windmills by fy

05/10/2013

shame on us

Filed under: Uncategorized — Fy @ 2:12 AM

Uma outra citação divertida e inteligente  do Carlin também define com brilhantismo

as estratégias dos   “ fazedores de opiniões públicas ”  ,   

dos  “ pretensiosos manipuladores de opiniões ”   

e  dos indecentes  marqueteiros pagos pelos interesses de uma minoria

sustentada por um governo [s] cada vez mais descaradamente  repugnante :

Ah … a velha política fascista :  ditadura e totalitarismo, pelo nacionalismo [ fé ]  agressivo , 

militarismo e imperialismo , pelo culto do chefe , pela repressão .

 

Na verdade ,  o  termo fascismo é derivado da palavra em latim fasces : 

um feixe de varas amarradas em volta de um machado ,

e foi um símbolo do poder conferido aos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes .

 

 

Eram carregados por lictores e poderiam ser usados para castigo corporal e pena capital a seu próprio comando .

Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido , cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas .

Ah  …  tema   sugestivo …

E ao contrário de tantas observações vazias ,

intoxicadas pela hipocrisia do  bom-mocismo …

penso ser urgente que o povo brasileiro procure analisar , compreender , 

a Realidade Política em que está se deixando envolver .

 

 

Terrível – terrível e mais que terrível  …    covarde e vergonhoso

o que ocorreu aos nossos professores .

Uma das melhores análises do que envolvem este momento brasileiro  – entre outras – que encontrei :

Este ensaio do professor Murilo foi publicado em 18 de junho deste ano em seu site:   A Navalha de Dalí .

– Vale a pena :

1. A estratégia de soberania    – porrada, porrada e mais porrada eufemisticamente   “ não-letal ”  ,   prisões arbitrárias e para averiguação –   deu errado .

 

 

 

Seus ideólogos , do Estadão à Globo , de Alckmin a Pondé , da Folha a Haddad ,  . . .   rapidamente voltaram atrás

numa demonstração do potencial deslegitimador de um movimento que , em profundidade ,

coloca em que xeque o próprio sistema político representativo , e o faz de maneira acéfala e horizontal .

 

 

Numa guerra de posições ,  isso é uma vitória dos movimentos e uma derrota significativa dos   “ arrependidos ”  .

2.  Nos últimos dias , a mídia amenizou o discurso , mas isso não é uma vitória dos movimentos ;

é uma estratégia dos massmedia .

 

 

 

Basta assistir ao   GloboFuckingNews   por alguns momentos para perceber o que está por baixo da espetacularização dos movimentos .

Os analistas de primeira hora  –  que assistem a tudo pela tevê  – 

não cessam de fazer proliferar clivagens e classificações ;   isto é ,   tentar individualizar e segmentar os corpos das ruas:

 

 

 

– há os manifestantes pacíficos, ordeiros, de bem, contra a corrupção   ( geralmente anti-Dilma e anti-PT )  e os demais ;

 

– há os manifestantes de início de protesto , que levam cartazes e faixas , que são da paz , que vestem branco , limpinhos , ordeiros , cívicos

– e os demais – vândalos , sujos

 

– e   – esta teoria paranoide surgiu no DF, por exemplo –  

“ provavelmente pagos para desestabilizar governos com atos de vandalismo e depredação dos patrimônios privado ”  ( claro, este sempre vem antes )    “ e público ” .

 

– Há os nacionalistas , que se enrolam imbecilmente em bandeiras ,  cantam o hino

e acham que só ontem   “ o Brasil acordou para dar um basta ” ;

 

– de outro lado, os anarquistas antinacionalistas , os punks psolistas que não respeitam nada nem ninguém e só querem ver grassar a violência gratuita e injustificável .

4.  As televisões e jornais desdobram essas clivagens simbolicamente.

 

 

 

Nas entrelinhas , dizem até como os manifestantes devem se vestir , como devem se portar , o que podem ou não fazer , ou dizer .

 

 

 

O Batalhão de Choque espera ali próximo , mas invisível , já não os acompanha ;

por outro lado , há policiais militares que seguem os fluxos da multidão

e reprimem os fluxos desorganizantes ; os policiais de trânsito   “ fazem a segurança do movimento ”  –

na verdade , ordenam que se vá mais ou menos rápido porque    “ já é hora de liberar a rua ”    – e isso ficou claro em Curitiba , tarefa dada a policiais à paisana .

 

 

 

Junto com uma potência de desordem e contestação , surge um rígido código de ética e disciplina ,

mas ele não é auto-organizado e gerido pelos movimentos das ruas

e sim pela violência sutil e insensível dos signos que vêm de fora :

5.  Como esse código disciplinar entra em um movimento ?

 

 

Pela via demasiadamente real do simbólico .

 

 

 

Ontem à noite , no GloboFuckingNews , a jornalista Mariana Godoy defendia os manifestantes pacíficos

afirmando que   “ estavam conscientes de que deveriam se manifestar pacificamente a fim de não deslegitimar o movimento ”  .

 

 

Isso só mostra o grande medo , o grande terror que a multidão , que precisa ser contida ou disciplinada , inspira no poder .

 

 

 

Ora ,  ” o que o mea culpa de Pondé , Jabor , Alckmin , Globo , Haddad e suas cáfilas jornalísticas e políticas ”   provam é , justamente , que os movimentos se autolegitimam .

Eles são o único e imanente critério de legitimidade , não o Estado , não a mídia , nem nenhuma forma crítica transcendental .

Isso é pós-revolta , refechamento do aberto .

 

 

 

A mídia tenta , desesperadamente ,  se reapropriar da cisão que os protestos de quinta-feira (14.06) criaram :

 

 

surgiu um fosso entre a opinião pública real , das ruas , e a opinião pública que as mídias tentam axiomatizar .

 

 

Por que as mídias passaram a apoiar os movimentos ?

 

 

Porque as ruas criaram essa cisão , explodiram as margens de crítica social que as mídias não cessam de tentar controlar ,

e as redes sociais – que também são um instrumento de controle e vigilância –

terminaram por instrumentalizar essa explosão em uma geração de jovens de 14 a 28 anos desacostumada a ver televisão ou a ler jornais .

 

 

 

“ A única forma de vencê-los é ,   então ,   juntando-se a eles ;   fazendo-os passar para o nosso lado  ,   passando para o lado deles ” ,  teriam pensado as mídias .

 6. Eis toda a conversão das estratégias de soberania das primeiras semanas em estratégia disciplinar sutil e docilizadora  

–  por essa razão ,   mais insidiosa e perigosa .

 

 

 

O vocábulo REVOLTA , repentinamente ,  saiu de circulação e se tornou   “ protesto ”   ou   “ manifestação ” .

 

 

 

O que está acontecendo nas ruas é , sem dúvida ,  uma acumulação primitiva de democracia ,  é impossível negar .

 

 

E ela surge sobretudo sob a insígnia forte do direito à cidade e da reapropriação do espaço público ;

 

 

> com as repressões ,  a pauta logo se altera para incluir ,  contra a soberania ,  

a reapropriação do direito não apenas à livre manifestação ,  mas à circulação e ao espaço público .

 

 

 

Um sem número de pessoas ,  nas redes sociais ,  postou seus relatos de participação nos movimentos das ruas ;

muitos orgulhosos de seu próprio pacifismo e nacionalismo , de terem seguido o código de ética e disciplina que os poderes impuseram :

 

 

Mistificação ,  engodo ,   estratégia de despotenciação e disciplina dos corpos indóceis e inúteis .  !

Tentativa de conter a revolta profunda de todos os corpos ,  de obturar a emoção criadora e de obliterar as emergências de uma comunidade de eus profundos . !

 

 

A repressão torna-se des-necessária quando assimilada ,  introjetada nas almas e transformada em exercício de subjetividade ,

pelo qual nos distinguimos dos outros e nos erigimos acima deles .

 

 

As mídias tentam forjar um simulacro de opinião pública e , para tanto , procuram funcionar como instância de exame disciplinar .    

 

 

 

   

Hoje ,  quando as disciplinas parecem retomar sobre os corpos um controle tanto mais insidioso quanto eficaz , 

trata-se de , contra a disciplina , exercer o direito à REVOLTA ,  o direito a liberar o poder que circula nos corpos , nas ruas e no espaço público do qual os movimentos já se reapropriaram .

 

 

Na noite de ontem ,  por todo o Brasil ,  algumas manifestações entraram pela madrugada .

Trata-se ,  agora , de ocupar , de tornar a revolta contínua :

 

 

nada de horários , trajetos , rotas , código de conduta imposto como    “ etiqueta do manifestante de  bem/da paz/cidadão brasileiro ” .  

 

 

   

Como quisera Oswald de Andrade , apenas   “ roteiros… roteiros… roteiros… roteiros.. .” 

 

 

 

Nenhum nacionalismo faz sentido porque nós somos ,  hoje ,  o efeito de acúmulo local de uma demanda global :

basta de democracia representativa  > significa que desejamos mais !

Queremos tudo .

Conquistar o Estado é ainda muito pouco .

Os manifestos de apoio às revoltas locais mundo afora são indiciários dessa globalidade .    

7.  Quando Foucault dizia    “ não caia de amores pelo poder ”    significa ,  entre outras coisas :

  

“ não renuncie àquilo que um corpo pode ”   ; “ cuide de não desejar sua própria sujeição ” ,   seu próprio aniquilamento ou domesticação .

 

 

A liberdade só deixa de ser um conceito abstrato na medida em que se converte em revolta profunda e real .

 

 

 

[ Eis toda a barbárie, que   Renato Janine Ribeiro crê denunciar  – mas ,  curiosamente ,

são raros os momentos em que ele identifica essa barbárie do lado do Estado e da   “ autoridade ” .

Diz ele que   ” Quem for violento perde o apoio da sociedade ”  , como se os movimentos sociais fossem algo diferente da própria sociedade .

O tira na cabeça de Janine também quer fazer o exame ,

quer fazer a sociedade transcender os enxameamentos constituintes da multidão nas ruas – … gesto filosófico que ,  ao que tudo indica , 

dá direito a publicar no clipping do Ministério do Planejamento . ]    ( !!! )     

 

 

 

Seja como for , o momento é de cuidado político :

 

 

identificar e rasurar ,  com a fina lima da prudência ,  esse código de ética e disciplina que impuseram à revolta profunda de todos corpos .

 

 

Isso não se faz sem insurgência ,

sem se rebelar contra a própria possibilidade de ter nossos corpos indóceis e inúteis ainda uma vez docilizados e utilizados por quem quer que seja  – 

o Estado ou o tira(no)    na cabeça de Renato Janine Ribeiro .

 

 

 

Eis o que causa o grande medo dos aparelhos de Estado :   a mais profunda indisciplina .

 

 

As lutas também se constituem ,  a partir de agora ,  por um movimento antidisciplinar que deve se tornar imanente aos próprios movimentos :

                                                                                                                                                                                    jamais renunciar àquilo que podem os corpos .  

                                                                                                                                                Cuidar de produzir continuamente sua insurreição e seu carnaval .  

 

 

 

 

Professor  Murilo Duarte Costa Corrêa .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fy

 

27 Comments »

  1. Well… Não é tão surpreendente assim… ainda preocupante, mas não surpreendente. Parece que a China tem um pavilhão de manifestações. (Ou é uma colônia lá na região cujo nome eu esqueci). Você aluga o local por algumas horas definidas pra vociferar suas insatisfações.

    Nenhum protesto efetivo vai ser aceito. Primeiro precisa pasteurizar e colocar uma cartilha, uma etiqueta de protesto. Algo que não magoe o senso comum, que passa, a bem da verdade, longe do bom senso.

    Eu realmente não sei no que vai dar. Pra onde vai ou o que vai acontecer. A Repressão me parece um bom sinal… sinal de que tem alguma relevância o que está acontecendo.

    Torço para que a copa dê visibilidade pra isso também e que o Brasil tenha uma imagem menos “cordial” no exterior. Agora… mudança mesmo? Não vi muita coisa nessa direção…

    Comment by Anarcoplayba — 05/10/2013 @ 4:38 AM

    • Agora… mudança mesmo? Não vi muita coisa nessa direção…

      Pois é… não ví tb nenhuma mudança , pelo contrário, o tal do governo está declarando abertamente que somos palhaços. Rindo à beça dos brasileiros.

      … esta contratação sem-vergonha dos médicos cubanos – mera transação de lavagem de dinheiro entre 2 ditadores fascistas – bem no meio desta confusão : em que se discute o estado deploravelmente absurdo !!!! da Saúde no Br – a resistência diante de todas as reinvindicações do povo, o pouco caso e a violência encomendada aos PMs – … na minha opinião é um êrro terrível – mas demonstra claramente a empáfia e a arrogância destas “coisas” que governam o país. – Eu desconfio disto.

      Por outro lado, é nítida a tomada de consciência, o mergulho político dos brasileiros. É impressionante a insatisfação. … ainda outro dia eu lí um comment por aí, sobre o preço dos carros no Br. Sobre o impressionante preço dos carros por aqui. Eu sempre me perguntei “porque” o brasileiro vive assim…

      Isto entre outras tomadas de consciencia, não é ? – basta correr os olhos .

      Esta tomada de consciencia , embora estranhamente tardia, por sí mesma faz uma diferença radical.

      Eu particularmente acho que a coisa vai piorar . Não acho que as manifestações vão parar e pelo jeito das coisas … vão se tornar mais violentas… – repare : o povo ainda não revidou …. … ainda vai às ruas desarmado. E… sabe, multidão é multidão .

      E este espetáculo hediondo, covarde, absurdo com os professores, … ainda vai gerar muita confusão.

      Foi um êrro terrível. Muita empáfia e pouca estratégia deste governo.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:39 AM

  2. Gás de pimenta, canhões de água, cacetetes, agressões verbais, balas de borracha,bombas de efeito moral. Ah nada como gostinho de Democracia para terminar o ano.

    Deprimente. Brasil, já era, já foi engolido, tarde demais. Tempo de cair fora.

    Abraço

    Comment by Jorge — 06/10/2013 @ 12:40 AM

    • é….

      povo marcado …. povo feliz ?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:40 AM

  3. Excelente exposição do Murilo . Excelente site tambem. Pena que o acesso seja reservado a uma determinada classe cultural. Infelizmente.
    O brasileiro em geral me causa a impressão de não ter a menor idéia do que lhe está acontecendo. Um povo sem a menor noção de política ou mesmo o menor interesse cultural.

    Outra oportuna explicação:

    DeSDE 1982, quando as eleições estaduais voltaram a ser disputadas de forma direta no Brasil, ainda em ambiente autoritário, o tema da segurança tem ocupado uma posição de destaque na agenda pública. Com a promulgação da primeira Constituição democrática brasileira, em 1988, criaram-se condições para uma ampla participação popular e removeram-se as barreiras tradicionais, que excluíam do direito ao voto a inúmeros segmentos da população. Dado o novo contexto político, as agendas públicas tornaram-se ainda mais sensíveis às demandas da sociedade. Sendo a segurança um item eminentemente popular – sem deixar de ser tema prioritário também para as elites e para as camadas médias –, impôs-se com mais peso à consideração dos atores políticos.

    O crescimento da violência criminal, ao longo da última década, reforçou essa tendência. Hoje, a questão da segurança é parte não apenas das preocupações estaduais, mas também dos municípios e governo federal, tornando-se uma das
    principais problemáticas nacionais, seja nas eleições, seja para além delas.

    Na transição democrática, todas as instituições públicas e seus procedimentos passaram por uma revisão e reajuste ao novo momento. Uma destas instituições, entretanto, acabou esquecida: a polícia. Conservadores, liberais e
    progressistas debateram o destino de cada órgão público, discutiram propostas antagônicas e disputaram a liderança de cada processo de reforma. No entanto, com raríssimas exceções individuais, entre as quais nunca será demais destacar o papel pioneiro de Hélio Bicudo, deixaram de apresentar à opinião pública projetos que adequassem a polícia à democracia então estabelecida.

    Essa omissão condenou a polícia à reprodução inercial de seus hábitos atávicos: a violência arbitrária contra excluídos (particularmente pobres e negros), a tortura, a chantagem, a extorsão, a humilhação cotidiana e a ineficiência
    no combate ao crime, sobretudo se os criminosos pertencem a altos escalões.

    Claro está que sempre houve milhares de policiais honestos, corretos, dignos, que tratam todos os cidadãos com respeito e apresentam-se como profissionais de grande competência. Mas as instituições policiais, em seu conjunto e com raras exceções regionais, funcionaram e continuam a funcionar como se estivéssemos em uma ditadura ou como se vivêssemos sob um regime de apartheid social. Constrói-se uma espécie de “cinturão sanitário” em torno das áreas pobres das regiões metropolitanas, em benefício da segurança das elites.

    Nesse sentido, poder-se-ia afirmar que o negligenciamento para com a polícia, no momento da repactuação democrática, em certa medida, acabou contribuindo para a perpetuação do modelo de dominação social defendido pelos setores mais conservadores. Ou seja, essa negligência apresenta-se muito mais como estratégia do que uma indiferença política propriamente dita. A conseqüência da ausência de projetos de reforma é, portanto, degradação institucional da polícia e de sua credibilidade; a ineficiência investigativa e preventiva; as ligações perigosas com o crime organizado e o desrespeito sistemático aos direitos humanos. Além disso, o fato de não ter acompanhado o processo de modernização técnica que caracterizou tantas outras instituições nacionais fez com que seu modelo gerencial permanecesse arcaico, reativo e fragmentário, refratário a procedimentos racionais.
    LUIZ EDUARDO SOARES

    Parabéns por se sentir tão indignada!
    Bel

    Comment by Isabel — 06/10/2013 @ 7:18 AM

    • hi Bel !

      Você sabe que eu sou aluna e admiradora inquestionável do Mises , – e ainda hj peguei uma matéria no facebook – vou deixar o link – que complementa mto bem a do Luiz Eduardo Soares…. – bem muito bem…. hahahaha

      -olha só este trecho :

      O estado é quase que universalmente definido como um sistema que usufrui um monopólio legal do uso da violência e das decisões jurídicas supremas dentro de um dado território. Não obstante todo o circo montado pela mídia, todo o condicionamento mental e doutrinário feito pelo sistema de ensino controlado pelo governo, e todas as demais propagandas institucionais criadas para pintar o sistema político como algo nobre e moralmente dedicado a servir ao bem-estar geral, o fato é que o estado é capaz de fazer apenas uma coisa: compelir as pessoas — por meio da violência e da ameaça de violência — a fazer aquilo que elas voluntariamente optariam por não fazer, ou a se abster de fazer aquilo que elas gostariam de fazer.

      Se o estado for definido desta maneira realista e verdadeira — isto é, uma instituição que usufrui o monopólio do uso da violência e da tomada suprema de decisões jurídicas —, então qual é exatamente o caráter das pessoas que se sentem atraídas a integrar o estado e a fazer uso de suas ferramentas e práticas violentas? Que tipo de indivíduo se sente atraído por carreiras que lhe dão o poder arbitrário de obrigar terceiros a obedecer suas ordens, um trabalho cuja premissa está no imperativo da obediência?

      No que diz respeito aos graus de conduta anti-social, há uma linha tênue que separa o comportamento sociopata do comportamento psicopata. Um funcionário dos Correios ou um recepcionista de uma agência do DETRAN pode perfeitamente não exibir nenhum destes traços. Mas e quanto aos funcionários públicos cujas atribuições são impingir algum decreto ou alguma regulamentação arbitrária do estado? O indivíduo que está preparado para iniciar um ato de punição com o intuito de impingir obediência a um decreto ou regulamentação do governo não se distingue daquele policial valentão que integra uma equipe de força-tarefa que invade residências, confisca bens e tortura pessoas. A mentalidade é a mesma. O fato de que um utiliza a caneta ao passo que o outro recorre à força física representa apenas uma diferenciação de métodos. A mentalidade autoritária que os estimula é a mesma. É o apetite pelo poder supremo sobre terceiros o que impulsiona tais pessoas.

      – O título já é sugestivo : O Estado atrai Sóciopatas …. > http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1705

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:49 AM

  4. October 4, 2013, 4:21 pm 10 Comments

    Police Officer in Brazil Jokes on Facebook About Breaking Truncheon Over Protester

    http://thelede.blogs.nytimes.com/2013/10/04/police-officer-in-brazil-jokes-on-facebook-about-breaking-truncheon-over-protester/?_r=1&

    Willian
    Paris

    ..

    and like always, nothing will happen with him, the Brazil needs to change now, our teachers are in the street, we had enough of mess in our government, we need to change now and put guys like this policeman in the jail together with a lot the politicians

    Oct. 5, 2013 at 12:39 p.m.

    ..

    Diego
    Rio de Janeiro

    ..

    Here in Brazil we are going through a time of dictatorship, we can not go to the streets to fight for our rights, Mayor Eduardo Paes and Governor Sérgio Cabral and are giving the order to massacre, a student, teacher or any other class, earn a pittance salary we have a bad education and health delivery cockroaches. the world needs to know that Brazil is not only beach and Football, the fact they do not show.
    many suffer harassment, threats, psychological horror. speak not only for myself but for the entire population that is fed up with so much corruption and neglect of the basic needs of the country.

    Diego
    Academic

    Oct. 5, 2013 at 12:39 p.m.

    ..

    carlyle 145
    Florida

    ..

    Pay close attention folks, you are looking at Americas’ future.

    Oct. 5, 2013 at 12:39 p.m.
    Recommended1

    ..

    Maxim
    Washington DC

    ..

    Unfortunately, this is not a case of one bad apple. For years the United Nations has cited Brazil’s military police as one of the worst offenders of human rights.

    In 2010, Philip Alston, UN Special Rapporteur, reported that Rio’s military police, represented by a menacing skull as its official government emblem, kill three people a day and are responsible for one in every five homicides. In spite of the government’s efforts to reform police through Pacifying Police Units, many current and former police continue to commit extrajudicial executions, and participate in death squads and organized crime.

    Brazil’s judicial system, lacking any semblance of accountability of its military police, remains badly broken.

    It’s appalling that Brazil, notorious for widespread police corruption, was ever selected to host the World Cup and Olympics.

    Oct. 5, 2013 at 12:38 p.m.

    ..

    Ricardo
    Rio de Janeiro

    ..

    There’s probably a lot more bad stuff within the police that goes unpublished. This piece is simply one sad, disgusting little thing in a sea of rubbish.

    Oct. 5, 2013 at 12:38 p.m.

    ..

    Tommy Bones
    MO

    ..

    Reminds me of Occupy Wall Street.

    Oct. 5, 2013 at 12:38 p.m.

    ..

    moonleaf
    Portland, Oregon

    ..

    I lived in Rio in the1960’s, a very volatile time in which abuse, torture, and murder of students and teachers by security forces was shockingly common. One of the things I learned from Brazilian friends and by reading the newspapers – even in a period of censorship – was the extent to which police animosity was class-based. At that time, and probably still today, police were recruited from working class and lower middle class families. Most students and teachers, even when poorly paid, saw themselves and were seen by society at large as middle class. The chance to “get one back” by brutalizing those they saw as higher on the social scale was a real motivator for police then, and I suspect now, and not just in Brazil.

    Oct. 5, 2013 at 12:38 p.m.
    Recommended1

    ..

    Swinging Septuagenarian
    Portland, Or

    ..

    I used to think that we were becoming Brazil. That was last year. We are becoming Jamestown. Don’t drink the TEA!

    Marianne

    Comment by Marianne — 06/10/2013 @ 11:33 PM

  5. é isto que eu leio aqui.

    Vergonhoso mesmo!
    beijo
    Marianne

    Comment by Marianne — 06/10/2013 @ 11:34 PM

    • we can not go to the streets to fight for our rights, Mayor Eduardo Paes and Governor Sérgio Cabral and are giving the order to massacre, a student, teacher or any other class, earn a pittance salary we have a bad education and health delivery cockroaches. the world needs to know that Brazil is not only beach and Football, the fact they do not show.

      então … taí um excelente resumo do que está acontecendo aqui …. – por enquanto ….

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:51 AM

  6. até o Paulo Coelho tá revoltado, porque lá de fora, a impressão sobre esta sacanagem toda que estamos sofrendo por aqui é desmoralizante. Muito legal o teu trabalho.

    Na entrevista, também não faltaram acusações contra o governo brasileiro, com o qual Coelho se diz “muito decepcionado”. “Para mim, o atual governo é um desastre. Não importa onde estou, sou sempre perguntado sobre o que está acontecendo de errado no meu país. O governo prometeu mundos e fundos e não cumpriu nada. Isso é o que está errado”, ressaltou.

    Comment by Nelson — 07/10/2013 @ 1:46 PM

    • Oi Nelson, seja bem vindo ! Não me lembro se vc já comentou, caso já tenha , me perdoe….

      e… coloca desastre nisto tudo …. – pq por enquanto este governo “só” não cumpriu o que prometeu …. – daqui pra frente vai começar é a se impor violentamente .

      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:55 AM

  7. Bom Dia moçada, lamentavelmente é segunda feira.
    Sem dúvida nenhuma a repercussão internacional destas manifestações, revoltas segundo bem disse o Murilo, foi e está sendo péssima. A bandalheira deste governo foi exposta em cada cartaz, em cada manifestação, nas mídias e nas pancadarias.
    Ontem eu estava lendo a coluna do Felipe Werneck no Estadão e achei relevante até pela informação de que Erik Rocha está produzindo um documentário sobre as manifestações em parceria com Francisco Carlos Teixeira da Silva, o professor titular de História Contemporânea da UFRJ.

    Felipe Werneck – O Estado de S. Paulo

    RIO – Desde junho, o professor titular de História Contemporânea da UFRJ Francisco Carlos Teixeira da Silva acompanha de perto as manifestações no Rio. Ele prepara com o documentarista Eryk Rocha, filho de Glauber, um filme sobre o que acontece nas ruas. Na terça, porém, sua proximidade com o tema chegou a deixá-lo sem respiração. Silva recebeu um jato de pimenta de um spray gigante, recente aquisição da Polícia Militar, e precisou tirar a camisa e cobrir o rosto para se proteger das bombas de gás lançadas pelos policiais na Cinelândia.

    ‘O jato parecia de extintor. Pus a camiseta na cara’, diz o professor – Marcos de Paula/Estadão
    Marcos de Paula/Estadão’O jato parecia de extintor. Pus a camiseta na cara’, diz o professorO professor diz que o Rio virou o epicentro dos protestos no País por ser uma cidade essencialmente de classe média e porque houve total falta de sensibilidade das autoridades e perda de governabilidade no Estado. Também afirma não temer comparações entre o que ocorre hoje e os protestos estudantis do período militar: “A polícia da ditadura era menos violenta do que a polícia do governador Sérgio Cabral”.

    Especializado em história social, com pós-doutorado na Alemanha, Silva criou o Laboratório de Estudos do Tempo Presente da UFRJ e foi subsecretário de Educação no governo Brizola, na década de 1980. Conhece bem a causa dos professores, em greve há 51 dias. Para ele, o plano de cargos e salários da categoria do prefeito Eduardo Paes é “absurdo”, assim como sua aprovação por uma Câmara de Vereadores sitiada. “Me deixa perplexo que o Legislativo não tenha tido pudor em continuar legislando com a rua tremendo de bombas.”

    O refluxo da maré

    “Está claro que o Rio virou o epicentro das manifestações. Embora tenham começado em Porto Alegre e explodido em São Paulo, as maiores ocorreram no Rio. Teve um refluxo, mas nunca parou. E abriu-se um período de greves setoriais. A bancária é muito forte. O Rio centralizou isso porque, em primeiro lugar, é uma cidade de classe média, de funcionários, ao contrário de São Paulo, com base operária. Em segundo, porque houve total falta de sensibilidade e perda de governabilidade. A qualquer momento outra categoria pode explodir. Além disso, o Rio se tornou uma das cidades mais caras do mundo, com especulação imobiliária enorme, favorecida pelo governo. É possível que o governador, quando deixou black blocs e moradores de rua quebrarem muito em julho, tenha tentado afastar a classe média do movimento. Agora a coisa voltou. Outro elemento virou clamor público. Quando o Choque entrou na terça, a população gritava: “Cadê o Amarildo?”. O nível de desmoralização é muito grande.

    Secundarista, professor, universitário

    “Falaram que havia mascarados. Vou te dizer: eu pus a camiseta na cara. Recebi um jato de pimenta que parecia de extintor, um troço industrial. A sensação é de paralisia respiratória. A maioria dos que tinham algo no rosto estava sem camisa. Era proteção contra o uso indiscriminado de bombas. Havia black blocs, mas não estavam quebrando. Depois duas agências bancárias foram destruídas, mas a PM já batia muito. Era uma reação. A maioria absoluta era de secundaristas, professores e universitários. Não tenho relação pessoal com o Black Bloc nem quero ter. Mas houve uma inflexão dos black blocs, uma mudança na atuação.

    Casa sem pudor

    “Tanta repressão, só vi uma vez na Bolívia e outra em Beirute, mas nunca no Brasil. Foi brutal. Me deixa perplexo que o Legislativo não tenha tido pudor em continuar legislando com a rua tremendo de bombas. A função da PM foi de uma guarda pessoal do poder convocada para cumprir não a lei do Estado, mas a vontade do dirigente. Fuzileiros navais fizeram o controle de multidão no Haiti, em situação bem mais difícil, sem esse tipo de ação. Quando o Choque entrou na Rio Branco e foi vaiado intensamente, deram tiro de escopeta para o alto. São funcionários públicos agindo como pretorianos do governador e do prefeito.

    O PT e a guarda pretoriana

    “É interessante ver o PT se transformar em partido que apoia o uso de guarda pretoriana para votar uma lei. O que o Rio está mostrando é que o PT perdeu as ruas. Se a oferta de um ministério ao Cabral se configurar, fica claro o total desdém da Dilma. Seria suicídio político.

    Velho é o poder

    “Lamentei que dois amigos, oriundos do PC, tenham dito que black blocs fazem o jogo da direita. É o que se falava na ditadura. Se nos anos 1970 eu brigava contra a PM e agora continuo brigando, sou jovem. Quem é velho é o poder. Estive em manifestações na Cinelândia em 1973 e 74. A polícia era menos violenta. Estou falando sério. A polícia da ditadura tinha mais critério e era menos violenta do que a polícia do Cabral.”

    Ou seja, o Brasil vai de mal a pior.

    O que dizer ou pensar sobre isto? “A polícia da ditadura era mais criteriosa quando sentava a ripa no povo, matava, torturava, do que a polícia “DO CABRAL” .

    Interessante.

    abraçoaê
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 07/10/2013 @ 11:36 PM

    • Muito bom, Jonas. Tomara que eles façam mesmo o documentário. Não conheço este Erik Rocha. Nossa… devo estar totalmente por fora. Vou dar uma olhada.

      Bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 7:57 AM

  8. Bom Dia Fy, Windmills

    Como brasileira, professora por toda uma vida, também deixo documentado meu repúdio, porque não dizer terror diante desta demonstração de barbárie.

    Só me assombra o espanto do brasileiro. Como se esta brutalidade exposta em todos os setores deste governo maestrado por este crápula, configurasse uma “surpresa” não esperada.

    Aqui no Windmills acompanhei posts e posts sobre os conchavos destes ditadores. Impressionante é ler sobre isto hoje, pela internet afora. A expressão ” Brasil acordou” ainda não me convence. Mas deitado em berço (esplêndido) é uma realidade alarmante.

    A coisa está ficando perigosa. Com tudo isso, está faltando pouco para o povo também sair armado.

    Muito bacana o post. Obrigado por toda uma classe de trabalhadores “vergonhosamente” injustiçada.
    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia Mastrada — 07/10/2013 @ 11:58 PM

    • Oi Sofia!

      Também acho . Violência gera violência. E, ignorância gera calamidades. Só espero que o brasileiro não tenha se atrasado … demais, neste despertar delongado… como diz o Tocayo… – às vezes fico imaginando se o povo brasileiro tivesse que encarar um inverno cheio de neve. Será que hibernariam ?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 8:02 AM

  9. Mais estúpido ainda, aberrante e podre é a possibilidade de uma crente, que acredita em Adão e Eva, defensora da ignorância e do retrocesso, advogada de um tipo como Feliciano, e toda a corja de empresários igrejistas, discursar como candidata à presidência da república.
    Para quem num certo momento surgiu como esperança de renovação política, não poderia haver desfecho mais patético do que falecer na bizarra defesa do que existe de mais vulgar, mais mistificador e mais atrasado na política brasileira, o pastor Feliciano.
    Desde que este animal irrompeu do anonimato, tem repetido barbaridades homofóbicas e racistas em sucessivas e despudoradas odes à intolerância e ao fanatismo.Quando já achávamos que ele tinha esgotado o estoque de obscurantismo agressivo, eis que aparece um vídeo no qual ele diz que Deus assassinou John Lennon porque não gostou de uma coisa que Lennon disse.E com todo esse passivo brutal de posições que fazem mal à sociedade, Marina consegue dizer que a rejeição a Feliciano se funda mais na religião que na obra do pastor.

    “Quando penso em certas coisas que disse, invejo os mudos”, escreveu Sêneca .

    Mas aqui, em terras brasilienses, eu não duvido de mais nada.

    João Pedro

    Comment by João Pedro — 08/10/2013 @ 12:21 AM

    • aberrante, estupido, podre e RIDÍCULO….

      tb não suporto a expressão desta mulher carrancuda. Vamos lá … agitar a bandeira do retrocesso e da ignorância… mais uma vez. Imagine a quantidade de religiosos estelionatários que se oferecerão para bancar a campanha desta senhora…. garantindo a roubalheira igrejista.

      Vamos ver …

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 8:06 AM

  10. Aloha moçada,
    Oi João, um tiro certeiro na mais recente farofada brasileira.
    Marina é diplomada em Felicianos e Lulas. Ninguem deste povo todo que nos apresentam como “candidatos” é diplomado em Política ou qualquer coisa que os fundamente para um cargo político. É a farofa se espalhando pela praia como sempre. A incompetencia desta fulana é tão gritante que tudo isto chega a ser hilário. Não conseguiu e não consegue nem organizar um partido, o que apresentará como “presidenta”? Discursos sobre a Bíblia ? Primeiro: petista. Agora, oportunamente evangélica. Êta curriculum perfeitamente “vergonhoso”!
    Fora isto, não vou com a cara dela.
    Feliciano é um rebosteio de ignorância e desinformação. Nem fundamentalista pode ser considerado, não tem cultura ou cabedal para tal desequilíbrio. É repugnante, e esbraveja repugnantemente a ditar normas para a política baseado em meia dúzia de itens básicos que decorou para ser “pastor”. Mais um “inculto” que quer impor regras morais espertas e de cunho religioso dogmático para uma sociedade laica. Isso não é fazer política, é despolitização.
    Infelizmente mesmo, o Brasil está sendo engolido pela falta de cultura. Governos investiram nisto para assegurar seu poder de exploração.
    O que esperar de um povo que recolhe ao ração bolsa família sem sequer saber seu verdadeiro significado?
    Beijo a todos
    Tio Guz

    Comment by Gustavo — 08/10/2013 @ 12:57 AM

    • By Jean Wyllys

      Com a ida da conservadora, mas ambientalista Marina Silva para o PSB (partido que até ontem compunha a base de sustentação do governo do PT e que tem, em seus quadros, ultra-conservadores, reacionários e homofóbicos como os pastores Eurico e Sargento Isidoro); com o flerte de Aécio Neves e seu PSDB (partido que tem, em seus quadros, João Campos, autor do projeto da “cura gay”) com fundamentalistas, conglomerados de comunicação (a “grande mídia”) e barões do agro-negócio – os mesmos que, no momento, compõem e têm influência no governo do PT; e com o PT tendo que compor com o PSC, PP e, principalmente, com o PMDB (leia-se Renan, Sarney, Cabral, Paes, Eduardo Cunha et caterva) para garantir a “governabilidade”; com esse tabuleiro de xadrez, o que distingue os prováveis candidatos à presidência da República no ano que vem?

      O que grupos historicamente difamados, estigmatizados e alijados de direitos – indígenas, quilombolas, povo de santo, ciganos, mulheres prostitutas e LGBTs – podem esperar desses candidatos?

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 10:28 AM

  11. o Brasil está sendo engolido pela falta de cultura .

    … cultura … é coisa daz elite, Gustavo …

    o “homi” que mesmo é trabalhadô trabalhando sem questionar ! Pra encher as sacolas dos Castro. Pobre Brasil !

    bj
    Fy

    Comment by Fy — 08/10/2013 @ 8:09 AM

  12. Fy, e será que a ONU vai tomar alguma atitude?

    Tudo isto é legal, válido, desmoraliza a gestão deste governo, lalalá. mas será que eles tomam providencias?

    Muiiiito bacana o Cuenca. Gosto do trabalho dele.

    De resto, só nos resta ver o que vai acontecer.
    bjitos da Ju

    Comment by Juliana — 08/10/2013 @ 9:36 AM

  13. Porque meu comentário não aparece?

    Comment by Juliana — 08/10/2013 @ 10:21 AM

    • Aparece sim , mas vc esqueceu de colocar seu nome ! hahahahaha tentei corrigir mas não corrige. Quer que eu apague ?

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 10:32 AM

  14. Claaaaaaaro, vou escrever aqui :

    12.Fy, e será que a ONU vai tomar alguma atitude?

    Tudo isto é legal, válido, desmoraliza a gestão deste governo, lalalá. mas será que eles tomam providencias?

    Muiiiito bacana o Cuenca. Gosto do trabalho dele.

    De resto, só nos resta ver o que vai acontecer.
    bjitos da Ju

    vamos ver ….

    Comment by Juliana — 08/10/2013 @ 10:36 AM

    • Pronto, corrigiu tudo !

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 08/10/2013 @ 10:38 AM

  15. Aloha

    Violência gera Violência.

    O Rio respondeu.

    beijo menina
    abraço
    TocaYo

    Comment by TocaYo — 09/10/2013 @ 2:28 AM

  16. I have read so many articles or reviews on the topic of the blogger lovers except this post
    is actually a fastidious article, keep it up.

    Comment by MyCAA — 31/10/2014 @ 7:24 PM


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