windmills by fy

03/04/2013

a eloquência do dizível –

Filed under: Uncategorized — Fy @ 8:53 AM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que tão linda é a Astrolgia do João Acuio ! 

http://saturnalia.com.br/ 

 

Well – well – well … , talvez ele explique o tempo de Urano  

ou as brincadeiras do tempo ,  que fazem um post , um post do dia seguinte ….

Continuando no mesmo tópico ou assunto [ – sem tags porfavor – ]    Cinema e Filosofia ,

 nada convencional ou cartesiano  , …. ,  

eu quero muito trazer uma análise que adorei , sobre um dos melhores filmes que assisti este ano  .

 

 

Mas  pensando melhor, e atravessando   – sem nenhum intuito de nomear ; organizar ou  classificar –   

o percurso das  idéias que desenham o fascinante  imaginário nada convencional

que preenche o espaço  dos comentários ,

resolvi publicar esta entrevista ,  

– ah … tenham paciência e ouçam : é deliciosa ! –

para que possamos continuar embalados por este ritmo povoado por redes complexas de associações líricas ,

des-construcionismos  mitológicos enriquecidos pelo deliciosamente provável ,

flutuantes e encantadoras  divindades improváveis ,  pedras,  girassóis, dragões e borboletas e talz .

 

E … completá-lo com um ensaio bem roubado do autor de um blog que me fascina .

 

 

Voilà :

Um café ,   doce de Filosofia – cheio de gosto e aromas anti-platonicos  –  , e servido por alguém genial que também  acredita na eloquência do dizível :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

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Catolicismo e Psicanálise desprezam um modo de vida com tesão :

 http://www.eternoretorno.com/

 

Na cultura ocidental contemporânea existem duas correntes de pensamento trágico que nós ,  

homens que optamos pela ludicidade de viver , devemos denunciar e combater : o Catolicismo e a Psicanálise .

 

 

O Catolicismo centra sua ação catequética e sua liturgia na perseguição , tortura , desespero e morte de Jesus Cristo ,

impondo como simbologia principal o filho de deus crucificado , assassinado .

 

 

Nada mais trágico , mais triste , menos belo .

 

 

Porém, a atração e fascínio que exerce ,  

deve ocorrer por conta de uma forma de prazer sadomasoquista ,  próprio da fé cristã .

 

 

Inclusive ,  a beleza mórbida e repugnante que alguns crucifixos podem possuir ,  

não disfarça sua função mórbida e cruel de fazer os fiéis sentirem ,  ao contemplá-los :   dor ,  culpa e remorso .

 

 

 

Nascida do pensamento de um homem genial ,  mas profundamente pessimista ,  

triste , amargo e ressentido ,   a Psicanálise reflete as características da história da religião e da raça judaica no mundo .

 

 

Sigmund Freud era um homem que ,  segundo seu discípulo Wilhelm Reich ,  

permitia-se pouca convivência com o prazer , com a beleza e com a alegria lúdicos da existência comum ,   

o que provam suas obras principais .

 

 

Afirmar a existência ,  no homem ,  de um instinto de morte ,  

é supor ser a morte um mal , algo destrutivo e não simplesmente a ausência ,  o fim da vida .

 

 

A sua afirmação de que a morte é uma entidade equivalente à da vida ,  

parece coisa mais de sua formação religiosa que da científica ,  

pois ela sujeita o homem aos poderes políticos   – via religião ou via ciência –   

para ser exorcizado do mal inerente à sua natureza imperfeita .

 

 

Isso os torna incompetentes e perigosos para a vida social ,  sem proteção ,   tutela e controle permanentes .

 

 

Enfim ,  ” dependência ” ,

 resultante da suposição de sua incapacidade natural para a autonomia e a autodeterminação .

 

 

Vivendo em sistemas políticos autoritários , aos quais tanto religião como ciência estão ligados ,

associados e dependentes ,

a visão trágica da existência é um dos suportes ideológicos mais poderosos e úteis para a sua manutenção .

 

 

Assim , por exemplo , a análise infinita e inútil do complexo de Édipo .

 

 

Para mim, não passa de um exercício de poder ,  tentativa de sujeição ao poder do pai ,  bem como ao do analista .

 

 

Édipo ,  personagem da tragédia grega ,  

que arranca os próprios olhos como punição para aliviar o sentimento de culpa

por ter transado sexualmente com uma mulher que desconhecia ser sua mãe ,   

 mostra claramente como Freud ,  ao adotá-lo para simbolizar o complexo por ele descoberto ,  

necessitava do sentimento trágico da existência para justificar a crença de que a vida lúdica dos homens

estará inexoravelmente sujeita ao controle e punição

por parte dos poderes autoritários e deuses antropomórficos ,

criados e utilizados por seus representantes na Terra .

 

 

Estou querendo concluir que a religião judaica e a cristã ,

bem como tudo aquilo que a elas está ligado , direta ou indiretamente ,  como a Psicanálise ,  por exemplo ,   representam  o  antitesão .

 

 

Porque essas coisas existem apenas para combater e impedir o viver natural lúdico ,  

e ,  sobretudo ,  o relativismo existencial que chamamos de  Liberdade  .

 

Sem tesão não há solução

Roberto Freire

 

 

 

– Uma observação do Adriel*    [ autor do excelente :          http://www.eternoretorno.com/

 

* Penso ser oportuno acrescentar uma outra relação com o pensamento trágico ,

trata-se da tragédia como elemento intrínseco à vida e que ,  por assim dizer , 

possibilitaria um modo de vida mais potente e alegre dentro de um ethos afirmativo diante da condição humana .

 

 

Cabe aqui recorrer a Nietzsche que tão bem discorreu sobre a cultura helênica antes de Sócrates ,  o demônio da razão .

 

 

Ora, que a existência compreende forças destrutivas , dor , morte e doença não há como negar ,

somos frágeis diante da vida inaudita e ,  ainda assim ,  tudo o que vive persevera por expansão ,  vontade de potência !

 

 

A tragédia como potência afirmativa da vida encontra no deus Dioniso a sua metáfora mais contundente ,

um deus que diante do abismo dança , canta e ri

rodeado de belezas e prazeres que a vida ,  apesar de trágica ,  proporciona .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A vida não pode ser capturada pelos discursos do saber ,

pois se trata de fluxos que escapam por toda parte , 

 

vibrações quânticas da matéria do universo cuja carne somos carne ,

relações por toda parte causando afetações .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que direito tem o homem de eleger um sentido universal à ínfima parte do afeto que ele consegue capturar pelas vias da razão ?

                                                                                                                                                                                                    Isso explode por toda parte  . . .

                                                                                                                                                                                                                                                     adv*

 

 

 

Fy 

 

27 Comments »

  1. Boa noite Windmills, Fy

    Lindo este post, já me sinto voando nas asas de abril, esperando que os ventos tragam um pouco de discernimento e desviem estas nuvens de ignorância que (novamente) se espalham em nosso governo. Confesso que não conhecia esta moça, e já estou procurando outros vídeos ou blogs em que ela participe. Se alguem puder me dar uma dica, agradeço. Um beijo para todos voces,
    Sofia

    Comment by Sofia Mastrada — 03/04/2013 @ 2:33 PM

    • Hi querida Sofia !

      estou te passando no final da tarde, faço uma pesquisa e te envio por email.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:23 AM

  2. Bom dia, Sofia.
    Vamos lá pessoal, que venha Abril e quem sabe,hehehe, o discernimento ? Sofia, não temos governo faz tempo.A boçalidade tomou conta do país apoiada e alimentada pelo fascismo. Esta demonstração bizarra de ignorância e retrocesso é apenas um pequeno fruto, brotando em solo adubado pela malandragem.

    Platão, Lili e Podres Poderes é uma fiel descrição do atual das mais brilhantes em toda a web. Deveria estampar a primeira folha da Uol e do Estadão. Uma excelente conscientização de perigo, a demonstração dos bastidores da atuação destes Titereiros neste Teatro do Absurdo, incluindo os investimentos fascistas nestes Circos porque são rentáveis em todos os sentidos.

    Em contra partida, Fy, que simpatia esta Viviane Mosé. Ontem à noite foi uma agradável e súbita companhia, um prazer jantar com Nietzsche, valeu um bom vinho e até um pouco de saudosismo nostálgico, me recordando bons tempos de faculdade.

    Outra coisa interessante, é este devir, que longe de se passar desapercebido tem chamado e se espalhado em torno desta crítica à tradição idealística.

    Comecemos por Interpretose, aproveitando o exemplo deste movimento de revolta em relação a este show sem nenhuma categoria ou de categoria tenebrosamente suspeita, e invoquemos Nietzsche. Guerreemos contra Platão e suas pretensas substâncias subjetivas em detrimento do Homem, de seu corpo, de sua realidade física e seu valor moral, a dignidade de ser humano. Exaltemos em Nietzsche a lição da subjetividade carnal, lembremos que o essencial do humano é cosntituído por suas forças vitais, afetivas, instintivas. Restituemos a nossa dignidade.

    beijo a todos,
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 03/04/2013 @ 11:54 PM

    • ah ….

      Exaltemos em Nietzsche a lição da subjetividade carnal, lembremos que o essencial do humano é cosntituído por suas forças vitais, afetivas, instintivas. Restituemos a nossa dignidade.

      the next…. and the next …. and the next ….

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:21 AM

  3. é, os últimos posts são mesmo um alerta. Palavra-Chave: Discernimento.Estranhamente rima com jumento. Felicianamente e analisando pelo fato em sí, estamos na mídia do mundo retratados como a nação dos Jumentos.

    Comment by Alexandre Golaiv — 04/04/2013 @ 1:19 AM

    • . Felicianamente e analisando pelo fato em sí, estamos na mídia do mundo retratados como a nação dos Jumentos.

      … tadinhos dos jumentos! nãoé?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:19 AM

  4. Fy, esta Viviane é um arraso! Pq esta gente não aparece “nos Congresso nacionar?” O Brasil virou uma baixaria, nem abro mais na uol, nem leio nada, meu slogan é Transferência Já … – tô pedindo exílio político, religioso,econômico, profissional, intelectual e o caramba a quatro. É Vergonhoso…

    bjitos indignadíssimos!
    Ju

    Comment by Juliana — 04/04/2013 @ 4:06 AM

    • hahahahahahaah, somos exilados ! êta Br … – não dá… sujeito seboso … alisado…. boçal… super fashion no badalado cenário do Congresso NacionaR!

      Muito bom esta Viviane Mosé. Já tá incluida aqui no Wind.

      bj pra todo mundo aí. Kd João?
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:18 AM

  5. Open your wings , April!

    Saravá Ventos de Abril!

    lindo lindo!

    Excelente reportagem, então, salve Nietzsche também.

    beijo
    Marianne

    Comment by Marianne — 04/04/2013 @ 3:44 PM

    • Saravá, Marianne! Saravá, Ventos de Abril!
      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:13 AM

    • esquecí: Saravá Nit!!!!!!!!

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:14 AM

  6. Oi Fy, parabéns sempre! Por estes posts, baita crítica hiper sútil a todo este absurdo que temos lido na mídia e que vai muito além do que nos é noticiado.Parabéns mesmo. Mas já que este seu post discute Nietzsche, eu gostaria de saber se voces assistiram Cloud Atlas e relacionaram com o Eterno Retorno.Abraço a todos e saibam que eu adoro este bate papo.

    Comment by Adriana — 05/04/2013 @ 12:50 AM

    • Oi Adriana, nem fale, nem fale, nem fale… que lixo !

      Well, qto a Colud Atlas, tb to esperando pelo Gustavo. Ontem conversei com o Caio Garrido sobre o filme.

      Por enquanto já valeu a esclarecida do Guz em relação à total dissonância entre o conceito de Eterno Retorno e “reencarnação” – e, embora não tenha assistido eu lí mts críticas do filme, e, realmente as mais pobres são as que fazem esta analogia. A analogia da Mesmice. – hahahahahaha , seria preciso até “construir” uma teoria científica – ou reconstruir – que justificasse a “Mesmice” .

      To aqui pensando com meus botões, que este assunto tem até a ver com os comments sobre alma, do post passado.

      Mas, embora claro, esteja curiosa, diante das críticas que lí, não foi o filme que mais me despertou interesse nesta levada de filmes novos. Mas vamos ver, primeiro, pra não falar bobagem…

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:12 AM

  7. Bom Dia Adriana, taí uma boa pergunta. Até porque aparentemente a resposta parece vir inscrita nas diversas interpretações e críticas do Cloud Atlas. Olha, até mesmo na tradução inacreditável, hehehe, que transforma Cloud Atlas em Viagem,sugerindo que sejamos passageiros de um mesmo itinerário, repetidas e infindáveis vezes.

    A Warnerbros em sua divulgação do filme, traduz muito bem a idéia do Eterno Retorno ‘nitzschiana’, na seguinte síntese:

    ‘”Cloud Atlas” explores how the actions and consequences of individual lives impact one another throughout the past, the present and the future.”‘

    (Conclusão que totalmente se assemelha ao conceito do devir. E impõe, a óbvia e consequente máxima defendida em Diferença e Repetição de Deleuze, pra quem conhece.

    Podemos até concluir , sem deixar de sermos óbvios, o também óbvio conceito Espinozista dos afetos. Pôxa, aquilo que impacta, transforma.)

    Mas, voltando à Cloud Atlas, e à manobra inteligente do Tom Tykwer e dos Wachowskis abrimos, sem dúvida , um leque de interpretações bastante válido a meu ver, inclusive se considerarmos o conceito de Eterno Retorno apenas pelo enunciamento, sem entendermos nada sobre o conceito. E taí um dos conceitos mais radicais na obra de Nietzsche, em minha opinião , aprimorado por Deleuze.

    Eu adoraria estender este papo, mas não há como fazê-lo sem um espaço considerável, e aí vai do interesse de todos.

    Resumindo, e lembrando que esta é minha opinião, é possível sim fazermos uma analogia bem bacana introduzindo neste conceito de Nietzsche ‘uma possível interpretação’ do filme.

    Mas vamos ressaltar que esta interpretação foge do sentido em que o próprio autor do livro se inspirou e alicerçou seu conteúdo:

    Mitchell has said of the book:

    Literally all of the main characters, except one, are reincarnations of the same soul in different bodies throughout the novel identified by a birthmark…that’s just a symbol really of the universality of human nature. The title itself “Cloud Atlas,” the cloud refers to the ever changing manifestations of the Atlas, which is the fixed human nature which is always thus and ever shall be. So the book’s theme is predacity, the way individuals prey on individuals, groups on groups, nations on nations, tribes on tribes. So I just take this theme and in a sense reincarnate that theme in another context…

    hehe, conceito contrário ao devir e profundamente inserido no que chamamos de tradição (religiões), e além de constrangedor, bastante precário em termos de lucidez anti-platonica que nada mais é que uma quebra ou libertação do pré-estabelecido: simulacro.

    Se quizerem continuar, podemos nos estender,
    beijo a todos
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 05/04/2013 @ 2:15 AM

    • Claro que agente quer, Guz!

      To no aguardo.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:02 AM

  8. aloha Gustavo, eu ainda não ví o filme, ces já viram? Se não, vamos programar pro final de semana, a Fy tambem não viu. Por aqui tá uma onda meio que nostálgica por causa do Rivera, e mais alguns que agente separou e pretende trazer pra cá.

    Mas, é… – é muito bom este jeito de me surpreender…e daí que, mas que sagitário o que!

    ritmo povoado por redes complexas de associações líricas ,

    des-construcionismos mitológicos enriquecidos pelo deliciosamente provável ,

    flutuantes e encantadoras divindades improváveis , pedras, girassóis, dragões e borboletas e talz .

    Hahahuaha este aí, sim é um devir uraniano do mais lindo, rasgando.o meu.horizonte com as cores da Fy.

    beijo, menina
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 05/04/2013 @ 2:57 AM

    • é mesmo?
      beijo, menino.

      – Vamos Gustavo?

      Comment by Fy — 05/04/2013 @ 3:01 AM

    • Tocayo, guloso!rasgando.o meu.horizonte! o meu tambem! Vou praí assistir o fiRme tambem.Ou taMem.

      O João só volta amanhã, Fy.
      bejitossssssssss e beijocas

      Comment by Ju — 05/04/2013 @ 3:42 AM

  9. ^^ô^^ mulherada ciumenta! Encomenda teu mapa pro Anarco, jujuzinha, vamos entender de onde vem isto no horizonte da Ju, e vem logo pra cá.
    beijo do TocaYo.

    Comment by TocaYo — 05/04/2013 @ 4:13 AM

  10. Tambem quero um avatar.Ok, Fy, volto depois.
    beijo a todos,
    tio Guz

    Comment by Gustavo — 05/04/2013 @ 4:16 AM

  11. Colei do post, complementando o Gustavo, na resposta pra Adriana:

    A vida não pode ser capturada pelos discursos do saber ,

    pois se trata de fluxos que escapam por toda parte ,

    vibrações quânticas da matéria do universo cuja carne somos carne ,

    relações por toda parte causando afetações

    Fy, só elogios pra Viviane Mosé e, to perdidaço no blog do Adriel. Obrigadíssimo pela dica. Vale um rolê por lá, pessoas, porque o cara é fera e vai rolar um chuvão por aqui.

    Tô dentro no final de semana. E Ju, sem lero, tamo esperanNo!
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 05/04/2013 @ 4:25 AM

  12. Os ventos de abril me levaram da amazônia para a cidade maravilhosa, com direito a muitas turbulências, mas a asa delta pousou…hehe

    Comment by billy shears — 05/04/2013 @ 9:53 AM

    • Billy ! tava faltando música !! tava faltando vc !

      Ah … eu conheço estas turbulências … – mas pelo menos vc tá mais perto dagente !!!!!! ” geograficamente, claro ” hahahahahaa .

      Eu fiquei aqui pensando, o Br é tão grande, tão atravessado por realidades diferentes, q à vzs , mudar assim de um lugar tão diferente para outro é como q mudar de país, não é ?

      Eu sou aquariana, me parece q vc também, se bem me lembro, …. não é tão difícel pra nós…. estes vôos livres !!!

      bjs e a música que inspirou o nome do Windmills – … além de um Windmills Cemetery lindo que eu visitava com meu pai qdo era pequena, far away … from here …

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 06/04/2013 @ 2:00 AM

    • baita som, amigo!
      abraço e boas vindas,é…, mares do sul.
      TocaYo

      Comment by TocaYo — 06/04/2013 @ 2:15 AM

  13. Aproveitando a Ventania, voces não imaginam a que está acontecendo aqui! um texto, pro Billy, para as Mudanças, para os Afetos e as transformações, e um Som que eu tenho certeza, voces vão curtir :Produção de si ou tornar-se o que se é – por Amauri Ferreira

    “De qualquer modo, a nossa essência é sempre produzida através dos encontros. A cada afecção que é produzida em nós, a nossa essência não é mais a mesma. Portanto, não há como escapar desta verdade eterna: somos diferentes a cada encontro, a cada instante. E cada modificação que experimentamos é absolutamente inédita e singular: este momento em que escrevo esta mensagem nunca existiu e nunca será repetido. Participamos da produção eterna da realidade e não há como escapar disso: “Esse pensamento poderia te esmagar…”, já dizia Nietzsche: criamos ou perecemos, não há outra escolha. E como cada experiência é única, podemos considerar cada pensamento e cada modificação do nosso corpo como um traço singular que nos caracteriza durante o nosso percurso existencial. Quando somos ativos na produção da nossa essência, imprimimos ao mundo o nosso traço fundamental para o nascimento de um novo valor. Somos, portanto, transmissores de vida, e nesse movimento de produção de si há, como é evidente, uma variação da condição atual em que se vive. Uma nova maneira de expressar-se, uma alteração no timbre da voz, no olhar, na postura diante da vida. Afetamos mais os outros quando somos mais afetados pela multiplicidade da vida… Nesse momento, ouço a belíssima canção “Heart of gold”, de Neil Young: “I wanna live, i wanna give/I’ve been a miner for a heart of gold”… Que maravilha…”

    HuAHuA voces nem tinham nascido,
    abraço, aquele final de semana,
    (tio) Renato

    Comment by Renato — 06/04/2013 @ 5:51 AM

  14. À descoberta de uma sensualidade mais clara e intensa, ligada a uma real sensação de estar vivo.

    “Descobri que é chegada a hora de acrescentarmos ao tempo e ao espaço mais uma dimensão fundamental à vida no universo: o tesão. Porém, não me refiro ao tesão do Aurélio, mas sim ao do Caetano, por exemplo. Para mim esse tesão não habita dicionários oficiais; entretanto, é o que anima e encanta os poetas tropicais. Tesão sem passado, apenas contemporâneo e vertical, ele é produto semântico e romântico dos que sentem desejo pelo desejo, alegria pela alegria e beleza pela beleza. Mas pode ser ainda tesão de quem sente desejo pela alegria, beleza pelo desejo e alegria pela beleza. Sem tesáo não há solução, além disso, é também um livro confessional. Por meio de entrevistas, confesso-me anarquista graças a Eros, poeta apenas de expressão corporal, romancista das sujeiras humanas cristalinas, terapeuta somente de mutantes e de coiotes, revolucionário por vocação herética, drogado assumido, público e autônomo. Termino o livro com uma profecia anarcoecológica, em forma de manifesto: Tesudos de todo o mundo, uni-vos”.

    Roberto Freire

    teu blog é um tesão.

    Comment by Marco Cezar — 06/04/2013 @ 1:48 PM

  15. Uma preciosidade dos fab four para animar o final de semana…

    Abraços

    Comment by billy shears — 20/04/2013 @ 11:14 AM


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