que nos atravessa e nos percorre em círculos concêntricos , 

esferas cada vez mais amplas ,  nos limites , na   não – totalidade .

 

 

 

 

 

 

 

Isso tem a vantagem de favorecer as conexões , a multiplicidade das dimensões ,

a heterogeneidade sempre em função de uma perspectiva prospectiva , propositiva .

 

 

 

 

 

 

O pensamento , assim ,  é a própria potência que gera sentidos

e valores como objeto do próprio pensamento .

 

 

Nietzsche  – 1998 –  falará também que o pensamento necessita de

uma faculdade do esquecimento sempre ativa , de uma consciência limpa da memória

de marcas , das impressões que a congelam , mantendo-a com seu frescor , sua pureza ,

sua leveza .

 

Seria , pois , impossível viver novas sensações , novas experimentações , novos

encontros com uma consciência invadida por marcas ,

pois as marcas viram filtros e toda a sensibilidade torna-se : codificada .

 

 

 

 Também em Deleuze  [ 1992 ]  podemos ver que o pensamento tem direções e

dimensões.

 

 

O pensamento se orienta antes de entrar em algum sistema , antes de inventar

teorias ou de se atrelar a alguma estrutura .

 

 

O pensamento, para Deleuze  – 1992 – , se dá numa pura exterioridade , num fora .

 

Fora de que ?

 

 

Fora da consciência , da subjetividade , da interioridade , fora do saber .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O pensamento é expressão , relação de forças e a força não precisa da forma .

Então é preciso encontrar as forças que levam a pensar , que forçam a pensar ,

que violentam o pensamento , pois é somente por uma coerção , de uma violência ,

de um encontro de forças que o pensamento pode pensar .

 

Se pensar é pensar fora do saber , então ,  pensar também é pensar fora do poder .

Respirar fora do saber , fora do poder é buscar uma maneira alegre de viver e uma forma

afirmativa de pensar .

Deleuze desejava levar o pensamento para o fora , devolver – lhe  a vida ,

o ar puro , tirá-lo do sedentarismo .  – [ e do mofismo …

                                                                                                                                 – DELEUZE  – 1992 –  

 

 

 

 

 

– a filosofia platônica é a origem do pensamento representacional , pois

em sua leitura encontramos  todos os elementos

que constituem o modelo da representação : a identidade existente entre a cópia

e o modelo a ser copiado  – a imagem moral calcada no senso comum [ o modelo

é verdadeiro , pois idêntico a si próprio ] – e o exercício de re-cognição [ re-conhecer

aquilo que permanece idêntico a si próprio , ou seja , re-conhecer a  “ verdade ” . . .  ] .

 

 

 

 

 

 

 

 

 O pensamento sedentário é um pensamento arborescente ,

fixa raízes , fundamentos , desenvolve seus caules e suas folhas ,

seus frutos como valores estabelecidos .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pensamento-rizoma descentra o pensamento das faculdades que lhe são sempre associadas :

– razão , entendimento , imaginação .

No rizoma não existem senão linhas que fazem proliferar o pensamento em sua multiplicidade .

 

Então o pensamento é necessariamente nômade .

Não pensa coisas fixas , origens ou finalidades . Não precisa obedecer a uma imagem para poder pensar .

É nesse sentido que pensar é sempre da ordem do impensado  – DELEUZE –  1992-  .   

 

 

 Subtraído de toda a preexistência de um saber , da nudez de conceitos ,

de ornamentos , o pensamento então . . .

 

ah  . . .   . . . pode . . .  pensar .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hy , everyone! I’m sorry but I’m In the midst of a very busy month !!!

but I’m hope you can enjoy yourselves with this little one … [ in this raining Sunday ]

Thank’s Billy , to break this silence : repeat my friend : we love your songs !

Luciana , I’m going … – I’m looking for answers too.  – Come together !

Bjs

Fy

 

 

FONTES :

 

Peter Pál Pelbart

Paul Valéry  

Gilles Deleuze

Mallarmé

Angélica Vier Munhoz                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Professora do Centro Universitário UNIVATES/RS/BRA – Doutora em Educação pela UFRGS.

 Alessandro Carvalho Sales                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              Doutorando em Filosofia pela UFSCar e Bolsista da FAPESP .

 

 

43 Comments »

  1. Boa tarde Windmills, Fy

    Que delícia de post, Fy! Simplesmente encantador. E muito interessante o tal do pensamento dançarino. Estive pensando aqui com meu botões, e como já perdi o receio de estar falando besteiras, de tanto me sentir à vontade entre voces, eu me lembrei de tantos cientistas, de tantas descobertas, e imaginei o quanto estaríamos atrasados caso estas mentes brilhantes não soubessem dançar!
    Obrigado por uma leitura adorável e tão proveitosa. Mais uma vez, estou a dançar!
    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia — 16/04/2012 @ 9:29 AM

    • o quanto estaríamos atrasados caso estas mentes brilhantes não soubessem dançar!

      Oi querida Sofia !

      Eu adoro qdo vc fica “besteirenta” – hahahahaha – Não há nada mais brilhante do q qdo agente deixa a mente dançar ! Q venham as besteiras !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 2:17 AM

  2. E se eu quiser ser gato ?

    Numa floresta encantada,
    dentro da Lua gelada,
    havia um Peixe azul
    que rumou a sul
    pelo rio amarelo
    em cima dum cogumelo.
    Deslizou num dia cinzento
    à procura de alimento.
    Encontrou um morango preto
    que dormia num panfleto!
    O peixe ficou branco
    e deu um solavanco.
    Sentiu-se vermelho
    e olhou-se no espelho.
    Afinal era violeta
    e não era Peixe, mas Borboleta
    num sonho colorido,
    azul incompreendido.

    TWLWYTH

    “You may not control all the events that happen to you, but you can decide not to be reduced by them.”
    — Maya Angelou, Letter to My Daughter

    (peguei do seu tumblr) lindo post.
    obrigado
    Marianne
    BEIJO

    Comment by Marianne — 16/04/2012 @ 1:47 PM

    • Marianne, vou roubar pra mim.

      Me lembrou uns parágrafos da Suely Rolnick – q eu até vou usar no segmento do Mind&Body:

      « Quantos seres sou eu para buscar sempre do outro ser que
      me habita as realidades das contradições ? Quantas alegrias e dores
      meu corpo se abrindo como uma gigantesca couve-flor ofereceu ao
      outro ser que está secreto dentro de meu eu ? Dentro de minha
      barriga mora um pássaro , dentro do meu peito , um leão . Este
      passeia pra lá e pra cá incessantemente . A ave grasna , esperneia e é
      sacrificada . O ovo continua a envolvê-la , como mortalha , mas já é o
      começo do outro pássaro que nasce imediatamente após a morte .
      Nem chega a haver intervalo . É o festim da vida e da morte
      entrelaçadas . »

      Pássaros e leões nos habitam . – são nosso corpo – bicho .

      Corpo vibrátil , sensível aos efeitos da agitada movimentação
      dos fluxos ambientais que nos atravessam . Corpo-ovo , no qual
      germinam estados intensivos desconhecidos provocados
      pelas novas composições que os fluxos , passeando para cá e para lá ,
      vão fazendo e desfazendo .

      De tempos em tempos, avoluma-se a tal ponto a germinação
      que o corpo não consegue mais expressar-se em sua atual figura .

      É o desasossego :
      o bicho grasna, esperneia e acaba sendo sacrificado ;
      sua forma tornou-se mortalha .

      Se nos deixarmos tomar,
      é o começo de outro corpo que nasce imediatamente após a
      morte .

      Mas, pelo quê exatamente teríamos que nos deixarmos tomar ?

      Pela tensão entre a figura atual do corpo – bicho
      que insiste por força do hábito e os estados intensivos que nele se produzem irreversivelmente , exigindo a criação de uma nova figura .

      *- entenda-se morte : como transformação > ou ainda… permissão .

      Adorei ! –

      – Até voltei aqui pq isto me lembra o Istoirio… – acabei de colocar no Anarco : super texto q ele fez !

      bjs
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 4:13 AM

      • Istoirio, sempre Istoirio!

        Eu me lembro de já ter colocado este poeminha por aqui ou de ter copiado daqui.
        Marianne

        Comment by Marianne — 18/04/2012 @ 7:24 AM

    • Muito bom este texto da Suely R. e o da Marianne também.

      Mais uma da Suely: Trata-se de liberar a vida lá onde ela é prisioneira, ou de tentar fazê-lo num combate incerto.
      Gilles Deleuze e Félix Guattari – abraço e parabéns pela qualidade e apresentação, pra variar !

      Comment by Alexandre Golaiv — 19/04/2012 @ 5:48 AM

      • Hi Alexandre,

        ah… tb gosto dela. Ainda vou fazer um post sobre teatro, – mais um – só com ela .

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 20/04/2012 @ 6:02 AM

  3. “Três transformações do espírito vos menciono: como o espírito se muda em camelo, e o camelo em leão, e o leão, finalmente, em criança.”
    Friedrich Nietzsche

    Assim falou Zaratustra. A obra de Nietzsche me afasta do cotidiano. Transporto-me no tempo sem me importar muito com o espaço e vejo quando Zaratustra desce a montanha rumo às profundas inquietações de todos os seres. As transformações enunciadas em seu primeiro discurso me convencem da necessária metamorfose a que devemos nos submeter para vivermos de forma mais criativa, com mais desejo e força e sem tanta submissão aos “deveres” ou às verdades que não ousamos profanar com indagações.
    O espírito amadurecido percorre o deserto com o peso do seu estar no mundo. A perfeita representação do camelo – ruminante e decadente. Carregado de vivências e sem anseios de mudanças, o espírito permanece submisso à sua representação na sociedade. Um ser cansado e solitário num caminho desértico. Resignação e obediência.
    Tu deves…
    A existência do camelo possibilita a transformação em leão. O impulso e a coragem, expressos no querer pessoal em confronto com o dever coletivo, são características fundamentais para o novo espírito. Ser livre para apropriar-se do próprio deserto. A ferocidade do leão rasga o existente e com ímpeto rompe com os vínculos, mas não tem o poder da criação e se limita aos conhecidos desertos cotidianos.
    Eu quero…
    O espírito seria abatido pelo próprio desejo caso não se transformasse em criança. Eis a terceira metamorfose. O leão, após se libertar e apropriar da vida, torna-se uma criança e, com a inocência e o esquecimento, assume o jogo da recriação. Completo o ciclo de metamorfoses, o espírito livre é “uma roda que gira sobre si, um movimento, uma santa afirmação”.
    Eu sou…
    Apóio o livro na cabeceira enquanto aterrizo na realidade repleta de obrigações e noticiários. Novas metáforas brilham como perspectivas renovadas de céu sobre o deserto. Ainda não iniciei as metamorfoses necessárias a fim de compreender o eterno retorno e a necessidade de recomeçar com criatividade. Busco-me ainda leão…
    Baita post, Fy!
    Beijooooooo
    Adriana quase criança, chego lá!

    Comment by Adriana — 16/04/2012 @ 1:58 PM

    • Nossa Adriana, bonito mesmo !

      Sabe, quem já conseguiu se transformar de camelo em leão… – já sabe ser criança.

      – eu acho q é só deixar .

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 4:14 AM

  4. Excelente, Fy.Uma crítica sutil, um discurso declarado ao império dos simulacros. Parabéns pela apresentação. Muito legal mesmo.
    abraçoaê todos voces
    Andre

    Comment by Andre — 16/04/2012 @ 11:44 PM

    • – Hey YOU !

      Saudades – e volte sempre !

      bjs pra todos por aí ,

      té já
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 4:16 AM

  5. Bom Dia moçada, manhã nublada e chuvosa pra refrescar o calorão!
    Bom, Fy parabéns mil, surpreendente!Excelente, Fy.

    /

    Uma crítica sutil, um discurso declarado ao império dos simulacros. Parabéns pela apresentação. Muito legal mesmo.
    abraçoaê todos voces
    Andre

    /

    Bom dia aê, André, e sobre o imperio dos simulacros, mal da nossa época, e não só do ocidente não, isto é baboseira discursiva de paulista bundista, encarnando a caricatura do “sui-generes”reciclado.Recalcados durante tanto tempo pelo despotismo da pretensão e do
    absoluto, escapam de seu desterro,declaram sua rebelião e não cessam mais de se manifestar, grotescamente configurados segundo qualquer novo suporte televisivo , computacional, midiático… qualquer palhaço é colocado no lugar do uno-deus.
    Sob este ponto de vista, Platão enlouqueceria babando suas utopias doentias.

    Os mais desavisados pisam sobre cacos, restos de um espelho fraturado e se misturam à multidão de adictos da manjada droga Aleluia!
    Envoltos em uma gagueira mental condicionada parecem não saber lidar com a diferença e a multiplicidade incontornáveis, tão viciados que eram (ou são) à ordem do uno. As conseqüências são evidentes e se atualizam em fogs de toda espécie: niilismos profundos, radicalismos, o terrível vale-tudo.

    Recomendo o último post do Patrocínio, sobre a mediocridade.

    beijo a todos
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 17/04/2012 @ 12:09 AM

    • Sensacional o post do Marques ! – pra variar .

      Preciso ir lá, comentar ! aiaiai – eu e o tempo !

      Acabei de ler o último do Anarco : nosssssa : incrível tb ! !!!!!!

      As conseqüências são evidentes e se atualizam em fogs de toda espécie: niilismos profundos, radicalismos, o terrível vale-tudo.

      e primaveras…… transbordantes tb .

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 4:20 AM

  6. Aê, Gustavo, sei lá, pra mim, aqui na lida, huahuahaua. o calor tá igual pra pior.

    Bom, o post foi uma surpresa mesmo, mas de tudo o que conversamos ontem, minha opinião é que na real, o simulacro jamais existiu. É um estado de ser artificial e forçado. Nem a papagaida consegue ‘refazer o texto’, sai sempre com defeito, hahuhauhau…. Por mais que o sujeito-cópia se espreguice na repetição, tropeça na própria preguiça mental e dá uma bola fora do contexto.

    E às vezes, o fato de imitar não significa, nem de longe que o papagaio esteja sentindo aquilo, existem circunstâncias em que é obrigado a imitar, obedecer, emburrecer, etc Mas não significa que esteja condiconado. E outros que se esforçam pacas, capricham pra se tornarem acéfalos. Sem esquecer que o conformismo é uma preguiça oportuna.
    abriel

    Comment by Gabriel — 17/04/2012 @ 1:55 AM

    • Hi G-ab – hahahahaha

      ficou parecendo nome de terrorista !

      Sem esquecer que o conformismo é uma preguiça oportuna.

      ah, este é o post das frases.

      Claro q é !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 4:22 AM

  7. G-abriel

    Comment by Gabriel — 17/04/2012 @ 1:57 AM

    • Bela frase, G-abriel, eu tambem acho que cada um de nós exprime o mundo de um certo ponto de vista. Mas o ponto de vista é a própria diferença, a diferença interna , absoluta. Cada sujeito exprime, pois, um mundo absolutamente diferente e, sem dúvida, o mundo expresso não existe fora do sujeito que o exprime (o que chamamos de mundo exterior é apenas a projeção ilusória, o limite uniformizante de todos esses mundos expressos). Mas o mundo expresso não se confunde com o sujeito: dele se distingue exatamente como a essência se distingue da existência e inclusive de sua própria existência. Ele não existe fora do sujeito que o exprime, mas é expresso como a essência, não do próprio sujeito, mas do ‘ser’ (verbo existir), ou da ‘região do ‘ser’ (existir) que se revela ao sujeito .
      Exagerei na filosofada….
      Então fica a pergunta – de que modo é possível atingir esses mundos ou essências, através dos quais seria possível alcançar ou produzir verdades singulares, ou verdades pessoais?
      O véio Deleuze , aqui, lembrou do ‘estilo’….: por meio do estilo. Na opinião dele o estilo é o modo através do qual se traduz ou se interpreta os diferentes signos dos encontros.

      É o estilo de cada um que será responsável por selecionar as essências, e de uma forma completamente paradoxal: pois, se as essências são selecionadas de forma involuntária, significa dizer que de início desconhece-se o próprio estilo. Este ‘estilo’ será revelado, passo a passo, por meio das essências. O estilo seleciona as essências, mas estas por sua vez selecionam o estilo. E isto é o que tem de muito legal na filosofia do frances, na sua perspectiva perspectiva a busca da verdade é sempre objeto de um aprendizado involuntário. De início, há um desconhecimento do próprio estilo, das próprias verdades.

      São as essências, os mundos, os diversos pontos de vista que atravessam um sujeito e o singularizam que acabam por revelar o seu estilo.
      Um livro legal dele é o Proust e os Signos, aí sim, ele descreve outra imagem do pensamento competamente distante da imagem representacional: a da imanência ou do devir pensador.

      Ele nos mostra como este pensador-artista vai aos poucos se constituindo, ou seja, vai se individualizando através dos encontros experimentados em seu trajeto.

      E aí então vai ‘desenhando’ claramente, explicando que que a obra – artística, Filosófica, etc. e até mesmo a verdadeira ciência em suas mais variadas áreas dizem respeito, na verdade, ao viver.

      Quadros, escritos, esculturas, tecnologias, progressos, não passam de obras que exprimem o estilo de uma obra maior. O artista ou pensador filósofo é aquele que em seu viver inventa a própria vida e seu próprio estilo, que ‘descobre’ essências e verdades.
      Cria por meio do viver e de seu estilo, através dos encontros com os signos, seu modo singular de existir, mas só alcançado ao final de um longo trajeto de aprendizagem aberta e vivenciada na experiência do viver.

      xxxxxxxxxxxx

      Adriana, muito bacana teu comentário, volto mais tarde com Nietzsche.

      abraço pessoas,
      (tio) Renato

      Comment by Renato — 17/04/2012 @ 3:10 AM

  8. PLATÃO calcificado fundou a religião, nos seus primórdios?

    DELEUZE: detonando sistemas e deixando-nos nus como crianças no sem-ventre.

    NIETZSCHE explicando ciclos, tirando e pondo bases e enlouquecendo.

    Comment by Nayre — 17/04/2012 @ 2:57 AM

    • Platão, o Renato respondeu, e o calcificado foi perfeito , hahahahahah – não suporto Platão.

      Dá pra fazer um post novo com tua frase e o comment do Renato.

      DELEUZE: detonando sistemas e deixando-nos nus como crianças no sem-ventre.

      Deleuze é o filósofo do Desejo, bem inspirado por Nit e por Spinoza. E, sim, detona conceitos mas não no sentido de destruí-los , não – ele é contrário a isto. Ele mais que os reconstróe [ não sei se é com e ou com i …) , admitindo seus devires, deixando que eles inspirem novas idéias, novas interpretações e novos conceitos.

      Eu lí sua impressão sobre Nietzsche, eu sei como é, tb sinto isso em relação ao Platão.

      bj e faça desta visita um hábito !
      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 6:49 AM

  9. ah… to adorando isto !

    no final da tarde eu venho aqui !

    loucura de segunda!!!!!

    beijo e beijo for all .

    Fy

    Comment by Fy — 17/04/2012 @ 4:06 AM

  10. Oi Nayre, belo comentário também.

    Forte, frases fortes.

    Sobre Platão, concordo, e explico, Platão criou com suas idéias a Submissão .

    E uma submissão inteligente, pois submete o homem eternamente sem a possibilidade da libertação. Quando se cria um ideal inatingível, perfeito e, portanto metafísico e não real, cria-se a impossibilidade de atingí-lo. A busca por este estereótipo imaginado e irreal , fantasiado de Perfeição, eternamente tornará “imperfeita” e “insatisfatória” a condição do humano. E cria o estigma do Limite como condição do mesmo : humano:limitado.
    È mais do que natural que um sistema de poder, seja ele qual for, encontre seu mecanismo nesta máxima.

    O próprio budismo, é um sistema claramente igualador e niilista, exatamente como o cristianismo e suas várias correntes, incluindo o islamismo , monoteísta e semelhante ao cristianismo e judaísmo. O niilismo mais pérfido, que é o que nos submete à imperfeição diante do metafísico “mundo-Verdade” ou “verdade”. Daí o contraste entre são e insano , Niezsche e deus : a mim parece insano criar uma verdade inventada e torná-la absoluta , hehe . Mas, digamos que é inteligentemente mais “fácil” em termos de poder .

    Sim, os devaneios insanos de Platão foram esfomeadamente apropriados pelo cristianismo ou qualquer coisa assim, mas durante a idade média o mesmo também se ultilizou de Aristóteles, apavorados com a ascenção islâmica que baseava sua lógica e sua apresentação a partir dos conceitos de Aristóteles, que os europeus e o cristianismo desconheciam.
    Ou seja, durante a Idade Média, o cristianismo, já como instituição forte, assumiu o aristotelismo como instrumento de manutenção do poder. Ou seja, o cristianismo sobreviveu devido a sua arte de saber trocar de “roupa” em momentos determinantes da história, sabendo fazer a releitura da proposta de um suposto Jesus dentro de cada contexto .

    Deleuze.

    DELEUZE: detonando sistemas e deixando-nos nus como crianças no sem-ventre.

    “Cada uma das palavras de que se faz um drama, uma vez lançadas no tabuleiro de Deleuze, rodopiam e ganham um novo sentido ou evaporam alegremente em favor daquilo que pedia passagem e que cabe à filosofia experimentar a partir das forças do presente.”
    Peter Pál Pelbart.

    Perfeito. À la Nietzsche Deleuze nos despe totalmente. Nús e invadidos pela temida responsabilidade da liberdade do pensamento.
    Nos despe do “estabelecido”. E isto pode parecer desconfortável às mentes mecanizadas.
    Um cara que transforma um “truque” gramátical e discursivo como a “transcedência” em uma atividade natural que nos remete a um processo muscular, nervoso, sanguíneo, carnal e vivo, óbviamente nos deixa nús.
    Melhor: nos des-territorializa, como voce tão bem descreveu em “ no sem-ventre”. Isto: sem-ventre, sem fronteiras, sem territórios demarcados. Somos apenas e maravilhosamente:humanos.e a Humanidade é nossa origem e nosso lar.

    Quanto à Nietzsche eu sou da opinião que sempre foi louco.

    Maravilhosamente louco. Genialmente louco. Todos os que “se” permitem são considerados loucos. E Nietzsche jamais obstruiu sua genialidade.
    Nietzsche enlouqueceu por causa da sífilis avançada – naquela época não havia a industrialização do antibiótico. Mas querer ver na morte de Nietzsche uma comprovação de que pensar livremente leva à loucura é uma idiotice utilizável e comum.

    Um abraço, vou visitar teu bolg,
    (tio) Renato.

    Comment by Renato — 17/04/2012 @ 11:50 PM

    • Renato (tio)

      Não sei quem é Nietzsche. E ele me enlouquece porque não entendo seu espírito. Não vejo possibilidade de descansar lendo-o. Não consigo encontrar a essência de sua zona de conforto, de prazer. Não consigo. Por isso não o leio. Não me dá prazer lê-lo porque não entendo o seu “barato”. Talvez minha couraça não permita ir mais longe, ainda. Porque quando pego qualquer autor ou filósofo para ler, tenho que ir fundo e isso dói muito. Não consigo ficar só no plano das idéias e experimentá-los mentalmente; preciso experimentar de corpo e alma. Então, se sei que não vai dar, nem começo. Quanto ao budismo, não o comparo com as outras “religiões” de maneira alguma. Tenho certeza que a experiência meditacional é transcendente. O zen não te impõe sistema nenhum, pelo contrário, ele é puramente uma técnica eficaz para você sair de qualquer sistema e ser você mesmo. No mais, tudo o que disse aí em cima foi perfeito. Você entendeu e interpretou muito bem tudo o que aí está. Fiquei boba de ver sua desenvoltura com a palavra. Abraço meu__________E grata, Fy, pela oportunidade de lê-la.

      Comment by Nayre — 18/04/2012 @ 12:45 AM

      • Oi Nayre, concordo com voce em relação à meditação. É uma tecnica ou um exercício extremamente benéfico. Mas não a vinculo ao budismo. Não há esta necessidade. Mesmo porque, caso no budismo a finalidade da meditação seja a de se subtrair de algum sistema, e isto eu realmente não sei , me parece ilógico. Tudo é um sistema. Fora do sistema só mesmo morto. O que eu quero dizer é que um diferente estado de consciência ainda é consciencia, sendo assim é um sistema.

        O verdadeiro budismo conflita com Nietzsche, Nayre, e nisto voce tambem está certa.

        A vida é feita de sofrimento.
        O sofrimento, por sua vez, vem do apego que temos
        aos desejos do corpo físico.
        Qualquer um pode vencer esse apego, e existe um caminho para superá-lo : o Budismo.
        Essas são as quatro verdades fundamentais do budismo,
        religião fundada pelo príncipe Siddartha Gautama
        aproximadamente 500 anos antes do nascimento de Cristo.

        Nietzsche é exatamente o contrário. Existe em sua filosofia e na de todos os que ele inspirou uma reação verdadeira e radical contra esta linha de pensamento, idêntica à filosofia destas outras religiões.
        Não que não se encontre entre os pensadores budistas idéias e concepções valiosas, não, não é isto que eu disse; mas o cerne, o coração desta filosofia, hehe, me parece extremamente niilista e oportuna. Basta analisar a Índia e derivados.

        Quando voce diz que precisa experimentar de corpo e alma, eu proponho que voce procure esta experimentação em Nietzsche, Spinoza, talvez, mesmo porque no budismo não seria uma incoerência voce encontrá-la?
        Abraço
        (tio) Renato

        Comment by Renato — 18/04/2012 @ 7:45 AM

        • Eu leio Spinoza. E não vejo o budismo como niilismo, permita-me a mim agora discordar de si. Se não entender o que é o âmago de seu propósito: a compaixão, achará o budismo um tédio, pois ele não se serve do ego nem da mente, digo, dessa mente fragmentada que a sociedade de consumo nos ensina a usar, o ZEN não é um sistema, é um insight, que se você não tiver esse “satori” não vai nunca entendê-lo. Tanto é que Buda diz que é para duvidarmos de tudo o que nos ensinam, livros, escolas e mestres. O caminho É você. Acho que minha falta de interesse por Nietzsche é exatamente por ele ser tão prolixo. Abraço!

          Comment by Nayre — 18/04/2012 @ 9:17 AM

  11. Ah, o pensamento. É uma coisa. Quantos anos de filosofia e ainda não temos consenso, não é verdade? Vou usar isso de desculpa para discordar de você e de seus leitores sem parecer hostil. Hahaha

    Não existem rizomas e simulacros.

    Eu havia escrito algumas outras coisas sobre isso nesse comentário, mas notícias curtas são mais impactantes.

    Tirando isso, o texto é formidável, inclusive sempre pensei a arte de uma forma muito próxima ao pensamento-dança, apesar de nunca ter lido a respeito. Só não entendi como Platão entrou no jogo.

    Thomas.

    Comment by mausenso — 18/04/2012 @ 8:15 AM

    • Hey Man – quem é vivo sempre aparece ! saudades , Thomas – quase te mandei um email ! saudade dos teus textos !

      Platão não dança ! hahahahahahah – abomina a Arte ! braghhhhh : ele é detestável ! hahahahahaha

      Quantos anos de filosofia e ainda não temos consenso, não é verdade?

      Vc só seria hostil se prefirisse uma filosofia cheinha de consenso e …. cópia-simulacro platonica de mais 10 . hahahahah

      Vc tem razão > não existe simulacro .

      Qto ao rizoma é uma metáfora gostosa , pensa se não é ?

      bjs – escreve – se não quizer publicar, me manda por email > e eu publico correndo. Teus textos não saem do ranking dos mais lidos !

      Fy

      Comment by Fy — 18/04/2012 @ 9:39 AM

  12. O espírito torna-se então criança , – “ inocência ,

    – é a criança e esquecimento ; – um novo começo , um jogo ,

    uma roda que gira por si mesma , um movimento inicial , um sagrado dizer SIM ”

    – NIETZSCHE

    e eu queria dizer que prefiria viver num mundo onde a Compaixão fosse um palhaço sem circo .

    duda

    Comment by duda — 18/04/2012 @ 1:09 PM

    • duda, saudade !

      de verdade ? – este é mesmo o post das frases !

      e eu queria dizer que prefiria viver num mundo onde a Compaixão fosse um palhaço sem circo .

      duda

      q coisa mais linda ! – eu tambem !

      taí : meu sagrado dizer sim !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 20/04/2012 @ 6:05 AM

  13. Mais do que lindo esse post. Muito bom te ler, Fy

    “O pensamento é expressão , relação de forças e a força não precisa da forma .

    Então é preciso encontrar as forças que levam a pensar , que forçam a pensar ,

    que violentam o pensamento , pois é somente por uma coerção , de uma violência ,

    de um encontro de forças que o pensamento pode pensar .”

    Que doido isso, né? Gostei disso.

    Vamo que vamo, Fy !

    Bj !

    Comment by Luciana — 18/04/2012 @ 2:32 PM

    • Oi Lu, nossa sabe q eu achei um ensaio super legal sobre isso > to resumindo, depois vc lê .

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 20/04/2012 @ 6:03 AM

  14. Sem comentários. Voce é surpreendente!
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 19/04/2012 @ 5:50 AM

    • Vc que é !

      mas, eu chego lá….

      bj – q saudade da Ju !!!!!!!!!

      Comment by Fy — 20/04/2012 @ 6:00 AM

  15. Voce é surpreendente!
    João Pedro

    ah,meu amigo, ela surpreende ele tambem.(o surpreendente)

    beijo, menina. é isso sim.

    TocaYo

    Comment by TocaYo — 19/04/2012 @ 12:33 PM

  16. Fy, o jogo de imagens e textos do seu post é justamente esse “fenômeno de relação/jogo de forças que geram novos sentidos”! Abrs!

    Comment by Caio — 20/04/2012 @ 8:21 AM

  17. Fy,
    “Thank’s Billy , to break this silence : repeat my friend : we love your songs !”
    Eu é que agradeço pelo espaço e pelas trocas de idéias feitas por aqui.

    Numa dessas sincronicidades Junguiannas – será?, se não for, ele deve tá se revirando no túmulo por eu estar citando seu nome em vão..hehehe – eu fiz uma viagem nessa semana e após cumprir minha missão, fui dar um rolé pela cidade, como o negócio era matar o tempo, fui a um shopping almoçar e comprar algum livro para ler. Achei na livraria, um livrinho, ideal para a ocasião, sobre Nietzsche, com comentários no gênero autoajuda. Incrível como várias passagens se adequavam ao momento pelo qual eu passava/passo – aguardando resposta sobre algo, cuja a resposta vai demorar – fazendo muito sentido para mim. Voltando ao quarto de hotel, fiquei pensando sobre várias coisas, mas de maneira calma e relaxada. Isto foi muito benéfico para mim, aliás gosto muito de viajar, quando isso acontece, costumo realizar diálogos comigo mesmo – é só pensamento, não falo sozinho não, hein! hehe – aproveitando o afastamento da minha rotina, para exercer uma contemplação crítica da minha realidade.
    Apesar de mais conhecido pelo seu caráter niilista, Nit – já to começando a ficar íntimo do camarada…hehe – encerra em suas análises um profundo entendimento sobre a alma humana. E, creio, é esse entendimento o maior legado de sua obra.

    No livro tem uma passagem que ele diz: “Deveríamos considerar perdido o dia em que não dançamos nenhuma vez”. Concordo inteiramente, apesar de não ser um bom dançarino, gosto, além de ouvir música, também de dançar, é só ter um sonzinho rolando e eu já me animo – de preferência: rock e discoteca. No ano novo dancei pra caramba, botaram até umas músicas dos beatles, que foram devidamente coreografadas sob a inspiração etílica do deus Baco…hehe

    Bom falando em música e dança, lembrei de um clipe genial que junta Fatboy Slim e Spike Jonze:

    I have to praise you
    I have to praise you…..

    Bjs

    Comment by billy shears — 20/04/2012 @ 2:29 PM

  18. Trilha para o feriadão:

    So give me Coffee and TV
    History
    I’ve seen so much
    I’m going blind
    And i’m braindead virtually
    Sociability
    It’s hard enough for me
    Take me away form this big bad world
    And agree to marry me
    So we can start all over again

    O riso e o canto são como feijão e arroz para a alma….

    Comment by billy shears — 29/04/2012 @ 10:47 AM

  19. can you explain more about your post? actually, i cannot understand it fully.

    Comment by Bianca — 03/07/2012 @ 2:53 PM

    • Hi Bianca,

      Maybe you’re not familiar with my blogs philosophy and style.

      However, if you point out your doubts, I’ll have the impression you actually read the post and then I’ll be able to clear your doubts.

      xs
      Fy

      Fy

      Comment by Fy — 16/07/2012 @ 1:39 AM

  20. this post shows the information which is close to standard. hope next you will again post a nice article.

    Comment by Edelmira — 04/07/2012 @ 1:07 AM

    • Hi Edelmira,

      Oh…Edelmira ! I’m so happy that this post seems standard to you. I wish it was standard to everybody. Sorry to disappoint you… but my posts will keep respecting my philosophy.

      xs
      Fy

      Comment by Fy — 16/07/2012 @ 1:43 AM

  21. i read and understand the entire article and i really enjoyed it to be honest.

    Comment by Cleópatra — 15/07/2012 @ 3:11 AM

    • Hi Cleópatra,

      Thank you! and Thank God for google translator. I’m too lazy to write my texts in english. Be welcome!

      Xs
      Fy

      Comment by Fy — 16/07/2012 @ 1:50 AM


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