windmills by fy

22/11/2014

-rugged landscape

Filed under: Uncategorized — Fy @ 2:17 AM


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


TEXTO :

Juan Antonio Rivera – extraído de ” O QUE SÓCRATES DIRIA A WOODY ALLEN “

by Fy

 

 

 

 

20 Comments »

  1. Sabia que eu conhecia esta frase !

    “Distinguirei, no fenômeno chamado certeza, a parte subjetiva e a objetiva ― a certeza em si, e aquilo de que há certeza. Considerada em si, a certeza nada vale. Nenhum de nós tem mais certeza de ter diante de si esta página que tem um perseguido de estar sendo perseguido por numerosos ‘inimigos’, ou um megalômano de ser Jesus Cristo, ou Deus, ou Imperador do Mundo. O lugar das certezas absolutas, inteiras, que não sentem dúvida nem hesitação, é o manicômio.”
    Fernando Pessoa, Textos filosóficos, vol. II, p. 246 . Baita post! É um momento, Fy?

    Comment by Paula Prado — 22/11/2014 @ 5:45 AM

  2. Já estava sentindo falta disto aqui! Excelente proposta em meio a esta turbulência asquerosa que envolveu o Brasil.

    E gente, “certeza” é a maior das incertezas! Ainda mais em se tratando da condição humana.
    Objetivando um pouco, (vício de administrador), a decisão é um momento em que se deve escolher que atitude, que ação, que comportamento devemos ter em detrimento de um objetivo a ser atingido. Caso não façamos uma escolha por nós mesmos, nosso sistema criará uma reação, e geralmente não necessariamente a ideal ao contexto. Eu acho que decidir é uma habilidade. E não descarto a sugestão do texto que a define como um “caminho”, é isto, mais ou menos, o que entendí. Claro que transcorrendo este caminho, mil oportunidades e situações impensadas surgirão e afetarão o objetivo final. E sem duvida, o mais inteligente é estar receptivo a estas reconfigurações. Mas de longe, decidir e certeza são, na maioria das vezes incompatíveis. É aí que a Ousadia e a Criatividade passam a maestrar o contexto, desde que bem fundamentadas.
    abraço pessoal, beijo Fy, e aquele final de semana pra todo mundo ai.
    João Pedro

    Comment by João Pedro — 22/11/2014 @ 9:55 AM

    • Mas de longe, decidir e certeza são, na maioria das vezes incompatíveis. É aí que a Ousadia e a Criatividade passam a maestrar o contexto, desde que bem fundamentadas.

      esta é uma conclusão e tanto, João. Querer unir as duas coisas é super desgastante. Mas, é uma tendência. Poucas pessoas conseguem não sofrer com esta verdade. Eliminar o fator “certeza” é dolorido muito embora o mais extenuante seja busca-lo sem compreender que, na verdade, ele não existe.

      bj

      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2014 @ 12:15 AM

  3. Receio, dúvida e até mesmo medos estão presentes em qualquer tomada de decisão, bem como o risco, mas isso é parte da vida de qualquer um de nós. O que não pode é empacar.

    Comment by Juliana — 22/11/2014 @ 10:01 AM

    • O que não pode é empacar.

      assino em baixo!

      bj

      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2014 @ 12:01 AM

  4. Fy, querida, muito obrigada por mais esse presente.

    Comment by Bruna — 23/11/2014 @ 2:36 AM

    • Enfim um cheiro de terra molhada ! Moçada do surf, moçada do mar, ALOHA! Fy, beleza de post, assunto pra mais de légua neste momento confuso e suscitador de decisões. Sem entrar em maiores detalhes que provocarão uma avalanche, vamos homenagear este autor tão bacana que é o Rivera. Decisões. Concordo integralmente com o JP. E meu comentário apenas o acrescenta, porque sim, na maioria das vezes, decidir dá medo.E na verdade nunca estamos 100% seguros da justeza das nossas decisões. Sempre nos sentimos e na realidade estamosà mercê de fatores imprevisíveis. O que óbviamente estabelece que toda decisão seja bem mais um ato de vontade do que de razão, já que a razão reconsideraria indefinidamente ponto por ponto uma mesma questão, não existindo nela nenhuma “razão” de cessar a análise, a não ser a necessidade de que uma decisão seja tomada.

      Todos nós, com mais de doze anos. conhecemos conflitos em torno de decisões importantes:
      Medo de pesar profundamente todos os “prós” e os “contras”.
      Medo de tomar a decisão errada.
      Medo de “ter que” decidir.
      Medo das conseqüências, etc.

      No entanto…
      O medo de decidir é o único fator que poderá interferir negativamente em uma decisão! Para entender isto, necessitamos compreender melhor por que é mais importante saber retificar constantemente uma decisão do que tomar sempre a decisão certa.
      Consideremos antes de mais nada que por mais que algumas decisões nos pareçam “definitivas”, é próprio da dimensão universal o movimento, ou seja, a mudança permanente.Toda decisão terá, assim, que ser sempre reconfirmada ou modificada segundo as circunstâncias.

      Perder o medo de decidir é, então, eliminar o único elemento que pode perturbar nossa adequação a cada situação!

      Pois mesmo uma decisão errada pode ser corrigida, servindo, além disso, de preciosa lição.

      Em todo caso, na indecisão não há “acerto” verificável, nem correção possível, bom lembrar!

      Na indecisão só há acúmulo de tensão e de angústia, que corroboram uma sensação permanente de estar tudo sempre “errado”, sempre “fora de controle”, sempre “podendo ainda piorar”.Se levarmos, então, em conta que a indecisão gera um desgaste permanente e que toda decisão terá que adaptar-se a novas situações, viver na indecisão é pior do que tomar uma decisão qualquer, mesmo ao acaso.
      Não decidir, por medo de errar, é esbarrar no movimento da vida.
      Aceitar errar, para aprender a corrigir, é compor com a vida, é permitir que ela nos ensine, nos oriente.

      E o medo nos faz tropeçar nos eventos da vida porque nos sentirmos dissociados deles, logo, ameaçados por eles. O medo de decidir está, então, intrinsecamente ligado à nossa incapacidade de nos situarmos harmonicamente, de modo contínuo, face ao constante movimento de transformação dos fenômenos que nos cercam, nos obrigando assim a reavaliarmos permanentemente nossa situação neles.

      No entanto, esta mutação constante é de fato nosso aliado mais fundamental, pelo fato de nos obrigar a revisar permanentemente nossa posição.
      Pois se o presente exige que nos adaptemos às suas exigências de cada instante:

      0 MAIS IMPORTANTE NÃO É TOMAR A DECISÃO CORRETA, MAS SIM:
      1. SABER CORRIGIR UMA DECISÃO INCORRETA.
      2. SABER ADAPTAR CONTINUAMENTE A DECISÃO, CORRETA OU NÃO, AO MOMENTO.

      Quando realmente entendemos e integramos o princípio acima, a angústia proveniente do fato que toda decisão contém uma dose de erro será progressivamente relativizada pelo fato que toda decisão contém igualmente uma margem de correção, sendo, finalmente, este o fator decisivo na dinâmica ininterrupta das decisões.

      Visto que, de todas as maneiras, como poderemos constatar cotidianamente, nenhuma opção pode atravessar o tempo sem adaptar-se às suas circunstâncias, nenhuma decisão pode realmente ser de caráter definitivo.
      O que faz com que uma rigidez intransigente diante do que cremos ser uma “boa” decisão seja muito mais nociva do que uma “má” decisão tomada por alguém de espírito aberto e capaz de progredir com as lições retiradas de um erro de apreciação.

      Uma decisão isolada nada mais é, então, do que uma etapa de um sistema decisional que se desenrola permanentemente durante toda uma vida! É isso aí, durante toda uma vida.

      beijo a todos,
      tio Guz

      Comment by Gustavo — 23/11/2014 @ 8:21 AM

      • Maravilhoso, Gustavo.

        É impressionante mesmo como quando fixamos uma determinada opção, quantas outras deixamos de lado, feito cegos. Outras que inclusive enriqueceriam nossas metas, nosso objetivo, enfim.

        bj
        Fy

        Comment by Fy — 26/11/2014 @ 11:57 PM

    • Oi Bruna,

      Obrigada por vc estar aqui.

      bj

      Fy

      Comment by Fy — 27/11/2014 @ 12:00 AM

  5. e. meu aplauso especial para a música!

    Comment by Gustavo — 23/11/2014 @ 8:23 AM

  6. ghruuuuuuuuuu choices! You know when you are trying to make the right choices and the right sacrifices in your life, but you find yourself facing an ugly uphill battle that you know you don’t have the strength for? That’s it my friend.

    Comment by Sara — 23/11/2014 @ 11:36 PM

  7. Yeah, Sara, I know this feeling. When you’re just waiting. Waiting to get home, into your room, close the door, fall into bed, and just let everything out that you kept in all day. That feeling of both relief and desperation. Nothing is wrong. But nothing is right either. And you’re tired. Tired of everything, tired of nothing. And you just want someone to be there and tell you it’s okay. But no one’s going to be there. And you know you have to be strong for yourself, because no one can fix you. But you’re tired of waiting. Tired of having to be the one to fix yourself and everyone else. Tired of being strong. And for once, you just want it to be easy. To be simple. To be helped. To be saved. But you know you won’t be. But you’are still hoping. And you’re still wishing. And you’re still staying strong and fighting, with tears in your eyes. You’re fighting. – Something like that?

    obrigado Fy, lindo post.

    Marianne

    Comment by Marianne — 24/11/2014 @ 12:05 AM

    • Marianne, e quem não tem estes momentos, não é ? Talvez aí agente possa perceber como a Vida tem poder, pois ela nos leva adiante, nos apresenta, a cada momento um novo panorama, uma outra alternativa, uma outra opção. Agente querendo ou não.

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 26/11/2014 @ 11:53 PM

  8. Beleza de post, Fy, excelente em cada detalhe, além do visual. Os comentários ídem de forma que não há o que acrescentar. O Gustavo fez uma síntese perfeita.

    abraço

    André

    Comment by André — 24/11/2014 @ 10:18 PM

    • Oi André, que bom que você gostou. – Eu achei bastante pertinente com o momento e tudo o que está rolando. – bj

      Fy

      Comment by Fy — 26/11/2014 @ 11:50 PM

  9. Uma decisão isolada nada mais é, então, do que uma etapa de um sistema decisional que se desenrola permanentemente durante toda uma vida! É isso aí, durante toda uma vida.

    Comment by duda — 24/11/2014 @ 10:19 PM

  10. Eu acho que a grande decisão que neste momento foi imposta ao brasileiros é a de sair fora ou ficar e lutar uma luta desgastante demais e sem garantias mínimas de vitória. Diante deste cenário eu me sinto intoxicado e desterrado. E voces?

    Comment by Jorge — 25/11/2014 @ 3:24 AM

    • É Jorge, não há quem tenha um mínimo de responsabilidade que não esteja se sentindo intoxicado. Quanto à decisão de ficar ou de sair, pra quem tem condições, é fácil; – mesmo que seja difícil – mas e quem não tem ?

      bj
      Fy

      Comment by Fy — 26/11/2014 @ 11:48 PM


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