windmills by fy

19/09/2013

taskscape

Filed under: Uncategorized — Fy @ 12:01 PM

 

…   olhar ao redor .

uma necessidade e um bom  hábito .

 

Se bem que muitas vezes, o panorama  temático oferecido pelo ambiente vá se tornando tão interessante ,

abrangente, curioso ,  diversificado ,  amplo , … – Ah …  que me faz desejar um clone de mim mesma.

 

Uma Fy que ao meu lado possa registrar instântaneamente as impressões do  meu primeiro olhar,

e compará-las depois com as reflexões nascidas de uma análise posterior.

 Ah … e é divertida esta diferença entre o Impacto e a Reflexão !

 

Por vezes, a Reflexão dissolve o Impacto,  produzindo impressões definitivamente contrárias 

às causadas pela perturbação inicial .                         … por outras … o inTensiFica … – meSmo !

 

 E, ainda por outras , o expande , desencadeando um verdadeiro taskscape ,

traçando  algum tipo de malha cuja textura vou decifrando aos poucos ,

percebendo as  impressões que ,   trabalhando em mim livremente , 

tecem idéias e compreenções  over-againstness minhas primeiras reações ou suposições  …

sem falar dos limites-conceitos …  ou conceitos – limites    – porque sim : eles existem , mesmo que a transformar-se.  

 

A importância do olhar ao redor e seus primeiros   impactos

fica assim definida como uma fonte de complexas e divertidas ligações ,

onde rizomas são natural e livremente  estabelecidos ,  sempre nos conduzindo a panoramas 

antes  desconhecidos  …  em nós  ou em nossa maneira de estar no mundo .

 

Desta forma ,  pretendo abordar minhas primeiras  impressões ,  minha reflexões pessoais   

e as críticas que lí a respeito de dois temas  bastante controversos e polêmicos que , 

de certa forma e intencionalmente ou não ,

roubaram nossa atenção de um momento político que considero demais importante . 

A Marcha das Vadias e a Contratação de Médicos Cubanos .     

 

Mas ,  pra não misturar girafas e girassóis , – uma  tendência uraniana  quase-insuperável –  

hoje trago um recado do Lucio Manfredi  pra lá de interessante , – Ah … resultado  destas minhas olhadas por aí :

Em pré-venda, com lançamento oficial dia 18 ,  – HOJE  – a coletânea Inkshot ,

organizada pelo Hector Lima e que inclui a minha primeira 

( mas espero que não a última )  incursão pelos quadrinhos , “A Casa do Espírito”,  

brilhantemente ilustrada pelo Alex Genaro, e com letreiragem do Pablo Casado .

Na ilustração, uma palhinha da história, que narra o confronto entre Cristo e Urizen , o deus tirânico criado por William Blake :        

O link para comprar a coletânea é este ó :  http://www.comixology.com/Inkshot/comics-series/11905

                                                                                                                                                                                      Lúcio Manfredi 

… se o Lúcio espera que não seja a última… – imagine … nós !

Porque é muito grande messssmo esta saudade do Franco Atirador .

E como eu não tinha a menor idéia do que é  Inkshot   –   Voilà :

Prevista originalmente para sair dois anos atrás ,

a antologia Inkshot vai finalmente ganhar sua edição para o mercado dos EUA .

Sai nesta quarta-feira, dia 18, e será a apresentação de vários nomes do quadrinho brasileiro a quem fala inglês.

Com portentosas 268 páginas e incluindo 40 histórias , a antologia tem uma lista gigantesca de colaboradores :

José Aguiar , Rodrigo Alonso , Rafael Anderson , Diocir Assis Jr. , Bruno Azevedo , Gabriel Barazal ,

Chico Barney , Danilo Beyruth , Brandon Braga , Marcelo Braga , Davi Calil , André Caliman ,

Tainá Camilo , Simone Campos , Pedro Caraça , Pablo Casado , Mario Cau , Diogo Correa ,

Felipe Cunha , André Dantas , Val Deir , André Ducci , Daniel Esteves , Marcelo Fahd ,

Leonardo Frey , Paulo Gallian , Alex Genaro , Gabriel Góes , Sam Hart , Diego Ignácio ,

Jozz , Roger Keesse , Alex Lancaster , João Lavieri, Hector Lima , Caio Majado , Emerson Magalhães ,

Lucio Manfredi , Marcio Massula , Pablo Mayer , Eduardo Medeiros , Leandro Melite , Leonardo Melo ,

Sueli Mendes , Ric Milk , Abs Moraes , Kaori Nagata , Anderson Nascimento , Denis Pacheco ,

Flávio Paixão , Priscila Perca , Pericles Junior , Mauricio Pierro , João Pinheiro , Rodrigo Piovezan ,

Gabriel Renner , DW Ribatski , Estevão Ribeiro , Ana Rodrigues , Angelo Ron , Marcos Sacramento ,

Mauricio Santoro , Eduardo Schaal , George Schall , Cadu Simões , Felipe Sobreiro ,

Milton Sobreiro , Rodrigo Solsona  , Bruno Stahl , Stêvz , Jon Suruyama , Gil Tokyo e Daniel Werneck .

foto InkshotMB-3-669x1024

Anteriormente anunciado pela IDW , agora a antologia sai pela Monkeybrain Comics ,

editora criada pelo escritor Chris Roberson com Allison Baker e que publica quase exclusivamente em formato digital .

A Inkshot sai por enquanto só em versão digital  –   e já está em pré-venda por US$ 8,99 (R$ 20,50)    aqui.

A antologia tem um Tumblr com prévia de várias histórias – confira.

FONTES :

Lucio Manfredi

http://omelete.uol.com.br/

Fy

 

19 Comments »

  1. Notícia duc@ . Comprando . Mas o que é taskscape?

    Comment by duc@ — 19/09/2013 @ 2:25 PM

  2. Que bom voces estarem de volta!
    É verdade, Fy, olhar em volta, refletir sobre o que está acontecendo, é de vital importância. Mesmo tendo-se a impressão de estarmos sendo apanhados pelo mais descarado golpe político. Às vezes tenho medo de ligar o computador. Mesmo com as manifestações estes políticos continuam a nos desdenhar sob o rótulo de brasileiro-engole- tudo. E quando reflito, me pergunto, será que não estão certos ? Somos mesmo um povo digno de galhofas como mais esta da qual acabamos de ser vítimas ?

    Aparentemente sua recomendação deve ser ótima, como foram ótimas as sugestões sobre os livros do Caio Garrido e outros.

    Um beijo de saudades para todos

    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia — 19/09/2013 @ 2:50 PM

  3. Oi pessoal,
    Bacana mesmo, Fy. E lá vamos nós importar nossa própria produção… huahaha Brasil brasileiro. E mais um ulálá pra este lulismo imperante. Mas a cultura foi pro ralo faz tempo. Decadência cultural e morte para as editoras.
    É o que resta para um país onde boa parte da população não está sequer
    solidamente alfabetizada, editoras obrigadas a comercializar seu produto a preços altos, já que, na maior parte das vezes, este produto foi traduzido de outro idioma, com direitos adquiridos em dólar ou euro. Problema sério.
    As pequenas livrarias encomendam das editoras (grandes ou pequenas) apenas os livros que atendem ao seu nicho (acadêmico, artístico, jurídico…) constituindo um leque único de produtos e conservando uma clientela que busca precisamente esta “variedade dentro do nicho”.
    Mesmo assim, muitas têm fechado ou correm o risco de fechar.
    Quanto às editoras pequenas ou de nicho, sua esmagadora maioria tem
    trabalhado com o sistema de consignação; a entrada de dinheiro tem sido lenta (se é que conseguem vender); como resultado, cada vez mais têm procurado fazer com que os autores ou editais públicos financiem as publicações. A cobrança ao autor atende à demanda de ficcionistas e poetas, ansiosos pela publicação imediata, e à de autores acadêmicos, que precisam atingir determinados índices de produtividade, cujo critério é o número de publicações.
    Há pouca interferência editorial nestes livros financiados pelo autor. De certa forma, são
    livros feitos para existir, não para vender: não são bem distribuídos nem promovidos,
    quando o são. Os próprios autores acabam ganhando parte da tiragem e comprando o resto – e as editoras que trabalham assim sabem disso.

    É a Cultura tupiniquim….

    Mas, vamos ler esta gente boa, até porque esta coletânea esbanja criatividade e altíssimo nível intelectual. Boa sorte a todos eles.

    João Pedro

    Comment by João Pedro — 20/09/2013 @ 1:57 AM

    • Oi JP, faz tempo que agente não se fala!

      Vamos aproveitar sim toda esta criatividade e altíssimo nível intelectual. Se a amostra promete, o que dizer do tema !

      Huahuhauhahaha por menos que eu queira falar em Brasil, / encheu meu saco definitivamente / tenho de rir da Ju! sábias palavras e, sem sombra de dúvida a mais graduada profissão em terra brasilis. Mensaleiros !

      Duc@, explicando o tal do taskscape:

      O termo taskscape é creditado ao antropólogo Tim Ingold .

      Ingold o descreveu assim : assim como a paisagem é um conjunto de recursos relacionados, – por analogia – o taskscape é um conjunto de atividades conexas.

      Taskscape, então é um espaço socialmente construído da atividade humana, entendida como tendo limites espaciais e delimitações para fins de análise.

      A importância fundamental deste termo , é que taskscape bem como paisagem , é para ser considerada como perpetuamente no processo, em vez de num estado imutável estático ou definitivo .

      Fy, então vou adorar as próximas postagens, há muito que se falar.

      beijo a todos, volto mais tarde
      tio Guz

      Comment by Gustavo — 20/09/2013 @ 8:24 AM

  4. Beleza, Fy. Mas aviso à galera : … não empresto gibi !
    abraço,
    Gabriel

    Comment by Gabriel — 20/09/2013 @ 2:35 AM

  5. Oi todo mundo! Saudade de de vir aqui! na minha pobre hora de almoço… Boas notícias, vou mudar de profissão: já já estarei “trabalhando” de Mensaleira: a profissão mais nobre e incorrupta do nosso impressionante Brasil.Como detesto gente burra, escolhi fazer parte da elite esperta. Até já contratei um personal cubano. Tamo tudo com cara de otário, né ? Pior, minha cara não muda nem mesmo depois de horas de reflexão….

    claro que vou ler o Lúcio.

    beijo pra todo mundo
    Ju

    Comment by Juliana — 20/09/2013 @ 5:01 AM

  6. Mais aqui:

    http://www.comixology.com/Inkshot/digital-comic/46636

    Comment by Gabriel — 20/09/2013 @ 8:53 AM

  7. Oi Fy, todos, que bom te ler! Gostei do que voce escreveu sobre o primeiro impacto e e as diferenças proporcionadas pela reflexão . Mas quero deixar um alerta, ainda mais eu que costumo confiar muito em minhas primeiras impressões, existe o perigo de nos “familiarizarmos tanto” com aquilo que à princípio nos choca que acabamos caindo na Aceitação.

    Até lendo o comentário do João Pedro, temos uma configuração deste aspecto no que se refere à cultura brasileira. Não podemos considerar a Educação nem… péssima. Sofrível? Cansamos de assistir, ler, presenciar o desestímulo dos professores, o despreparo dos professores, como não? Escolas sem o mínimo de estrutura, crianças que vão à escola unicamente pelo programa Bolsa-Escola deste partido nojento, e quantos absurdos mais e mais inaceitáveis. Cultura?

    É um quadro assustador. Temos um Brasil em ruínas.

    Me perdoem o pessimismo, mas lido com esta realidade todos os dias. Tenho medo de me habituar.
    Porque na real, apesar de indignados, aceitamos.
    Adriana

    Comment by Adriana — 20/09/2013 @ 9:26 AM

    • Me perdoem o pessimismo, mas lido com esta realidade todos os dias. Tenho medo de me habituar.
      Porque na real, apesar de indignados, aceitamos.

      Ooooo Adriana, não há do que se desculpar. Teríamos que todos nos desculpar. Por apesar de indignados, aceitarmos. Contribuirmos. Imbecilizarmo-nos. E pior: pactuarmos.

      (tio) Renato

      Comment by Renato — 20/09/2013 @ 11:06 AM

  8. Porque o Lucio Manfredi não retoma o Franco Atirador? Seria legal inclusive pra promover a HQ, obrigado pela informação.

    Comment by Sergio — 20/09/2013 @ 10:37 AM

  9. Gostei muito do que voce escreveu sobre o olhar. O primeiro olhar. Uma questão interessante o processo que a primeira impressão desencadeia em nós. A importância de qualquer dos nossos sentidos e a forma como o cérebro a absorve. A cognição é o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem, e claro, o olhar. A imagem primeira, o primeiro contato. Estas primeiras impressões tendem a desaparecer com o tempo. Os detalhes irão se revelando: primeiro os mais evidentes, em seguida os mais difíceis. O cérebro tende a reagir aos poucos, só depois de muitas observações, ele fará uma avaliação correta da imagem. Lembrando que alguns seres humanos são “avarentos cognitivos”, tentam simplificar e organizar seu pensamento social o máximo possível . A simplificação exagerada leva a pensamentos equivocados , estereotipados, preconceito e discriminação .
    Amei a imagem do início, parabéns
    Bel

    Comment by Isabel — 21/09/2013 @ 1:26 AM

    • Bom Dia Bel, moçada, um pitaco aqui no comentário da Bel:

      Bergson afirma que na matéria não tem nada escondido. Há mil coisas no que vemos, mas há uma que sabemos, a priori, como independente da experiência:
      segundo Bergson, a matéria pode ter muito mais do que é visto, é nesse sentido que ela não tem virtualidade.
      O que impõe a criação.

      Waking Life (por exemplo) é ‘experimentado’ dessa forma, como anuncia um dos personagens: explore os segredos do universo, usufrua de todos os sentidos… , permita a criação. Criação como única resistência digna do presente ou seja, o pensamento como exercício da vida, como afirma o motorista do carro-barco: como se chegasse ao planeta com uma caixa de lápis de cor. Pode ser de oito cores, pode ser de dezesseis. Mas o segredo é o que você faz com eles e as cores que lhe foram dadas. Não se preocupe em colorir somente entre as linhas. Vá além! Pinte a página!
      Use your heart, use your brain !

      beijo a todos
      tio Guz

      Comment by Gustavo — 21/09/2013 @ 2:04 AM

      • o segredo é o que você faz com eles e as cores que lhe foram dadas.

        eu não abro mão deste segredo!

        e nem das cores q vc vive distribuindo por aqui .

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 23/09/2013 @ 3:34 AM

    • Oi Bel !

      – alguns seres humanos são “avarentos cognitivos”. –

      … e como são ! – Não é difícel perceber o enrijecimento crescente que vem se apoderando dos humanos. Tenho me perguntado muito se não nos atemos demais aos quadros mentais, cada vez mais profundos, perdendo o contato com o mundo real: natural, à ponto de nos tornarmos mais e mais anestesiados em nossas sensações, em nossa sensibilidade. Me refiro sim às sensações e sentimentos do corpo, que é exatamente o que nos faz sentir a vida. Um corpo que estremece de medo, que se arrepia de prazer, que busca o contato e calor humano, e a fusão no momento de amor. Um corpo vivo e pulsante, repleto de ternura e realidade. Repleto de natureza, repleto do natural.
      A ausência ou entorpecimento da sensibilidade sinaliza um corpo morto, sem vida, encouraçado e defendido, sem contato com o mundo natural, afastado da vida, praticamente fantasmando sem acesso a seus fluxos promovendo seres semi mortos, mecânicos e alienados. fluxos que se estagnam. Conexões interrompidas – movimentos que se petrificam.

      – A simplificação exagerada leva a pensamentos equivocados , estereotipados, preconceito e discriminação .-

      pois é …

      bj
      Fy

      Muitos anos antes de Montagu, Paul Schilder (1981), médico vienense influenciado pelos conceitos da psicanálise e da filosofia, já considerava a pele humana como uma roupagem contínua e flexível que nos envolve por completo. Ao mesmo tempo em que nos protege, ela também é um dos nossos primeiros meios de comunicação. Por ser um dos órgãos mais sensíveis, capaz de receber estímulos e responder a eles, a pele possui uma área extensa com um número enorme de receptores cutâneos, cuja função é captar estímulos tais como calor, frio, toque, pressão e dor. Ou seja, como o corpo é totalmente recoberto pela pele, consequentemente entramos em contato com o meio externo através dela: a pele é, assim, uma das principais mediadoras entre o “ser” e o mundo.

      Comment by Fy — 23/09/2013 @ 3:44 AM

  10. Cristo e Urizen ? Blakeando sinistramente… não dá pra perder.
    Pra ilustrar:

    1. Lo, a shadow of horror is risen
    In Eternity! Unknown, unprolific!
    Self-closd, all-repelling: what Demon
    Hath form’d this abominable void
    This soul-shudd’ring vacuum?–Some said
    “It is Urizen”, But unknown, abstracted
    Brooding secret, the dark power hid.

    Ea santa chuva que não para! Kd o Tocayo?

    Comment by Gabriel — 21/09/2013 @ 2:18 AM

    • Ah … não dá mesmo pra perder …

      e é tão genial poder ter acesso à criatividade inigualável de alguem que por tanto tempo foi tão inspirador, esclarecedor, interessante – gênio – alem de extremamente carinhoso e … hahaha paciente com quem o acompanhava . Eu tenho saudades. O Richã, Bia, nós, e tantos outros…

      Tocayo táqui > daqui a pouco ele comenta .
      bj
      Fy

      Comment by Fy — 23/09/2013 @ 3:33 AM

  11. ´No final da tarde respondo tudo !

    bj pra todo mundo
    Fy

    Comment by Fy — 21/09/2013 @ 2:22 AM

  12. O homem esquece de olhar ao redor da maneira mais fácil: olhando. Nada mais, nada menos.

    Até que enfim novidades do Lucio, já lí o epistemonike mil vezes !

    obrigado mais uma vez,
    Marianne

    Comment by Marianne — 23/09/2013 @ 8:29 AM

  13. Fy, estou com vontade de começar um tumblr. Vou te escrever para algumas dicas,
    beijo
    Marianne

    Comment by Marianne — 23/09/2013 @ 8:30 AM


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