windmills by fy

03/07/2014

sobre o Amor

Filed under: Uncategorized — Fy @ 11:36 AM

 

 

foto lua post 1b

 

 

Fy

Texto sobre a Lua :

http://saturnalia.com.br/

 

 

 

12 Comments »

  1. Bom dia Windmills, Fy,
    E mais uma vez agradeço. Tudo o que este rapaz falou, tão bem, com tanta naturalidade, tem sido meu exercício praticamente diário desde que comecei a frequentar este cantinho chamado Windmills by Fy. E saibam que no começo foi terrivelmente difícil. Como foi difícil, lembrar de mim, me colocar como a pessoa mais importante, me enriquecer para poder entregar algo realmente valioso a quem quer que fosse! Eu não me achava mais, não sabia mais onde eu estava após praticamente uma vida me esquecendo. É difícil perceber como era pobre o amor que eu vivia proclamando (reclamando, na verdade) dar aos meus, aos outros, a tudo. Porque eu estava me empobrecendo. Estava quase seca como um laguinho em que todos vão buscar água e a chuva nunca acontece. Aos poucos fui me transformando, e ainda estou no processo de buscar a chuva ou me transformar nela. Por isto, que é um tudo, adoro vocês. E o mais intrigante é ter sido uma menina, perto de mim a Fy é uma menina, uma menina especial, quem me fez gostar de me redescobrir, descobrir que posso dançar e compreender porque eu quero dançar, entre outras coisas vitais. Um grande abraço a todos , e um beijo, Fy.

    Sofia Mastrada

    Comment by Sofia — 04/07/2014 @ 12:17 AM

  2. Nossa Fy, que lindo isto que voce escreveu! Só escreve assim que tem um grande amor. Um amor bom, verdadeiro.
    Amei os vídeos!
    beijo aí pra todo mundo.
    Karina

    Comment by Karina — 04/07/2014 @ 5:51 AM

  3. adorei a virgenzinha beijando a lua !
    Ka

    Comment by Karina — 04/07/2014 @ 5:52 AM

  4. Lindo, Fy, este vídeo dos Beatles é uma relíquia especial! Vou deixar algumas palavras do Pearl, que me lembrei assistindo o Augusto dos Santos, e que me parecem serem inestimáveis quando se tem um amor de verdade.
    “Friedrich Salomon Perls (1893-1970), ou somente Fritz Perls, o psiquiatra e psicoterapeuta alemão criador da Gestalt-Terapia, é o autor do poema contido no vídeo abaixo, “Se como tu eres” (2min05seg), que sintetiza a filosofia de resgatar o contato natural e autêntico consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo. O poema não é a conhecida “Oração da Gestalt” (Gestalt prayer), do mesmo Perls – é menos dogmática e mais “terapêutica” e inspiradora. O foco da Gestalt-Terapia é o “processo de ampliar a consciência das sensações, percepções, sentimentos corporais, emoção e comportamento de uma pessoa no momento presente” (Wikipedia).

    O vídeo “Se como tu eres“, ou “seja como você é”, segue abaixo, em espanhol (por Verónica de Andres) e contém música de David Kettlewell

    Isabel

    Comment by Isabel — 04/07/2014 @ 5:57 AM

  5. Nossa, a Isabel e a Sofia me emocionaram!
    Parabéns às duas.
    Karina

    Comment by Karina — 04/07/2014 @ 6:01 AM

  6. Obrigado Karina, nesta correria que agente vive é muito raro lembrar deste encontro com o nós-mesmo. E quando é possível construí-lo, agente até se emociona mesmo, até se espanta com o quão prazeiroso ele pode ser. Deixo a tradução caso haja alguma dificuldade: ““Seja como você é. De maneira que possa ver quem és. Quem és e como és. Deixa por um momento o que deves fazer e descubra o que realmente fazes. Arrisque um pouco, se puderes. Sinta seus próprios sentimentos. Diga suas próprias palavras. Pense seus próprios pensamentos. Seja seu próprio ser. Descubra. Deixe que o plano pra você surja de dentro de você.”
    ~ Fritz Perls

    Comment by Isabel — 04/07/2014 @ 6:06 AM

    • Para o vídeo da Bel, e para os que não se reconhecem mais, sentindo sempre a sensação de estarem inacabados, incompletos.

      “Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina. Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo.O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber.”

      Eu creio que até mesmo o que rebemos do outro, necessita de uma certa riqueza acumulada, destas que agente só acumula com uma bela dose de bem querer e carinho por sí mesmo. Eu diria até que esmero por sí mesmo. Porque o que nos vem do outro leva tempo para ser decifrado. De alguma forma também nos empurra para reações inusitadas, cheias de sentidos ocultos que são justamente o que temos de decifrar em nós. Na verdade, não somos simples, querendo ou não cultivamos em nós mesmos o acúmulo de muitos mundos. E, se nos distrairmos perdemos a enorme aventura que é conhecer e realmente estar ou saber estar em todos sem nos perder em nenhum. O que sei é que a vida nos afeta com seu poder de vivência. E, estar consigo mesmo é alguma coisa necessária pra nos mantermos não só inteiros como lúcidos.

      E, não é raro perder-se neste rodamoinho.

      beijo a todos
      tio Guz

      Comment by Gustavo — 04/07/2014 @ 6:49 AM

  7. Esta gravação tá terrivel, Fy , vou deixar esta:

    tio Guz

    Comment by Gustavo — 04/07/2014 @ 6:46 AM

  8. arlequim do desmedido, casual e gostoso des-sentido.

    duda

    Comment by duda — 04/07/2014 @ 11:13 PM

  9. Lindo post, lindo vídeo, lindo tudo. Quanto aos vídeos, uma grande lição, uma tremenda reflexão, faz agente parar e pensar em como estamos nos posicionando no mundo. Eu acho o amor uma arte e que para vivê-lo é preciso ser artista. Pensei muito, Valeu! beijo e obrigado

    Adriana

    Comment by Adriana — 05/07/2014 @ 12:36 AM

  10. Quem sou eu? Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo… Quem sou eu? Eu vivo para saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam.

    O interessante é que a matriz de tudo é o “ser”. É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada.

    De vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet ou até mesmo um e-mail que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.

    amei os vídeos, grande lição de vida. Como eu achei que o reconhecimento de sí tem a ver com o reconhecimento de tudo o que foi dito, escolhi este texto.

    Marianne

    Comment by Marianne — 07/07/2014 @ 12:52 AM

  11. Vixe, chegou em boa hora! Muito oportuno.

    Comment by Lica — 07/07/2014 @ 12:53 AM


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